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12 Conselhos para reinventar o ensino da arquitetura

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Este artigo é um trecho extraído do capítulo final do livro Draw in Order to See: A Cognitive History of Architectural Design, no qual Mark Alan Hewitt esboça algumas recomendações para uma reforma integral da prática e do ensino da arquitetura. Ele parte da teoria da cognição corporificada — a ciência que estuda a importância dos nossos sentidos no processo de cognição humana, e como através deles, percebemos e nos relacionamos com o espaço — para ressaltar a urgente necessidade de renunciarmos ao legado alienante do racionalismo iluminista que se estende desde a revolução industrial até os dias de hoje e que, tanto nos afasta de uma arquitetura menos visual e consequentemente, mais sensível. Embora a importância da cognição estendida para a nossa compreensão do espaço e portanto, para o desenvolvimento da prática e do ensino da arquitetura já esteja sendo explorada há décadas por muitos arquitetos e algumas poucas instituições de ensino ao redor do mundo, tais conceitos permanecem ocultos em um território inexplorado pela grande maioria de nossos colegas arquitetos.

Visualizações arquitetônicas em processos criativos: hiper-realismo ou colagens?

Collages para Acuario de Mazatlán. Imagem © Tatiana Bilbao Estudio Ejemplos de líneas de perspectiva. Imagen cortesía de RIBA Collections. Image Cortesía de James Malton Zaha Hadid Architects projeta a sede do CECEP em Shanghai. Render por Negativ.com. Image © Zaha Hadid Architects © PALMA + 8

A história da representação na arquitetura passou por inúmeras transformações ao longo dos séculos. Sua relação com o objeto construído vai muito além da mera e simples reprodução de sua imagem objetiva, atuando principalmente, como uma ferramenta de expressão e crítica que, tem influenciado diretamente a forma como percebemos, nos relacionamos e até mesmo, como concebemos e construímos nossos edifícios e cidades.

6 Filmes que usam visualizações arquitetônicas para contar histórias e criar atmosferas

Representar o mundo real está, sem nenhuma dúvida, na gênese do cinema, uma arte que nasce da fotografia, posta em sequência para oferecer ao espectador a impressão de movimento. Tão verdade, que o primeiro registro fílmico de que se tem notícia, de 1895, mostrava a chegada de um trem à estação de Ciolat, na França – um acontecimento banal no cotidiano das cidades europeias do século XIX. 

Entretanto, por mais que a realidade concreta faça parte do cinema, não se pode negar que o fascínio exercido por esta arte venha, em grande medida, de sua capacidade de criar mundos imaginários, ativar espaços mentais e desencadear emoções. Nesse sentido, o mundo real pode muitas vezes não bastar como combustível, inspiração ou pano de fundo das histórias elaboradas por diretoras e roteiristas, exigindo das equipes de direção de arte e cenografia a criação de realidades outras, imateriais, que sirvam de base para a narrativa. 

"Sin City". Screenshot do filme "Blade Runner 2049". Screenshot do filme "Eu, Robô". Screenshot do filme "Star Wars: A Ascensão Skywalker". Screenshot do filme + 13

Arquitetura para as plantas: estufas e estruturas de cultivo

Orquidário do Parque Bicentenário . Image © vladimix [Flickr] bajo licencia CC BY-SA 2.0 Edifício do Jardim Botânico Cosmovitral. Image © Rosa Menkman [Flickr] bajo licencia CC BY 2.0 Estufa principal do Jardim Botânico Carlos Thays . Image © Mariana Etulain Orquidário do Jardim Botânico de Quito. Image © Pedro M. Martínez Corada [Wikimedia] bajo licencia CC BY-SA 4.0 + 11

As construções e estruturas destinadas ao cultivo de plantas - como as estufas e orquidários - são fundamentalmente espaços arquitetônicos que articulam o controle e a manipulação dos fatores ambientais como temperatura e umidade, permitindo adaptar esses parâmetros a demandas específicas das espécies mantidas - seja para seu cultivo, sua preservação ou sua exposição. Os projetos costumam variar segundo o uso e a localização geográfica da estrutura, sob influência de questões como o clima local, a altura das espécies a alojar, as demandas de ventilação, ou considerações como se a construção será temporária ou permanente, podendo por vezes se configurar a partir de sistemas de partes montáveis e desmontáveis. No entanto, existem alguns parâmetros comuns que atravessam esse tipo de construção. De forma geral, tendem a seguir uma linha similar em termos de materialidade e organização: para aproveitar os efeitos da radiação solar, as estufas apresentam com coberturas e fechamentos translúcidos, como vidro ou plástico, e se estruturam através de sistemas leves de peças que permitam grandes vãos, podendo ser de ferro, madeira, bambu, etc.

Economia circular no ensino de arquitetura: a experiência do canteiro experimental

A busca por produtos mais sustentáveis deve começar na etapa de projeto. Nessa ótica, é essencial que os projetistas e todos os envolvidos neste processo tenham conhecimentos adequados, sendo que práticas sustentáveis devem fazer parte da formação do Arquiteto e Urbanista. 

Verifica-se que ao longo dos anos, muitos cursos de Arquitetura têm incluído, de forma mais significativa e aprofundada, essa discussão em suas grades curriculares, seja através de disciplinas específicas e eletivas ou inserida em disciplinas obrigatórias do curso. 

Painel de paletes de madeira reutilizados. Fonte: Adriene Rosa, Cintia Mechler, Heros Monteiro, Letícia Cunha, Luana Jeili, Paola Valerio e Suellen Lopes Horta vertical com batente de porta de madeira e garrafas PET reutilizadas. Projetado e executado pelos alunos:  Adriane Ossaile, Amanda Soriano, Beatriz Melo, Camila Fernandes, Gabriel Campos, Keila Áurea, Larissa Scheuer, Rebeca Feliciano e Stella Martins Escorregador de tubos de papelão reutilizados. Projetado e executado pelos alunos:  Carolina Tavares, Felipe Lima, Giovany Bicalho, Gustavo Lennon, Ingrid de Souza, Juliana Martins, Leonardo Reina e Marina Felizardo Cabana Origami” produzida de papelão e tecido reutilizado. Fonte: Projetado e executado pelos alunos da FAU/UFRJ: Capucine Gueguen, Emanuel Izaguirre, Gabriela Mosso, Gabriela Rodrigues, Hieiga Iwashima, Mariluz Conejero, Natalia Rello, Thais Vianna, Thatilane Loureiro e Thomas Ilg + 14

Como a Índia está moldando o futuro da habitação

A Índia está repensando o futuro da habitação por meio de novas tipologias. Definida por influências históricas e culturais, a arquitetura contemporânea do país centra-se em discussões sobre a melhor forma de se modernizar. Construídos ao longo de milênios, os projetos habitacionais da Índia são feitos para atender a diversas escalas, programas e funções. Explorando uma paisagem urbana revitalizada, estes projetos habitacionais modernos começaram a dar um novo tom para o futuro.

© Hemant Patil © Carlos Chen © Umang Shah © Shamanth Patil + 10

6 Séries para entender e amar as cidades

Uma das formas mais instigantes de aprender sobre a cidade é através de filmes e séries. A seguir, Anthony Ling, da plataforma Caos Planejado, compartilha seis dicas de séries online para conhececer comunidades brasileiras, cidades soviéticas e outros cantos do mundo.

Denise Scott Brown e Robert Venturi, o casal por trás do pós-modernismo pop

Através de suas teorias pioneira e obras provocadoras, o casal Robert Venturi (25 de junho de 1925 - 18 de setembro de 2018) e Denise Scott Brown (3 de outubro de 1931) ocuparam a vanguarda do movimento pós-moderno na arquitetura, liderando uma das mudanças mais significativas em nosso campo disciplinar no século XX, e publicando livros seminais como Complexidade e Contradição em Arquitetura (de autoria de Robert Venturi) e Aprendendo com Las Vegas (de Venturi, Scott Brown e Steven Izenour).

Polias e engrenagens: projetos que usam mecanismos manuais para transformar os espaços

Os sistemas mecânicos suportados por dispositivos como polias, engrenagens, bobinas, cabos e contrapesos podem ser muito úteis para impulsionar e transmitir forças, gerando o movimento ou deslocamento de certos elementos de uma maneira relativamente simples, sem a necessidade de envolver energia elétrica. A incorporação desses mecanismos em projetos arquitetônicos gera a possibilidade de alterar manualmente a disposição dos elementos que definem os espaços sob uma perspectiva didática e recreativa.

Fotografias aéreas mostram a desigualdade social refletida no espaço urbano

Em todo o mundo, aglomerados urbanos apresentam, em maior ou menor grau, diferenças sociais e econômicas. Refletidos no espaço, esses desequilíbrios de renda e acesso à educação, saúde, saneamento e infraestrutura geram rupturas mais ou menos visíveis - embora drasticamente sentidas.

Realidade cotidiana para alguns, as desigualdades sócio-espacias podem passar despercebidas aos olhos de outros, sobretudo do nível do chão - do ponto de vista individual que, por definição, não abrange o todo. De cima, a partir de um olho imaginário que enxerga a totalidade das relações, ignorar essas desigualdades seria mais difícil - é isso que nos apresenta a série Unequal Scenes, do fotógrafo sul-africano Johnny Miller.

Cidade do México, México. Image © Johnny Miller Photography Nairóbi, Quênia. Image © Johnny Miller Photography Assentamento Kya Sands em Joanesburgo, África do Sul. Image © Johnny Miller Photography Assentamento Kya Sands em Joanesburgo, África do Sul. Image © Johnny Miller Photography + 16

Romênia reinventada: projetos culturais construídos para a modernidade

A arquitetura moderna da Romênia funde perspectivas globais com tradições locais. Dos estilos pré-modernos ao trabalho pós-revolução que começou no início dos anos 90, o ambiente construído do país é incrivelmente diversificado. De cidades como Bucareste a Cluj-Napoca e Timisoara, projetos modernos estão sendo criados entre estruturas históricas.

© Sebastian Apostol © Alexandru Fleșeriu © Cosmin Dragomir © Cosmin Dragomir + 10

A imagem fala: ou, por que precisamos ir além dos renders

A arquitetura, do mesmo modo que qualquer outra profissão, necessita de ferramentas específicas para acontecer. Como o poeta usa a caneta e o carpinteiro o serrote, o arquiteto também usa alguns instrumentos para traduzir suas arquiteturas imaginárias em paredes, chão e teto. A complexidade, porém, da arquitetura exige mais que caneta e serrote, muito mais que régua e prancheta; atividade coletiva e realizada e múltiplas etapas, até que se faça a arquitetura propriamente dita – aquela concreta – há passos que devem ser seguidos e, para cada um deles, as ferramentas mais adequadas.

Na arquitetura não há quem não tenha fracassado. Dito de outro modo, não há arquiteto ou arquiteta que tenha conseguido, todas as vezes, transformar as ideias em espaço concreto, construído. Aliás, essa espécie de “fracasso” é muito recorrente na profissão; o longo e intrincado processo necessário para trazer uma ideia ao mundo das concretudes faz com que a maior parte de nossos projetos permaneça apenas projeto. Assim, lidamos boa parte do tempo com representações – ou apresentações, já que não existe um referencial concreto a ser re-apresentado.

Cortesia de Fala Atelier Biblioteca Pública em Setubal, Portugal. Image Cortesia de Fala Atelier Duas propostas para um restauro, Marselha, França. Image Cortesia de Fala Atelier Cortesia de Fala Atelier + 21

Aquários contemporâneos, uma experiência mística da vida marinha

Aquários são construções com um programa bastante específico que têm como objetivo oferecer aos visitantes uma experiência quase mística: observar de perto a vida marinha. Com uma programação diversificada, muitas vezes incluem instalações para reabilitação e conservação, bem como espaços educacionais para apoiar o aprendizado e a descoberta. Hoje, os aquários modernos oferecem vislumbres da vida aquática tanto acima quanto abaixo da água.

Cortesia de Promontorio Cortesia de Adam Mørk © Fernando Guerra Cortesia de Adam Mørk + 9

Após o coronavírus, o que será do paisagismo?

A crise urbana traz muitos desafios, mas também apresenta oportunidades para os arquitetos paisagistas ajudarem a construir espaços verdes e cidades mais justas.

Como um morador de Los Angeles que não dirige, andar pela cidade a pé e de bicicleta sempre me fez sentir como se todos os lugares fossem meus.

Mas, nos últimos dois meses, os habitantes têm frequentado mais as ruas, como se todos tivessem descoberto pela primeira vez, que são capazes de explorar a cidade sem carro. Embora a maioria das praias e trilhas da cidade tenham sido fechadas, mesmo sendo reabertas, desde então, notei que o rio Los Angeles se tornou o novo "ponto de referência" da cidade, como um ponto de encontro, socialmente distante. Em uma cidade que não possui parques públicos adequados, as pessoas estão transformando qualquer pedaço de grama ou calçada - seja um pátio de uma escola, um canteiro central ou um trecho de concreto ao lado de um estacionamento - em um local de alívio da loucura.

A importância das paletas de cores em um projeto de arquitetura

Fotografia: © Jan Vranovsky Fotografia: © Tony Elieh Fotografia: © Hey!Cheese Fotografia: © Leo Espinosa + 17

Além do conforto térmico, acústico e lumínico, as cores são fatores que influenciam a sensação que sentimos ao estar num ambiente e tornam-se um forte dispositivo para influenciar o comportamento do usuário.

Os tijolos de vidro estão voltando, novamente, à arquitetura

Optical Glass House / Hiroshi Nakamura & NAP. Image © Koji Fuji / Nacasa & Partners, Inc. Ports 1961 Shanghai Façade / UUfie. Image © Shengliang Su Nave Industrial RX / Emilio Alvarez Abouchard Arquitectura. Image © Camila Cossio Nave Industrial RX / Emilio Alvarez Abouchard Arquitectura. Image © Camila Cossio + 36

Em 1977, um artigo do The New York Times escrito por Carter B. Horsley proclamava “o auge dos glamorosos tijolos de vidro”: antes um material “de segunda categoria”, os tijolos de vidro começavam a ganhar aceitação entre arquitetos em projetos residenciais e de restaurantes por sua translucidez, privacidade, interesse visual e senso de ordem. Após o uso breve, mas generalizado, de tijolos de vidro, muitos agora associam o material a estilos arquitetônicos desatualizados dos anos 80, uma estética que poucos parecem interessados em reviver. No entanto, arquitetos contemporâneos pioneiros começaram a usar esse material exclusivo de maneiras novas e distintamente modernas, seja para banheiros elegantes e minimalistas, bares e restaurantes industriais, janelas residenciais vintage ou até fachadas urbanas experimentais. Como Horsley afirmou, parece que os tijolos de vidro glamourosos estão no auge - de novo.

Perdendo a escala: aeroportos vistos de cima

Aeroporto Jandakot, Austrália. Imagem de Nearmap. <a href='https://www.instagram.com/p/Bd1khcWFqIZ/'>Via Instagram</a>
Aeroporto Jandakot, Austrália. Imagem de Nearmap. Via Instagram

Em diversos momentos da história, a escala humana e a aproximação dos edifícios à dimensão sensível e vinculada ao corpo foram valores perseguidos pelos arquitetos e objeto de reflexão dentro da produção teórica do campo. Embora seja uma virtude que um espaço possa ser apreendido em uma relação direta entre pessoa e construção, existem situações, e mais do que isso, algumas escalas de projeto, que só podem ser percebidas a partir de um olhar mais distanciado. 

Os novos desafios para a preservação do patrimônio histórico em Havana

Havana é um deleite para aqueles que romantizam a idéia de uma cidade que parece ter parado no tempo. O tecido urbano da capital cubana ostenta orgulhosamente as marcas de sua história, desde a sua fundação pelos espanhóis, a influência da arquitetura mourisca e posteriormente, soviética. Mas além deste imaginário kitsch que permeia este pequeno país insular no meio do Caribe, caracterizado por uma arquitetura colorida e veículos majoritariamente dos anos 50, o que fica evidente quando se visita Cuba por primeira vez, é a privação que o país experimentou ao longo de sua história.

© Evan Chakroff Centro antigo de Havana. Image © Evan Chakroff Rua do centro antigo de Havana. Image © Evan Chakroff Hotel Iberostar Grand Packard. Image via Iberstar Hotels & Resorts + 7

Imagens aéreas mostram novas perspectivas de ícones da arquitetura moderna e contemporânea

Na arquitetura e no urbanismo, os movimentos de aproximação e se afastamento de determinado objeto de estudo, seja na escala do edifício ou da cidade, são corriqueiros e permitem ora visualizar melhor os detalhes, ora ter uma visão mais ampla do todo – ambas essenciais para compreensão do objeto em questão. A mudança do ponto de vista possibilita percepções distintas de um mesmo local: ao nos deslocarmos do nível térreo, ou do observador, ao qual somos habituados a vivenciar no cotidiano, para o ponto de vista aéreo, podemos estabelecer relações que se aproximam das obtidas através plantas de situação, de localização e planos urbanísticos.

Palácio dos Esportes / Félix Candela. Imagem: © Daily Overview Löyly / Avanto Architects. Image by @joelmiikka shared with @dailyoverview Museu Judaico de Berlim / Daniel Libenskind. Imagem: © Daily Overview Superkilen / Topotek 1 + BIG Architects + Superflex. Imagem: © Daily Overview + 25

Conheça alguns dos maiores estúdios de visualizações de arquitetura do mundo

Em um mundo dominado por imagens, nosso modo de fazer e consumir arquitetura está se tornando cada dia mais dependente do visual. Deste modo, ferramentas de representação estão passando a desempenhar um papel cada vez mais decisivo na forma como concebemos e desenvolvemos nossos projetos. Em muitos casos, escritórios de arquitetura se vem compelidos à buscar ajuda, voltando-se à experientes estúdios de modelagem e renderização 3D para poder retratar mais fidedignamente seus conceitos e ideias.

Google Campus by BIG and Heatherwick Studio. Image © Hayes Davidson Leningrad Siege Museum by Lahdelma & Mahalmäki Architects. Image © Brck Visual 11th Street Bridge Park by OMA. Image © Luxigon 111 West 57th Street Tower by SHoP Architects. Image © Hayes Davidson + 23

Uma breve história da fotografia de arquitetura

A partir dos primeiros experimentos realizados pelo francês Joseph Niépce em 1793, e de seu primeiro teste de maior sucesso em 1826, a fotografia tornou-se objeto de exploração e recurso de registro de momentos vividos e lugares do mundo. Dentro do amplo espectro da produção fotográfica ao longo da história, em vários casos a arquitetura desempenhou papel protagonista nos registros, seja pela perspectiva da fotografia enquanto arte, documento ou, como foi muitas vezes, instrumento de construção de cultural.

Com grande autonomia enquanto prática e debate particular dentro desse tema, a fotografia de arquitetura tem a capacidade de reiterar uma série de aspectos expressivos das obras retratadas, tensionar a relação das mesmas com seus entornos, propor leituras específicas ou genéricas dos edifícios, entre outras possibilidades de investigação.

Berenice Abbott. Pike and Henry Streets, Manhattan, 1936. © 2018 Berenice Abbott/Commerce Graphics. Crédito: MoMA. Presente anônimo. Sob termos de "Fair Use" Berenice Abbott. Spring and Varick Streets, Manhattan, 1935. © 2018 Berenice Abbott/Commerce Graphics. Crédito: MoMA. Presente de Board of Education, the City of New York. Sob termos de "Fair Use" Julius Shulman. Case Study House #22, 1960 (Architect: Pierre Koenig) © J. Paul Getty Trust. Usada com permissão. Julius Shulman Photography Archive, Research Library at the Getty Research Institute (2004.R.10). Cortesia de Barbican Art Gallery Michael Wesely. 7 August 2001--7 June 2004 The Museum of Modern Art, New York, 2001-04. © 2018 Artists Rights Society (ARS), New York/VG Bild-Kunst, Bonn. Crédito: MoMA. Comprado. Sob termos de "Fair Use" + 23

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