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Luz: O mais recente de arquitetura e notícia

Como a luz pode transformar o espaço? Conheça a obra do artista Dan Flavin

Daniel Flavin foi um dos representantes da chamada arte minimalista das décadas de 1960 e 1970 nos Estados Unidos. A classificação foi usada pela primeira vez pelo filósofo Richard Wollheim no ensaio “Minimal Art” em 1965 para agrupar obras que, como os ready-mades de Duchamp, não pretendiam representar uma realidade externa: o objeto exposto deveria ser entendido como obra por si e a experiência do espectador não deveria depender de associações a outros fatores.

Porque Norman Foster esculpe a luz natural em seus edifícios

Enquanto muitos arquitetos pensam em janelas para iluminar os espaços internos, Norman Foster fica intrigado com a luz natural vinda de cima. O famoso arquiteto britânico sempre admirou a obra de Louis Kahn e Alvar Aalto pela forma como lidavam com a luz natural - especialmente no que diz respeito à cobertura. Em particular, grandes edifícios públicos beneficiam-se desta estratégia para criar espaços agradáveis. Portanto, Foster considera a luz natural indispensável quando desenvolve megaestruturas para aeroportos ou arranha-céus corporativos. Mas a luz natural que vem de cima é muito mais do que uma dimensão estética, observa Foster: "Além das qualidades humanísticas e poéticas da luz natural, há também implicações energéticas".

Exposição "Lightbox" na Bienal de Veneza explora as qualidades da iluminação na arquitetura

A exposição Time Space, promovida pelo Centro Europeu de Cultura durante a Bienal de Veneza, apresenta um curta-metragem sobre as qualidades espaciais da luz no projeto arquitetônico, material ou metaforicamente.

Essa colaboração entre o arquiteto e professor Jorge L. Hernández e o fotógrafo Carlos Domenech explora a solução projetual encontrada pelo primeiro para o tribunal de Williamsburg, nos EUA, uma proposta fortemente embasada na iluminação. Confrontando as questões de segurança e privacidade do pogama com a necessidade de luz natural, Hernández propôs uma nova cúpula como uma torre vernacular para iluminação. A luz, que banha o tribunal de cima, transforma o espaço outrora monótono em uma “alegoria da justiça”.

Como projetar 'edifícios lanterna' com paredes autoportantes de vidro

Recorrentemente, vemos que arquitetos optam por fachadas translúcidas para resolver as envoltórias de seus edifícios, promovendo a entrada de uma grande quantidade de luz natural controlada durante o dia. Ao mesmo tempo, quando acendem as luzes durante a noite, muitos desses projetos são notados no meio da escuridão, aparecendo como lanternas ou faróis para seus bairros e comunidades. Estando expostos a mudanças de condições - dia ou noite - é necessário estudar detalhadamente a orientação e a localização do edifício, as pré-existências do contexto e a configuração dos espaços interiores, o que nos leva a escolher necessariamente o material adequado.

Apresentamos um sistema autoportante de painéis de vidro que permite construir este tipo de fachadas sem interrupções - do chão ao teto -, com quadros mínimos e cores, texturas e performances térmicas e acústicas diferentes.

The Nelson-Atkins Museum of Art / Steven Holl Architects. Image © Andy Ryan C-Glass House / Deegan Day Design. Image © Taiyo Watanabe Magnolia Mound Visitors Center / Trahan Architects. Image © Timothy Hursley Nelson Atkins Museum of Art / Steven Holl. Image Cortesía de Bendheim + 28

Aprendendo com os mestres seis formas de projetar com a luz natural

A luz é uma importante, embora complexa, ferramenta na arquitetura. Não apenas proporciona atmosfera, textura e vitalidade, mas é cada vez mais essencial em uma época onde a tecnologia nos afasta da natureza. Neste trecho do novo livro de Mary Guzowski, The Art of Architectural Daylighting, a autora introduz a ciência e a arte da iluminação natural - e detalha seis maneiras pelas quais os mestres abordam o desafio.

Como Luis Barragán usava a luz para nos fazer ver as cores

Na imaginação poética de Luis Barragán, a cor desempenha um papel tão significativo quanto a dimensão ou o espaço. Texturas ásperas e reflexos d'água aumentam o impacto da luz solar em seus edifícios coloridos. Mas de onde vem essa vibração e como ela é potencializada pela própria arquitetura?

© 2018 Barragan Foundation, Suíça/SOMAAP; Arquivo de Fred Sandback © 2018 Barragan Foundation, Suíça/SOMAAP; Arquivo de Fred Sandback © 2018 Barragan Foundation, Suíça/SOMAAP; Arquivo de Fred Sandback © 2018 Barragan Foundation, Suíça/SOMAAP; Arquivo de Fred Sandback + 6

As possibilidades da iluminação artificial para melhorar (ou piorar) a arquitetura

Das diferentes etapas que regem o trabalho em arquitetura ou interiores, a iluminação é algo capaz de valorizar ou destruir visualmente um espaço concebido. Isso porque existem diferentes possibilidades de iluminação artificial e fontes de luz pensadas para as mais diferentes tarefas, ambientes e finalidades dentro de um espaço interno ou mesmo, externos, como em fachadas e projetos paisagísticos. Pensemos em dois ambientes com as mesmas dimensões e layout. Suponhamos que no primeiro, fosse aplicado apenas um ponto de luz – geral no caso – enquanto no segundo fosse realizado um projeto luminotécnico considerando cada um dos usos do espaço, valorizando determinados aspectos. Sem dúvidas, a segunda opção constitui-se de um espaço mais agradável. Da mesma forma que um projeto luminotécnico equivocado pode estragar um espaço. Mas como é possível atingir esses diferentes resultados?

Neste artigo já aprendemos como calcular a intensidade de luz necessária para cada ambiente. Aqui, de maneira prática, compilamos a seguir uma lista com alguns dos conceitos-chave para os diferentes tipos de sistemas de iluminação.

Como calcular a intensidade de luz necessária em seus ambientes

Quanto de luz é o bastante? A questão é difícil, mas quando você precisa calcular quanto de iluminação LED é necessário para criar um espaço bem iluminado, ela pode se tornar um pouco mais complicada ainda.

Seja iluminação LED para espaços comerciais ou residências, veja aqui como determinar quantos lumens você precisa para iluminar adequadamente seu espaço.

Casa Elíptica / Mário Martins Atelier

© Fernando Guerra |  FG+SG © Fernando Guerra |  FG+SG © Fernando Guerra |  FG+SG © Fernando Guerra |  FG+SG + 42

Casas  · 
Luz, Portugal
  • Arquitetos Autores deste projeto de arquitetura Mário Martins Atelier
  • Área Área deste projeto de arquitetura
    400.0 m2

Museu da Luz / Pedro Pacheco + Marie Clément

Museu da Luz / Pedro Pacheco + Marie Clément Museu da Luz / Pedro Pacheco + Marie Clément Museu da Luz / Pedro Pacheco + Marie Clément Museu da Luz / Pedro Pacheco + Marie Clément + 64

Museu  · 
Luz, Portugal

Cemitério Luz / Pedro Pacheco + Marie Clément

© Fernando Guerra |  FG+SG © Dora Nogueira © Dora Nogueira © Dora Nogueira + 19

Cemitério  · 
Luz, Portugal
  • Arquitetos Autores deste projeto de arquitetura Pedro Pacheco + Marie Clément
  • Área Área deste projeto de arquitetura
    820.0

SULI: Do Chile ao Haiti, a democratização da luz

Inspirado pelo papel central da luz em nossa cultura e tecnologia, a ONU proclamou 2015 como o "Ano Internacional da Luz e das Tecnologias baseadas na luz" (AIL2015). Neste contexto nasceu a Suli, uma empresa social chilena que busca desenvolver soluções baseadas na iluminação solar, massificando o uso desse recurso natural não apenas em regiões vulneráveis, mas também entre o público geral que conta com acesso à rede elétrica mas desconhece novas formas de usar a energia solar.

Tendo a luz como principal fonte de inspiração, uma equipe multidisciplinar composta pela arquiteta Ximena Muñoz (Luxia Lighting) a designer Macarena Pola, o engenheiro comercial Cristián O´ryan e o publicitário Matias Casanova, desenvolveu a "Suli Lamp", uma luminária modular de alta qualidade e desenho funcional que pretende se tornar um veículo para a democratização da luz.

Villa Escarpa / Mario Martins Atelier

© Fernando Guerra | FG+SG © Fernando Guerra | FG+SG © Fernando Guerra | FG+SG © Fernando Guerra | FG+SG + 37

Casas  · 
Luz, Portugal

Urban Light Art: Grafite Arquitetônico de Luz

O grafite arquitetônico de luz pode ser realizado de diversos modos, no entanto todos compartilham de uma característica comum: os efeitos são efêmeros e se alteram de segundo em segundo. O único registro dessas artes performativas vêm em forma de fotografias e vídeos. Na continuação apresentamos três tipos de arte urbana que envolve a luz: dorm room tetris, lightstick air animation e architectural projection bombing.

Imagem via WebUrbanist Imagem via WebUrbanist Imagem via WebUrbanist Imagem via WebUrbanist + 5

Beaux Arts Ball 2012: Tender

Verso / And-ré + Arq. Ricardo Guedes + Arq. Hugo Paiva.

© Vasco Célio

Conceito
O projecto VERSO é o resultado de um gesto criativo que pretende aliar funcionalidade a uma distinta imagem contemporânea. A essência do projecto reflecte uma abordagem conceptual que entende o design como meio de interacção entre o criador e o utilizador, marcando uma posição reactiva perante o anonimato urbano do contexto contemporâneo. O resultado são objectos que provocam reacções, emoções e sensações no observador, peças provocadoras que exploram os limites sensitivos da utilização. Pretende-se a fuga à monotonia, desafiando as formas a seguir o instinto, sem perder a racionalidade do design.

© Vasco Célio

Mini-Estudio / FRENTEarquitectura

Linha de Trabalho / Jill Anholt Studio

© Jill Anholt Studio