Nas décadas seguintes à independência, alguns dos experimentos arquitetônicos mais ambiciosos do mundo não surgiram por meio de museus, monumentos ou palácios governamentais. Eles emergiram das universidades. Em toda a Ásia e a África, países recém-formados transformaram os campi em campos de teste para novas formas de imaginar a vida coletiva. Esses campi funcionavam como muito mais do que instituições educacionais. Tornaram-se territórios onde os Estados ensaiavam como a modernidade poderia ser organizada — como cidadãos poderiam se reunir, instituições poderiam operar, o clima poderia moldar a arquitetura e ideias importadas poderiam transformar realidades locais.