1. ArchDaily
  2. Sul Global

Sul Global: O mais recente de arquitetura e notícia

Construindo com leveza em zonas de inundação: arquitetura para alagamentos sazonais

A enchente não chega como surpresa. Ela retorna, seguindo os mesmos rios transbordados e os mesmos céus de monção, soltando o solo e invadindo casas que nunca foram pensadas para resisti-la de forma definitiva. As paredes são desamarradas antes de serem perdidas, os materiais são recolhidos antes de serem levados pela correnteza, e as estruturas são reconstruídas com uma familiaridade que sugere que isso não é destruição, mas sequência. Em paisagens onde a água volta todos os anos, sobreviver é definido pela capacidade de recomeçar.

Nas planícies inundáveis de Bangladesh, da bacia do Brahmaputra e do Delta do Mekong, a inundação é uma certeza sazonal. Relatórios de instituições como o Banco Mundial e o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas costumam enquadrar as enchentes a partir da exposição ao risco e dos danos, medindo o sucesso pela resistência e pela durabilidade. Ainda assim, em territórios submersos anualmente, esses parâmetros descrevem apenas parte do problema. O próprio solo oscila entre estados sólidos e líquidos. Construir como se ele fosse fixo significa projetar contra a própria condição que o define.

Construindo com leveza em zonas de inundação: arquitetura para alagamentos sazonais - Image 1 of 4Construindo com leveza em zonas de inundação: arquitetura para alagamentos sazonais - Image 2 of 4Construindo com leveza em zonas de inundação: arquitetura para alagamentos sazonais - Image 3 of 4Construindo com leveza em zonas de inundação: arquitetura para alagamentos sazonais - Image 4 of 4Construindo com leveza em zonas de inundação: arquitetura para alagamentos sazonais - Mais Imagens+ 6

Quando os edifícios se tornam relevantes? Repensando o patrimônio a partir do tempo local

Um edifício ainda em processo de ajuste, reparo e debate é declarado Patrimônio Mundial. Outro, igualmente influente, precisa sobreviver por cinco séculos antes que alguém considere protegê-lo. Isso não é uma anomalia no sistema de preservação patrimonial; é o próprio sistema. Em diferentes partes do mundo, a arquitetura não envelhece no mesmo ritmo porque o próprio tempo não é neutro. Ele é cultural, político e profundamente desigual. Aquilo que chamamos de “patrimônio” não é simplesmente arquitetura antiga; é arquitetura que alcançou o momento certo em um determinado lugar.

Quando os edifícios se tornam relevantes? Repensando o patrimônio a partir do tempo local - Image 1 of 4Quando os edifícios se tornam relevantes? Repensando o patrimônio a partir do tempo local - Image 2 of 4Quando os edifícios se tornam relevantes? Repensando o patrimônio a partir do tempo local - Image 3 of 4Quando os edifícios se tornam relevantes? Repensando o patrimônio a partir do tempo local - Image 4 of 4Quando os edifícios se tornam relevantes? Repensando o patrimônio a partir do tempo local - Mais Imagens+ 6

Arquitetos como mediadores: três experiências de diálogo entre comunidade, governo e empresas no sul global

Na contemporaneidade, o fazer arquitetônico vai muito além da criação de edifícios ou da materialização de ideias, ele se afirma como um campo multidimensional assumindo papéis mais amplos e complexos. Em contextos marcados por desigualdade, crises ambientais e disputas territoriais, ele se transforma em uma ferramenta de negociação, capaz de mediar interesses entre diferentes atores. Nesse cenário, o arquiteto assume também a função de tradutor cultural, articulador social e, muitas vezes, defensor de direitos coletivos.

Arquitetos como mediadores: três experiências de diálogo entre comunidade, governo e empresas no sul global - Image 1 of 4Arquitetos como mediadores: três experiências de diálogo entre comunidade, governo e empresas no sul global - Image 2 of 4Arquitetos como mediadores: três experiências de diálogo entre comunidade, governo e empresas no sul global - Image 3 of 4Arquitetos como mediadores: três experiências de diálogo entre comunidade, governo e empresas no sul global - Image 4 of 4Arquitetos como mediadores: três experiências de diálogo entre comunidade, governo e empresas no sul global - Mais Imagens+ 12

Palha, terra e bambu: uso inovador de materiais naturais em projetos do Sul Global em 2024

A sustentabilidade há anos ocupa um papel central nas discussões arquitetônicas, envolvendo não apenas a responsabilidade da arquitetura frente às mudanças climáticas e à transição para economias de baixo carbono, mas também o resgate de heranças culturais e a valorização das tradições vernaculares. Em 2024, destacaram-se projetos e estudos que exploram o uso inovador de materiais naturais, com especial atenção às iniciativas do Sul Global. Essas propostas aliam criatividade e tecnologia ao aproveitamento de recursos renováveis, demonstrando como é possível criar espaços de alta qualidade que atendem às demandas contemporâneas de sustentabilidade e responsabilidade ambiental.

Palha, terra e bambu: uso inovador de materiais naturais em projetos do Sul Global em 2024 - Image 1 of 4Palha, terra e bambu: uso inovador de materiais naturais em projetos do Sul Global em 2024 - Image 2 of 4Palha, terra e bambu: uso inovador de materiais naturais em projetos do Sul Global em 2024 - Image 3 of 4Palha, terra e bambu: uso inovador de materiais naturais em projetos do Sul Global em 2024 - Image 4 of 4Palha, terra e bambu: uso inovador de materiais naturais em projetos do Sul Global em 2024 - Mais Imagens+ 9

Vencendo barreiras: 4 projetos residenciais com estratégias para acessibilidade na América Latina

Subscriber Access | 

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 1 bilhão de pessoas no mundo vivem com algum tipo de deficiência, seja física ou intelectual, e 80% delas estão em países do Sul Global. Embora tenha havido avanços na garantia dos direitos dessas pessoas, elas continuam enfrentando diversas barreiras e estão entre os grupos mais excluídos dos serviços essenciais da sociedade, como saúde, educação e emprego. Nesse contexto, a arquitetura desempenha um papel crucial ao garantir a segurança e a autonomia espacial de todas as pessoas, assegurando sua participação plena e efetiva na sociedade.

Vencendo barreiras: 4 projetos residenciais com estratégias para acessibilidade na América Latina - Image 1 of 4Vencendo barreiras: 4 projetos residenciais com estratégias para acessibilidade na América Latina - Image 2 of 4Vencendo barreiras: 4 projetos residenciais com estratégias para acessibilidade na América Latina - Image 3 of 4Vencendo barreiras: 4 projetos residenciais com estratégias para acessibilidade na América Latina - Image 4 of 4Vencendo barreiras: 4 projetos residenciais com estratégias para acessibilidade na América Latina - Mais Imagens+ 8

Crescimento comunitário através da arquitetura: recursos limitados e impactos positivos

Recursos limitados estão se tornando um desafio cada vez mais comum na arquitetura. Hoje, independentemente da região, os projetos são afetados pela disponibilidade de recursos, que agora são agravados por considerações ambientais. Essa situação, longe de ser restritiva, nos estimula a explorar novas possibilidades na forma como concebemos o ambiente construído. Nesse contexto, é crucial entender que os recursos não se limitam apenas à economia, mas também incluem aspectos tecnológicos, materiais e espaciais. Assim, podemos aumentar nossa criatividade e eficiência ampliando nossas considerações ao abordar o design arquitetônico e seus desafios, fazendo mais com menos.

No nível comunitário, o desafio se torna ainda mais significativo quando consideramos que nossos projetos não só devem ser projetados para superar essas "restrições", mas também para impactar positivamente suas comunidades. Portanto, os projetos contemporâneos devem apresentar diferentes estratégias para superar recursos limitados e materiais, dependendo do contexto, sempre visando alcançar um impacto positivo e se tornar propostas poderosas e engenhosas, enquanto democratizam o acesso à arquitetura.

Jornadas espirituais: arquitetura religiosa no sul global

Subscriber Access | 

A arquitetura religiosa sempre teve um poder único para transcender o reino físico, transportando os visitantes para uma jornada espiritual. Em muitos sistemas de crença, ela funciona como um espaço entre o terreno e o divino universal. Essa experiência projetada muitas vezes pode ser facilitada por meio de diferentes escolhas, onde a luz, a forma, a materialidade e a circulação desempenham papéis essenciais. Além disso, a arquitetura e o design têm um profundo impacto na experiência espiritual vivenciada por cada indivíduo.

Esta exploração da arquitetura religiosa no sul global destaca a integração entre tradição e inovação contemporânea. Seja na Mesquita Omanense, onde a herança e a tradição islâmica são honradas, ou na Abrahamic Family House, que apresenta uma mesquita, uma igreja e uma sinagoga em diálogo e coexistência. A forma e o acesso público são explorados por meio de um projeto no Brasil, enquanto um mosteiro em Uganda expande seu tamanho para servir aos hóspedes e noviços.

Jornadas espirituais: arquitetura religiosa no sul global - Image 1 of 4Jornadas espirituais: arquitetura religiosa no sul global - Image 2 of 4Jornadas espirituais: arquitetura religiosa no sul global - Image 3 of 4Jornadas espirituais: arquitetura religiosa no sul global - Image 4 of 4Jornadas espirituais: arquitetura religiosa no sul global - Mais Imagens+ 1

Edição inaugural do Design Doha 2024 apresenta a inovação do Oriente Médio e do Norte da África

Qatar Museums acaba de revelar a lista de designers e exposições da edição inaugural do Design Doha. Aberto ao público de 24 de fevereiro a 5 de agosto de 2024, o Design Doha é uma nova Bienal de Design que apresenta mais de 100 profissionais do Oriente Médio e Norte da África. O anúncio destaca seis exposições que serão lançadas durante a primeira semana, apresentando a inovação do Qatar e da região.

Edição inaugural do Design Doha 2024 apresenta a inovação do Oriente Médio e do Norte da África - Image 1 of 4Edição inaugural do Design Doha 2024 apresenta a inovação do Oriente Médio e do Norte da África - Image 2 of 4Edição inaugural do Design Doha 2024 apresenta a inovação do Oriente Médio e do Norte da África - Image 3 of 4Edição inaugural do Design Doha 2024 apresenta a inovação do Oriente Médio e do Norte da África - Image 4 of 4Edição inaugural do Design Doha 2024 apresenta a inovação do Oriente Médio e do Norte da África - Mais Imagens+ 10

Lições aprendidas com a realocação e construção de novas capitais no sul global

Subscriber Access | 

A mudança de uma capital é uma decisão complexa com várias dimensões e consequências tanto para a antiga quanto para a nova capital. Pode ser impulsionada por fatores políticos, econômicos, sociais, e tem implicações urbanas e arquitetônicas para os moradores, como localização, planejamento, projeto de construção, finalidade da antiga capital, condições climáticas e separação dos centros políticos/administrativos das cidades culturais e econômicas.

Diante deste debate, o Egito está construindo uma nova capital para aliviar a pressão populacional e urbana sobre o Cairo. Da mesma forma, a Indonésia está planejando uma nova capital em resposta aos desafios enfrentados por Jacarta, como poluição, congestionamento de tráfego e aumento do nível do mar. É valioso examinar outros países no sul global que realocaram suas capitais, observando as lições arquitetônicas e urbanas aprendidas com suas experiências.

Lições aprendidas com a realocação e construção de novas capitais no sul global - Image 1 of 4Lições aprendidas com a realocação e construção de novas capitais no sul global - Image 2 of 4Lições aprendidas com a realocação e construção de novas capitais no sul global - Image 3 of 4Lições aprendidas com a realocação e construção de novas capitais no sul global - Image 4 of 4Lições aprendidas com a realocação e construção de novas capitais no sul global - Mais Imagens+ 3

Como projetar para a informalidade?

Subscriber Access | 

A arquitetura informal é o modo dominante de urbanização em cidades de rápido crescimento e industrialização em todo o mundo​. Em Délhi, cidade com a maior população da Índia, metade de seus moradores vive em assentamentos informais. Lagos, na Nigéria, com uma população de mais de 22 milhões, também tem 60% de seus moradores vivendo em assentamentos informais. Esse padrão também é observado no Cairo, Johannesburg, Kinshasa e outras cidades do sul global que enfrentam desafios semelhantes de desigualdade e escassez de moradias. À medida que sua população cresce e a urbanização avança, a exploração da arquitetura informal para atender à demanda por moradias acessíveis e serviços básicos só aumentará.

Como projetar para a informalidade? - Image 1 of 4Como projetar para a informalidade? - Image 2 of 4Como projetar para a informalidade? - Image 3 of 4Como projetar para a informalidade? - Image 4 of 4Como projetar para a informalidade? - Mais Imagens+ 3

Principais pavilhões e instalações de 2023: interrogando a arquitetura do Sul Global

A arquitetura no Sul Global frequentemente incorpora uma rica herança cultural e artística, integrando cores, padrões intricados e elementos simbólicos. Ela também enfrenta desafios como recursos limitados, rápida urbanização e desigualdade social, buscando soluções inclusivas e comunitárias. Instalações e pavilhões servem como modelos radicais para questionar esses ideais arquitetônicos e buscar soluções inovadoras. Como parte da nossa retrospectiva de 2023, apresentamos algumas das principais instalações arquitetônicas do ano, abrangendo exposições como a Bienal de Arquitetura de Veneza, além de pavilhões permanentes que exploram materiais locais, reuso de resíduos e ressignificação de narrativas históricas.

Principais pavilhões e instalações de 2023: interrogando a arquitetura do Sul Global - Image 1 of 4Principais pavilhões e instalações de 2023: interrogando a arquitetura do Sul Global - Image 2 of 4Principais pavilhões e instalações de 2023: interrogando a arquitetura do Sul Global - Image 3 of 4Principais pavilhões e instalações de 2023: interrogando a arquitetura do Sul Global - Image 4 of 4Principais pavilhões e instalações de 2023: interrogando a arquitetura do Sul Global - Mais Imagens+ 6

Comunidades, meio ambiente e novas narrativas: as melhores entrevistas de 2023

Em um momento da história onde alguns buscam alternativas em outros planetas e outros procuram refúgio em mundos virtuais, paradoxalmente, o futuro parece ser mesmo a terra. Essa talvez seja uma das grandes lições que 2023 ensinou à arquitetura. Compreender isso implica tomar consciência, também, de que nosso planeta está sendo exaurido a olhos vistos — e uma fatia generosa dessa responsabilidade pertence às cadeias produtivas que envolvem a arquitetura e a construção civil.

Se ainda há alguma coisa que pode ser feita para mitigarmos a crise climática e ambiental em que nos encontramos, ela deverá necessariamente passar por uma revisão de todos os paradigmas que definem a indústria. É preciso mudar o foco e buscar outras narrativas sobre as quais sustentar os modos de fazer arquitetura em escala planetária. Essas ideias ecoaram em muitas vozes este ano e, ao mesmo tempo em que se debateu a possibilidade de futuro para o planeta, igual atenção foi dedicada à escala, valores e culturas locais. As entrevistas selecionadas aqui contam histórias sobre comunidade, meio ambiente, cidades, práticas e novas narrativas para a arquitetura em 2023 e além.

Descarbonização e soluções regionais: os principais temas da arquitetura para a COP28

Em 30 de novembro teve início em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, a COP28, a cúpula climática da ONU. O evento consiste no encontro anual de governos nacionais e tem como objetivo de estabelecer estratégias para limitar a extensão da crise climática e seus efeitos adversos. A cúpula do ano passado definiu várias medidas importantes, incluindo a promessa de um fundo global destinado a fornecer ajuda financeira a países em desenvolvimento afetados por desastres climáticos.

O propósito principal da COP é reforçar os compromissos do Acordo de Paris, assinado em 2015, que busca manter o aumento da temperatura global abaixo de 1,5ºC. Como a indústria da construção é responsável por 39% das emissões globais, a arquitetura desempenha um papel vital na redução da pegada de carbono, tornando a COP28 um evento crucial para os arquitetos.

Descarbonização e soluções regionais: os principais temas da arquitetura para a COP28 - Image 1 of 4Descarbonização e soluções regionais: os principais temas da arquitetura para a COP28 - Image 2 of 4Descarbonização e soluções regionais: os principais temas da arquitetura para a COP28 - Image 3 of 4Descarbonização e soluções regionais: os principais temas da arquitetura para a COP28 - Image 4 of 4Descarbonização e soluções regionais: os principais temas da arquitetura para a COP28 - Mais Imagens+ 1

Criando ícones: um caminho para a construção de edifícios monumentais no sul global

Edifícios que são projetados para contar histórias e memórias, evocar um senso de aspiração, definir narrativas culturais e construir uma identidade nacional sempre serão importantes em todas as sociedades. Quando os edifícios têm esse poder de moldar comunidades, impactar a imagem de uma cidade e mudar o curso do crescimento socioeconômico, então podem ser identificados como icônicos. Embora o termo "icônico" seja subjetivo, é uma palavra que expande os limites da arquitetura em qualquer contexto. Ele exige originalidade espacial, propõe uma tecnologia de materiais inovadora e necessita de um investimento socioeconômico considerável para ser realizado.

No entanto, uma vez que as economias dos países em desenvolvimento do sul global nem sempre podem atender aos requisitos dessas estruturas arquitetônicas, seria possível existir um modelo socioeconômico mais adequado para estruturas monumentais nesse contexto? Os princípios graduais de mudanças e crescimentos pequenos e adaptáveis podem ser aplicados à aspiração finita e icônica dessa arquitetura?

Criando ícones: um caminho para a construção de edifícios monumentais no sul global - Image 1 of 4Criando ícones: um caminho para a construção de edifícios monumentais no sul global - Image 2 of 4Criando ícones: um caminho para a construção de edifícios monumentais no sul global - Image 3 of 4Criando ícones: um caminho para a construção de edifícios monumentais no sul global - Image 4 of 4Criando ícones: um caminho para a construção de edifícios monumentais no sul global - Mais Imagens+ 2

Explorando a escassez no sul global: Trienal de Arquitetura de Sharjah 2023 anuncia lista de participantes

Um grupo de 31 arquitetos, escritórios e designers foram convidados a participar da Trienal de Arquitetura de Sharjah, de 11 de novembro a 10 de março de 2024. Para sua segunda edição, o evento visa explorar soluções de projeto inovadoras que surgem das condições de escassez no sul global. Os participantes, representando 27 países, oferecem uma resposta diversa e internacional ao tema, abordando suas implicações para o futuro da arquitetura. A Trienal tem curadoria de Tosin Oshinowo e gira em torno do tema A Beleza da Impermanência: Uma Arquitetura de Adaptabilidade.

Explorando a escassez no sul global: Trienal de Arquitetura de Sharjah 2023 anuncia lista de participantes  - Image 1 of 4Explorando a escassez no sul global: Trienal de Arquitetura de Sharjah 2023 anuncia lista de participantes  - Imagem de DestaqueExplorando a escassez no sul global: Trienal de Arquitetura de Sharjah 2023 anuncia lista de participantes  - Image 2 of 4Explorando a escassez no sul global: Trienal de Arquitetura de Sharjah 2023 anuncia lista de participantes  - Image 3 of 4Explorando a escassez no sul global: Trienal de Arquitetura de Sharjah 2023 anuncia lista de participantes  - Mais Imagens+ 2

Por que o Sul Global precisa de referências diferentes de sustentabilidade?

Enquanto os governos do mundo lidam com as crises ambientais, a indústria da construção civil corre para reavaliar o projeto sustentável e desenvolver novas formas de medir sua eficiência. Consequentemente, os sistemas de certificação de edifícios verdes (GBCS) começaram a ganhar força no século XX para avaliar e promover práticas de construção ditas sustentáveis. No entanto, o chamado Sul Global enfrenta desafios distintos na construção de cidades sustentáveis. Suas nações em desenvolvimento exigem abordagens diferentes para projetar arquiteturas apropriadas, econômicas e inspiradoras para um futuro promissor.

Por que o Sul Global precisa de referências diferentes de sustentabilidade? - Image 1 of 4Por que o Sul Global precisa de referências diferentes de sustentabilidade? - Image 2 of 4Por que o Sul Global precisa de referências diferentes de sustentabilidade? - Image 3 of 4Por que o Sul Global precisa de referências diferentes de sustentabilidade? - Image 4 of 4Por que o Sul Global precisa de referências diferentes de sustentabilidade? - Mais Imagens

ArchDaily seleciona as melhores Novas Práticas de Arquitetura de 2023

25 escritórios, práticas, profissionais autônomos e startups de 5 continentes e 18 países foram selecionados pela iniciativa Novas Práticas 2023, a mais recente edição da pesquisa anual do ArchDaily, realizada desde 2020, que busca lançar luz sobre aqueles profissionais que estão se destacando na arquitetura em tempos instáveis e de grandes desafios.

A iniciativa buscou não apenas arquitetos, mas também profissionais cuja prática se localiza dentro da definição mais ampla de arquitetura, convidando-os a compartilhar sua missão e visão de futuro. Como resultado, a edição de 2023 reúne arquitetos, paisagistas, pesquisadores, curadores, ativistas, escritores e duas startups inovadoras — a empresa de construção modular U-Build e a Rayon, que se unem à empresa de gerenciamento de construção Monograph, à startup de transição energética Baupal, à plataforma de design on-line CANOA e à empresa de habitação feita com impressão 3D ICON.

Como conciliar criação pecuária e ambiente urbano?

Subscriber Access | 

À medida que as pessoas continuam a migrar das áreas rurais para as urbanas, o espaço se torna um privilégio. Muitos lugares estão ficando cada vez mais congestionados – com moradias adequadas e acessíveis em escassez e sistemas de transporte lutando para atender os moradores. Mas, por mais que a conversa sobre urbanização seja sobre pessoas, às vezes também é sobre os animais que vêm com essas pessoas – a criação pecuária urbana que desempenha um papel fundamental no sustento a nível individual, além de se tornar uma via para o comércio.

Como conciliar criação pecuária e ambiente urbano? - Image 1 of 4Como conciliar criação pecuária e ambiente urbano? - Image 2 of 4Como conciliar criação pecuária e ambiente urbano? - Image 3 of 4Como conciliar criação pecuária e ambiente urbano? - Image 4 of 4Como conciliar criação pecuária e ambiente urbano? - Mais Imagens+ 4