1. ArchDaily
  2. Metropolis

Metropolis: O mais recente de arquitetura e notícia

Exposição em Nova Iorque celebra o legado modernista no Egito e alerta sobre seu futuro

Em exibição no Center for Architecture na cidade de Nova Iorque, a exposição intitulada Cairo Modern apresenta uma lista de 20 projetos de arquitetura moderna realizados, nunca construídos e também demolidos no Cairo, lançando um alerta sobre o futuro incerto do legado modernista no Egito.

Cairo Modern, a mais nova exposição organizada pelo Center for Architecture de Nova Iorque, apresenta 20 importantes projetos de arquitetura moderna realizados no Cairo entre 1930 e 1970, entre os quais projetos nunca construídos e também outros que já não existem mais—destacando a crescente ameaça ao patrimônio moderno construído no Egito e em outros países.

Neue Nationalgaleire de Mies van der Rohe em Berlim reabre com exposição de Alexander Calder

Após mais de seis anos fechada para reforma, a renovada Neue Nationalgalerie de Mies van der Rohe em Berlim foi finalmente reinaugurada no dia 22 de agosto de 2021.

Diretrizes sanitárias e pandêmicas para a arquitetura

No artigo desta semana da Metropolis Magazine, Madeline Burke-Vigeland, arquiteta associada ao American Institute of Architects, credenciada pela LEED e diretora na Gensler, e Benjamin A. Miko, doutor em medicina e professor assistente do Centro Médico da Columbia University exploram juntos como a padronização de soluções técnicas e construtivas poderiam ser a solução que todos precisamos para melhor proteger as pessoas da COVID-19 e de futuras pandemias.

A escolha dos materiais na arquitetura em tempos de Covid-19

No artigo desta semana publicado pela Metropolis Magazine, a presidente do ThinkLab Amanda Schneider nos convida a refletir sobre “como nós, arquitetos e arquitetas, podemos colaborar com a criação de espaços interiores mais saudáveis e seguros em tempos de pandemia”. Questionando vários aspectos relacionados à higienização e desinfecção dos espaços habitáveis, a autora tangencia uma série de questões relativas à materialidade na arquitetura, apontando possíveis soluções para quem busca criar espaços mais seguros e saudáveis.

A volta do telhado em duas águas na arquitetura contemporânea

Nova Scotia–based MacKay-Lyons Sweetapple Architects has built several steel-clad gabled houses like the East Dover House, shown here, because the material blends in with cliffside landscapes, rusts to fit geology, and needs zero maintenance.. Image Courtesy of James Brittain Photography
Nova Scotia–based MacKay-Lyons Sweetapple Architects has built several steel-clad gabled houses like the East Dover House, shown here, because the material blends in with cliffside landscapes, rusts to fit geology, and needs zero maintenance.. Image Courtesy of James Brittain Photography

No artigo desta semana da Metropolis Magazine, Kelly Beamon explora “a simbologia do telhado em duas águas”, analisando como muitos arquitetos contemporâneos têm se apropriado desta tipologia fundamental para ressignificar a sua própria essência. De acordo com Beamon, o telhado em duas águas é uma das mais tradicionais soluções arquitetônicas de cobertura, utilizada amplamente tanto em regiões de clima frio quando temperado, a qual está composta por dois planos inclinados e opostos os quais se encontram para formar a cumeeira. Como uma das soluções construtivas mais emblemáticas na arquitetura residencial dos EUA, este artigo procura analisar como este tradicional recurso tem sido reinventado ao longo das últimas décadas.

A transição arquitetônica de Berlim para o pós-modernismo

A exposição Anything Goes? Da Berlinische Galerie relata como um pós-modernismo global e contraditório se enraizou em ambos os lados do Muro de Berlim na década de 1980. Florian Heilmeyer, em seu texto originalmente publicado na Metropolis, discute a ambiciosa exposição que consegue olhar simultaneamente para os dois lados da cidade alemã da época.

Por que ocupar Marte se tornou uma questão de projeto?

Marte faz parte do imaginário das pessoas há décadas, servindo de tema a ficções literárias e cinematográficas que fascinaram diferentes gerações. Também tem sido objeto de desejo de ambiciosos empresários como Elon Musk e Jeff Bezos, que iniciaram uma corrida bilionária para ocupar o planeta vermelho. Mas a humanidade tem mesmo o direito de colonizar Marte? E, caso positivo, a quem interessa essa ambiciosa tarefa? 

Postos de recarga de carros elétricos: os espaços públicos do futuro

Uma tendência geral na Era da Informação atual envolve a transmutação absoluta do tempo de inatividade em produtividade ou engajamento de qualquer tipo, embora sem sentido. Nós ouvimos o tempo todo: perdemos nossa capacidade de ficar sem fazer nada. No entanto, como observou uma equipe da Ennead Lab, algumas das mesmas tecnologias que estão causando essa mudança na rotina também têm o potencial de abrir novos espaços de tempo em nossas vidas diárias e afetar os espaços construídos com os quais interagimos.

Encarregada de projetar uma estação de recarregamento de veículos elétricos para um empreendimento em Xangai, a Ennead percebeu que as cinco horas necessárias para realizar uma única carga exigem um lugar para os clientes esperarem. Em um artigo publicado pela revista Metropolis Magazine, eles mostram que a ideia de pessoas permanecerem em um lugar por tal período de tempo abre uma série de possibilidades para o que poderia preencher o período de espera; o projeto de Xangai, no entanto, se concentra na oportunidade de criar um espaço cívico. A equipe imagina o "posto de gasolina" do futuro como uma torre de carga vertical que remete à funcionalidade de elevadores de estacionamento urbano no século 20, desta vez revestida em prata reflexiva para servir como um farol para os clientes em busca de carga. Em vez de torres de carga independentes, os projetos são integrados em um sistema que incentiva os clientes a caminhar até as zonas adjacentes para comer, fazer compras e socializar enquanto esperam.

"Desenho pós-digital": A evolução do debate entre manual vs. computacional

Atualmente, está em exposição no MoMA, em Nova Iorque, a pintura conceitual de Zaha Hadid para seu famoso projeto não-construído, The Peak, em Hong Kong. A peça foi feita em 1991, à beira da revolução digital no desenho arquitetônico alimentada pela popularização de programas de CAD 3D. A pintura foi realizada no final do período do desenho arquitetônico propriamente dito e início de um período dominado pelo mouse do computador, em que o principal objetivo era mostrar o mundo real. Faz sentido que estes novos softwares para criação de imagens resultariam em um novo estilo de desenho com uma função muito diferente da época anterior: as ferramentas e processos inerentemente restringem o projeto ao impor um método pré-determinado de interação do usuário.

Durante este período digital, arquitetos como Lebbeus Woods e Michael Graves, conhecidos por seu domínio na arte do desenho à mão, recuaram contra a narrativa dominante do hiperrealismo no desenho arquitetônico. No entanto, de acordo com o mais recente artigo de Sam Jacob para a Metropolis Magazine, podemos estar entrando em uma era "pós-digital" de representação. No pós-digital, os arquitetos retornam à convenção do desenho, mas criam novas metodologias ao reavaliar e se apropriar das ferramentas digitais das últimas décadas. As técnicas atuais nesta prática têm se voltado em grande parte para a colagem, mas a investigação sobre o que significa esse "pós-digital" segue firme em alguns estúdios e universidades.

Os melhores cursos de projeto sustentável dos EUA

Este artigo foi originalmente publicado pela Metropolis Magazine.

Há muitos anos, a mudança climática tem sido uma grande preocupação para arquitetos e engenheiros - e com boas razões. Afinal, o ambiente construído contribui com mais de 39% de todas as emissões de CO2 e mais de 70% de toda a utilização de eletricidade nos Estados Unidos. Várias iniciativas de arquitetura e design baseiam-se em orientar a arquitetura para longe de uma prática prejudicial ao meio ambiente e para uma abordagem mais sustentável. Architecture 2030, uma iniciativa desse tipo, acredita que para incitar a mudança nos projetos, devemos começar em sua fonte: a formação em arquitetura.

"Never Built New York" explora o passado esquecido e o futuro que nunca chegou

Ponte Arranha-céu de Raymond Hood. Cortesia de Metropolis Books
Ponte Arranha-céu de Raymond Hood. Cortesia de Metropolis Books

Esse artigo foi publicado originalmente pela Revista Metropolis como "An Incredible Journey into the New York City that Never Was."

Imagine que as águas que cercam a Estátua da Liberdade foram aterradas. Que você poderia caminhar até a própria estátua, seguindo um caminho do Manhattan Battery Park. Acredite ou não, em 1911, isso poderia ter ocorrido.

Em Never Built New York, os autores Greg Goldin e Sam Lubell (prefácio de Daniel Libeskind) descrevem com ironia e, às vezes, nostalgia, os projetos arquitetônicos e de planejamento mais significativos do século passado, os quais teriam mudado drasticamente a cidade - mas que nunca foram implantados.

8 projetos que mostram o movimento urbano de Moscou

Quando se trata de urbanismo contemporâneo, a atenção do público está cada vez mais voltada para Moscou. A cidade, claramente, pretende se tornar uma das principais megacidades do mundo em um futuro próximo e está empregando todos os meios necessários para atingir o seu objetivo, com o governo da cidade se mostrando estar muito disposto a investir em desenvolvimentos urbanos importantes (embora não sem algumas críticas).

Um evento-chave neste plano tem sido o Fórum Urbano de Moscou. Embora o objetivo declarado do fórum seja encontrar modelos adequados para as megacidades do futuro, um importante efeito colateral positivo é que ele permite que a cidade organize as melhores competições, selecione os melhores arquitetos e construa os melhores espaços urbanos para promover a cidade de Moscou. O Fórum também publica pesquisas e documentos acadêmicos para informar futuros empreendimentos de Moscou; por exemplo, Arqueologia da Periferia, uma publicação inspirada no fórum de 2013 e lançada em 2014, que nomeadamente influenciou o desenvolvimento urbano nos arredores de Moscou, mas também destacou a importância de combinar o desenvolvimento urbano com a paisagem existente.

Museu de Arte Contemporânea Garage / OMA. Imagem © Yuri PalminBeira Rio Moscou / Project Meganom. Imagem Cortesia de Project MeganomEstação de Metro Novoperedelkino / U-R-A. Imagem Cortesia de U-R-A | United Riga ArchitectsLuzhniki Stadium. Image © Flickr user bbmexplorer licensed under CC BY-ND 2.0+ 43

Casa Casuarinas / Metropolis

© Juan Solano

Cinema e Arquitetura: “Metrópolis”

10º Congresso Mundial Metropolis – Cidades em Transição / Porto Alegre - RS