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Metropolis Magazine: O mais recente de arquitetura e notícia

Pesquisadora francesa desenvolve novo método de reciclar materiais de construção

13:00 - 14 Agosto, 2019
A arquiteta e pesquisadora baseada em Paris, Anna Saint Pierre, está repensando a preservação arquitetônica através de seu projeto Granito, que recebeu o prêmio de Melhor Design Consciente na edição deste ano do WantedDesign Brooklyn. Imagem © Anna Saint Pierre/Rimasùu
A arquiteta e pesquisadora baseada em Paris, Anna Saint Pierre, está repensando a preservação arquitetônica através de seu projeto Granito, que recebeu o prêmio de Melhor Design Consciente na edição deste ano do WantedDesign Brooklyn. Imagem © Anna Saint Pierre/Rimasùu

O projeto Granito, de Anna Saint Pierre, busca em estruturas demolidas os ingredientes para novos materiais arquitetônicos.

Rápidas mudanças urbanas acontecem sem muitos nem perceberem. Partes inteiras da história de uma cidade desaparecem da noite para o dia: o que antes era uma parede de pedra lavrada é agora vidro e metal polido. O canteiro de obras é sempre, primeiro, um local de demolição.

Este é o raciocínio que guia Granito, um projeto da jovem arquiteta francesa e pesquisadora de doutorado Anna Saint Pierre. Desenvolvido em resposta a um complexo de escritórios do final do século XX em Paris que passaria por um grande retrofit, envolvendo sua demolição, o trabalho se desdobra de um método de preservação de material que Saint Pierre chama de "reciclagem in situ". Sua proposta defende que a coleta individual dos painéis de granito da fachada cinzenta e sombria do edifício poderia formar a base de uma economia circular. “Não mais na moda”, essa pedra melancólica — todas as 182 toneladas — seria removida e pulverizada, para então ser incorporada no piso da cobertura. 

Edifício brutalista paraíso dos skatistas é reinaugurado em Londres

19:00 - 6 Agosto, 2019
Cortesia de Richard Battye/FCBStudios
Cortesia de Richard Battye/FCBStudios

A famosa galeria subterrânea do Southbank Centre de Londres, embora abandonada e decadente há décadas - e talvez por isso mesmo -, tem sido por muito tempo um destino muito procurado por skatistas do mundo todo.

Na manhã do último dia 20 de julho, a grade temporária de proteção que isolava o local junto às margens do rio Tâmisa foi finalmente removida. Fechado para reforma, o novo Undercroft do Southbank Centre foi finalmente reinaugurado, uma paisagem topográfica de concreto com mais de 4.000 metros quadrados. Chamado de "Meca do skate", o Undercroft havia sido apropriado e transformado em um circuito completo pelos skatistas, equipado com os mais tradicionais elementos de uma a pista de skate. A reforma da galeria subterrânea do Southbank Centre, ainda cheirando à concreto fresco, procura não somente dar sobrevida a um dos ícones esquecidos da arquitetura brutalista de Londres, mas resgatar e promover a cultura do skate, uma cultura capaz de re-significar espaços esquecidos, abandonados e negligenciados.

O trabalho comunitário global da arquiteta iraniana Yasaman Esmaili

19:00 - 22 Julho, 2019
O trabalho comunitário global da arquiteta iraniana Yasaman Esmaili, Complexo Religioso de Hikma. Imagem © James Wang via Metropolis Magazine
Complexo Religioso de Hikma. Imagem © James Wang via Metropolis Magazine

Nascida em Teerã e profundamente motivada por referências iranianas, a arquiteta Yasaman Esmaili trabalha em projetos por todo o mundo. Entre estes estão, principalmente, trabalhos humanitários e de intervenção em zonas de crise que envolvem profundamente as comunidades locais. Um artigo recente da Metropolis Magazine discute esses projetos, bem como a história e as inspirações de Esmaili.

Como a "indústria da felicidade" tem transformado a arquitetura nas últimas décadas

13:00 - 21 Maio, 2019
Como a "indústria da felicidade" tem transformado a arquitetura nas últimas décadas, "Lava dwellers” in Kalapana State Wayside Park on the island of Hawaii. Image © John Sanphillippo
"Lava dwellers” in Kalapana State Wayside Park on the island of Hawaii. Image © John Sanphillippo

Ainda que o livro A Arquitetura da Felicidade não tenha causado muito alvoroço logo após a sua publicação no início dos anos 2000, o conceito defendido pelo seu escritor, Alan de Botton, de que a arquitetura é um elemento fundamental para a qualidade de vida e o bem-estar das pessoas, parece estar ganhando cada vez mais força e seguidores ao longo dos últimos anos. Pensando nisso, o Canadian Centre for Architecture de Arquitetura (CCA), em parceria com o curador Francesco Garutti, está apresentando uma exposição questionando as maneiras pelas quais a "indústria da felicidade" tem passado a explorar e controlar a vida das pessoas depois da crise financeira de 2008.

Our Happy Life, Architecture and Well-being in the Age of Emotional Capitalism (Nossa Vida Feliz, Arquitetura e Bem-estar na Era do Capitalismo Emocional) é uma exposição de projetos de arquitetura, obras de arte e fotografias. Samuel Medina, editor da Metropolis Magazine, conversou com Garutti para esclarecer os conceitos por trás da exposição do CCA, o impacto das mídias sociais em nossas vidas e o significado da arquitetura nos dias de hoje.

Por que a tecnologia nem sempre é a resposta para tornar as cidades mais inteligentes?

13:00 - 13 Maio, 2019
Por que a tecnologia nem sempre é a resposta para tornar as cidades mais inteligentes?, via KENTOH/ISTOCK
via KENTOH/ISTOCK

Inovação e tecnologia geralmente são apresentadas como dois conceitos semelhantes, quando não utilizadas como sinônimos. Entretanto, quando se trata de resolver os atuais problemas de nossas cidades, tecnologia nem sempre é a melhor solução.

A inovação, por outro lado, deve ser uma atuação responsiva, a qual considera todas as funções e processos de uma cidade, incluindo suas carências e potencialidades. Tecnologia pode sim ajudar, mas isso não significa que devemos confiar cegamente em tudo aquilo que surge com a promessa de resolver todos os nossos problemas. 

Antakya Museum Hotel: uma ousada estratégia de preservação histórica

13:00 - 11 Maio, 2019
Antakya Museum Hotel: uma ousada estratégia de preservação histórica, As its name implies, the Antakya Museum Hotel is an unlikely hybrid in its program and architecture. As to the latter, the structure combines prefabricated concrete blocks with steel—a lot of it.. Image Courtesy Cemal Emden
As its name implies, the Antakya Museum Hotel is an unlikely hybrid in its program and architecture. As to the latter, the structure combines prefabricated concrete blocks with steel—a lot of it.. Image Courtesy Cemal Emden

Este artigo foi originalmente publicado pela Metropolis Magazine.

Projetado pelo EAA – Emre Arolat Architecture, o hotel de 199 quartos em Antakya, na Turquia, foi construído com módulos pré-fabricados encaixados em uma enorme trama de vigas e colunas de aço.

Caminhamos todos os dias por calçadas e ruas, vagando pela superfície da terra sem saber os mistérios que ela oculta. Em algumas cidades, o passado permanece protegido e esquecido, enterrado em baixo do solo. Em outras porém, seus segredos brotam da terra como as flores da primavera. Escavar é redescobrir a história. Na cidade de Antakya, por exemplo, quando removemos uma pedra de lugar, revelam-se relíquias inestimáveis de um passado glorioso. Como aconteceu durante as obras do recém-inaugurado Antakya Museum Hotel, projetado pelo escritório de Emre Arolat (EAA). O projeto transformou este desafio em uma nova e ousada estratégia de preservação histórica.

Nova loja da Nike em Nova Iorque busca inspirar confiança nos consumidores

13:00 - 2 Março, 2019
Nova loja da Nike em Nova Iorque busca inspirar confiança nos consumidores, Cortesia de Nicholas Calcott, via Metropolis Magazine
Cortesia de Nicholas Calcott, via Metropolis Magazine

A nova loja da Nike em Nova Iorque, localizada na Quinta Avenida, talvez seja a coisa mais próxima de um templo na era digital em que vivemos. Com mais de seis mil metros quadrados, ela atrai o olhar e simbolicamente supera os arranha-céus em meio aos quais se insere. A fachada é composta por painéis de vidro ondulado que geram um interessante jogo de reflexos e sombras visto tanto dentro quanto externamente. Não há ritual ou tradição, como nos templos da antiguidade, mas os aficionados pelos tênis da marca sente que finalmente encontraram o paraíso na terra.

Cortesia de Nicholas Calcott, via Metropolis Magazine Cortesia de Nicholas Calcott, via Metropolis Magazine Cortesia de Nicholas Calcott, via Metropolis Magazine Cortesia de Nicholas Calcott, via Metropolis Magazine + 6

A história pouco conhecida da Bauhaus expressionista

13:00 - 21 Fevereiro, 2019
A história pouco conhecida da Bauhaus expressionista , Cadeira africana, projetada em 1921 por Gunta Stölzl e Marcel Breuer. Imagem Cortesia de Bauhaus-Archiv Berlin, foto: Hartwig Klappert / © 2019 Sociedade dos Direitos dos Artistas (ARS), Nova York / VG Bild-Kunst, Bonn
Cadeira africana, projetada em 1921 por Gunta Stölzl e Marcel Breuer. Imagem Cortesia de Bauhaus-Archiv Berlin, foto: Hartwig Klappert / © 2019 Sociedade dos Direitos dos Artistas (ARS), Nova York / VG Bild-Kunst, Bonn

Cada movimento artístico e de design tem uma história interessante sobre como influenciou a arquitetura, e nem todos começaram com os mesmos princípios pelos quais ficaram depois conhecidos. A Bauhaus não é exceção. Ícone das origens do movimento moderno, a famosa escola alemã foi uma instituição experimental voltada para o expressionismo, criatividade e artesanato, unindo os estilos de Art Nouveau e Arts and Crafts com desenhos modernos.

Mario Botta projeta edifício para um "zoológico reverso" na Bélgica

19:00 - 16 Fevereiro, 2019
Mario Botta projeta edifício para um "zoológico reverso" na Bélgica, Cortesia de Philippe van Gelooven
Cortesia de Philippe van Gelooven

Em breve o público terá a oportunidade de experimentar a vulnerabilidade e o temor de habitar, mesmo que brevemente, o reino animal. O “Reverse Zoo”, LABIOMISTA, uma espécie de zoológico reverso, é um projeto de 60 acres encabeçado pelo artista belga Koen Vanmechelen e deve ser inaugurado em 2019.

Água potável deve ser um desafio para os arquitetos? Dutch Studio Ooze tem apostado nisso

12:00 - 24 Dezembro, 2018
Água potável deve ser um desafio para os arquitetos? Dutch Studio Ooze tem apostado nisso, © Roman Mensing
© Roman Mensing

Em uma pequena faixa de terra entre o rio Emscher e o canal Rhine Herne, na Alemanha, há um ponto de parada cuja aparência colorida desmente seu propósito radical. O projeto engenhoso da estrutura consiste em tubos condutores de dois banheiros e do Emscher (o rio mais poluído da Alemanha) e que convergem em um pequeno jardim comunitário e fonte. O jardim é, na verdade, um pântano artificial que recolhe, trata e limpa a efluência dos sanitários e do rio - tornando potável.

Sou Fujimoto: "O futuro é uma matriz que se espalha e não uma linha reta"

12:00 - 21 Novembro, 2018
Sou Fujimoto: "O futuro é uma matriz que se espalha e não uma linha reta", "Forest of Light" for COS / Sou Fujimoto at Salone del Mobile. Image © Laurian Ghinitiou
"Forest of Light" for COS / Sou Fujimoto at Salone del Mobile. Image © Laurian Ghinitiou

Essa entrevista foi publicada originalmente em Metropolis Magazine como "Inside the Mind of Sou Fujimoto."

O Pavilhão Serpentine de 2013, a famosa obra-prima do arquiteto Sou Fujimoto, nascido em Hokkaido, diz muito sobre quem ele é e o que ele pensa sobre arquitetura. Mas, mais que isso, são as mais de 100 maquetes de estudos, às vezes meticulosamente refinados, outras rudemente executadas, que pontilham o espaço de galeria minimalista da Japan House Los Angeles. Essa exposição retrospectiva, Futures of the Future, reflete nitidamente a carreira de Fujimoto, que começou no ano 2000, quando ele abriu seu próprio escritório baseado em Tóquio e Paris.

© MIR © Varosliget Zrt © Laurian Ghinitiou © Hufton + Crow + 10

Os desafios de preservar um patrimônio local, mas mundialmente famoso

10:00 - 5 Novembro, 2018
Os desafios de preservar um patrimônio local, mas mundialmente famoso, The Exchange / Oyler Wu Collaborative. Cortesia de Oyler Wu Collaborative
The Exchange / Oyler Wu Collaborative. Cortesia de Oyler Wu Collaborative

Em sua periferia, a cidade de Columbus, no estado de Indiana, é uma cidade suburbana como qualquer outra dos Estados Unidos. Mas passeie pelo centro da cidade e você verá uma inesperada variedade de arquitetura moderna. Esta pequena cidade foi, nos últimos cinquenta anos, uma espécie de laboratório para a arquitetura, atraindo arquitetos tão diversos quanto Kevin Roche e IM Pei. As crianças frequentam a escola em um edifício projetado por Richard Meier, os fiéis frequentam uma igreja projetada por Eliel Saarinen.

A conturbada história do Parque Bicentenário de Bogotá

10:00 - 27 Outubro, 2018
A conturbada história do Parque Bicentenário de Bogotá, © Alejandro Arango
© Alejandro Arango

O renascimento de Medellín é um dos marcos na histórias da arquitetura. Após décadas de violência urbana, a cidade hoje não é apenas (comparativamente) pacífica, mas um centro arquitetônico de nível mundial. De fato, muitos citam o desenvolvimento urbano da cidade como principal fator de seu renascimento. Mas o sucesso de Medellín às vezes obscurece o da cidade vizinha, a capital colombiana, Bogotá.

Destaques da semana: o que os olhos não veem

10:00 - 25 Outubro, 2018
Destaques da semana: o que os olhos não veem, © Beat Widmer. Imagem Cortesia de Diller, Scofidio + Renfro
© Beat Widmer. Imagem Cortesia de Diller, Scofidio + Renfro

Arquitetura é uma prática profundamente dependente do visual. É concebida, comercializada, criticada e consumida quase que inteiramente através daquilo que é capaz (ou não é capaz) de comunicar visualmente. Selecionamos e produzimos imagens o tempo todo, ângulos impossíveis e perspectivas inexistentes somente para admirar as qualidades arquitetônicas de objetos que nunca verão a luz do dia.

Tocar, sentir, cheirar: desenvolvendo arquitetura para os sentidos

12:00 - 15 Outubro, 2018
Arakawa + Gins 'Bioscleave House, em East Hampton, Nova York, usou geometrias não ortogonais, pisos ondulados e até mesmo casulos de isolamento em seus experimentos para criar arquiteturas que "parassem de envelhecer". Imagem via Revista Metropolis. Imagem Cortesia de Dimitris Yeros, © 2008 Propriedade de Madeline Gins, Reproduzido com permissão do espólio de Madeline Gins
Arakawa + Gins 'Bioscleave House, em East Hampton, Nova York, usou geometrias não ortogonais, pisos ondulados e até mesmo casulos de isolamento em seus experimentos para criar arquiteturas que "parassem de envelhecer". Imagem via Revista Metropolis. Imagem Cortesia de Dimitris Yeros, © 2008 Propriedade de Madeline Gins, Reproduzido com permissão do espólio de Madeline Gins

Esse artigo foi publicado originalmente na Metropolis Magazine como "Architecture You Can Smell? A Brief History of Multisensory Design."

O que vem à mente quando você se depara com o termo “design sensorial”? As chances são de que seja uma imagem: uma sala onde chove, um utensílio engraçado para comer, uma cadeira visivelmente texturizada. Mas as sensações, cheiros e gostos são coisas muito mais difíceis de capturar. Essa dificuldade aponta para quão profundamente arraigada é a tirania da visão. Os outros sentidos podem ser as chaves para desvendar verdades empíricas mais amplas? O viés da arte, da arquitetura e do design centrado no ocular realmente impede uma experiência coletiva mais profunda?

Como a universidade flutuante de Berlim pode alterar o futuro da educação na arquitetura

10:00 - 14 Outubro, 2018
Como a universidade flutuante de Berlim pode alterar o futuro da educação na arquitetura, © Victoria Tomaschko
© Victoria Tomaschko

No lado norte do Tempelhofer Feld, um aeroporto que virou parque no sul de Berlim, há uma grande bacia. Cercada por lotes e bangalôs e percebida apenas para aqueles que a conhecem, essa depressão que remonta ao século XIX mantém a água da chuva drenada das pistas desativadas do aeroporto antes de entrar na rede de canais de Berlim.

“Sabíamos que era uma espécie de local secreto no centro da cidade que ninguém tinha no mapa”, explica Benjamin Foerster-Baldenius, da Raumlabor Architects. Ou melhor, até este verão.

© Victoria Tomaschko © Victoria Tomaschko © Victoria Tomaschko © Daniel Seiffert + 16