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Maggies Centres: O mais recente de arquitetura e notícia

Obras de arquitetos leiloadas para levantar fundos para os Maggie's Centres

15:00 - 8 Dezembro, 2014
Obras de arquitetos leiloadas para levantar fundos para os Maggie's Centres, "Unseen Spaces" por Ben Johnson. Cortesia de Maggie's
"Unseen Spaces" por Ben Johnson. Cortesia de Maggie's

Para seu Leilão Anual de Natal, a Anise Gallery de Londres está planejando angariar fundos para os Maggie's, a instituição tratamento contra o câncer que já convidou importantes arquitetos, como Frank Gehry, Zaha Hadid, OMA, Richard Rogers e Snøhetta, a projetarem seus edifícios. O leilão da Anise Gallery contará com obras tanto de artistas como de arquitetos, quatro dos quais já contribuíram com os Maggie's Centres: Ted Cullinan, Chris Wilkinson do Wilkinson Eyre, e Piers Gough do CZWG, responsáveis pelo centros de Newcastle, Oxford, e Nottingham, respectivamente.

O leilão também conta com obras de Alison Brooks, Peter Murray, Jack Pringle, Christophe Egret, Rab Bennetts Je Ahn e Stuart Piercy, além de trabalhos de artistas como Ben Johnson, Norman Ackroyd e Jeanette Barnes.

Untitled por Christophe Egret. Cortesia de Maggie's "Cranes at Blackfriars" by Jeanette Barnes. Cortesia de Maggie's Untitled por Kyle Henderson. Cortesia de Maggie's "Borough Market November 14" por Nick Hirst. Cortesia de Maggie's + 18

A história dos Centros Maggie: Como 17 arquitetos se uniram para combater o câncer

11:00 - 16 Maio, 2014
A história dos Centros Maggie: Como 17 arquitetos se uniram para combater o câncer, Dundee, Escócia, 2003 por Frank Gehry / Cortesia de Maggie's Centres.
Dundee, Escócia, 2003 por Frank Gehry / Cortesia de Maggie's Centres.

Os Centros Maggie são o legado de Margaret Keswick Jencks, uma mulher em estado terminal que tinha a noção de que os ambientes de tratamento contra o câncer - e os resultados do processo - poderiam ser drasticamente melhorados através de um bom projeto. Sua visão foi concretizada e continua a se propagar através de inúmeros arquitetos, incluindo Frank Gehry, Zaha Hadid, e Snøhetta - para nomear apenas alguns. Originalmente publicado na Metropolis Magazine sob o título Living with Cancer” (Vivendo com Câncer), este artigo de Samuel Medina apresenta imagens dos Centros Maggie em todo o mundo, detendo atenção nas raízes da organização e seu sucesso que continua através da ajuda dos arquitetos.

Era maio de 1993, e a escritora e designer Margaret Keswick Jencks se sentara em um corredor sem janelas de um pequeno hospital escocês, temendo o estaria por vir. O prognóstico era ruim - seu câncer havia voltado - mas a espera, e a sala de espera, drenavam suas energias. Ao longo dos dois anos seguintes, até sua morte, ela retornou diversas vezes para  sessões de quimioterapia. Em espaços tão negligenciados e impensados, escreveu, pacientes como ela  eram deixados ao léu para "murchar" sob o brilho dessecante das luzes fluorescentes.

Não seria melhor se houvesse espaços privativos, banhados por luz, para se esperar pela próxima série de testes, ou onde se pudesse contemplar, em silêncio, os resultados? Se a arquitetura pode desmoralizar os pacientes - "contribuindo para um nervosismo extremo", como observou Keswick Jencks - não poderia ela também se mostrar restauradora?

Highlands, Escócia, 2005 por Page\Park Architects / Cortesia de Page\Park Architects. Fife, Escócia, 2006 por Zaha Hadid Architects / © Werner Huthmacher. Manchester, Inglaterra, 2016 por Fosters + Partners / Cortesia de Fosters + Partners. Aberdeen, Escócia, 2013 por Snøhetta / © Philip Vile. + 11