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Cidades: O mais recente de arquitetura e notícia

Como resolver o problema da fiação aérea?

Cerca de 14% da população de Porto Alegre, quase 200 mil pessoas, moram em favelas, os chamados “aglomerados subnormais” do IBGE. Estas pessoas normalmente não têm assegurado seu direito de propriedade, não têm acesso a serviços e utilidades públicas básicas como saneamento, redes de drenagem ou iluminação pública. Em torno de 4 mil pessoas vivem em situação de rua. O sistema de transporte coletivo da cidade, que chega a transportar mais de 20 milhões de passageiros por mês, enfrenta a pior crise da sua história, com operações insustentáveis. Nossos espaços públicos são tomados por automóveis, cujos motoristas usufruem do privilégio de estacionar gratuitamente nas vias. Os contêineres de lixo, que deveriam receber apenas resíduos orgânicos e rejeito, recebem de tudo, inviabilizando a coleta adequada na cidade.

10 Filmes sobre cidades e espaços públicos

A cidade vem sendo explorada como tema desde os primórdios do cinema, aparecendo como cenário ou protagonista em produções de grandes diretores, como, por exemplo, Fritz Lang, Jean-Luc Godard, François Truffaut, Roberto Rossellini  e Quentin Tarantino, para citar apenas alguns. O primeiro filme produzido, Chegada do Trem à Estação de La Ciotat (1925), dos irmãos Lumière, já mostrava o ambiente urbano moderno como importante elemento fílmico e de contextualização.

Pandemia de coronavírus e a automatização completa das cidades

A medida que a pandemia de coronavírus continua a se espalhar rapidamente pelos quatro cantos do planeta, levantando uma série de questionamentos e perguntas ainda sem respostas, a única resolução possível para este momento para a maioria dos países afetados (e até agora a nossa mais eficaz arma para combater a disseminação do vírus), foi a implementação de medidas de quarentena à população. O isolamento social serve para evitar a circulação do inimigo invisível, minimizando as possibilidades de contágio. Como resultado de tais medidas restritivas, espaços públicos e privados foram fechados, muitas vezes, por tempo indeterminado. Tais medidas, recebidas inicialmente com certo ceticismo e depois com certa resignação, não apenas têm se mostrado bastante eficientes na diminuição de novos contágios e consequentemente das mortes, mas também provocaram um alvoroço no cenário econômico mundial, levantando uma pergunta com duas conotações bem diversas: e agora? o que vamos fazer? Enquanto alguns se perguntam como seguir trabalhando neste momento de contenção, milhões de pessoas se perguntam se terão o que comer no dia seguinte.

Onde as crianças brincarão? Como projetar cidades estimulantes e seguras para a infância

Cities for Play é um projeto cujo objetivo principal é de inspirar arquitetos, urbanistas e planejadores urbanos a criarem cidades estimulantes, respeitosas e acessíveis às crianças.

Natalia Krysiak é uma arquiteta australiana que acredita que as necessidades das crianças devem ser colocadas como ponto central no desenho urbano para assegurar comunidades resilientes e sustentáveis. Em 2017, criou Cities for Play que estuda exemplos de cidades que se preocupam em proporcionar ambientes que são capazes de promover a saúde e o bem-estar (físico e emocional) das crianças com foco nas brincadeiras e na "mobilidade ativa" de espaços públicos. 

10 Razões por que uma cidade precisa de planejamento urbano

O planejamento urbano é uma ferramenta valiosa para líderes municipais alcançarem o tão almejado desenvolvimento sustentável. Ajuda-os a formular objetivos de médio e longo prazo que reconciliam uma visão coletiva com uma organização racional de recursos para alcançá-la.

Complexidade e alta entropia: em que medida ainda é possível planejar a cidade no século XXI?

As aglomerações, do ponto de vista natural, representam uma nucleação semelhante ao “modelo gravitacional”, onde os fluxos de energia e matéria seriam “otimizados”, através da aproximação e articulação – o centro urbano. Etimologicamente, como sabemos, pólis, do grego, indica o caráter coletivo e político da formação do espaço urbano.

MVRDV e Airbus apresentam projeto inovador que pretende transformar a mobilidade urbana de nossas cidades

Em parceria com a Airbus, a Bauhaus Luftfahrt, a ETH Zurich e a Systra, o MVRDV está desenvolvendo um projeto piloto para a Urban Air Mobility (UAM), uma iniciativa voltada a criação de um sistema de transporte aéreo seguro e eficiente que pretende transformar para sempre o mercado de transporte de bens e pessoas em nosso planeta. Como a culminação de uma extensa pesquisa, a Urban Air Mobility é uma iniciativa que pretende dar forma a um novo conceito de mobilidade urbana.

Cortesia de MVRDV Cortesia de MVRDV Cortesia de MVRDV Cortesia de MVRDV + 18

Chu Ming Silveira: A arquiteta por trás do projeto do orelhão

Os orelhões são parte da paisagem urbana brasileira e sua forma icônica perpetuou-se no imaginário da população. Além de possibilitar a comunicação, o orelhão funcionava como um mobiliário urbano, ou mesmo como referência ou ponto de encontro antes da popularização dos telefones celulares. Seu projeto foi desenvolvido por Chu Ming Silveira, nascida em Xangai e formada em Arquitetura e Urbanismo na FAU-Mackenzie, em São Paulo, no ano de 1964. Em 1966, começou a trabalhar na Companhia Telefônica Brasileira (CTB), em São Paulo, realizando anteprojetos, supervisão e coordenação do desenvolvimento dos projetos de Centrais Telefônicas e Postos de Serviço, além de acompanhamento de obras.

Como garantir que nossas cidades tenham futuro? 4 iniciativas para aumentar a resiliência

Nossas cidades, vulneráveis por natureza e desenho, geraram o maior desafio que a humanidade precisa enfrentar. Com a expectativa de que a grande maioria da população se estabeleça em aglomerações urbanas, a rápida urbanização levantará a questão da adaptabilidade à futuras transformações sociais, ambientais, tecnológicas e econômicas.

De fato, a principal problemática da década questiona como nossas cidades irão lidar com fatores que mudam rapidamente. Ela também analisa os aspectos mais importantes a serem considerados para garantir o crescimento a longo prazo. Neste artigo, destacamos os principais pontos que ajudam a proteger nossas cidades no futuro criando um tecido habitável, inclusivo e competitivo que se adapta a qualquer transformação futura inesperada.

Como as guerras moldaram nossas cidades

Quando ainda éramos nômades, travávamos nossas primeiras batalhas com paus e pedras. As causas podem ser diversas quando se trata de agredir membros da mesma espécie, desde a obtenção de recursos, território, vingança ou mesmo poder. As batalhas entre tribos distintas acompanharam o ser humano em sua evolução na terra. Desde a criação das cidades, a guerra e os equipamentos de combate utilizados em cada período foram importantes instrumentos a serem considerados durante o planejamento do centro urbano. 

Cidade versus água: entenda como Veneza foi construída

Seja do ponto de vista do turista francês, da narrativa do filósofo Jean Paul Sartre, ou como ponto de partida das investidas desbravadoras de Marco Polo em suas Viagens, a cidade de Veneza faz parte de um imensurável repertório literário global, ocupando o lugar de objeto misterioso e belo que instiga qualquer um que se disponha a experienciá-la. Ela figura em livros de artes e história, quando o foco está nas grandes obras de arquitetura e artes visuais que a cidade carrega, ou quando há interesse nas divergentes e lendárias narrativas que dizem respeito à sua origem. Nos livros de ficção, a áurea calma de seus canais, as pequenas vielas, as cores e texturas de sua paisagem são plano de fundo para uma miríade de histórias imaginadas.

Arte e arquitetura: 6 instalações artísticas que alertam para a crise climática

Diante de dados que apontam uma crise climática que atinge todo o planeta há décadas, as perspectivas de reação podem parecer desanimadoras. Mas, ao mesmo tempo em que as notícias indicam um aumento das médias de temperatura globais, o foco político na crise climática também se intensifica, conforme relatório da ONU Meio Ambiente divulgado em 2019, o que se reflete não apenas na ocorrência de manifestações e protestos ao redor do mundo, mas também na expressão da chamada arte ativista.

ONU-Habitat promove planejamento inclusivo e igualdade de gênero através da tecnologia

A ONU-habitat ou a agência das Nações Unidas para assentamentos humanos e desenvolvimento urbano sustentável, cujo foco principal é lidar com os desafios da urbanização rápida, vem desenvolvendo abordagens inovadoras no campo do design urbano, a fim de incentivar a participação ativa, especialmente de crianças, mulheres e indivíduos carentes.