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Modernismo: O mais recente de arquitetura e notícia

7 Obras de arquitetura que mostram as diferenças do brutalismo no Brasil

O período entre as décadas de 50 e 70 no Brasil se caracterizou, sobretudo, pela produção e difusão da arquitetura brutalista. Apesar da falta de uma definição unânime que caracterize o que pode ser entendido como um desdobramento da arquitetura moderna, o termo “brutalismo” é utilizado de forma geral para denotar edifícios da época que têm um denominador comum: o uso aparente dos materiais construtivos, em especial o concreto.

O modernismo colonialista ataca novamente

Imagine o seguinte cenário. Estamos em 1902, e para grande choque e angústia dos cidadãos de Veneza, a bela torre campanária da Piazza San Marco acaba de desabar. Nessa mesma noite, o conselho municipal da cidade vota para aprovar 500.000 Liras para a pronta reconstrução, “com’era, dov’era” — “como era, onde era”. Os futuros residentes e visitantes podem agora continuar a desfrutar desta bela estrutura, que de qualquer forma já antes tinha sido restaurada e acrescentada várias vezes.

Mas depois uma autoridade, de algures muito longe, decide intervir. “Os nossos regulamentos não permitem isto! As nossas políticas de financiamento exigem que ‘um projeto use design contemporâneo’ — o que significa que podem usar apenas os estilos atuais que nós aprovamos, e não pode usar os estilos tradicionais de Veneza. Isso seria uma ‘falsificação da história’, uma ‘mistura do falso com o genuíno’, e nós decretamos que isso teria consequências nefastas!” O projeto não vai adiante, e algo inteiramente “contemporâneo” é construído em seu lugar.

Artista celebra o patrimônio moderno de Goiânia com série de ilustrações

O artista André Chiote compartilhou conosco sua mais recente série de ilustrações, desta vez, retratando a arquitetura art déco e moderna de Goiânia. Realizadas a pedido 31º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica, promovido pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica na capital goiana, as ilustrações de Chiote fazem uso das cores do logotipo oficial do congresso para representar alguns dos ícones mais celebrados do patrimônio de Goiânia.

Modernismo tropical: a nova arquitetura de Porto Rico

A história de Porto Rico se reflete em suas cidades. A arquitetura do território evoluiu de estruturas simples de madeira e palha para obras monumentais e modernas. Moldados por forças internas e externas em suas variadas paisagens, os diversos estilos de Porto Rico representam mais de 400 anos de domínio espanhol e mais de 100 anos como um território não incorporado dos Estados Unidos. Hoje, a arquitetura moderna da ilha reflete seu histórico multicultural.

Cortesia de Díaz Paunetto Arquitectos Cortesia de José Fernando Vazquez © Carlos Esteva © Víctor Díaz Paunetto + 12

5 Casas modernas de Amancio Williams que nunca foram construídas

Casa en el Parque Pereyra Iraola (1943) . Image Cortesía de Archivo Williams - Director Claudio Williams Casa en Punta del Este (1961). Image Cortesía de Archivo Williams - Director Claudio Williams Casa en Las Lomas de San Isidro (1969) . Image Cortesía de Archivo Williams - Director Claudio Williams Casa en Munro (1952). Image Cortesía de Archivo Williams - Director Claudio Williams + 89

Quando estudamos os projetos residenciais desenhados por Amancio Williams, geralmente fazemos referência a sua emblemática Casa sobre o arroio - construída em Mar del Plata entre os anos de 1943 e 1946 - ou a sua ativa participação na direção técnica da Casa Curutchet de Le Corbusier. Mas, existem projetos de residência desenhados por este arquiteto? Que ideias e conceitos chave da modernidade eles nos permitem vislumbrar? Que influências tiveram no desenvolvimento da arquitetura argentina?

Beatriz Colomina fala sobre gênero, trabalho coletivo e doença na arquitetura

A historiadora e curadora Beatriz Colomina fala sobre nossa disciplina e a dificuldade que temos de aceitar que a arquitetura é o resultado de um esforço coletivo. Quando questionada sobre sexismo e questões de gênero na arquitetura, Colomina amplia a discussão e aborda o mito histórico da arquitetura como o produto de uma mente única, brilhante - e sempre masculina. Uma ficção que obscureceu o papel de várias mulheres, e equipes inteiras, comprometidas com o processo de design.

Reitoria da UFMG: uma expressão do modernismo em Minas Gerais

O modernismo arquitetônico nasceu na esteira das vanguardas europeias no início do século XX. O movimento estava embalado pelo capitalismo industrial e pelo empolgante avanço tecnológico que ocorria diante dos olhos de todas as pessoas. A ruptura com o passado foi deliberadamente franqueada pelos movimentos intelectuais, artísticos e técnicos desde meados do século XIX. O Palácio de Cristal, por exemplo, projetado por Sir Joseph Paxton, foi construído em Londres para abrigar as grandes exposições de 1851 e representou uma revolução construtiva quanto às possibilidades de uso de materiais leves como o ferro e o vidro.

8 Casas que definem a arquitetura moderna na Argentina

O Movimento Moderno teve um papel inquestionável na renovação dos ideais arquitetônicos, aportando uma nova atitude frente ao entendimento dos modos de habitar, da técnica e da estética, marcando profundas mudanças na percepção geral do mundo. Em relação à Argentina, apesar de ser complexa a localização periódica da produção arquitetônica moderna, é possível mencionar alguns dos arquitetos que começaram, a partir dos anos 20, a vincular-se com estas ideias. As contribuições intelectuais e de criação arquitetônica de Alejandro Virasoro, Alberto Prebisch, Ernesto Vautier, Fermín Beretervide, Wladimiro Acosta, Alejo Martinez, Antonio e Carlos Vilar, Juan Kurchan, Jorge Ferrari Hardoy, Antonio Bonet, Abel López Chas, Eduardo Catalano, Eduardo Sacriste e Amancio Williams, entre outros, incluiram, em muitos casos, abordagens originais associadas a novos modos de pensar, manifestando uma arquitetura resultante da análise das condições locais e regionais de seus cidadãos.

Arquitetura ou revolução: as casas de Frida Kahlo e os 90 anos do movimento funcionalista

Formas geométricas, paredes de concreto armado aparente, instalações elétricas à vista, grandes janelas que priorizam luz e ventilação naturais, jardins que prezam por plantas autóctones. As primeiras construções do arquiteto mexicano Juan O’Gorman, construídas entre 1929 e 1932, trazem uma estética que pode ser vista nos dias atuais, mas na realidade são a pura expressão de uma das correntes do movimento modernista do século 20, o funcionalismo.

Guia de arquitetura de Brasília: 16 projetos para entender as escalas da capital brasileira

Museu Nacional. Imagem: © Joana França
Museu Nacional. Imagem: © Joana França

A partir do século XIX, com sua Revolução Industrial e emergência dos novos tempos da máquina, a crescente população e as demandas pelo espaço urbano cada vez mais pungentes, na Europa, emergem as primeiras reflexões sobre a cidade e, mais do que isso, inicia-se o processo de estruturação disciplinar do urbanismo como teoria e prática inerentes ao novo momento histórico que se consolidava, e que teria seu produto, em relação às cidades, como apanágio do século XX. Dentro dessa lógica disciplinar que se configurava a partir de uma demanda social, ou muitas vezes, uma demanda política vinculada a pretensões militaristas de ordem e controle urbano, o século XX foi palco de todo o desenrolar dessa sociedade industrial, que tinha a cidade como seu horizonte. 

Afinal, por que ainda falamos sobre o modernismo?

O modernismo deixou de existir como movimento da arquitetura e urbanismo desde, pelo menos, os anos 1980. Na arquitetura, movimentos como o metabolismo japonês e o desconstrutivismo ajudaram a superar os resquícios da arquitetura moderna. No urbanismo, nomes como Jane Jacobs e Christopher Alexander, ainda na década de 1960, contribuíram para sepultar as premissas do urbanismo moderno.

Uma pista de testes na cobertura: a arquitetura industrial da Fábrica da Fiat em Lingotto

O projeto para a fábrica da Fiat no bairro de Lingotto, em Turim (Itália), foi realizado pelo engenheiro Giacomo Mattè-Trucco em 1915. A construção começou no ano seguinte e foi feita em etapas, até a sua conclusão em 1923. Inspirada no fordismo, modelo de fabricação surgido nos Estados Unidos nos anos 1910, a fábrica foi projetada de forma que a linha de montagem dos automóveis fosse ascendente. Ao chegar à cobertura, os automóveis estavam prontos para serem testados numa pista com extensão de aproximadamente 1km.

Brasília, leitores e leituras da cidade

Brasília é sempre objeto de interesse de arquitetos de todo o mundo. A prova disto é a quantidade volumosa de publicações feitas sobre a nova capital do Brasil ao longo dessas quase seis décadas de inauguração.

Sobre a cidade de Brasília, ficam as perguntas[1]: Quem falou sobre a cidade? Quem criticou sua construção? Como os brasileiros interpretaram a ideia de uma nova capital? O levantamento de seus debatedores possui o objetivo de compreender melhor o ‘Estado da Arte’ das interpretações sobre a arquitetura no Brasil. Em um horizonte futuro, este tipo de olhar historiográfico versa levantar perguntas e a elaboração de um olhar crítico para as formas mais usuais de leitura sobre a arquitetura moderna no Brasil.

Quando fomos modernos: Arquitetura e design no Brasil

O legado do moderno brasileiro é hoje matéria de um intenso revisionismo e constitui uma referência central para muitas produções contemporâneas, incluindo aquelas que negam seus preceitos. O curso procura definir historicamente a categoria do moderno no campo da arquitetura e do design no Brasil, entendendo sua emergência no contexto da formação de uma identidade nacional.

O modernismo brasileiro deriva do Movimento Moderno europeu, que estabelece-se como conceito nos anos 1930. O curso revisita os principais fatos e obras do período entre os anos 1930 e 1970, tendo como marco inicial o projeto do Ministério da Educação e Saúde Pública no

Os jardins de Mina Klabin Warchavchik: modernidade pública e privada

A história de vida da paisagista paulistana Mina Klabin Warchavchik se confunde com a história da arte e arquitetura modernas no Brasil, sobretudo em São Paulo. Seu pai, Maurício Freeman Klabin, imigrante lituano, saíra da Rússia por um decreto que proibia os judeus de serem donos de terra no país. Recém chegado ao Brasil no fim do século XIX, passa a trabalhar em uma oficina que produzia livros em branco para o mercado tipográfico, da qual passa a ser proprietário em poucos anos.