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Mulheres Na Arquitetura: O mais recente de arquitetura e notícia

Mulheres ganham protagonismo na próxima gestão do CAU/SP

A Chapa 1 CAU+Plural, protagonizada só por mulheres arquitetas e urbanistas, recebeu 11.568 votos na eleição para o CAU/SP, realizada no último dia 15 de outubro. O pleito, que teve a maior participação das arquitetas e arquitetos na história do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo, teve pela primeira vez uma chapa que atingiu quase 40% dos votos válidos.

A Chapa conseguiu, de maneira inédita, obter o maior número de vagas no Conselho, elegendo 49 cadeiras no plenário. Do total de 77 cadeiras, 52 serão ocupadas exclusivamente por mulheres. Graças à estratégia, o próximo mandato contará com 77% de mulheres - 54 e 66 entre titulares e suplentes, respectivamente. Inverteu-se, portanto, a composição anterior que tinha 76% dos conselhos estaduais representados por homens. 

Vem por aqui: criando espaços mais seguros para mulheres

DE MULHERES PARA MULHERES!

 

Em parceria com o CAU/SC lançamos a oficina “Vem por aqui: criando espaços mais seguros para mulheres”. Este evento é exclusivo para as pessoas que se identificam como mulher, para que possamos criar uma rede de diálogo e acolhimento.

A oficina consiste em 6 encontros virtuais que contemplam debate, reflexão e ação! Com uma base teórica sólida, o curso proporcionará um debate construtivo e propositivo que dê voz às participantes. A ideia é formar uma rede de mulheres que, através de leituras e debates, compreendam situações e ferramentas para a transformação dos espaços públicos em prol da

Dia Mundial da Arquitetura: projetando para o futuro do habitat humano

O Dia Mundial da Arquitetura, comemorado na primeira segunda-feira de outubro, foi instituído pela Union International des Architects (UIA) em 2005 para “lembrar ao mundo de sua responsabilidade coletiva em relação ao futuro do habitat humano” e, não por acaso, coincide com Dia Mundial do Habitat da ONU.

Maria Elisa Baptista é a primeira mulher a ocupar a presidência do IAB

A arquiteta e urbanista Maria Elisa Baptista é a nova Presidente da Direção Nacional do IAB. Ela sucede a Nivaldo Andrade, cujo mandato se encerrou em 26 de setembro deste ano. Em quase um século de existência, está a primeira vez que uma mulher ocupa o cargo.

A chapa é composta, ainda, por Rafael Pavan dos Passos (Vice-Presidente Nacional, do IAB-RS), Cláudio Listher Marques Bahia (Secretário Geral, do IAB-MG), Rosilene Guedes Souza (Diretora Administrativo-financeira, do IAB-MG), Luiz Eduardo Sarmento Araújo (Diretor Cultural, do IAB-DF), Fernando Túlio Salva Rocha Franco (Vice-Presidente Extraordinário de Relações Institucionais, do IAB-SP), e Luiza Rego Dias Coelho (Vice-Presidente Extraordinária de Ações Afirmativas, do IAB-DF).

Corpo e memória: a mulher no território urbano

Pensando na trajetória de ocupação da cidade de São Paulo e na busca pela produção de um urbanismo universal e democrático é importante entender o papel e o movimento das mulheres no contexto urbano, principalmente nas periferias da cidade. Aqui trataremos do bairro do Jardim Damasceno e seus espaços em movimento – as escadarias – entendendo como esses corpos se expressam nesse contexto, quais são suas ações e transformações e como a questão de gênero é percebida por esses corpos.

Sem titulo, foto analógica, 2018 | Canon 50mm | produção própriaSem titulo, foto analógica, 2018 | Canon 50mm | produção própriaSem titulo, foto analógica, 2018 | Canon 50mm | produção própriaAs meninas, 2018, desenvolvida para ensaio fotográfico do livro Memória Urbana | Canon 50mm | produção própria+ 8

Não existe arquitetura neutra: uma conversa sobre acessibilidade

A acessibilidade é frequentemente abordada como um campo relacionado à deficiência, física ou mental. Quando se trata de projetos arquitetônicos, ela sempre surge como uma consideração periférica e não como algo fundamental. No entanto, existem outras barreiras.

Nesta edição do Editor's Talk, os editores do ArchDaily Brasil compartilham seus pensamentos sobre o que entendem como acessibilidade e se é possível criar uma arquitetura neutra.

Um novo modelo urbano para outro projeto de sociedade: uma entrevista com Tainá de Paula

Tainá de Paula. Imagem: Divulgação
Tainá de Paula. Imagem: Divulgação

Abordar o contexto de ampliação das diferenças políticas e crescentes desigualdades econômicas. Um novo contrato espacial. Apreender como viveremos juntos. As indagações trazidas por Hashim Sarkis, curador da próxima Bienal de Veneza, podem levantar importantes questões sobre como a arquitetura atravessa e concretiza os conflitos sociopolíticos. Para compreender um ponto de vista descentralizado e que aponta para outras possibilidades além das impostas por um pensamento normativo, entrevistamos Tainá de Paula, arquiteta e mobilizadora comunitária em áreas periféricas.

Capacitando arquitetas e estudantes afro-americanas: conversa com Tiffany Brown, fundadora do 400 Forward

Pioneira em justiça, equidade, diversidade e inclusão na profissão da arquitetura, Tiffany Brown é a fundadora do 400 Forward, uma iniciativa que busca, inspira e orienta a próxima geração de mulheres arquitetas. Nomeado à luz do licenciamento da 400ª arquiteta afro-americana em 2017, o programa visa familiarizar as meninas com a arquitetura, fornecendo-lhes ferramentas para lidar com questões de injustiça social.

Impulsionando a presença de mulheres afro-americanas na profissão da arquitetura – atualmente menos de 0,3% nos EUA – 400 Forward também oferece bolsas e material de estudo para exames de licenciamento em arquitetura para mulheres afro-americanas. Para saber mais sobre a iniciativa, o ArchDaily teve a oportunidade de conversar com a fundadora Tiffany Brown sobre o programa, a diversidade no campo e o empoderamento das arquitetas e estudantes.

Tainá de Paula e Guilherme Wisnik conversam sobre exclusão racial, crise sanitária e sociedade

Precariedade urbana, vulnerabilidade social, exclusão racial, crise sanitária, hecatombe ambiental, Estado genocida. Insatisfação crescente nas ruas, falseamento de dados sobre a pandemia, recessão econômica. Que pactos sociais e políticos serão possíveis para reformular a democracia num país esfacelado? Guilherme Wisnik conversa com Tainá de Paula, arquiteta e urbanista, ativista das lutas urbanas, mestre em Urbanismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Charles e Ray Eames: os designers que moldaram o curso do modernismo

Charles (17 de junho de 1097) e Ray Eames (15 de dezembro de 1912) são conhecidos por sua colaboração pessoal e artística e por seus projetos de mobiliário inovadores que ajudaram a definir o modernismo. Seu estúdio desenvolveu uma grande variedade de trabalhos, de projetos expográficos ao desenho de móveis, casas, monumentos e até mesmo brinquedos. Juntos, desenvolveram novos processos de produção para tirar proveito dos materiais e tecnologias da época, buscando produzir objetos cotidianos de alta qualidade a um custo acessível. Muitos de seus projetos de mobiliário são considerados clássicos contemporâneos, particularmente a Eames Lounge e as Shell Chairs, ao passo que a Casa Eames é tida como uma obra seminal da arquitetura moderna.

Fundação Mies van der Rohe lança bolsa Lilly Reich pela igualdade na arquitetura

A Fundação Mies van der Rohe lançou a segunda edição da bolsa Lilly Reich pela igualdade na arquitetura. Marcando o 135º aniversário do nascimento do arquiteto alemão, a bolsa oferece apoio específico para estudantes do ensino médio para aprimorar projetos de pesquisa curricular. O financiamento visa aprofundar o conhecimento e a disseminação de Reich e seu impacto na história da arquitetura moderna.

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Rebelarchitette lança novo mapa mundial de mulheres na arquitetura

Rebelarchitette criou uma nova ferramenta que visa diminuir as desigualdades no mundo arquitetônico, um mapa público interativo mostrando 732 mulheres arquitetas de todo o mundo.

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O peixe morto na praia: o problema das “mulheres na arquitetura”

Projeto "Arquitetura na Periferia" ensina mulheres a construir suas casas

É rijo como cal e madeira o espírito das mulheres que participam dos movimentos de luta por moradia no Brasil. Maioria em ocupações de territórios, elas coordenam com vigor as práticas organizacionais e políticas de assentamento e construção de habitação popular. Não é à toa que muitas das ocupações do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) ou do MTST (Movimento dos Trabalhadores sem Teto) carregam nomes de mulheres como Dandara, liderança de um quilombo do período colonial.

O que significa construir sem preconceitos: questionando o papel do gênero na arquitetura

O que é mais masculino: um estádio ou uma enfermaria? Hannah Rozenberg, arquiteta recém graduada no Royal College of Art (Londres), afirma ser o primeiro e apresenta um algoritmo para comprovar sua opinião.

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MMW, uma plataforma de representações arquitetônicas produzidas por mulheres

Mulher, Mujer, Woman, ou simplesmente MMW, é uma plataforma dedicada à curadoria de representações arquitetônicas cujo objetivo é ampliar a divulgação da produção feminina em nosso campo disciplinar. Desenvolvido pelas arquitetas Carol Vasques e Débora Boniatti como reação à ainda escassa difusão de referências femininas, a plataforma busca "evidenciar a importância e relevância da mulher no passado, presente e futuro da profissão."