Quer você goste ou não da notícia, ou acredite que isso será levado a cabo, há, sem dúvida, uma interessante relação entre West e a arquitetura que merece ser explorada, e que pode fornecer pistas sobre o futuro de Yeezy Home, se é que há algum. Com isso em mente, mergulhamos em três perguntas: Qual a chance de que Yeezy Home aconteça? Como seria a arquitetura de Yeezy Home? E como arquitetos podem se envolver?
https://www.archdaily.com.br/br/894073/a-nova-aventura-arquitetonica-de-kanye-west-quem-o-que-por-que-e-e-serioNiall Patrick Walsh
Tilt Brush, uma ferramenta da Google para desenhistas, continua ganhando terreno entre artistas, ilustradores e arquitetos, que a estão usando para fazer os primeiros esboços de seus trabalhos. Disponível para Oculus e HTC Vive, a Tilt Brush converte qualquer ambiente na tela perfeita para exprimir sua criatividade em escala real com os pincéis 3D.
Algumas das mais importantes obras de arquitetura ao longo da história da humanidade se devem à religiosidade e espiritualidade do ser humano. Ao longo das últimas décadas, um crescente número de pessoas têm se importado cada vez menos com as práticas religiosas no sentido mais tradicional, isso não significa que a maioria delas seja completamente cética, mas o fato é que muitos destes monumentos arquitetônicos têm lentamente começado a perder parte de seu significado. Aquilo que Louis Kahn chamou de “imensurável” e Le Corbusier se referia como “inefável” estaria deixando de ser relevante para as pessoas?
A proposta do Vaticano para a Bienal de Veneza de 2018 - primeira participação do país no mais importante evento de arquitetura do mundo - é apresentada como “uma espécie de peregrinação não apenas religiosa, mas também cética”. Com isso, está cada vez mais evidente que o papel dos espaços “religiosos” está se transformando pouco à pouco, de espaços iconográficos para ambientes mais ambíguos que procuram refletir a "espiritualidade" de uma maneira mais ampla.
E o que isso significa? Ainda há espaço para a espiritualidade na arquitetura? É possível criar espaços religiosos abertos para pessoas de diferentes crenças e até mesmo para aquelas mais céticas? E o que faz com que um espaço seja dotado de "espiritualidade"?
Retirada do bloco do viaduto e limpeza da área no Eixão Sul. Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília
A Superintendência do Iphan no Distrito Federal não aprovou o projeto apresentado pelo Departamento de Estradas de Rodagem do DF para a reconstrução do trecho do Eixão Sul que desabou em fevereiro deste ano, soterrando dois carros e as mesas de um restaurante.
O órgão responsável pelo patrimônio artístico e cultural do Brasil barrou a proposta alegando que o projeto do DER-DF/Novacap "altera fortemente a arquitetura original e compromete a integridade arquitetônica e urbanística e, por extensão, do conjunto da Plataforma Rodoviária e sistema viário complementar."
O desafio proposto pelo concurso, voltado para os estudantes, era descaracterizar a tipologia de motel de rodovia, criando um edifício que dialogasse com o skyline da cidade do Rio de Janeiro, e que fosse focado no design e no entretenimento dos seus hóspedes.
Segundo o júri, “Muitas propostas se concentraram na concepção volumétrica autônoma, como se os deslocamentos de volumes para atender a uma solução funcional pudessem dar conta da complexidade necessária para uma inserção urbana. Por isso, os critérios considerados mais importantes na avaliação foram a inovação no programa, os corretos dimensionamentos de fluxos e as formas de interação entre arquitetura e espaços livres. Nesse sentido, as propostas que conseguiram absorver as potencialidades do local atingiram os objetivos do concurso: a criação de um Motel URBANO.”
Não são muitos os arquitetos que tiveram o desafio de projetar no espaço sideral, mas quem sabe o que nos aguarda no futuro... Será que teríamos que nos preocupar com chuvas de asteroides e foto-biorreatores? Buscando investigar este tema a Metropolis Maganize analisou o projeto da Estação Espacial Internacional, apontando como as regras convencionais de arquitetura se tornam obsoletas na gravidade zero. Paredes, tetos e pisos podem ser permutáveis e o conceito da 'forma que segue a função' é levado ao extremo.
2018 marca os 20 anos da construção da Estação Espacial Internacional. O Satélite é constituído por 34 peças separadas, as quais foram entregues por ônibus espacial ou automotora no espaço. Com nenhuma margem para erros, a construção de 13 anos da Estação Espacial foi, talvez, um dos grandes sucessos do milênio, recebendo 230 astronautas, cosmonautas e turistas espaciais nas últimas duas décadas.
O escritório Snøhetta divulgou imagens de um planetário e centro de visitação para a maior instalação astronômica da Noruega. Em uma floresta 45 km ao norte de Oslo, o planetário inclui "cabines interestelares" que imitam pequenos planetas.
O projeto oferecerá uma série de atividades científicas abertas a todo o público incluindo astronomia, estudo solar e ciências naturais, permitindo a exploração do céu estrelado e das auroras boreais.
Este texto é a versão ampliada e traduzida para o português do artigo original "5 puntos básicos para una arquitectura digna", publicado em junho de 2017 no blog da Fundação Arquia.
Quando o Paisaje Transversal surgiu há 10 anos, na Espanha, uma das razões que também nos movia era exigir e propor uma profissão mais responsável e respeitosa com os próprios colegas e com o restante da sociedade. Naquele momento, víamos, e ainda vemos, uma das consequências mais perniciosas do ensimesmamento e a auto-suficiência da arquitetura, tanto no mundo profissional quanto (de forma superlativa) nas universidades, é a grave ignorância em torno de questões básicas como o trabalho, a gestão de negócios ou a lei, entre muitas outras.
Este desconhecimento generalizado imposto e auto-imposto com orgulho, por se tratarem de temas cinzentos e secundários, levou à prática um sistema anômalo onde, com demasiada frequência, explora, precariza e auto-precariza a profissão. E isso, naturalmente, acaba prejudicando os profissionais, a profissão e a sociedade.
Uma causa não evidente desse fenômeno vem do fato de que, em muitos casos, esse abandono de funções é voluntário, baseado em uma posição liberal não solidária e anti-sistêmica, ou causado pela precariedade de uma profissão que, em algum momento, esteve bem e que não quer assumir seu novo status.
Listamos abaixo cinco princípios que consideramos necessários para difundir e reivindicar para reconstruir uma profissão digna e responsável:
Inaugurado no dia 29 de abril, o Sesc Avenida Paulista contou em sua abertura com uma instalação projetada pelo arquiteto e designer Guto Requena.
O projeto foi intitulado Empatias Mapeadas e consiste em uma escultura paramétrica interativa, com luzes que pulsam e caixas de som que mixam e emitem os sons dos batimentos cardíacos dos participantes que tocam a obra.
Até este ponto da história, a maioria dos programas de habitação social vão em direção à construção de novas unidades habitacionais. Mas segundo a especialista em planejamento urbano e habitação, Elisabete França, esse raciocínio muitas vezes é prejudicial para o desenvolvimento social de cidadãos de baixa e média renda.
https://www.archdaily.com.br/br/894158/licoes-para-o-brasil-cidades-que-se-desenvolveram-com-bons-projetos-de-habitacao-socialAndré Nunes e Daliane Nogueira
O Institut Ramon Llull apresentou em Barcelona o projecto RCR. Dream and Nature_Catalonia in Venice, um projeto sobre o escritório de arquitetura RCR Arquitectes que será apresentado nos eventos colaterais da 16ª Bienal de Arquitetura de Veneza.
O projeto que representará a Catalunha na Bienal de Veneza de 2018 tem como encarregadas a jornalista Pati Núñez e a arquiteta Estel Ortega junto com o escritório de arquitetura vencedor do Prêmio Pritzker de 2017, o qual é responsável pela criação de um espaço sem um projeto específico, sem maquetes ou plantas, um lugar para "investigar e repensar a relação do homem com o mundo a partir da La Vila, no Vale de Bianya (Girona, Catalunha)", segundo informou o instituto Catalão em um comunicado oficial.
https://www.archdaily.com.br/br/893958/proposta-do-rcr-arquitectes-para-o-pavilhao-da-catalunha-na-bienal-de-veneza-2018ArchDaily Team
O Instituto Real de Arquitetos Britânicos (RIBA) anunciou os vencedores de seus Prêmios de Excelência Internacional de 2018 e o Arquiteto Emergente Internacional de 2018. Os 20 projetos foram escolhidos a partir das inscrições para o Prêmio Internacional RIBA, cujo vencedor será anunciado em novembro de 2018. Os brasileiros Gustavo Utrabo e Pedro Duschenes, fundadores do escritório brasileiro Aleph Zero foram escolhidos como o escritório emergente de 2018.
Os 20 vencedores dos Prêmios por Excelência Internacional vêm de 16 países, abrangendo desde grandes projetos de infraestrutura urbana, destinos culturais e edifícios educacionais, espaços cívicos, casas particulares e locais de culto. Os projetos também formam uma longa lista para o Prêmio Internacional RIBA 2018, que será reduzido a quatro edifícios em setembro de 2018 e, em última análise, um vencedor em novembro.
https://www.archdaily.com.br/br/894180/escritorio-brasileiro-aleph-zero-recebe-o-premio-internacional-de-arquiteto-emergente-2018-do-ribaNiall Patrick Walsh
A WeWork anunciou que Bjarke Ingels será seu novo arquiteto-chefe. Ingels, que se impôs no mundo da arquitetura com a criação de seu escritório BIG em 2005, continuará atuando como sócio fundador e diretor de criação de sua empresa, no entanto, em sua nova função na WeWork, "oferecerá suas ideias e visões para nos ajudar a ampliar e ultrapassar os limites da arquitetura, do imobiliário, da tecnologia e do design", explicou a WeWork em comunicado à imprensa.
https://www.archdaily.com.br/br/894151/bjarke-ingels-assume-cargo-de-arquiteto-chefe-na-weworkAD Editorial Team
Não é nenhum mistério o porquê colocamos escalas humanas em nossas visualizações de projetos. Pessoas são o caminho mais rápido para uma conexão emocional. Com as indicações visuais certas, você pode evocar sentimentos profundos, transformando uma simples imagem em uma fonte de admiração ou aspiração. Nas visualizações arquitetônicas, tentamos moldar esses sentimentos, trabalhando com as percepções que a maioria de nós compartilha. Enquanto todos nós somos criaturas de circunstâncias, usando nosso conhecimento experiencial para nos guiar cotidianamente, muito do nosso condicionamento faz o mesmo. É por isso que é tão importante considerar como você usa as escalas humanas ao criar visualizações de seus projetos.
As escalas são seus guias visuais, alertando o espectador para a história ou sentimentos que você deseja transmitir. Às vezes, essa história é de uso, uma explicação de como alguém interage ou se move através de um espaço. Outras vezes, é um pouco mais abstrato. Qualquer que seja a direção, a arte de incluir escalas é realmente um estudo de composição, condicionamento e narrativa. Quanto mais você souber sobre cada tópico, melhor será a sua imagem - especialmente quando você tiver um pedido complicado do cliente.
Nesta parte, gostaria de mostrar a você como abordamos o assunto na Kilograph. Como nossas origens são diversas - artistas, arquitetos, especialistas em marcas e técnicos de realidade virtual - estamos constantemente discutindo sobre como fazer as pessoas se destacarem, do ponto de vista psicológico e estético. Aqui está o que já descobrimos.
A gravidade é inegável. Ficamos de pé, erguemos objetos, estremecemos quando vemos nosso peso na balança. Para os arquitetos, a gravidade tem um significado especial: é a força essencial a ser trabalhada. Clima, energia e materiais também são importantes — mas esses têm características específicas à sua localização.
A gravidade é a constante eterna. Mas há outro elemento universal no ato de projetar: a história, o papel de todas as coisas que passaram da ideia para a realidade, em todos os lugares. Se existem “razões” para um edifício ser feito oufinalizado de uma certa maneira, a história é a lente inegável quefaz sempre parte de como os projetistas pensam sobre o que deve ser construído.
Documentar a paisagem urbana é tarefa que fotógrafos realizam quase desde o surgimento da fotografia na segunda metade do século XIX. Inesgotável, a cidade continua servindo de matéria-prima para a fotografia, que, em contrapartida, oferece uma imagem de cidade que é, simultaneamente, igual e diferente daquilo que se percebe ao experienciar o espaço urbano.
Mauro Restiffe talvez seja um dos fotógrafos que mais profundamente vive a cidade e seus espaços residuais - aspecto facilmente notado ao ver a seleção de fotografias escolhidas para a mostra São Paulo, fora de alcance, em exibição no Insitituto Moreira Salles de São Paulo e com curadoria de Thyago Nogueira. Reunindo fotos que registram momentos de transformação e desgaste urbano de lugares como a Cracolândia, Bom Retiro, Luz, Itaquera, Ipiranga, entre outros bairros, Restiffe compõe uma imagem fragmentada de São Paulo do período entre 2012 e 2014, mas que - um pouco pela técnica e sobretudo pelo olhar - representa também outros tempos da Pauliceia.
O Instituto Americano de Arquitetos (AIA) e o Comitê de Meio Ambiente (COTE) anunciaram os vencedores do Top 10 do Prêmio COTE, a mais alta honraria dos edifícios que exemplificam ótimo projeto e o desempenho sustentável. O prêmio, agora em seu 22º ano, celebra os 10 projetos que atendem aos rigorosos padrões da COTE aos 10 critérios em várias áreas do projeto, incluindo valor econômico, social e ecológico. Os vencedores serão homenageados em junho na conferência AIA em Nova York.
O escritório Moriyuki Ochiai Architects, do Japão, projetou um conjunto de casas de chá localizadas na área rural de Bisei, na província de Okayama. A cidade é conhecida como o local onde o chá verde foi introduzido no Japão e também como um "santuário para observar as estrelas", o que inspirou os arquitetos a buscarem uma conexão entre essa peculiaridade astronômica e as casas de chá.