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Le Corbusier: O mais recente de arquitetura e notícia

10 Exercícios de desenho à mão livre para arquitetura

O que é beleza? Alguns anos atrás, um grupo de pesquisadores internacionais procurou desvendar os mistérios da beleza humana. Eles usaram tecnologia computacional de última geração, totalmente imparcial, e um enorme conjunto de dados para estabelecer, de uma vez por todas, porque rostos particulares são percebidos como bonitos e se a beleza existe independentemente de origem étnica, social e cultural; em outras palavras, se ela pode ser calculada matematicamente. Os cientistas introduziram em um poderoso computador inúmeras fotos de rostos de todo o mundo, cada um descrito por entrevistados como particularmente bonito. A informação resultante, eles acreditavam, poderia ser usada para gerar um rosto que seria reconhecido por qualquer ser humano como possuidor de uma beleza absoluta. Mas o que o computador finalmente cuspiu foi um retrato de um rosto comum, nem bonito nem feio, desprovido de vida e caráter, deixando os espectadores pasmos. Os dados acumulados criaram não uma beleza supra-humana, mas uma média estatisticamente correta.

Analisando o "Manual of Section": o desenho arquitetônico mais intrigante

Para Paul Lewis, Marc Tsurumaki e David J. Lewis, o corte "é muitas vezes entendido como um tipo simplificado de desenho, produzido no final do processo de concepção para descrever condições estruturais e materiais para a etapa da construção."

Esta é uma definição muito familiar para a maioria das pessoas que estudam ou trabalham com a arquitetura. Muitas vezes pensamos primeiramente na planta baixa, pois nos permite abraçar as expectativas programáticas de um projeto e fornecer um resumo das várias funções necessárias. Na idade moderna, programas de software de modelagem digital oferecem cada vez mais possibilidades quando se trata de criar objetos tridimensionais complexos, tornando o corte uma reflexão ainda mais tardia.

Com o seu Manual of Section (Manual do Corte) lançado em 2016, os três sócios fundadores do LTL architects apresentam o corte como uma ferramenta essencial no projeto arquitetônico, e vamos admitir isso, essa leitura pode fazer você mudar de ideia sobre o tema. Para os co-autores, "pensar e projetar o corte requer a construção de um discurso sobre ele, reconhecendo-o como um local de intervenção." Talvez, na verdade, precisamos entender as capacidades dos desenhos em corte tanto para usá-los de forma mais eficiente, quanto para desfrutar ao fazê-los.

Bagsværd Church by Jørn Utzon (1976). Published in Manual of Section by Paul Lewis, Marc Tsurumaki, and David J. Lewis published by Princeton Architectural Press (2016). Image Courtesy of LTL Architects Notre Dame du Haut by Le Corbusier (1954). Published in Manual of Section by Paul Lewis, Marc Tsurumaki, and David J. Lewis published by Princeton Architectural Press (2016). Image Courtesy of LTL Architects United States Pavilion at Expo '67 by Buckminster Fuller and Shoji Sadao (1967). Published in Manual of Section by Paul Lewis, Marc Tsurumaki, and David J. Lewis published by Princeton Architectural Press (2016). Image Courtesy of LTL Architects The Solomon R. Guggenheim Museum by Frank Lloyd Wright (1959). Published in Manual of Section by Paul Lewis, Marc Tsurumaki, and David J. Lewis published by Princeton Architectural Press (2016). Image Courtesy of LTL Architects + 15

9 Arquitetos famosos que não possuíam um diploma de arquitetura

Teve a pior banca possível? Falhou nas provas finais? Não se preocupe! Antes de cair em sua cama e chorar até dormir, veja essa lista de nove célebres arquitetos que compartilhem uma característica em comum. Você pode pensar que um diploma de arquitetura brilhante é um requisito para ser um arquiteto de sucesso; por que mais você estaria há tantos anos na escola de arquitetura? Bem, embora o título de "arquiteto" possa ser protegido em muitos países, isso não significa que você não pode projetar arquitetura incrível - como demonstrado por esses nove arquitetos, que jogaram as convenções fora e tomaram a estrada menos percorrida para a fama.

Último edifício projetado por Le Corbusier é reaberto em Zurique

O Centro Le Corbusier é considerado o último projeto construído por Le Corbusier. Entretanto, ele foi inaugurado somente em 1967, dois anos após a morte do seu renomado criador. Ao longo dos últimos anos o edifício esteve fechado, atravessando um longo projeto de reforma e restauração. Finalmente, o edifício construído em aço e vidro, volta a abrir as suas portas para o público na cidade de Zurique.

© Paul Clemence © Paul Clemence © Paul Clemence © Paul Clemence + 35

Experimentando Le Corbusier - Interpretações Contemporâneas do Modernismo

Cremme Editora de Mobiliário e Museu Oscar Niemeyer inauguram mostra sobre Le Corbusier

O Museu Oscar Niemeyer (MON), inaugura no sábado, 13, a exposição “Experimentando Le Corbusier – Interpretações Contemporâneas do Modernismo”. A mostra reúne profissionais que revivem a experiência do pensamento revolucionário de Le Corbusier, levando-o para além da arquitetura.

“É uma satisfação para o MON receber essa exposição, que tem como objetivo repensar e refletir sobre a significativa obra do mestre Le Corbusier e, para isso, reúne talentosos profissionais contemporâneos numa ampla discussão”, diz a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

O projeto conta com a participação de Irmãos Campana, Paulo Mendes

Luminárias desenhadas por arquitetos são atração na Semana do Design de Milão 2019

A Semana de Design de Milão, que este ano acontece entre os dias 09 e 14 de Abril, é o principal e mais conhecido evento de design do mundo, aonde são apresentados todos os anos as principais tendências do design contemporâneo. O Salone del Mobile, como parte dos eventos da Semana de Design, acolhe este ano a Bienal Euroluce, uma exposição internacional de design de iluminação.

A Euroluce deste ano apresenta duas tendências para os próximos anos: "redescobrindo o passado" e "referenciando a natureza". Antigas peças de design foram redescobertas e trazidas de volta à vida, não apenas para servir como símbolos do passado, mas como uma nova fonte de inspiração para o futuro. A referência à natureza é, evidentemente, a principal tendência no mundo do design hoje, dominando não apenas as peças apresentadas na Euroluce mas todas as outras categorias de objetos presentes na Semana de Design de Milão de 2019. São peças inspiradas na natureza e em suas formas naturais e orgânicas, além é claro, de materiais reciclados e ecologicamente corretos.

Seguindo estas linhas, as peças mais chamativas do Euroluce deste ano levam a assinatura de renomados arquitetos e estúdios de design do mundo. Importantes arquitetos fazem sua estréia como designers e apresentam ao mundo suas peças e soluções inteligentes de iluminação.

Sobre o deslocamento do corpo na arquitetura: o Modulor de Le Corbusier

Em 1948 o arquiteto Charles-Édouard Jeanneret-Gris - mais conhecido como Le Corbusier -, lançou uma de suas publicações mais famosas, intitulada O modulor, seguida por O modulor 2 em 1953. Nesses textos, Le Corbusier fez conhecer sua abordagem às investigações que tanto Vitruvio quanto Da Vinci e Leon Battista Alberti haviam começado, em um esforço por encontrar a relação matemática entre as medidas do homem com a natureza.

As pesquisas dos autores previamente mencionados representam também uma busca por explicar os Partenons, templos indígenas e as catedrais construídas a partir de medidas precisas que faziam referência a um código do que se entendia como essencial. Saber de quais instrumentos se dispunha para encontrar a essência dessas construções era o ponto de partida, e parecia se tratar de instrumentos que transcendiam o tempo. Não parece tão estranho dizer que as medidas que se empregaram foram, em essência, partes do corpo, como cotovelo, dedo, polegada, pé, braço, palma, etc. Inclusive, existem instrumentos e medidas que levam nomes que aludem ao corpo humano, o que indica que a arquitetura não está longe de ser reflexo do mesmo.

ARCHIVOIDS de Federico Babina exalta as arquiteturas do vazio

O artista italiano Federico Babina compartilhou conosco seu mais recente trabalho de ilustração arquitetônica. Archivoid procura "esculpir massas invisíveis de espaço" através da leitura de negativos - usando a linguagem arquitetônica de arquitetos famosos do passado e do presente, de Frank Lloyd Wright a Bjarke Ingels.

As imagens de Babina criam um ponto de vista inverso, uma inversão de percepção para uma leitura alternativa do espaço e da própria realidade. Fazendo do espaço negativo seu protagonista, Babina traça as “pegadas arquitetônicas” de arquitetos famosos, unindo misteriosas geometrias com uma combinação de cores vibrantes.

© Federico Babina © Federico Babina © Federico Babina © Federico Babina + 9

Repensando o Manifesto de Le Corbusier: 6 explorações que rompem os ideais modernistas

The Society of the Spectacle / Guy Debord
The Society of the Spectacle / Guy Debord

“Uma maquete de Corbusier é a única imagem que me traz à mente a ideia de um suicídio imediato.” - Ivan Chtcheglov

Apesar de suas brincadeiras, os situacionistas podem estar certos, afinal. A angústia dos estudantes de arquitetura pode não ser resultado de um trabalho excessivo no estúdio, mas sim da repetição sermonizante dos ideais modernistas que continuam a ser ensinados. No manifesto de Le Corbusier, Vers une Architecture (Por uma arquitetura), ele defende a adoção da arquitetura moderna como a solução para as crises globais do século XX, de uma forma que agora parece bastante limitadora.

Se a disciplina não ultrapassar as fotografias em preto-e-branco do Pavilhão de Barcelona ou os projetos da Bauhaus, os alunos continuarão a produzir o que pode estar incorretamente associado à “arquitetura correta”. A partir desses estereótipos do que a arquitetura deveria ser, aqui estão seis explorações de construções, curadoria e escrita que resistem a essas noções:

via MVRDV Courtesy of Joanna E. Grant © Plamen Petkov Courtesy of Sarah Wigglesworth Architects + 19

Retrofuturismo em Buenos Aires

Buenos Aires em 2018. Habitantes? Quase 3 milhões. Trens magnéticos de alta velocidade? Zero. Arranha-céus interconectados com vias férreas? Zero. DeLoreans voando pelos ares? Lamentavelmente, zero. Inovações no transporte? O metro-bus e a ciclovia. Em termos urbanísticos, a cidade parece não haver avançado no ritmo que se imaginava.

O que existia era uma fé cega no futuro. Um futuro onde tudo seria possível, onde o céu não era o limite e as pessoas poderiam circular livremente sobre as nuvens através de uma rede de caminhos que conectariam altas torres. O que ocorreu? Para isso, devemos viajar no tempo. Mais precisamente, ao passado.

Ninguém nasce moderno: as primeiras obras de mestres da arquitetura do século XX

No âmbito da arquitetura, grande parte do século XX é marcada por uma produção que se lê, de modo geral, como moderna. As bases que configuram essa produção têm sido, há pelo menos seis décadas, objeto de discussão, reunindo opiniões divergentes sobre a verdadeira intenção por trás da gestalt moderna.

Apartamento projetado por Le Corbusier é restaurado e aberto ao público em Paris

A Fundação Le Corbusier celebra o seu 50º aniversário com a inauguração de um apartamento projetado pelo famoso arquitecto e agora restaurado segundo seu desenho original. O apartamento localizado na rua Nungesser-et-Coli, em Paris, foi projetado por Le Corbusier em 1931 e concluído em 1934 para ser sua própria residência.

O apartamento passou por dois anos de restauração após ser classificado como patrimônio mundial em 2016 e agora está aberto ao público.

© FLC/ADAGP/Mercusot © FLC/ADAGP/Mercusot © FLC/ADAGP © FLC/ADAGP + 5

Desenhando na estrada: a história das viagens do jovem Le Corbusier pela Europa

Voyage Le Corbusier, de Jacob Brillhart, coleciona pela primeira vez um compêndio de croquis e aquarelas de Charles-Edouard Jeanneret - um jovem estudante que se tornaria o arquiteto modernista influente, Le Corbusier. Entre 1907 e 1911, ele viajou pela Europa e pelo Mediterrâneo carregando uma série de equipamentos de desenho e documentando tudo o que viu: ruínas clássicas, detalhes de interiores, paisagens vibrantes e as pessoas e objetos que os povoavam.

Le Corbusier era um arquiteto progressista profundamente radical, um futurista que era igualmente e fundamentalmente enraizado na história e na tradição. Ele era intensamente curioso, constantemente viajando, desenhando, pintando e escrevendo, tudo na busca de se tornar um arquiteto melhor. Como resultado, ele encontrou maneiras intelectuais para conectar seus fundamentos históricos com o que aprendeu com seus contemporâneos. Cresceu desenhando a natureza para copiar a pintura italiana do século XIV para, depois, liderar o movimento purista que influenciou grandemente a pintura e a arquitetura francesas no início dos anos 20. Todo o tempo, fazia conexões entre natureza, arte, cultura e arquitetura que eventualmente lhe deram uma base para pensar sobre projeto.

© F.L.C. / ADAGP, Paris / Artists Rights Society (ARS), New York 2016 © F.L.C. / ADAGP, Paris / Artists Rights Society (ARS), New York 2016 © F.L.C. / ADAGP, Paris / Artists Rights Society (ARS), New York 2016 © F.L.C. / ADAGP, Paris / Artists Rights Society (ARS), New York 2016 + 15

Cores, formas e materiais: o charme modernista de Berlim do pós-guerra

Em mais um capítulo do projeto Urban Geometry, o fotógrafo espanhol Andres Gallardo registra as cores, formas e a materialidade da arquitetura do pós-guerra em Berlim. O projeto conta ainda com registros de arquiteturas modernas de Pequim, Seul, Copenhague e Tallinn.

© Andres Gallardo © Andres Gallardo © Andres Gallardo © Andres Gallardo + 21

Eileen Grey, Le Corbusier e a Casa E-1027: uma história de arquitetura e escândalos

Este artigo foi originalmente publicado pela Metropolis Magazine como "A Saga Sórdida da Icônica Casa E-1027 de Eileen Gray".

É justo dizer que a casa francesa E-1027 de Eileen Gray não viveu uma vida encantadora: ela sobreviveu à profanação de Le Corbusier, foi alvo dos nazistas, por um período foi destino de orgias e drogas, e esteve perto do abandono. No entanto, ultimamente, o futuro da infame casa parece mais otimista: a Cap Moderne, uma organização sem fins lucrativos dedicada a reabilitar e abrir o edifício como um destino cultural, lançou recentemente uma campanha de financiamento coletivo para continuar a restauração da edificação. Nos últimos anos, o trabalho dos restauradores concentrou-se na recriação dos móveis projetados por Eileen Gray e os últimos esforços concentram-se na sala de jantar. Como esse ambiente - e toda a casa - perdeu seus móveis e entrou em ruínas é uma longa história, com muitas reviravoltas.

Fotos do cinema Neelam, um ícone modernista na Chandigarh de Le Corbusier

© Edmund Sumner
© Edmund Sumner

O Neelam Cinema é um dos três teatros construídos em Chandigarh, cidade modernista planejada por Le Corbusier. Construído pouco depois da independência da Índia no início dos anos 1950, o cinema está localizado na movimentada área industrial do Setor 17. Projetado pelo arquiteto Aditya Prakash sob a orientação de Le Corbusier e seu primo Pierre Jeanneret, a estrutura modernista permanece até hoje em sua forma original e continua projetando filmes de Bollywood. No entanto, sem a proteção como Patrimônio Mundial da UNESCO, o futuro do cinema permanece incerto. Abaixo, o fotógrafo britânico Edmund Sumner discute sua experiência de fotografar o cinema de 960 lugares, o coração da cidade, e um ícone de Chandigarh.

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