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Vidro: O mais recente de arquitetura e notícia

Luz e cor: enriquecendo a arquitetura com vitrais

Predominantemente associado a locais de culto, o vitral tem sido usado por artesãos em todo o mundo há milhares de anos em uma série de empreendimentos e instalações artísticas. Intensificando a arquitetura com cores vivas, o processo do vitral remete a uma ação particular em que o vidro é colorido através de óxidos metálicos durante sua fabricação, usando diferentes aditivos para criar uma gama de matizes e tons.

No quesito de aprimoramento arquitetônico, os vitrais são frequentemente reunidos para produzir representações de arte decorativa, permitindo que a luz filtre e penetre em uma estrutura ou edifício específico. Como componente, é ao mesmo tempo, decorativo e funcional, uma vez que permite a entrada de uma quantidade substancial de luz em um espaço, para efeito atmosférico e benéfico. 

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Concreto, madeira, aço ou vidro: como escolher o material de uma escada?

A maioria de nós usa escadas todos os dias, mas poucas vezes paramos para contemplar seu design ou pensar muito em sua função. Com seus degraus, espelhos e guarda-corpos, elas são facilmente um dos elementos arquitetônicos mais fundamentais em qualquer edificação com mais de um pavimento. Além de fornecer um acesso seguro, simples e fácil de um andar ao outro, é através de escadas que os arquitetos criam formas espaciais exclusivas e visuais fortes. De longe, pode-se observar pessoas se movendo para cima e para baixo repetidamente; De dentro, o usuário é apresentado a novos ângulos e maneiras de perceber um espaço. Portanto, uma boa escada é mais do que apenas um meio de circulação vertical. Através de sua força e escala, pode se tornar o protagonista de um espaço - um ponto focal de design que sobe ao nível da arte. Neste artigo, apresentamos suas características versáteis e qualidades materiais através de uma seleção de exemplos inspiradores, todos os quais podem ser encontrados na seção 'Escadas' do Architonic.

A luz como elemento projetual: maneiras inspiradoras de gerenciar a iluminação natural

© Eugeni PONS
© Eugeni PONS

Para a maioria das pessoas, a vida moderna exige passar a maior parte do dia em espaços interiores - na verdade, de acordo com um relatório da Environmental Protection Agency, a pessoa média passa cerca de 90% de sua vida em ambientes fechados. Como resultado, isso implica perder benefícios para a saúde associados à exposição à luz solar, como absorção de vitamina D, regulação dos ritmos circadianos, níveis mais altos de energia e até melhora do humor. Uma opção é aumentar a quantidade de tempo que passamos ao ar livre. Mas como a maioria das funções diárias são realizadas no interior dos edifícios, é crucial incorporar e priorizar a iluminação natural nos interiores.

Como os vidros com resistência ao fogo podem salvar vidas sem comprometer o projeto

Embora o vidro seja geralmente apontado como a parte mais frágil de um edifício, isso nem sempre é verdade. Com os avanços tecnológicos e as contínuas inovações do setor, há vidros que, mesmo permitindo a entrada de luz natural em um ambiente, podem proteger o edifício das chamas. Além do fogo, existem também outras ameaças, como gases quentes, fumaça e transmissão de calor, que colocam em risco a evacuação segura de pessoas e a proteção de bens.

6 Projetos de interiores que transformam a experiência espacial com vidros coloridos

O Polivinil Butiral (PVB) é uma resina conhecida por sua resistência, flexibilidade e transparência. Quando inserida ou colada entre dois painéis de vidro, a combinação—conhecida como vidro laminado—fornece uma camada extra de resistência física, proteção acústica e ultra-violeta sem consideráveis perdas na transparência do vidro. Não é por acaso que o vidro laminado é utilizado há décadas na confecção de para-brisas para automóveis.

Ao combinar diversas camadas de PVB, um vidro pode ser transformado em uma espécie de caleidoscópio de diferentes cores além de fornecer distintos graus de opacidade e transparência. A enorme gama de cores e acabamentos em PVB permite aos designers e projetistas desenvolver infinitas soluções personalizadas para cada projeto e ambiente. Pensando nisso, apresentaremos a seguir seis exemplos de projetos que fazem uso de soluções em vidro laminado com PVB:

Columbia Business School de Diller Scofidio + Renfro esculpe vazios com curvas cristalinas

A expansão do campus de Manhattanville da Columbia University deu início a um distrito cristalino de edifícios revestidos de vidro, em meio à arquitetura vernacular de alvenaria do Harlem. As últimas adições ao campus de 6,87 hectares (17 acres) e $ 6,3 bilhões, planejado pela SOM, são dois edifícios projetados por Diller Scofidio + Renfro (DS + R) em colaboração com a FXCollaborative, que configurou um novo lar para a Columbia Business School. Com inauguração prevista para o início de 2022, Henry R. Kravis Hall e o Edifício Leste possuem onze e oito pavimentos, respectivamente, e oferecem 45.708,00 m² (492.000 ft²) de salas de aula, espaços públicos e escritórios para o corpo docente.

Columbia Business School de Diller Scofidio + Renfro esculpe vazios com curvas cristalinasColumbia Business School de Diller Scofidio + Renfro esculpe vazios com curvas cristalinasColumbia Business School de Diller Scofidio + Renfro esculpe vazios com curvas cristalinasColumbia Business School de Diller Scofidio + Renfro esculpe vazios com curvas cristalinas+ 6

Transparência e translucidez: vidro e seus diferentes níveis de privacidade em projetos de interiores

Há muito tempo os elementos em vidro saíram das suas aplicações mais usuais – janelas, espelhos, box de banheiro – e assumiram outros papéis dentro da composição dos ambientes. Muito presente no formato de divisórias, quando a intenção é ampliar os espaços, o vidro também é utilizado como elemento que representa leveza e sofisticação funcionando como uma barreira física que também permite a entrada de luminosidade natural. 

Dentro das suas possibilidades, diferentes níveis de transparência podem ser aplicados de acordo com a funcionalidade de cada espaço. O vidro transparente no formato duplo, por exemplo, melhora a acústica do ambiente e, por isso, é recorrentemente aplicado em salas comerciais, já que, possibilita a separação física e acústica, mas ainda permite a relação visual entre os diferentes postos de trabalho.

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Casa Biblioteca / Atelier Branco Arquitetura

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Mais luz natural, menos ofuscamento e calor: Como funciona o vidro que se tinge automaticamente?

Em uma pesquisa de 2016 com 400 funcionários nos Estados Unidos, a Saint-Gobain descobriu que os ocupantes de prédios de escritórios geralmente reclamavam de má iluminação, temperatura, ruído e qualidade do ar, levando a empresa a deduzir a necessidade de melhorar a iluminação e o conforto térmico dos edifícios, ao mesmo tempo mantendo baixo consumo de energia e liberdade de projeto para arquitetos e clientes. Sua solução foi o SageGlass, um vidro inovador criado pela primeira vez em 1989 e desenvolvido ao longo das últimas três décadas. O vidro, que possui um envidraçamento dinâmico que protege do calor solar e do ofuscamento, otimiza simultaneamente a entrada de luz natural. Uma solução sustentável e estética, a adaptabilidade do SageGlass às condições externas elimina a necessidade de persianas ou venezianas.

Pavilhão Girassol / Brasil Arquitetura

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  • Arquitetos: Brasil Arquitetura
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área :  440
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano :  2004
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes :  Arte Seca, Camargo e Silva, Mar Mosaico

Tijolos de vidro em casas argentinas: iluminação natural e privacidade com blocos translúcidos

Tijolos de vidro em casas argentinas: iluminação natural e privacidade com blocos translúcidosTijolos de vidro em casas argentinas: iluminação natural e privacidade com blocos translúcidosTijolos de vidro em casas argentinas: iluminação natural e privacidade com blocos translúcidosTijolos de vidro em casas argentinas: iluminação natural e privacidade com blocos translúcidos+ 10

Ao criar espaços arquitetônicos, muitos arquitetos concordam que não só é importante, mas também necessário incorporar a luz natural aos interiores, utilizando diferentes estratégias para regular sua quantidade e definir qualidades como sua tonalidade e direcionamento. Apesar disso, em projetos residenciais, onde as exigências de privacidade são geralmente mais altas do que em, por exemplo, edifícios para usos comuns - escritórios, restaurantes, lojas -, ao definir as características dos ambientes, muitos optam por trabalhar com materiais que garantem maiores graus de proteção visual e que diluem o contato com o exterior público - seja através da incorporação de elementos opacos, seja por meio de envoltórios de revestimento e telas. Entretanto, há alguns materiais que garantem a entrada de uma grande quantidade de luz natural controlada durante o dia, mas sem implicar em perda de privacidade.

Edifícios transparentes e a ilusão da democracia

Entre 1914 e 1915, Le Corbusier projetava a Maison Dom-Ino, uma proposta de sistema estrutural que subvertia os modelos de então substituindo densas paredes portantes por pilares e lajes de concreto reforçado com aço. Muito mais leve e composto por elementos esbeltos, a este sistema se uniria o uso de grandes superfícies de vidro que garantiriam, de uma só vez, a entrada de higiênica luz solar nos espaços interiores e uma almejada transparência arquitetônica que diluiria as fronteiras entre interior e exterior – ao menos, metaforicamente.

Edifícios transparentes e a ilusão da democracia Edifícios transparentes e a ilusão da democracia Edifícios transparentes e a ilusão da democracia Edifícios transparentes e a ilusão da democracia + 9

Como escolher um vidro de segurança?

A busca por segurança na arquitetura está ligada, entre outros aspectos, à criação de interiores resguardados que nos permitam realizar as atividades diárias com conforto e sem imprevistos. No entanto, os desafios envolvidos na proteção de pessoas e propriedades mudaram drasticamente nos últimos anos. Hoje, procuramos sentir-nos seguros onde quer que estejamos e, numa arquitetura cada vez mais aberta e transparente, o material da sua envolvente torna-se cada vez mais relevante, principalmente nas suas zonas envidraçadas.

Que parâmetros devemos considerar ao escolher um vidro de segurança? Conversamos com os técnicos da Cristales Dialum, que desenvolveram soluções com diversos níveis de resistência para vidros simples e duplos.

Quando foram inventadas as janelas de vidro?

Você já se fez essa pergunta? Pode parecer estranho imaginar, à primeira vista, que nem sempre tivemos janelas em nossas construções, nem tão pouco elas eram vedadas por um material transparente capaz de permitir a entrada de iluminação natural em recintos escuros ou de fazer uma barreira contra o frio: o vidro.

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OMA divulga proposta para a loja da Tiffany & Co. em Nova Iorque

O OMA divulgou imagens da nova loja da famosa marca de joias Tiffany & Co., na Quinta Avenida de Nova Iorque. Com conclusão prevista para 2022, a intervenção “reimagina a experiência comercial, preservando a identidade histórica do edifício original”.

Esquadrias de canto: ampliando os espaços para o exterior

Malibu Crest, remodelação de uma casa de 1949 do Estilo Internacional, foi desenvolvida pelo Studio Bracket com o objetivo de ampliar a metragem quadrada da estrutura e as vistas panorâmicas para Malibu, mantendo mais de 50% das paredes originais da casa. O projeto foi bem-sucedido, não apenas na renovação de seus espaços internos e reconfiguração do espaço, mas no alargamento das janelas para captar verdadeiramente as vistas da lagoa e das montanhas circundantes. Essa expansão das vistas foi realizada em parte por meio de janelas de cantos abertos e vidros do chão ao teto, fabricados pela Western Window Systems. Esta tecnologia de vidros ininterruptos é uma das formas mais eficazes de abrir um espaço interior para as vistas deslumbrantes de um ambiente natural. Permitem que o espaço interno seja mais aberto para o exterior sem obstruções. A seguir, revisamos suas vantagens estéticas, suas qualidades estruturais e sua aplicação em projetos reais.

Todos os plásticos são recicláveis? Conheça uma nova tecnologia que recupera rejeitos de plástico e vidro

Ao passo que nem todos os plásticos são reciclados, mesmo aqueles que exibem o sinal de reciclagem, o problema global causado por estes resíduos continua muito longe de ser resolvido. A reciclagem, geralmente determinada por fatores como demanda, legislação e economia, consome cerca de 20% da produção anual de plásticos, deixando uma grande quantidade não resolvida, destinada a durar para sempre em nosso ambiente. Além disso, ao competir com materiais recém-produzidos, os plásticos reciclados precisam atender aos padrões de qualidade e valor, bem como ser submetidos a uma transformação sustentável, eficiente e economicamente viável.

A ROGP ou Rejects of Glass & Plastics Technology é uma abordagem inovadora que redireciona tipos de plástico rotulados como materiais não recicláveis devido à sua complexidade técnica ou problemas relacionados à economia.

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