1. ArchDaily
  2. Vernacular

Vernacular: O mais recente de arquitetura e notícia

Arquitetos como mediadores: três experiências de diálogo entre comunidade, governo e empresas no sul global

Na contemporaneidade, o fazer arquitetônico vai muito além da criação de edifícios ou da materialização de ideias, ele se afirma como um campo multidimensional assumindo papéis mais amplos e complexos. Em contextos marcados por desigualdade, crises ambientais e disputas territoriais, ele se transforma em uma ferramenta de negociação, capaz de mediar interesses entre diferentes atores. Nesse cenário, o arquiteto assume também a função de tradutor cultural, articulador social e, muitas vezes, defensor de direitos coletivos.

Arquitetos como mediadores: três experiências de diálogo entre comunidade, governo e empresas no sul global - Image 1 of 4Arquitetos como mediadores: três experiências de diálogo entre comunidade, governo e empresas no sul global - Image 2 of 4Arquitetos como mediadores: três experiências de diálogo entre comunidade, governo e empresas no sul global - Image 3 of 4Arquitetos como mediadores: três experiências de diálogo entre comunidade, governo e empresas no sul global - Image 4 of 4Arquitetos como mediadores: três experiências de diálogo entre comunidade, governo e empresas no sul global - Mais Imagens+ 12

Entre algoritmos e saberes ancestrais: expandindo o conceito de inteligência arquitetônica

A presença da inteligência artificial (IA) na arquitetura não é mais uma promessa futurista, mas uma realidade concreta que transforma radicalmente o modo de projetar. Em questão de segundos, sistemas computacionais são capazes de processar e validar múltiplas variáveis — formais, programáticas, contextuais, normativas — conduzindo arquitetos a soluções altamente otimizadas. Contudo, enquanto celebramos essa revolução algorítmica, emerge uma inquietação crítica: será que a inteligência arquitetônica pode ser limitada a uma operação lógica de dados? Em resposta, ganham força abordagens que revalorizam modos de construir baseados na experiência sensível, na adaptação ao território e na transmissão intergeracional de conhecimento. Nesse diálogo entre inteligências artificiais e ancestrais, emerge uma compreensão mais profunda. A verdadeira inteligência não reside nas ferramentas em si, mas na intencionalidade e na sensibilidade com que as utilizamos para responder às complexidades do contexto.

Entre algoritmos e saberes ancestrais: expandindo o conceito de inteligência arquitetônica - Image 1 of 4Entre algoritmos e saberes ancestrais: expandindo o conceito de inteligência arquitetônica - Image 2 of 4Entre algoritmos e saberes ancestrais: expandindo o conceito de inteligência arquitetônica - Image 3 of 4Entre algoritmos e saberes ancestrais: expandindo o conceito de inteligência arquitetônica - Image 4 of 4Entre algoritmos e saberes ancestrais: expandindo o conceito de inteligência arquitetônica - Mais Imagens+ 8

Materiais vernaculares para uma modernidade africana: entrevista com Worofila

Subscriber Access | 

Fundado pela arquiteta senegalesa Nzinga Mboup e pelo arquiteto francês Nicolas Rondet, o Worofila é um estúdio dedicado à arquitetura bioclimática e ecológica. Com sede em Dakar, Senegal, o escritório explora o potencial de materiais vernaculares, como tijolos de terra e fibras vegetais, aplicando técnicas contemporâneas para criar soluções construtivas eficazes. Seu trabalho aborda questões fundamentais relacionadas ao meio ambiente, sustentabilidade e urbanização, unindo materiais tradicionais a práticas inventivas.

Nesta entrevista, Nzinga e Nicolas compartilham sua visão sobre uma modernidade africana distinta, que integra métodos contemporâneos com conhecimentos e recursos tradicionais. Eles defendem uma abordagem de desenvolvimento que não apenas atenda às necessidades imediatas, mas também empodere comunidades e promova um progresso significativo e duradouro. Suas ideias oferecem uma perspectiva instigante sobre como a arquitetura pode impulsionar um futuro mais sustentável e contextual para as cidades africanas.

Materiais vernaculares para uma modernidade africana: entrevista com Worofila - Image 1 of 4Materiais vernaculares para uma modernidade africana: entrevista com Worofila - Image 2 of 4Materiais vernaculares para uma modernidade africana: entrevista com Worofila - Image 3 of 4Materiais vernaculares para uma modernidade africana: entrevista com Worofila - Image 4 of 4Materiais vernaculares para uma modernidade africana: entrevista com Worofila - Mais Imagens+ 4

O que são tecnologias vernaculares?

A arquitetura vernacular tem ganhado cada vez mais espaço na teoria e na prática projetual com suas características sendo estudadas e revisadas. Um impulso relacionado a diferentes fatores, mas principalmente, ao contexto de mudanças climáticas o qual estamos vivendo que pede por soluções construtivas mais sustentáveis e conectadas ao contexto.

Nesse âmbito, muito se fala sobre as diferentes técnicas vernaculares empregadas na arquitetura, seja a produção dos tijolos em adobe, os telhados de palha, as paredes trançadas de bambu, entre muitas outras. No entanto, enquanto a técnica vernacular concentra-se em ações ou habilidades específicas, seu significado difere das tecnologias vernaculares.

O que são tecnologias vernaculares? - Image 1 of 4O que são tecnologias vernaculares? - Image 2 of 4O que são tecnologias vernaculares? - Image 3 of 4O que são tecnologias vernaculares? - Image 4 of 4O que são tecnologias vernaculares? - Mais Imagens

Vida sobre as Águas: Arquitetura Ribeirinha da Amazônia em Destaque na Mostra Ecofalante e SEMEIA

O filme "Vida sobre as Águas" (2023), com direção principal e pesquisa da arquiteta Danielle Khoury Gregorio, será exibido na Mostra Ecofalante de Cinema, o maior e mais importante festival cinematográfico socioambiental da América do Sul. O filme também participará da SEMEIA – Semana do Meio Ambiente do Museu do Amanhã.

Como substituir o ar condicionado? Estratégias passivas para lidar com o aquecimento global

Entre agora e 2050, a instalação de aparelhos de resfriamento, como o ar condicionado, triplicará em todo o mundo, resultando no dobro de energia consumida. Como sinônimo do aquecimento global, nossa dependência cada vez maior desses equipamentos apresenta um paradoxo: até quando iremos enfrentar o aquecimento global com soluções que aumentam ainda mais a temperatura das cidades?

Como substituir o ar condicionado? Estratégias passivas para lidar com o aquecimento global - Image 1 of 4Como substituir o ar condicionado? Estratégias passivas para lidar com o aquecimento global - Image 2 of 4Como substituir o ar condicionado? Estratégias passivas para lidar com o aquecimento global - Image 3 of 4Como substituir o ar condicionado? Estratégias passivas para lidar com o aquecimento global - Image 4 of 4Como substituir o ar condicionado? Estratégias passivas para lidar com o aquecimento global - Mais Imagens+ 4

A construção da Mesquita de Abijo: uma jornada arquitetônica

O documentário "Mesquita de Abijo", lançado recentemente, explora a jornada de projeto e construção da Mesquita de Abijo em Lagos, Nigéria. O documentário oferece uma narrativa detalhada do processo projetual e do contexto cultural que envolve a nova estrutura. Projetada pela Patrickwaheed Design Consultancy (PWDC), a mesquita é um exemplo da integração de materiais tradicionais com a arquitetura contemporânea. Além disso, o projeto da Mesquita de Abijo ajuda a promover a "linguagem arquitetônica nigeriana".

A construção da Mesquita de Abijo: uma jornada arquitetônica - Image 1 of 4A construção da Mesquita de Abijo: uma jornada arquitetônica - Image 2 of 4A construção da Mesquita de Abijo: uma jornada arquitetônica - Image 3 of 4A construção da Mesquita de Abijo: uma jornada arquitetônica - Image 4 of 4A construção da Mesquita de Abijo: uma jornada arquitetônica - Mais Imagens+ 3

Por que o tempo é um problema para os arquitetos?

Subscriber Access | 

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Desde o surgimento do modernismo, os arquitetos têm enfrentado um dilema ao lidar com a realidade do tempo. Isso se torna um problema, pois o tempo e a gravidade são duas forças universais. Os arquitetos são extremamente bons em lidar com a gravidade — ela está presente em tudo o que projetamos e realiza uma dança simbiótica com a estrutura. Não importa o quanto um projeto simule a ausência de peso, sua massa não pode ser negada. Os arquitetos devem enfrentar a gravidade, seja nas varandas da Casa da Cascata de Frank Lloyd Wright, ou nos edifícios paramétricos potencializados pelos softwares da atualidade.

Projeto Forty Five Degrees explora práticas locais de criação de espaços por comunidades

Ao falar sobre práticas de criação de espaços, arquitetos e urbanistas geralmente pensam em planejamento participativo e processos colaborativos, muitas vezes ignorando as maneiras pelas quais as próprias comunidades podem se tornar agentes de mudança. Como as pessoas possuem um conhecimento íntimo não apenas do ambiente, mas também das normas sociais e culturais, das necessidades de suas comunidades e das oportunidades latentes em seu entorno, muitas vezes são elas que iniciam ações, apoiam seus pares e contribuem positivamente. O escritório de pesquisa forty five degrees se propôs a explorar essas iniciativas de base, conhecer os moradores locais e reunir suas histórias em uma ação para obter uma melhor compreensão dos territórios culturais complexos e diversos em toda a Europa. Sua jornada, organizada sob o projeto "Radical Rituals", segue a linha paralela 45°N que atravessa a Europa de leste a oeste. O escritório foi selecionado como parte das Novas Práticas de 2023 do ArchDaily, uma pesquisa anual destinada a mostrar aqueles que enfrentam os desafios cada vez maiores de nosso tempo e levam a arquitetura a novas direções.

Projeto Forty Five Degrees explora práticas locais de criação de espaços por comunidades - Image 1 of 4Projeto Forty Five Degrees explora práticas locais de criação de espaços por comunidades - Image 2 of 4Projeto Forty Five Degrees explora práticas locais de criação de espaços por comunidades - Image 3 of 4Projeto Forty Five Degrees explora práticas locais de criação de espaços por comunidades - Image 4 of 4Projeto Forty Five Degrees explora práticas locais de criação de espaços por comunidades - Mais Imagens+ 6

Arquitetura contemporânea: a importância da cultura local na prática

A arquitetura contemporânea, como disciplina e prática, jamais nasce do zero. Os projetos realizados hoje são baseados numa série de experimentações que ocorreram desde o primeiro momento que a humanidade começou a conceber os espaços de habitação e convívio. Numa costura intrínseca entre costumes, tradições, materiais locais e técnicas construtivas, surgiram as arquiteturas ancestrais e vernaculares. A influência do contexto e da cultura de cada população pode ser de grande inspiração para profissionais da arquitetura na contemporaneidade que, ao olhar para o passado, conseguem responder eficientemente ao futuro. 

Arquitetura contemporânea: a importância da cultura local na prática - Image 1 of 4Arquitetura contemporânea: a importância da cultura local na prática - Image 2 of 4Arquitetura contemporânea: a importância da cultura local na prática - Image 3 of 4Arquitetura contemporânea: a importância da cultura local na prática - Image 4 of 4Arquitetura contemporânea: a importância da cultura local na prática - Mais Imagens+ 8

Arquitetura vernacular para um clima em mudança: livro explora estratégias para uma transição sustentável

À medida que os desafios impostos pelas mudanças climáticas aumentam em número e intensidade, aumenta também a necessidade de encontrar práticas de construção sustentáveis que se conectem aos ecossistemas e meios de subsistência, em vez de prejudicá-los. Embora muitas vezes negligenciada na busca por inovação, a arquitetura vernacular pode oferecer respostas para questões contemporâneas. Essa linha da arquitetura não apenas depende de materiais disponíveis localmente, mas também do conhecimento indígena das condições locais, como orientação solar, padrões de vento, necessidades de ventilação e comportamento dos materiais ao longo do tempo. A Dra. Sandra Piesik, diretora e arquiteta da 3 ideas e fundadora da HABITAT Coalition, explora esse potencial em seu novo livro, Habitat: Vernacular Architecture for a Changing Climate [Habitat: Arquitetura Vernacular para um Clima em Mudança].

Arquitetura vernacular para um clima em mudança: livro explora estratégias para uma transição sustentável - Image 1 of 4Arquitetura vernacular para um clima em mudança: livro explora estratégias para uma transição sustentável - Image 2 of 4Arquitetura vernacular para um clima em mudança: livro explora estratégias para uma transição sustentável - Image 3 of 4Arquitetura vernacular para um clima em mudança: livro explora estratégias para uma transição sustentável - Image 4 of 4Arquitetura vernacular para um clima em mudança: livro explora estratégias para uma transição sustentável - Mais Imagens+ 5

A história por trás da Vila Badran no Cairo: arquitetura orgânica na década de 1970

Enquanto os arquitetos egípcios exercitavam seu entendimento do modernismo no tecido urbano na década de 1970, uma "rebelião" na forma da Vila Badran desafiava as formas padronizadas e a geometria rígida. Gamal Bakry mergulhou profundamente em sua imaginação para construir esta obra única que ainda faz parte da cidade do Cairo. Com fachadas curvas e fluídas, a Vila Badran se inspirou em formas naturais. Na tentativa de criar um espaço mais natural em sua essência, a intervenção consiste em uma composição monolítica que abriga uma casa de dois pavimentos projetada para uma família.

A história por trás da Vila Badran no Cairo: arquitetura orgânica na década de 1970 - Image 1 of 4A história por trás da Vila Badran no Cairo: arquitetura orgânica na década de 1970 - Image 2 of 4A história por trás da Vila Badran no Cairo: arquitetura orgânica na década de 1970 - Image 3 of 4A história por trás da Vila Badran no Cairo: arquitetura orgânica na década de 1970 - Image 4 of 4A história por trás da Vila Badran no Cairo: arquitetura orgânica na década de 1970 - Mais Imagens+ 2

Arquitetura híbrida: entre o digital e o vernáculo

Em Mendoza, na Argentina, o laboratório de pesquisas em fabricação digital Nodo 39 FabLab criou uma estrutura-bastidor de tecido feita em madeira cortada digitalmente com telas e pontos para facilitar o processo de tecelagem e composição iconográfica dos indígenas da região central do país. No interior do Ceará, Brasil, por meio de uma pesquisa intitulada “Artificies Digitais” da Universidade Federal do Estado, fez-se o uso de ferramentas de fabricação digital, mais especificamente a impressão 3D, para a obtenção de modelos digitais das partes danificadas do retábulo do altar-mor da Igreja Matriz da cidade de Russas, sendo possível a produção de próteses digitais para sua restauração.

Arquitetura híbrida: entre o digital e o vernáculo - Image 1 of 4Arquitetura híbrida: entre o digital e o vernáculo - Image 2 of 4Arquitetura híbrida: entre o digital e o vernáculo - Image 3 of 4Arquitetura híbrida: entre o digital e o vernáculo - Image 4 of 4Arquitetura híbrida: entre o digital e o vernáculo - Mais Imagens+ 6

Arquitetura de pedra: sensibilidade ambiental nas ruínas da Chapada Diamantina

Arquitetura de pedra: sensibilidade ambiental nas ruínas da Chapada Diamantina - Image 3 of 4Arquitetura de pedra: sensibilidade ambiental nas ruínas da Chapada Diamantina - Image 4 of 4Arquitetura de pedra: sensibilidade ambiental nas ruínas da Chapada Diamantina - Image 1 of 4Arquitetura de pedra: sensibilidade ambiental nas ruínas da Chapada Diamantina - Image 2 of 4Arquitetura de pedra: sensibilidade ambiental nas ruínas da Chapada Diamantina - Mais Imagens+ 13

Quando fluxos migratórios não se dirigem a grandes centros urbanos surge a manifestação de uma arquitetura espontânea para suprir a necessidade de abrigo e proteção, função primordial de uma habitação. O uso de técnicas que se adaptam e improvisam com os materiais disponíveis no local traz novas possibilidades de imaginar a arquitetura e o modo como o humano desenvolve o entorno para servir a seus desejos e necessidades. Na impressionante Chapada Diamantina, em Igatu, o garimpo levou aproximadamente trinta mil pessoas para morar numa região distante e sem infraestrutura, impondo à criatividade humana o desafio de solucionar a questão de moradia, que foi respondida através da interação com o próprio entorno: as pedras.

UFMT lança livro sobre tecnologias e arquiteturas indígenas em Mato Grosso

O Núcleo de Estudos e Pesquisas em Tecnologias Indígenas, o Tecnoíndia, criado pelo professor da UFMT, José Afonso Botura Portocarrero, arquiteto com doutorado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, e pela antropóloga aposentada pela UFMT, Maria Fátima Roberto Machado, doutora pelo Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, está lançando uma nova obra, reunindo artigos produzidos ao longo de 20 anos de pesquisa e ensino sobre tecnologias e arquitetura indígenas em Mato Grosso.

Arquiteturas originais brasileiras

Subscriber Access | 

Em vidas passadas eu fiz um mestrado em semiótica e aprendi a prestar atenção nas palavras que escolhemos. Por exemplo, abra qualquer livro de arquitetura brasileira e você lerá alguns subtítulos que ajudam a organizar cronologicamente nosso espaço construído: Arquitetura Indígena, Arquitetura do Brasil Colônia, Arquitetura do Brasil Imperial, Arquitetura Moderna Brasileira, Arquitetura Contemporânea no Brasil. Notaram a sutil diferença, a palavra Brasil que dá nome a esta terra aparece em todos os períodos pós colonização mas não naquele que é justamente o modo de construir original deste lugar.

Arquiteturas originais brasileiras - Image 1 of 4Arquiteturas originais brasileiras - Image 2 of 4Arquiteturas originais brasileiras - Image 3 of 4Arquiteturas originais brasileiras - Image 4 of 4Arquiteturas originais brasileiras - Mais Imagens+ 12

Marrocos Moderno: uma nova arquitetura vernacular

Marrocos Moderno: uma nova arquitetura vernacular - Image 1 of 4Marrocos Moderno: uma nova arquitetura vernacular - Image 2 of 4Marrocos Moderno: uma nova arquitetura vernacular - Image 3 of 4Marrocos Moderno: uma nova arquitetura vernacular - Image 4 of 4Marrocos Moderno: uma nova arquitetura vernacular - Mais Imagens+ 7

A arquitetura moderna do Marrocos, a qual tem se desenvolvido rapidamente ao longo das últimas décadas devido ao recente desenvolvimento econômico do país, encontra-se profundamente enraizada nas tradições construtivas locais. Tendo o vernacular como principal fonte de inspiração, a arquitetura moderna marroquina assume a origem de seu próprio nome árabe al-maġhrib, ou seja “lugar onde o sol se põe; o oeste”. O Marrocos é um estado soberano com uma rica cultura arquitetônica e uma vasta história, contando com inúmeros e excepcionais exemplos de arquitetura tradicional islâmica.

Centro comunitário de bambu e barro construído por mulheres é premiado em Bangladesh

Uma construção impressionante foi erguida em Rudrapur, um vilarejo no norte de Bangladesh. Foram usadas técnicas e materiais locais para dar forma ao espaço que surgiu para suprir uma importante demanda. Batizado de Centro Anandaloy, o primeiro andar funciona como um centro de atendimento a pessoas com deficiência.

O projeto venceu o Prêmio OBEL 2020, uma premiação internacional que homenageia as contribuições arquitetônicas notáveis para o desenvolvimento humano em todo o mundo.

Centro comunitário de bambu e barro construído por mulheres é premiado em Bangladesh - Image 1 of 4Centro comunitário de bambu e barro construído por mulheres é premiado em Bangladesh - Image 2 of 4Centro comunitário de bambu e barro construído por mulheres é premiado em Bangladesh - Image 3 of 4Centro comunitário de bambu e barro construído por mulheres é premiado em Bangladesh - Image 4 of 4Centro comunitário de bambu e barro construído por mulheres é premiado em Bangladesh - Mais Imagens+ 5