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Projeto Urbano: O mais recente de arquitetura e notícia

O que impede os planejadores urbanos de criarem novos bairros caminháveis?

Uma rua caminhável em Washington, DC. Imagem © <a href='https://www.flickr.com/photos/dewita-soeharjono/4558849693'>Usuário Flickr dewita-soeharjono</a> licença <a href='https://creativecommons.org/licenses/by/2.0/'>CC BY 2.0</a>
Uma rua caminhável em Washington, DC. Imagem © Usuário Flickr dewita-soeharjono licença CC BY 2.0

Este artigo foi originalmente publicado por Common Edge como "Por que Não Conseguimos Criar Comunidades Caminháveis Completamente Novas?"

Eu vivi por 40 anos em bairros onde você pode caminhar até uma loja, um cinema, um restaurante, inclusive nos meus tempos de faculdade. Eu cresci em uma casa de fazenda com rua interna de acesso à garagem, mas na vida adulta estive sempre em partes caminháveis das cidades.

Outros também redescobriram as alegrias e os benefícios dos lugares caminháveis. Primeiro apenas algumas pessoas, depois uma onda delas. Embora em números totais ainda pode ser um gosto de uma minoria, é um desejo que agora está na moda, anunciado em filmes e programas de TV. Menos pessoas hoje aspiram viver numa casa grande com garagem para três carros.

Projeto busca requalificar a relação da Índia com o rio Ganges

A empresa Morphogenesis, com sede em Déli, concluiu recentemente uma proposta para um projeto que reabilita e desenvolve os ghats (escadarias que levam ao rio) e crematórios ao longo de um trecho de 210 quilômetros do rio Ganges, o rio mais longo da Índia. O projeto, intitulado "A River in Need", faz parte da Missão Nacional de Ganges Limpa (NMCG), uma empresa do Ministério dos Recursos Hídricos do Governo indiano formada em 2011 com dois objetivos: garantir uma redução efetiva da poluição do rio além de conservá-lo e revitalizá-lo.

Organização Seccional do Programa. Imagem Cortesia de MorphogenesisGhat típico no nível de água normal. Imagem Cortesia de MorphogenesisLayout de Crematório. Imagem Cortesia de MorphogenesisColunas inteligentes para criar espaço sombreado. Imagem Cortesia de Morphogenesis+ 23

Seis princípios para tornar as cidades mais seguras a partir do desenho urbano

É assustador o fato de que 1,25 milhão de pessoas morrem a cada ano em acidentes de trânsito. Diversos fatores contribuem para esse alto índice, porém a maneira como as cidades são construídas é a principal responsável por esse cenário. E se um guia prático pudesse ajudar as cidades a salvarem mais de 100 pessoas por dia? O Nossa Cidade deste mês tratará do tema Segurança Viária. Para começar, apresentamos as soluções propostas pela publicação O Desenho de Cidades Seguras.

Elaborado pelo WRI Ross Centro para Cidades Sustentáveis, o guia fornece aos gestores e projetistas um compilado de orientações e exemplos de intervenções no desenho viário que ajudam a reduzir os acidentes e as mortes no trânsito. O Brasil é, atualmente, o quarto país que mais mata no trânsito. Essas fatalidades custam cerca de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Outras economias emergentes como México, Indonésia, Turquia e China também têm grandes prejuízos econômicos com as mortes no trânsito. São também nos países de baixa e média renda em que 90% das fatalidades em acidentes ocorrem.

Como a estratégia de iluminação noturna discreta de Zurique potencializa a identidade local

Enquanto muitas cidades se esforçam para parecem espetaculares à noite,Zurique adota uma estratégia modesta para a iluminação noturna. Muitos centros urbanos no mundo ficam supersaturados à noite, com edifícios individuais chamando a atenção com luzes brilhantes, fortes contrastes ou iluminação colorida de fachada. O master plan de Zurique para iluminação, por sua vez, focou numa imagem geral da cidade, com níveis sensíveis de luz branca. No entanto, esta presença noturna não é fruto de um projeto simples; ela foi baseada em estudos urbanos detalhados e projeções precisas e personalizadas, onde a tecnologia é discretamente escondida em favor da autenticidade cultural.

Iluminação do Stadthausquai com a Igreja Fraumünster e St. Peter Church, Zürich. Foto de Benno Tobler. Imagem © Stadt ZürichIluminação do Stadthausquai com a Igreja Fraumünster e St. Peter. Foto de Juliet Haller. Imagem © Stadt ZürichIluminação na facahda com projeção na Ópera de Zurique na Sechseläutenplatz. Foto de Juliet Haller. Imagem © Stadt ZürichVista noturna da Ponte Rudolf Brun. Foto de Georg Aerni. Imagem © Stadt Zürich+ 12

ESCOLA DA CIDADE promove 2ª Turma do Curso Livre sobre Projeto Urbano na Alemanha

A Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo promove a partir de maio, o curso livre “Cidade é Diversidade - O novo DNA no projeto urbano na Alemanha”, organizado pelo arquiteto e urbanista alemão, Claus Bantel.

Dez finalistas do concurso "Post-Fossil City" compartilham suas visões para um futuro sustentável

O Urban Futures Studio da Universidade de Utrecht anunciou os 10 finalistas de seu concurso Post-Fossil City, escolhidos por um júri que incluiu o co-fundador do MVRDV, Winy Maas. Cada uma das propostas respondeu ao chamado do concurso e projetou uma cidade sustentável que já não depende de fontes de energia não-renováveis. Arquitetos, designers e makers foram convidados a imaginar este novo futuro, que "vai remodelar nossas cidades e vidas cotidianas tão radicalmente que é difícil imaginar como será seu toque, gosto, cheiro e aparência."

Do total de 250 inscrições, abaixo estão os 10 finalistas selecionados juntamente com um trecho de suas propostas, conforme descrito no site do concurso.

10 DESIGN vence concurso para desenvolvimento urbano massivo na China

10 DESIGN venceu um concurso para projetar a China Resources Land (CR Land) "Hengqin Wanxiang World", um projeto misto de 2,3 milhões de metros quadrados localizado em Zhuhai, na China. O complexo incluirá locais de comércio centrados em torno de uma "Praça Central", que servirá como um local para uma variedade de programas culturais e de performances. A construção do empreendimento está definida para começar este mês.

XX Bienal Panamericana de Arquitetura de Quito: Premiados das Categorias Projeto Arquitetônico, Projeto Urbano e Arquitetura Paisagística

Nesta quarta-feira, 16 de novembro, foi divulgado o resultado do Concurso da XX Bienal Panamericana de Arquitetura de Quito.

Divididos em 6 categorias, os jurados selecionaram uma série de projetos e publicações que se destacaram como sendo uma contribuição real para seus respectivos entornos.

Apresentamos, em seguida, os vencedores nas categorias ( A) Projeto Arquitetônico e (B) Projeto Urbano e Arquitetura Paisagística.

Paris planeja inaugurar espaços públicos em linha de trem abandonada

A linha ferroviária Petite Ceinture foi inaugurada em 1852 para o transporte de carga e passageiros. Percorrendo 32 quilômetros e cruzando nove arrondissements da cidade, seu apogeu durou mais de oito décadas. 

No entanto, na primeira metade do século XX, o número de passageiros da linha caiu devido à ascensão do automóvel, fazendo com que em 1934 a linha deixasse de realizar esse tipo de serviço. O caminho continuou sendo usado apenas para cargas até os anos 1980, quando, finalmente, os trens deixaram de circular por ela. 

MLA+ e CAUPD vencem concurso para a regeneração de uma área industrial em Shenzhen

O escritório MLA+ e a Academia da China de Projetos e Planejamento Urbano, em parceria com Felixx Landscape Architects & Planners e o Instituto Municipal de Projetos de Shenzhen, venceram o concurso de projeto urbano para a regeneração da uma área ao longo da estrada G107, no distrito Bao'an, em Shenzhen, China.

Localizada em ambos os lados da G107, a área de intervenção tem 53 km² e unificará uma paisagem industrial que fora fragmentada pelo curso da rodovia.

Saskia Sassen, Krister Lindstedt e Mimi Hoang falam sobre arquitetura e processos migratórios

Na conferência reSITE deste ano, que aconteceu em Praga, os palestrantes de diversas partes do globo buscaram apresentar diferentes perspectivas sobre os desafios em torno da migração, explorando tópicos que iam da economia ao planejamento urbano e arquitetura. No entanto, como podemos ver nas apresentações a seguir, migração é um tópico que requer interrogações em muitas diferentes escalas e contextos: do foco na economia global oferecido por Saskia Sassen em sua palestra de abertura, aos desafios de projetar micro-apartamentos, mostrados por Mimi Hoang do nArchitects, e o caso usual apresentado por Krister Lindstedt do White Arkitekter, quando a migração ocorre não por algumas pessoas em particular, mas por uma cidade inteira.

Proposal for Kiruna town square. Image Cortesia de Kjellander + SjöbergCarmel Place. Image © Field ConditionInterior of a micro-apartment at Carmel Place. Image © Pablo EnriquezProposal for a neighborhood in Kiruna. Image © White Arkitekter+ 5

Projeto "The Hills" de West 8 em Nova Iorque é aberto ao público

A maior etapa do projeto Governors Island Park, "The Hills", foi inaugurado no último dia 19 de julho. Projetado pelo escritório West 8, o parque de 10 acres de área apresenta uma topografia ondulante que oferece aos visitantes locais de mirante e áreas lúdicas de estar.

Imagem © Tim SchenckImagem © Tim SchenckImagem © Tim SchenckImagem © Tim Schenck+ 23

Lowline de Nova Iorque recebe sua primeira aprovação municipal

O aguardado projeto "Lowline" em Nova Iorque acaba de receber sua primeira aprovação pelas autoridades locais. Primeiro passo para transformar o projeto em realidade, a aprovação dá sequência ao primeiro parque subterrâneo do mundo, um espaço público cultural voltado para a comunidade que será, ao mesmo tempo, um refúgio local e uma atração mundial.

Embora a Metropolitan Transit Authority (MTA) tenha manifestado interesse naquela área subterrânea, a equipe de projeto do Lowline recebeu permissão de uso por seu alto potencial comunitário.

Cortesia de NYCEDCCortesia de NYCEDCCortesia de NYCEDCCortesia de NYCEDC+ 15

Retrospectiva: 8 anos de projetos sociais e urbanos

Nos últimos oito anos o mundo vivenciou mudanças importantes -- catástrofes naturais, aquecimento global, guerras,doenças, crises econômicas e políticas, entre outras coisas -- que tiveram um impacto direto no modo como habitamos nosso planeta e, portanto, no modo como arquitetos e urbanistas lidam com projetos comunitários. 

A importância da arquitetura socialmente engajada foi destacada pela escolha de Alejandro Aravena ao Prêmio Pritzker deste ano, um arquiteto cuja obra carrega a ideia de um profissional ativo e comprometido com a luta por um ambiente urbano democrático. Esta ideia também é refletida pela missão do ArchDaily: "melhorar a qualidade de vida das 3 bilhões de pessoas que se mudarão para as cidades nos próximos 40 anos, proporcionando inspiração, conhecimento e ferramentas para os arquitetos que enfrentarão o desafio de projetar para elas."

Portanto, em celebração ao 8° aniversário do ArchDaily, nossa equipe de projeto selecionou 24 projetos exemplares, dividiros em 3 categorias. Cada um destes projetos, publicados ao longo dos últimos 8 anos, se dedica a atender as necessidades sociais, comunitárias e cívicas dos contextos onde estão inseridos.

Clássicos da Arquitetura: Parque Güell / Antoni Gaudí

O Parque Güell foi projetado por Antoni Gaudí a pedido do conde Eusebi Güell, que almejava construir um parque elegante para os aristocratas de Barcelona. O conde havia previsto a construção de um empreendimento habitacional que tiraria proveito das vistas da área e do ar fresco. No entanto, apenas duas casas foram concluídas. O próprio Gaudí habitava uma delas, projetada pelo arquiteto Francesc Berenguer em 1904, e que agora funciona como um museu exibindo alguns dos trabalhos de Gaudí. O parque é uma atração turística em Barcelona, conhecido por seu famoso terraço e sua entrada icônica, ladeada por dois edifícios de Gaudí.

© Samuel Ludwig© Samuel Ludwig© Samuel Ludwig© Samuel Ludwig+ 6

“Under Gardiner”: projeto de recuperação de espaços sob uma rodovia em Toronto

Recuperar quatro hectares de espaço desocupado sob a rodovia elevada Gardiner Expressway, em Toronto, é o principal objetivo de “Under Gardiner”, um projeto urbano que tem previsão de ser construído em meados deste ano.

A iniciativa segue a tendência de projetos emblemáticos realizados em outras cidades do mundo - como o icônico High LIne em Nova Iorque, o Baana em Helsinki, e a Plantée Promenade em Paris - que reconhecem o potencial dos espaços vagos e os convertem em novos lugares de encontro para a comunidade.

Promenada / Enota

© Miran Kambič© Miran Kambič© Miran Kambič© Miran Kambič+ 37

  • Arquitetos: Enota
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  17020
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2014

Geopark / Helen & Hard

Cortesia de Helen & HardCortesia de Helen & HardCortesia de Helen & HardCortesia de Helen & Hard+ 15