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Coworking: O mais recente de arquitetura e notícia

Pré-fabricação e ousadia formal do modernismo belga: a história dos Edifícios CBR e LH 187 em Bruxelas

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Entre 1960 e 1976, a capital da Bélgica tornou-se um cenário de experimentos arquitetônicos que combinavam os ideais modernistas com a pré-fabricação, culminando na construção de dois edifícios icônicos. O CBR Office Building (1967-1970) e o LH 187 (1976), projetados por Constantin Brodzki e Marcel Lambrichs, são vizinhos e compartilham uma linguagem arquitetônica audaciosa. Ambos se destacam por suas fachadas formadas por grandes módulos de concreto pré-fabricado, que não só evidenciam a estética brutalista, mas também revelam o empenho em usar materiais industriais e técnicas construtivas inovadoras para a época.

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A experiência do funcionário: projetando locais de trabalho a partir de pesquisas com os usuários

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Uma pessoa passa em média aproximadamente 90.000 horas, equivalente a um terço da vida, no trabalho. O local de trabalho pode ser um segundo lar para os adultos e essa relação tem alimentado um desejo de mudança duradouro nos escritórios. Ao longo das décadas, vários fatores, incluindo pandemias, crises econômicas e mudanças nas preferências geracionais, têm impactado a natureza do trabalho e os lugares onde as pessoas trabalham. Os fenômenos recentes da "Grande Demissão" e a adoção generalizada de arranjos de trabalho remotos e híbridos aceleraram a transformação dos locais de trabalho. Em resposta, as organizações estão cada vez mais priorizando a experiência geral dos funcionários, reconhecendo a necessidade de criar ambientes que acomodem estruturas em evolução, ao mesmo tempo em que promovem satisfação, engajamento e bem-estar entre sua força de trabalho.

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5 Estratégias de projeto para manter a saúde mental nos espaços de trabalho compartilhado

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A síndrome de burnout, também conhecida como síndrome do esgotamento profissional, tem estado cada vez mais presente entre os profissionais de hoje. Como resultado do acúmulo intenso de estresse e tensão emocional, sua origem está diretamente relacionada ao cotidiano laboral de cada indivíduo, e não somente aos quesitos logísticos e organizacionais das empresas, mas também é motivada pelo ambiente físico de trabalho.

Passamos em média 1/3 do nosso dia nos espaços de trabalho, portanto, não é à toa que eles assumem um importante papel na nossa saúde mental. Passada a onda dos home offices que vivemos no decorrer de 2020, temos assistido, hoje em dia, o crescente retorno aos espaços colaborativos de trabalho. Eles têm voltado à pauta como uma alternativa híbrida que permite um distanciamento do âmbito doméstico, consolidando a separação entre as funções, algo mais do que necessário após um ano de isolamento.  

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Centro de Inovação IHI [i-Base] / Nikken Sekkei

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  • Arquitetos: Nikken Sekkei
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  1243
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2019

O futuro espaço de trabalho não será um espaço de trabalho

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À medida que em alguns países a pandemia de COVID-19 pareça estar sobre controle e as pessoas comecem à retomar suas antigas rotinas, muito se especula sobre se vamos de fato voltar a viver como vivíamos antes, cumprindo jornadas de trabalho presenciais de oito horas por dia cinco dias da semana. Por outro lado, há aqueles que acreditam que algumas das mudanças pelas quais passamos ao longo do último ano vieram para ficar e que o sistema híbrido de trabalho já não é mais visto como uma solução temporária e sim definitiva. Entretanto, nem todas as pessoas desfrutam do fato de poder trabalhar de casa e em muitos casos, isso significa encontrar um outro lugar que não o escritório para poder desempenhar suas atividades profissionais. Este espaço intermediário entre o ambiente doméstico e profissional vem sendo chamado de third place, literalmente “terceiro” lugar, um termo utilizado para descrever quase todos os outros lugares, desde cafeterias a praças e até espaços de co-working. Se você costuma frequentar uma biblioteca para estudar ou trabalhar, ou aproveita para responder e-mails enquanto espera à mesa de um restaurante ou bar, faz ligações e video chamadas desde a sala de espera do aeroporto, isso significa que você já está incluído na lista das pessoas que frequentam este “outro” lugar.

Armazem Cowork / oitoo

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  • Arquitetos: oitoo
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  416
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2018
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Aleluia Cerâmicas, Amorim, GRAPHISOFT, Ikea, Isea, +1

Viver e trabalhar juntos, reflexões sobre produtividade e empatia pós-pandemia

O tema deste mês no ArchDaily, como viveremos juntos, convida a refletirmos sobre a forma como habitamos os espaços com os outros. Este artigo se concentrará em tal questão a partir de dois conceitos que, ao coexistir em harmonia, podem resultar em um futuro viável para o desenvolvimento: viver e trabalhar.

Este aprofundamento faz parte do repensar do distanciamento social. Devemos realmente nos distanciar da socialização para mitigar a propagação da COVID-19? A pandemia nos desestabilizou, e talvez se as palavras escolhidas para a palavra de ordem emergente desta conjuntura fossem repensadas em um espírito mais otimista, poderíamos obter algo como: empatia a 2m de distância. Desta forma, o mesmo efeito é alcançado para o distanciamento como medida de precaução, com a diferença de pensar na entidade coletiva, construindo assim o tecido social que emerge nos espaços onde trabalhamos e vivemos.

Viver em comunidade: 13 projetos que promovem o uso compartilhado dos espaços

Com o crescimento populacional, adensamento das cidades e aumento do preço dos imóveis, arquitetos e urbanistas têm buscado alternativas de novas configurações espaciais para a ocupação e habitação nos centros urbanos. A profusão de moradias e espaços de trabalho compartilhados é um dos exemplos de como o campo da arquitetura está se adaptando às novas formas de viver em sociedade. 

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Sicur Coworking / Juliana Trivelato Stefanelli Arquitetura

Sicur Coworking  / Juliana Trivelato Stefanelli Arquitetura - Fotografia de Interiores, Escritórios, Viga, Mesa, Cadeira, IluminaçãoSicur Coworking  / Juliana Trivelato Stefanelli Arquitetura - Fotografia de Interiores, Escritórios, Mesa, CadeiraSicur Coworking  / Juliana Trivelato Stefanelli Arquitetura - Fotografia de Interiores, Escritórios, Cozinha, Viga, Mesa, Cadeira, IluminaçãoSicur Coworking  / Juliana Trivelato Stefanelli Arquitetura - Fotografia de Interiores, Escritórios, Cozinha, Mesa, CadeiraSicur Coworking  / Juliana Trivelato Stefanelli Arquitetura - Mais Imagens+ 16

  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  320
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2019
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Hunter Douglas, Alberflex, Beaulieu, Bonaluce Iluminação, Colormix, +9

Arquitetura e economia circular na era dos espaços compartilhados

A economia circular tem sido um modelo também aplicado no setor de arquitetura e construção com objetivo de produzir projetos de edificações mais eficientes, funcionais e sustentáveis. Os 3R’s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) utilizados como estratégias da economia circular já estão famosos, sendo que o primeiro R, “Reduzir", deve ser o item inicial buscado nos projetos. Nessa ótica, um dos itens mais eficientes para reduzir o consumo de materiais, recursos naturais e custos nos projetos de edificações é a diminuição do tamanho dos ambientes ocupados e da área construída (isto é, mantendo os níveis adequados de qualidade do espaço, como acessibilidade, ventilação e iluminação natural, compatibilidade com o layout, etc.).

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Typographia Cowork / Alexandre Loureiro Architecture Studio

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  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  300
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2016
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Rothoblaas, Adobe Systems Incorporated, AutoDesk, Cinca, Diathonite, +7

Coronavírus: o fim dos escritórios?

Ao longo dos últimos três meses, o COVID-19 se espalhou rapidamente pelos quatro cantos do mundo, ultrapassando a marca de 114 países com casos confirmados até a última quarta-feira dia 11 de Março de 2020, tirando a vida de quase 5.000 pessoas até o momento, números que tendem a aumentar exponencialmente ao longo das próximas semanas.

Mas, se pudéssemos deixar de lado por um momento a gravidade desta situação, a pandemia de coronavírus – de maneira pouco ortodoxa – está nos fazendo refletir sobre o futuro das relações de trabalho no mundo. Milhões de pessoas estão sendo forçadas à trabalhar de casa, juntando-se a um já não pequeno número de pessoas que o fazem por escolha ou comodidade. A pergunta que queremos levantar é: seria este o início do fim do tradicional edifício de escritórios?

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CC Estúdio / Metro Arquitetos Associados

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Como o "coworking" transformou nossos espaços de trabalho?

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Ao longo dos últimos anos, os espaços habitáveis de nosso planeta passaram por uma revolução sem precedentes que corresponde ao momento específico da história da humanidade, quando mais da metade da população mundial passou a viver em áreas urbanizadas. É por isso que, devido ao considerável aumento da população urbana de nosso planeta, a estrutura de nossas cidades estão mudando. Tanto as nossas casas quanto os espaços públicos e locais de trabalho estão se transformando para construir novas relações entre as pessoas e o espaço.

Google Campus São Paulo / SuperLimão

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  • Arquitetos: SuperLimão
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2016

Selgascano projeta filial da Second Home em Los Angeles

Second Home, uma empresa londrina do ramo da indústria criativa, abrirá sua primeira filial nos Estados Unidos. Desenvolvido pelo escritório Selgascano, de Madri, o projeto propõe a transformação da histórica Comunidade de Anne Banning em East Hollywood através de um campus urbano de 9 mil metros quadrados.

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Proposta de Morris + Company reaproveita Estação de metrô de Londres como albergue para sem-tetos

Morris + Company divulgou imagens de sua proposta vencedora do concurso que abordava a crise dos sem-teto em Londres. A proposta M+C, produzida para o New Horizon Youth Center e para o prefeito de Londres, reaproveita a estação de metrô abandonada York Road como um albergue e espaço de co-working.

Intitulado “Stepping Stones”, o projeto procura fornecer “uma estratégia de terreno inclusiva, viável e holística que possa apoiar uma comunidade gerenciada e equilibrada, oferecendo aos jovens moradores de rua uma solução discreta para habitação de longo prazo. "

Bjarke Ingels assume cargo de arquiteto-chefe na WeWork

A WeWork anunciou que Bjarke Ingels será seu novo arquiteto-chefe. Ingels, que se impôs no mundo da arquitetura com a criação de seu escritório BIG em 2005, continuará atuando como sócio fundador e diretor de criação de sua empresa, no entanto, em sua nova função na WeWork, "oferecerá suas ideias e visões para nos ajudar a ampliar e ultrapassar os limites da arquitetura, do imobiliário, da tecnologia e do design", explicou a WeWork em comunicado à imprensa.