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Brutalismo: O mais recente de arquitetura e notícia

Comece bem o ano com 18 ilustrações de clássicos da arquitetura

Para celebrar o início de 2015, Xinran Ma, um arquiteto e ilustrador de Nova Iorque, criou esse cartão brutalista de boas festas. Baseando seu trabalho em mais de 50 clássicos da arquitetura moderna e brutalista, esse cartão apresenta elementos de edifícios icônicos, alterados e adaptados para criar uma espécie de tipografia.

Xinran diz que os edifícios que ilustra têm, todos, uma infeliz característica em comum: "são extremamente atraentes e inspiradores para mim", diz ele, mas "ironicamente foram sendo, de algum modo, gradualmente esquecidos." Como resultado, as ilustrações que ele produz não são apenas um hobby, mas em parte uma obrigação que sente "de defender, registrar e difundir os clássicos que, acredito, são imortais." Xinran compartilhou conosco 18 dessas ilustrações que pretendem difundir para o mundo esses edifícios. Dê uma olhada em cada um delas, a seguir.

Sede do Partido Comunista da Bulgária. Imagem © Xinran Ma Makedonium / Jordan Grabulovski e IskraGrabulovski. Imagem © Xinran Ma Instituto Central de Pesquisas de Robótica e Cibernética. Imagem © Xinran Ma Abadia de St. John / Marcel Breuer. Imagem © Xinran Ma + 19

Lançamento do livro "Brutalist Connections", de Ruth Verde Zein

No dia 29 de setembro, próxima segunda-feira, a professora e pesquisadora Ruth Verde Zein lançará seu livro "Brutalist Connections". O evento acontecerá na livraria Bookstore, localizada na Sede do Departamento de São Paulo do Instituto de Arquitetos do Brasil, às 19h.

Clássicos da Arquitetura: Anhembi Tênis Clube / João Batista Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi

Por Ruth Verde Zein

As estruturas porticadas desta obra dão seguimento a idéias exploradas nos Ginásios de Itanhaém e Guarulhos, mas aqui com um porte e complexidade estrutural e formal muito mais amplo, onde o desenho do pórtico em elaboração e tridimensionalidade.

Projeto "Artigas 100 anos" em comemoração ao centenário do arquiteto

Em 23 de junho 2015, Vilanova Artigas completaria 100 anos. A data está no período compreendido entre a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, realizados no Brasil. Esses eventos naturalmente movimentarão o mercado da construção civil na agenda de governos, da sociedade civil e jogam luz sobre as condições de mobilidade urbana e promovem a reflexão sobre a dinâmica da vida nas cidades.

Artigas anteviu a arquitetura e o urbanismo como ferramentas indispensáveis para a transformação da realidade das cidades brasileiras. Propôs soluções na prática de seu processo criativo como arquiteto, como professor e intelectual. Seu legado vanguardista não só permanece atual, como está mais efervescente do que nunca.

Veja a seguir mais informações sobre o projeto Artigas 100 anos e sobre o Programa de Patronos. 

Edifício Louveira. Imagem © José Moscardi Edifício Louveira. Imagem © Maíra Acayaba Salão Caramelo - FAUUSP. Imagem © Nelson Kon FUUSP - Imagem © José Moscardi + 7

Em comemoração ao centenário de Vilanova Artigas, família do arquiteto pretende lançar sua cinebiografia

Em 2015 será comemorado o centenário de Vilanova Artigas, figura central no ensino e prática da arquitetura moderna brasileira. Em homenagem aos cem anos do arquiteto, sua família está produzindo o filme “Artigas 100 anos”, que pretende transformar história da vida e obra do arquiteto numa cinebiografia.

A homenagem se dividirá em quatro vertentes: a cinebiografia, com o título provisório de “Vilanova Artigas: As Cidades como as Casas, as Casas com as Cidades”; o site oficial, com a disponibilização do acervo profissional e pessoal do arquiteto; o livro, que reunirá as obras mais relevantes e influenciadoras de Vilanovas; e a exposição, que será promovida pelo Itaú Cultural, que levará ao público o processo criativo do arquiteto.

Exposição “Viver em Concreto” recria modelos de residências paulistas em Ferrara, Itália

O último Salão de Restauro e Conservação de Ferrara, Itália, teve como um dos destaques os modelos em escada de algumas famosas residências paulistas das décadas de 50, 60 e 70. Ícones como a Casa de Vidro, de Lina Bo Bardi, a Casa Masetti, de Paulo Mendes da Rocha, e outras criadas por arquitetos como Vilanova Artigas, Joaquim Guedes, Carlos Millan, Oswaldo Correa Gonçalves e Marcos Acayaba foram dissecadas pelos estudantes de Ferrara e depois recriadas em modelos digitais e maquetes para a mostra "Viver em Concreto".

Brutalismo de A a Z

Jonathan Meades, do jornal The Guardian, elegeu os ícones do Brutalismo em uma provocante lista de A a Z que vai de Hans Asplund, que cunhou o termo "nybrutalism", à fascinação californiana nos anos 1960 com ornamentos em estilo Zapoteco. Veja a lista completa e descubra por que a cidade de Quebec, o arquiteto iugoslavo Janko Konstantinov e o dinamarquês Jørn Utzon estão na lista.

Palestra de Ruth Verde Zein: Modernidade Madura, Conexões Brutalistas: Patrimônio e Legado nos Anos 1955-75

No dia 1º de Março, às 9h, acontecerá no Auditório do Centro de Educação da UFPE a palestra "Modernidade Madura, Conexões Brutalistas: Patrimônio e Legado nos Anos 1955-75", ministrada pela professora Ruth Verde Zein *.

Ensaio fotográfico “Sesc Pompeia, Concreto Vermelho – 2013”

O designer e fotógrafo paulistano Fernando Pires realizou ano passado uma série fotográfica no icônico Sesc Pompéia, uma das mais expressivas obras da arquiteta Lina Bo Bardi.

Partindo da obra arquitetônica - um projeto brutalista onde duas cores, o vermelho e o cinza do concreto, se unem com harmoniosamente – o fotógrafo faz uma releitura bastante pessoal em um ensaio que explora a simetria e busca transmitir a sensação de conforto visual.

O ensaio mostra profundo respeito pela obra da arquiteta, entretanto, através da linguagem da fotografia, cria narrativas outras que têm como base o próprio edifício do Sesc Pompéia. 

Veja a seguir algumas das fotografias deste ensaio

© Fernando Pires © Fernando Pires © Fernando Pires © Fernando Pires + 15

X Seminário DOCOMOMO Brasil / Curitiba

A década de 1960 transborda seus limites temporais; estes anos estão mais vivos do que nunca. Apesar das notícias em contrário, a modernidade também segue viva, se bem tenha passado, ao longo do século, de vanguarda a tradição. E se bem consideradas, muitas das práticas correntes do cenário profissional arquitetônico e urbano atual tem suas raízes e fundamentos preferencialmente no patrimônio e legado dos otimistas, progressistas e variados anos 1955-75.

Clássicos da Arquitetura: Ginásio do Clube Atlético Paulistano / Paulo Mendes da Rocha e João De Gennaro

© Arquivo P.M. Rocha. Cortesia de Brutalist Connections © Daniela Getlinger © Arquivo P.M. Rocha. Cortesia de Brutalist Connections © Arquivo P.M. Rocha. Cortesia de Brutalist Connections + 17

Uma plataforma habitável semienterrada, cuja cota superior estaria posicionada a meia altura em relação ao transeunte da Rua Colômbia, abriga boa parte do programa solicitado e pode ser entendida como uma continuação do piso urbano, qual praça semi-elevada e aberta, possibilitando franco acesso às arquibancadas do ginásio coberto; desde o clube, a praça é também mirante, terraço que devolve ao uso comum a área livre e aberta anteriormente existente e agora ocupada pelo ginásio, realizando assim o entendimento corbusiano do teto-jardim como instrumento de recuperação urbana do espaço privativamente ocupado da cidade.

X DOCOMOMO Brasil começa na próxima terça-feira em Curitiba com a presença de conferencistas internacionais convidados

X SEMINÁRIO DOCOMOMO BRASIL
ARQUITETURA MODERNA E INTERNACIONAL: conexões brutalistas 1955-75

O DOCOMOMO é uma organização não-governamental, com representação em mais de quarenta países, fundada em 1988, na cidade de Eindhoven, Holanda. É uma instituição sem fins lucrativos, atualmente sediada na Fundació Mies van der Rohe, em Barcelona.

Porque skatistas precisam do Southbank Centre

Dentro do amplo debate sobre o projeto de Feilden Clegg Bradley para redesenhar o Southbank Centre em Londres, uma questão que por vezes tem sido ignorada pela mídia de arquitetura é a proposta de relocar a pista de skate da galeria subterrânea do Queen Elizabeth Hall em um espaço nas proximidades da ponte Hungerford.

Como era de se esperar, essa decisão provocou uma petição que acabou coletando cerca de 40.000 assinaturas para salvar um dos pontos de skate mais famosos do Reino Unido. Nós já falamos sobre como skatistas podem ensinar arquitetos sobre a compreensão do espaço; entretanto, neste caso, eu gostaria de examinar como skatistas, enquanto uma entidade (sub)cultural, interagem com a cidade, e como a cidade pode atender suas necessidades. Apesar de muitos arquitetos já serem a favor da aceitação dos skatistas nos espaços públicos, espero explorar por que a comunidade em geral tende a vê-los como um problema a ser resolvido, e o que isso pode revelar sobre a proposta para o Southbank Centre.

Continue lendo para saber mais sobre a maneira peculiar como os skatistas experienciam a cidade.

Estacionar é um inferno (mas os projetistas podem ajudar nisto)

A maior parte dos estacionamentos é gratuito - mas isso não significa que não têm um custo elevado. Um podcast recente da Freakonomics Radio examinou os estacionamentos nas cidades americanas, investigando o "custo de estacionamentos não pagos pelos motoristas" - um custo pago não só pelo governo, mas pelo meio ambiente - devido ao congestionamento e poluição causados pelas pessoas que procuram uma vaga. Por exemplo, em uma área de quinze quarteirões em Los Angeles, a distância percorrida pelos motoristas procurando por vagas é equivalente a uma viagem atravessando o EUA por dia.

Uma solução potencial discutida em um projeto de San Francisco chamado SF Park, faz uso de sensores para medir a demanda por estacionamento em certas áreas da cidade e ajustar o preço de acordo com a demanda. Em teoria, isto criaria um pequeno número de espaços vazios em cada quarterão e reduziria drasticamente o tempo que muitos motoristas gastam procurando por vagas.

Apesar da ideia ser uma inteligente abordagem ao problema de estacionamentos nas ruas, esta conversa sobre oferta, demanda e valores mais parece uma solução elaborada por um economista. O que os projetistas podem fazer para ajudar nesta situação?

Talvez, a partir da perspectiva do projetista, o verdadeiro problema dos estacionamentos nas ruas é que eles são sempre vistos como conjuntos a um edifício ou a uma região da cidade. Houve uma série de tentativas de arquitetos - algumas bem sucedidas outras tragicamente falhas - de tornar os estacionamentos um destino em si, ao invés de serem rupturas no tecido das cidades. Poderiam estas ideias apontar para outra direção?

Saiba mais sobre 3 exemplos de estacionamentos como eram no passado, e uma possibilidade futura, após o intervalo...

Arquitetura de palavras: a escrita livre e exata de Lina Bo Bardi / Marcelo Ferraz

Brutalist Connections

Brutalismo é o nome frequentemente usado para referenciar uma tendência arquitetônica de meados do século XX, cujo clichê definia-o como superfícies ásperas de concreto aparente. De fato, a Arquitetura Brutalista foi adotada por inúmeros arquitetos por todo o mundo entre 1950 e 1970. Esta Arquitetura produziu uma série de edifícios, muitos deles de inventividade excepcional e alto nível de qualidade artística. O site Brutalist Connections de direção da Prof. Dr. Ruth Verde Zein busca contribuir para o reconhecimento da Arquitetura Brutalista considerada, em um sentido mais amplo, como um momento significativo da Arquitetura Moderna Seu foco está em obras arquitetônicas, debates conceituais e a diversidade de contribuições internacionais para o termo “brutalismo.”

Quando documentar não é suficiente: obras, datas, reflexões e construções teóricas / Ruth Verde Zein

É preciso respeitar os documentos. Mas os documentos não falam por si mesmos: aguardam ser interpretados. E nunca é demais lembrar, como bem apontou Marina Waisman, que “se bem os objetos da reflexão provém da realidade, a problemática que comportam não se revela neles de um modo direto e evidente; será a reflexão que há de descobrir ou revelar problemas e questões que subjazem na realidade fática, pois o ato de formular questões ou perguntas se apoia em conceitos, em ideias; com base neles é que se produzem as descobertas; e logo será a práxis que responderá – positiva ou negativamente – às perguntas ou exigências formuladas pela reflexão”.[1]

Clássicos da Arquitetura: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP) / João Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi