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Buenos Aires: O mais recente de arquitetura e notícia

As 20 maiores cidades do mundo em 2021

De acordo com o último relatório das Nações Unidas sobre as populações nas cidades, até 2030, “projeta-se que as áreas urbanas abriguem 60% da população global e uma em cada três pessoas viverá em cidades com pelo menos meio milhão de habitantes”. Crescendo em tamanho e número, as cidades são centros de governo, comércio e transporte e, em 2021, as 20 maiores cidades do mundo já totalizam meio bilhão de pessoas. Com efeito, uma a cada cinco pessoas em todo o mundo vive em uma cidade com mais de 1 milhão de habitantes.

A seguir, reunimos as 20 maiores megacidades do mundo em 2021, de acordo com o número de pessoas que vivem em sua área metropolitana. Embora Tóquio seja a maior cidade em nível global, com um total de mais de 37 milhões de habitantes, a maioria das maiores cidades do mundo está nos dois países mais populosos, China e Índia. Entre elas, temos cinco metrópoles na China – Xangai, Pequim, Chongqing, Tianjin e Guangzhou – e três na Índia – Delhi, Mumbai e Calcutá. A maior cidade do continente americano é São Paulo, com 22 milhões de habitantes, seguida pela Cidade do México e Buenos Aires, na Argentina. Istambul, na Turquia, ocupa a 13ª posição com uma parte da cidade situada na Europa e outra parte na Ásia.

Beijing. Image via ShutterstockGuangzhou. Image via ShutterstockBuenos Aires. Image via ShutterstockMumbai. Image via Shutterstock+ 21

Arquitetura bioclimática na América Latina: estratégias passivas para economizar energia

Escuela en Chuquibambilla / Marta Maccaglia + Paulo Afonso + Bosch Arquitectos (2013 - Chuquibambilla, Perú). Image La casa de Meche: Taller de buenas prácticas constructivas / ENSUSITIO Arquitectura (2019 - Pedro Carbo, Ecuador). Image Edificio Block Social Nestlé / GH+A | Guillermo Hevia (2009 - Graneros, Chile). Image Casa Ñasaindy / ArquitecTava (2019 - Obligado, Paraguay). Image + 42

“Antes da era dos combustíveis fósseis baratos, durante a qual se popularizaram as tecnologias modernas de calefação e condicionamento de ar, a arquitetura tradicional, era por assim dizer, mais sensível às condições climáticas específicas. Depois da recente crise energética, o interesse pelas estratégias passivas na arquitetura parece estar ressurgindo com força total.” [1]

Resumidamente, poderíamos dizer que a arquitetura bioclimática é aquela que incorpora, desde as primeiras fases de projeto, estratégias e recursos passivos, ou seja, aqueles que permitem aproveitarmos as condiciones favoráveis específicas do clima e local, oferecendo, simultaneamente, proteção contra as possíveis condições extremas. Desta forma, esta arquitetura não só permite a criação de melhores condições de conforto interior, mas também permite minimizar o consumo energético do edifício como um todo, diferenciando-a das abordagens mais convencionais, onde delega-se o controle das condições de conforto à sistemas mecânicos de condicionamento de ar, de aquecimento e e arrefecimento. A arquitetura bioclimática, então, está baseada em uma busca contínua por otimizar recursos, principalmente através de suas formas e volumes, orientações de fachadas e aberturas, materiais naturais e locais, uso do espaço, e outras tantas variáveis.

A rota de Francisco Salamone: cemitérios art déco em Buenos Aires

Em poucos anos, o arquiteto e engenheiro ítalo-argentino Francisco Salamone projetou e construiu mais de 60 edifícios em diferentes cidades da província de Buenos Aires. Entre 1936 e 1940, promover o crescimento e o desenvolvimento dos municípios do interior de Buenos Aires por meio de obras públicas foi uma estratégia do governo local. Com liberdade para projetar – de mobiliário urbano até praças e edifícios públicos, entre os quais cemitérios em estilo art déco, matadouros e prefeituras – Salamone revelou a busca de uma identidade monumental para o Estado.

Buenos Aires expande rede cicloviária para avenidas principais em resposta à Covid-19

A infraestrutura cicloviária tem crescido rápido nas cidades latino-americanas ao longo da última década. Cidades como Bogotá e Santiago mais do que dobraram a extensão de suas redes cicloviárias. Uma boa notícia, pois estudos mostram que cidades que priorizam infraestrutura segura registram reduções significativas no número de mortes e ferimentos de ciclistas e somam benefícios econômicos consideráveis a partir da redução de congestionamentos e de pedidos de licença médica.

Ainda assim, boa parte da infraestrutura cicloviária já existente nas cidades latino-americanas foi construída em vias locais e secundárias. A implementação pode ser mais fácil em ruas menos movimentadas, mas também diminui a eficiência e o impacto geral do uso da bicicleta, além de criar problemas de segurança. Os ciclistas tendem a procurar por atalhos e pelos caminhos mais diretos, possivelmente gerando interações perigosas com os carros quando entram em vias arteriais não planejadas para o transporte não motorizado.

Todas as cidades deveriam transformar seus elefantes brancos

Nem todas as obras arquitetônicas são um sucesso. Existe um termo temido, reservado apenas para os projetos mais inúteis: "Elefantes Brancos".

Habitações de pequena escala em Buenos Aires: espaço e luz no centro da quadra

PH-Agronomía / FRAM arquitectos + JES. Image PH Lavalleja / CCPM Arquitectos. Image PH Scalabrini Ortiz / Kohan Ratto Arquitectos. Image PH Thames / Alonso&Crippa. Image + 21

Embora o tecido da cidade de Buenos Aires seja caracterizado por uma condição morfológica heterogênea e em constante transformação, dentro da gama de habitações de baixa densidade, é possível detectar certas tipologias constantes que emergiram da interação de sucessivas variáveis históricas - tais como as estratégias de loteamento das quadras, as regulamentações urbanas e suas correspondentes atualizações, ou as tradições construtivas daqueles que ergueram a cidade. Uma dessas tipologias identificáveis é o PH, cujo nome deriva da noção de Propriedade Horizontal, uma regulamentação que permitiu o desenvolvimento de residências particulares dentro de um mesmo lote.

Foster + Partners começa a construção de torre de escritórios em Buenos Aires

Cortesia de Foster + Partners
Cortesia de Foster + Partners

O escritório Foster + Partners iniciou a construção da Avenida Cordoba 120, uma nova torre de escritórios de 35 pavimentos em Buenos Aires. Situado entre o centro da cidade e a entrada principal da zona portuária de Puerto Madero, o projeto pretende se tornar um marco no horizonte da cidade. Balanceando arquitetura e natureza, a torre busca estabelecer um novo padrão para projetos de escritórios na Argentina e região, afirmam os arquitetos.

Cortesia de Foster + PartnersCortesia de Foster + PartnersCortesia de Foster + PartnersCortesia de Foster + Partners+ 6

Coworking Huerta Microcentro / FLORA

© Javier Agustín Rojas© Javier Agustín Rojas© Javier Agustín Rojas© Javier Agustín Rojas+ 27

  • Arquitetos: FLORA
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  1800
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2020
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes: Martin Alerce, VIDRIERIA PATERNAL

Edifício LeBreton 4482 / Barq

© Federico Kulekdjian
© Federico Kulekdjian

© Federico Kulekdjian© Federico Kulekdjian© Federico Kulekdjian© Federico Kulekdjian+ 24

Buenos Aires, Argentina
  • Arquitetos: Barq
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  2000
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2014

Reforma Juramento / Landolfo & Asoc + Marcos Asa

© Javier Agustin Rojas© Javier Agustin Rojas© Javier Agustin Rojas© Javier Agustin Rojas+ 25

  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  100
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2019
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes: 3D MAX STUDIO, AutoDesk, Molinos Tarquini, ferrum
  • Arquitetos Responsáveis:Hernan Landolf, Marcos Asa
  • Colaboradores:Franco Gilardi
  • Cidade:Buenos Aires
  • País:Argentina
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Lobbies de Buenos Aires: fotografias de vestíbulos racionalistas e art déco

© Claudio Larrea© Claudio Larrea© Claudio Larrea© Claudio Larrea+ 11

O lobby, conhecido também como vestíbulo ou hall, é um espaço projetado para a recepção que se localiza de forma contínua em relação ao acesso de um edifício residencial ou uma casa individual, oficializando a área de transição entre o entorno urbano público e o programa privado.

Ele costuma estar localizado nos térreos dos edifícios, em vínculo direto com a rua, definindo-se como a "face visível" do projeto para o exterior. Por conta disso, suas características, seu desenho, sua estética, e todos aqueles elementos que o compõem são de grande relevância. Sua função é relativamente flexível, podendo ser utilizado como lugar de reunião, recepção ou espera.

Fotografias aéreas das ruas de Buenos Aires mostram a cidade vazia em quarentena

© Matias De Caro
© Matias De Caro

© Matias De Caro© Matias De Caro© Matias De Caro© Matias De Caro+ 16

Desde 20 de março, com o objetivo de proteger a saúde pública e reduzir a transmissão do COVID-19 no território argentino, o país decidiu decretar isolamento social, preventivo e obrigatório. Por meio dessa medida, todas as pessoas que vivem no país ou nele permanecem temporariamente devem permanecer em suas casas, abstendo-se de ir aos seus locais de trabalho, frequentar espaços públicos ou viajar.

A reestruturação da vida urbana já é notável: todos os eventos culturais, recreativos, esportivos e religiosos foram cancelados. Quando os cidadãos reduziram seus deslocamentos ao mínimo essencial, os espaços para reuniões, como praças e parques da cidade, ficaram desertos. Agora que as ruas estão vazias, as varandas se tornaram as novas plataformas de interação social e um espaço de celebração e protesto.

Niceto Vega 5924 / Jonathan Tyszberowicz + Diego Cherbenco

© Albano Garcia© Albano Garcia© Albano Garcia© Albano Garcia+ 24

Buenos Aires, Argentina

Casa Pingüinos / Carbone Arquitectos

© Bruto Studio© Bruto Studio© Bruto Studio© Bruto Studio+ 33

Buenos Aires, Argentina
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  260
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2019
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes: Cosentino, Portobello, Adobe, AutoDesk, Chaos Group, +6

5 Casas modernas de Amancio Williams que nunca foram construídas

Casa en el Parque Pereyra Iraola (1943) . Image Cortesía de Archivo Williams - Director Claudio WilliamsCasa en Punta del Este (1961). Image Cortesía de Archivo Williams - Director Claudio WilliamsCasa en Las Lomas de San Isidro (1969) . Image Cortesía de Archivo Williams - Director Claudio WilliamsCasa en Munro (1952). Image Cortesía de Archivo Williams - Director Claudio Williams+ 89

Quando estudamos os projetos residenciais desenhados por Amancio Williams, geralmente fazemos referência a sua emblemática Casa sobre o arroio - construída em Mar del Plata entre os anos de 1943 e 1946 - ou a sua ativa participação na direção técnica da Casa Curutchet de Le Corbusier. Mas, existem projetos de residência desenhados por este arquiteto? Que ideias e conceitos chave da modernidade eles nos permitem vislumbrar? Que influências tiveram no desenvolvimento da arquitetura argentina?

Estudantes constroem abrigos para comunidades em situação de emergência na Argentina

A Faculdade de Arquitetura, Desenho, Arte e Urbanismo da Universidade de Morón (UM FADAU) na região metropolitana de Buenos Aires, tornou-se conhecida em toda a Argentina por implementar uma nova tipologia de trabalho de conclusão de curso, chamado de Projeto Final Integrador (PFI). Desde a sua implementação em 2016, ao longo do último ano do curso os estudantes de arquitetura se comprometem a desenvolver projetos sociais em escala real, projetando, gerenciando e construindo edifícios que devem então ser doados à uma organização sem fins lucrativos ou município de sua escolha. A iniciativa da Faculdade de Arquitetura de Morón faz parte do Programa Acadêmico de Assistência Federal “PAAF!!”, criado pela mesma Faculdade com o intuito de aproximar o ensino e a extensão, capacitando seus alunos para enfrentar os problemas mais urgentes e a desenvolver soluções inteligentes e que possam contribuir de imediato para a melhoria da qualidade de vida das comunidades mais carentes do país.

8 Casas que definem a arquitetura moderna na Argentina

O Movimento Moderno teve um papel inquestionável na renovação dos ideais arquitetônicos, aportando uma nova atitude frente ao entendimento dos modos de habitar, da técnica e da estética, marcando profundas mudanças na percepção geral do mundo. Em relação à Argentina, apesar de ser complexa a localização periódica da produção arquitetônica moderna, é possível mencionar alguns dos arquitetos que começaram, a partir dos anos 20, a vincular-se com estas ideias. As contribuições intelectuais e de criação arquitetônica de Alejandro Virasoro, Alberto Prebisch, Ernesto Vautier, Fermín Beretervide, Wladimiro Acosta, Alejo Martinez, Antonio e Carlos Vilar, Juan Kurchan, Jorge Ferrari Hardoy, Antonio Bonet, Abel López Chas, Eduardo Catalano, Eduardo Sacriste e Amancio Williams, entre outros, incluiram, em muitos casos, abordagens originais associadas a novos modos de pensar, manifestando uma arquitetura resultante da análise das condições locais e regionais de seus cidadãos.

XVII Bienal de Buenos Aires apresenta os projetos vencedores do Prêmio Bienal BA

No último dia 18 de outubro, no marco da XVII edição da Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires e encerando o ciclo de conferências, debates e exposições celebradas na Usina da Arte de Buenos Aires, foram anunciados os vencedores dos prêmios “Evolución Ladrillo”, CICA (Comitê internacional de Críticos de Arquitetura), os prêmios da Bienal BA por categoria e o Grande Prêmio Bienal, homenageando um total de 28 escritórios de arquitetura, instituições e organizações por suas contribuições no campo e disciplina da arquitetura.