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Artigos

Como o BIM pode tornar as reformas e retrofits mais eficientes

BIM (Building Information Modeling) é uma sigla cada vez mais usual entre os arquitetos. A maioria dos escritórios e profissionais já vem migrando ou planeja mudar para esse sistema, que representa digitalmente as características físicas e funcionais de uma edificação, integrando diversas informações sobre todos os componentes presentes em um projeto. Através dos softwares BIM é possível criar digitalmente um ou mais modelos virtuais precisos de uma construção, o que proporciona maior controle de custos, eficiência na obra. Também há possibilidade simular o edifício, entendendo seu comportamento antes do início da construção, e seu respectivo suporte ao projeto ao longo de suas fases, inclusive após construído ou na sua desmontagem e demolição.

Reforma do Mason Bros Warehouse / Warren and Mahoney. Image © Simon Devitt Reforma do Mason Bros Warehouse / Warren and Mahoney. Image © Simon Devitt © Bruce Damonte Novo Laboratório, Centro de Pesquisa e Fábrica / Marvel Architects. Image © David Sundberg | Esto + 9

Você sabe o que é “especulação imobiliária”?

A especulação imobiliária é definitivamente a maior vilã apontada por aqueles que hoje estudam, habitam ou simplesmente se interessam por cidades. Ela recebe a culpa de praticamente todos os problemas urbanos: se a cidade é muito densa, se é pouco densa, se tem tem muito trânsito, se é muito cara, se a política municipal é corrupta, se pobres são excluídos às periferias, se empresas lucram com investimentos públicos, se a infraestrutura pública está ociosa, se o patrimônio histórico é destruído, se prédios transformam o visual da cidade, se favelas são incendiadas. A lista é interminável.

8 Casas que definem a arquitetura moderna na Argentina

O Movimento Moderno teve um papel inquestionável na renovação dos ideais arquitetônicos, aportando uma nova atitude frente ao entendimento dos modos de habitar, da técnica e da estética, marcando profundas mudanças na percepção geral do mundo. Em relação à Argentina, apesar de ser complexa a localização periódica da produção arquitetônica moderna, é possível mencionar alguns dos arquitetos que começaram, a partir dos anos 20, a vincular-se com estas ideias. As contribuições intelectuais e de criação arquitetônica de Alejandro Virasoro, Alberto Prebisch, Ernesto Vautier, Fermín Beretervide, Wladimiro Acosta, Alejo Martinez, Antonio e Carlos Vilar, Juan Kurchan, Jorge Ferrari Hardoy, Antonio Bonet, Abel López Chas, Eduardo Catalano, Eduardo Sacriste e Amancio Williams, entre outros, incluiram, em muitos casos, abordagens originais associadas a novos modos de pensar, manifestando uma arquitetura resultante da análise das condições locais e regionais de seus cidadãos.

Pensando uma arquitetura para os trópicos

BATCCA - Sede Corporativa . Image © Sergio Pucci
BATCCA - Sede Corporativa . Image © Sergio Pucci

"Desde muito pequeno eu me lembro da lareira que tínhamos em casa, de como nos reuníamos ao redor dela. O calor do fogo é uma necessidade básica para as pessoas que vivem no extremo sul do Chile. Aqui, na zona tropical, é o frescor da sombra que reune as pessoas, e ao contrário da lareira, ela está por toda parte".

Atualmente na Costa Rica, o arquiteto Bruno Stagno reflete sobre a sua prática profissional e os projetos que tem desenvolvido ao longo dos últimos anos. Ele reflete sobre como o contexto pode servir como principal fonte de inspiração para um projeto de arquitetura, sobre como as condições climáticas podem ajudar a construir a identidade da arquitetura, e mais do que isso, como para cada latitude do planeta há uma solução específica de projeto.

A evolução dos robôs de alvenaria: mudando as regras da construção tradicional

A automação está rapidamente se tornando uma parte do cotidiano e das carreiras de muitas pessoas, uma tendência que de maneira alguma escapou à indústria da construção. Embora essa tecnologia cada vez mais difundida seja considerada um sintoma do século XXI contemporâneo,a tecnologia de construção automatizada pode ter uma história que remonta à década de 1960. Essa tecnologia, o robô de alvenaria, transformou-se dramaticamente desde sua realização limitada há mais de 50 anos, fragmentando-se em variações mais novas e tecnologicamente avançadas atualmente.

Planejamento urbano e espaços públicos: parques como ferramentas de transformação social

No século XXI a gestão inteligente das cidades será um dos fatores mais influentes no desenvolvimento econômico. Questões sobre como serão confrontados os desafios na área da habitação, saneamento, democracia, educação, segurança, desenvolvimento econômico e qualidade de vida, serão as principais pautas dos gestores. 

As esculturas públicas de tijolo de Per Kirkeby: monumentos ao nada

A entrevista de Per Kirkeby: "construímos sobre ruínas", publicada no Louisiana Channel, não apenas apresenta as telas coloridas do pintor, escultor, cineasta e escritor dinamarquês, mas também, como o título sugere, reflete sobre a importância de observar o ambiente e o contexto. Pensamento que parece consolidado em seus pavilhões públicos de tijolo, onde algo simples e, às vezes, útil, deixa de lado conceitos inacessíveis para render homenagem ao lugar onde se inserem.

Problemas e soluções para a habitação social na América Latina

Dando sequência à série de artigos sobre habitação social na América Latina, Nikos A. Salingaros, David Brain, Andrés M. Duany, Michael W. Mehaffy e Ernesto Philibert-Petit apresentam uma reflexão sobre os problemas e soluções para as favelas.

Por que ocupar Marte se tornou uma questão de projeto?

Marte faz parte do imaginário das pessoas há décadas, servindo de tema a ficções literárias e cinematográficas que fascinaram diferentes gerações. Também tem sido objeto de desejo de ambiciosos empresários como Elon Musk e Jeff Bezos, que iniciaram uma corrida bilionária para ocupar o planeta vermelho. Mas a humanidade tem mesmo o direito de colonizar Marte? E, caso positivo, a quem interessa essa ambiciosa tarefa? 

Como o desenho das ruas de São Paulo influencia nos acidentes de trânsito

Cinco brasileiros morrem em acidentes de trânsito a cada hora. Estatísticas de extrema relevância como essa podem despertar muitas reações positivas, mas nem sempre são o suficiente para mudar a realidade. Porém, saber que na cidade de São Paulo os cruzamentos concentram mais acidentes por quilômetro e que esses aumentaram 5% de 2017 para 2018, já é uma informação capaz de dar insumos aos tomadores de decisão sobre medidas que possam reduzir tais números. Agir nos cruzamentos mais perigosos salvará vidas.

Arquitetura e cenografia: o reuso no trabalho de Renata Mota

A necessidade global de buscar meios mais sustentáveis para atender novas demandas é um dos pontos mais estimulantes para o reuso de materiais ou estruturas na arquitetura atualmente. No campo da cenografia, a ressignificação de materiais para compor cenários é uma realidade há muito tempo. A prática profissional na área lida com a representação de uma cena, e para tal são utilizados elementos de caráter temporário e que buscam estimular a imaginação do espectador. Nesse sentido, o trabalho da cenógrafa Renata Mota tem aliado a ressignificação ao reuso de materiais - descartados ou doados - que perderam seu uso original para compor cenografias de espetáculos, exposições e outros eventos.

Restauro de antiga igreja na Coreia conecta Deus, natureza e seres humanos

A Igreja Changtteul é um antigo local de culto em Gyeonggi-do, Coreia do Sul, cujo nome remete à imagem de "uma moldura contendo uma janela". Nesse sentido, o caráter do edifício é definido por sua série de janelas, proporcionando aos visitantes uma experiência única de luz e paisagens emolduradas.

Os arquitetos Hanyoung Jang e Hanjin Jang, do estúdio minorormajor, utilizaram as janelas de Changtteul como metáfora para seu partido projetual. A dupla explora o elemento arquitetônico a partir de duas perspectivas: a "janela entre o homem e Deus" e "a janela entre o homem e a natureza".

© studio minorormajor © studio minorormajor © studio minorormajor © studio minorormajor + 20

Casas brasileiras: 14 residências com grandes vãos

No âmbito da arquitetura e da engenharia, a palavra "vão" designa a distância entre dois apoios em uma estrutura, em geral em referência ao espaço ininterrupto entre pilares da trama de sustentação dos edifícios. Alguns vãos notáveis ficaram famosos por suas grandes e impressionantes dimensões, sobretudo em programas públicos, como é o caso do MASP de Lina Bo Bardi e do MuBE de Paulo Mendes da Rocha, ambos em São Paulo. No entanto, os grandes vãos podem representar generosidade espacial e liberdade visual em qualquer tipo de projeto, inclusive de menor escala.

Mapa da Desigualdade: acesso às políticas públicas varia de acordo com território

Uma pessoa que mora em Moema, bairro com uma das maiores concentrações de renda de São Paulo, vive 20 anos a mais do que uma pessoa que nasce em Cidade Tiradentes, extremo leste da capital. A cidade mais rica do Brasil expõe o quanto o país é desigual, e também o quanto o acesso às políticas públicas variam de acordo com o território onde se vive.

Menos é Mais Arquitectos vence o PNAM’19 com o Hotel Rural Casa do Rio

A 5ª edição do PNAM, Prêmio Nacional de Arquitetura em Madeira de Portugal, foi entregue no último dia 8 de novembro no Mosteiro de Alcobaça. Organizado pela Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal (AIMMP), Ordem dos Arquitectos (OA) e Confederação Portuguesa da Construção e Imobiliário (CPCI), a premiação bienal destina-se a arquitetos portugueses que escolhem a madeira como matéria prima para as suas construções.

Conheça, a seguir, os projetos reconhecidos. 

Reavaliando a política habitacional: o acesso à moradia através da infraestrutura

O Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) foi uma das principais bandeiras da política habitacional em nível federal dos últimos governos. O MCMV, que se configura através do financiamento de novas habitações populares, incentiva incorporadoras a desenvolver seus projetos em áreas distantes dos centros urbanos. Isto ocorre pois, em razão das métricas de desempenho considerarem apenas quantidade de unidades entregues, há um forte incentivo econômico às incorporadoras para construir longe dos centros urbanos, onde os terrenos são mais baratos. Isso significa que boa parte dos empreendimentos estão distantes de boas oportunidades de emprego e serviços básicos, assim como isolados das redes públicas de transporte de massa que, por natureza, não têm condições de atender áreas periféricas de baixa densidade urbana.

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