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The Architect's Newspaper: O mais recente de arquitetura e notícia

Ai Weiwei leva mais de 300 instalações a Nova Iorque para discutir questões de fronteiras e imigração

“Arch,” Washington Square Arch, Washington Square Park, Manhattan. Imagem © Jason Wyche
“Arch,” Washington Square Arch, Washington Square Park, Manhattan. Imagem © Jason Wyche

Este artigo foi originalmente publicado por The Architect's Newspaper como "Ai Weiwei’s fences take on borders and belonging in NYC exhibit."

Em Good Fences Make Good Neighbours, a nova exposição de Ai Weiwei apresentada pelo Public Art Fund, o artista e ativista assume a cerca de segurança como meio de intervenção urbana, com a cidade de Nova York como pano de fundo. Algumas das obras são mais difíceis de serem percebidas, como as cercas de ligação, em cadeias suspensas, sobre um espaço entre dois edifícios na East 7th Street, a poucos passos do antigo porão de Ai. Mas outras, como a monumental Gilded Cage na Doris Freedman Plaza, no Central Park, ou Arch, aninhadas no arco da Washington Square, são inconfundíveis e grandiosas.

"Gilded Cage," por Ai Weiwei, at Doris C. Freedman Plaza, Central Park. Imagem © Jason Wyche "Circle Fence," Unisphere. Imagem © Timothy Schenck "Circle Fence" por Ai Weiwei, at Unisphere, Flushing Meadows Corona Park, Queens. Imagem © Timothy Schenck "Harlem Shelter" séries. Imagem © Jason Wyche + 10

Por que as esculturas de Alexander Calder são tão utilizadas nos renders de arquitetura?

OMA, Park Grove Condos, Miami, com o Flamingo de Calder, 1973. O trabalho está instalado na Federal Plaza, em Chicago. Imagem Cortesia de OMA
OMA, Park Grove Condos, Miami, com o Flamingo de Calder, 1973. O trabalho está instalado na Federal Plaza, em Chicago. Imagem Cortesia de OMA

Este artigo foi publicado originalmente em The Architect's Newspaper como "Rendering LOL: How architects are absurdly using Calder sculptures."

Por que tantos arquitetos utilizam as esculturas de Alexander Calder em seus renders, inclusive quando as obras não têm nenhuma relação com a instituição ou o projeto mostrado? A Fundação Calder investigou esse fenômeno e os resultados são mostrados nas imagens deste artigo.

Uma nova exposição no Whitney Museum em Nova York explora os móbiles - esculturas cinéticas com componentes cuidadosamente balanceados que revelam seus próprios sistemas únicos de movimento - criadas pelo escultor americano Alexander Calder desde 1930 até 1968, oito anos antes da sua morte.

Ateliers Jean Nouvel, 53 W. 53rd Street, New York, com o Sumac, 1961, de Calder.Faz parte de uma coleção privada. Imagem Cortesia de Ateliers Jean Nouvel Bjarke Ingels Group (BIG), Sede Middle East Media, com La Grande vitesse, 1969, de Calder. TA escultura monumental em que este modelo se baseia está instalada na Calder Plaza em Grand Rapids, Michigan. Imagem Cortesia de BIG Skidmore, Owings & Merrill LLP (SOM), Godrej BKC, Mumbai, com La Grande vitesse, 1969, Calder. (A escultura monumental em que este modelo se baseia está realmente instalada em Calder Plaza em Grand Rapids, Michigan). Imagem Cortesia de SOM Flamingo, 1973, instalado na Federal Center Plaza, Chicago. Imagem © Samuel Ludwig + 15

Por que o Airbnb deveria ajudar a salvar esta joia da arquitetura high-tech dos EUA?

Este artigo foi originalmente publicado pelo The Architect's Newspaper como "Why Airbnb should help save an architectural icon".

Se eu tivesse que adivinhar, diria que já faz quarenta anos que Columbus, Indiana, foi o tema quente das conversas de coquetéis em encontros de arquitetura em Nova Iorque. Naqueles dias, era o patrocínio superalimentado do industrial J. Irwin Miller e sua relação com arquitetos como Eero Saarinen e Alexander Girard que estimularam uma onda de arquitetura inovadora e provocante na pequena cidade do meio-oeste dos EUA. Colombo, com uma população de 45.000 habitantes, tem um posto de bombeiros Robert Venturi, uma escola John Johansen, um parque de Michael Van Valkenburgh e vários edifícios de Eliel e Eero Saarinen, incluindo a icônica Casa Miller, de Eliel.

Por que os subúrbios serão o próximo campo de testes da arquitetura norte-americana

Este artigo foi originalmente publicado por The Architect's Newspaper como "The American suburbs are the next fertile ground for architectural and urban experimentation."

Os últimos vinte e tantos anos podem ter presenciado um notável retorno das cidades, mas os próximos vinte podem mostrar uma retomada dos subúrbios, uma vez que muitas cidades tornaram-se vítimas de seu próprio sucesso. A crise na habitação — produto de uma complexa gama de fatores, desde a sub-construção até mudanças de zoneamento — fizeram de algumas cidades estadunidenses, como Nova Iorque e Los Angeles, um parque de diversões para os super-ricos, afastando os antigos residentes e tornando a cidade inacessível para artistas, mentes criativas e pequenos comércios que fazem os lugares vibrarem. 

Por que a batalha entre o lado artístico e empresarial na arquitetura não faz sentido

Este artigo foi originalmente publicado na The Architect's Newspaper como "Phil Bernstein pens inaugural column on technology, value, and architects’ evolving role."

Esta é coluna inaugural "Valores Práticos", uma nova série bimensal pelo arquiteto e tecnólogo Phill Bernstein. A coluna irá focar no papel evolutivo do arquiteto na intersecção do projeto e construção, incluindo temáticas como sistemas de entrega alterativos e geração de valores. Bernsstein já foi vice presidente da Autodesk e agora leciona na Escola de Arquitetura de Yale.

Este semestre estou dando uma aula chamada “Explorando Novas Proposições de Valores para a Prática que é baseada na premissa que o papel dos arquitetos na indústria da construção requer que pensemos criticamente sobre nosso valor como projetistas neste sistema. Depois de estudar a estrutura e dinâmica de modelos de negócio práticos, a cadeia de fornecimento e outros exemplos de empresas de design inovadoras, os alunos terão que criar um plano de negócios para um escritório de arquitetura da "próxima geração". Sou agnóstico quanto ao que essa prática faz per se, desde que funcione em algum lugar na constelação de coisas que os arquitetos podem fazer, mas há uma restrição - a empresa proposta não pode receber em pagamentos fixos ou taxas cobradas por hora. Têm de criar valor (e lucro) através de alguma outra estratégia.