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Como transformar um ambiente interno poluído em um lar saudável

© Hiroyuki Oki
© Hiroyuki Oki

Com a maior parte do mundo vivendo em cidades e comunidades em crescimento, as pessoas tendem a passar a maior parte do tempo em ambientes internos. Quando não estamos em casa, estamos trabalhando, aprendendo ou até participando de atividades divertidas em ambientes fechados e construídos. Ao todo, 90% do nosso tempo é ocupado em interiores. É essencial garantir uma qualidade ambiental interna confortável, produtiva e saudável, seguindo parâmetros e práticas de projeto bem regulados que considerem temperatura, iluminação, poluição sonora, ventilação adequada e a qualidade do ar que respiramos. Este último é especialmente importante, pois, ao contrário do que podemos pensar, a poluição do ar é muito maior no interior do que no exterior.

Diferenças e divergências das representações na arquitetura: do hiper-realismo à colagem digital

Como os arquitetos dependem fundamentalmente de imagens para transmitir informações abstratas para seus clientes e para o público em geral, o debate sobre o papel das renderizações na arquitetura parece não ter fim, assim como não há e nem haverá consenso sobre o tema.

The proposed rooftop forest of the Museum Boijmans van Beuningen Art Depot. Image Courtesy of MVRDV "Ways of Life" by Tatiana Bilbao for Experimenta Urbana. Image Courtesy of Experimenta Urbana House in Rua do Pairaso. Image Courtesy of Fala Atelier model photography of LACMA. Image Courtesy of Serpetine Gallery Pavilion + 10

Os geoglifos do Acre: um patrimônio histórico-social amazônico

Ensaio produzido originalmente como trabalho final da disciplina eletiva Moradias Tradicionais da Escola da Cidade em 2017 aborda a presença pouco conhecida de construções pré-colombianas de grande escala presentes no meio da Floresta Amazônica.

Nos últimos 40 anos, foram encontradas no Estado do Acre centenas de formações geométricas maciças escavadas no solo – os chamados geoglifos. Estas construções demonstram que a Amazônia já foi habitada há milhares de anos e que a sua vegetação foi manejada, desmentindo a imagem de que a região seja um território intocado.

Dimensões mínimas e layouts típicos para banheiros pequenos

Ter acesso a um banheiro é, acima de tudo, um fator de dignidade. Por mais básico que isso possa parecer, a OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que 2 bilhões de pessoas no mundo não possuem instalações de saneamento básico, como banheiros ou latrinas. Também, que o saneamento inadequado causa 432.000 mortes anualmente, principalmente por diarréia, além de ser um agravante para várias doenças tropicais negligenciadas, como vermes intestinais, esquistossomose e tracoma. Em 2010, a ONU (Organização das Nações Unidas) considerou o saneamento como um direito básico, assim como o acesso à água potável. 

Casas brasileiras: 14 residências com jardins verticais

Jardins verticais, paredes verdes ou paredes vivas são algumas das diferentes denominações usadas para uma mesma solução: a disposição vertical de diferentes espécies vegetais como forma de adquirir os benefícios proporcionados pela vegetação, mas em uma menor área projetada. Ou seja, a aplicação vertical das espécies permite um ganho de área útil horizontal, uma vantagem sobretudo para locais onde existe pouco espaço disponível para plantio diretamente no solo.

Residência Groenlândia / Fernanda Marques Arquitetos Associados. Imagem: © Fernando Guerra | FG+SG Casa Terra / Paola Ribeiro Arquitetura e Interiores. Imagem: © Denilson Machado – MCA Estúdio Casa DS / Studio Arthur Casas. Imagem: © Ricardo Labougle Casa AN / Studio Guilherme Torres. Imagem: © MCA Estúdio + 15

Pessoas tendem a ser mais felizes e saudáveis em bairros caminháveis

A explicação para algumas pessoas caminharem mais do que outras pode ir além da escolha pessoal: em muitos casos, os níveis de caminhada no dia a dia são determinados pelo desenho urbano. A maneira como as ruas e bairros são traçados ultrapassa questões estéticas ou de planejamento e afeta diretamente o estilo de vida, a saúde, a prática de atividade física e o bem-estar de quem mora ou frequenta cada área da cidade.

Espelhos na arquitetura: possibilidades de espaços refletidos

Mirror Garden / ARCHSTUDIO. Image © Ning Wang
Mirror Garden / ARCHSTUDIO. Image © Ning Wang

KAP-House / ONG&ONG Pte Ltd. Image © Derek Swalwell Si estas paredes hablasen / Serrano + Baquero Arquitectos. Image © Fernando Alda PH José Mármol / Estudio Yama. Image © Javier Agustin Rojas The Mirror Window / Kosaku Matsumoto. Image © Nobutada Omote + 39

Os seres humanos usam espelhos desde 600 aC, empregando a rocha obsidiana altamente polida como superfície reflexiva básica. Com o tempo, as pessoas começaram a usar pequenos pedaços de ouro, prata e alumínio de maneira semelhante, tanto por suas propriedades refletivas quanto por decoração. No século I dC, as pessoas começaram a usar o vidro para fazer espelhos, mas foi apenas durante o Renascimento Europeu que os fabricantes venezianos começaram a fabricar espelhos aplicando suportes metálicos nas folhas de vidro, permanecendo o método geral mais comum hoje em dia. Desde então, os espelhos continuam a desempenhar papel decorativo e funcional na arquitetura, proporcionando uma estética moderna e limpa, apesar de suas origens antigas. Abaixo, investigamos como os espelhos são feitos, fornecemos um pouco de sua história na arquitetura e oferecemos várias dicas para arquitetos que desejam usá-los em seus projetos.

Paisagens enquadradas: 18 apartamentos com vistas impressionantes

Ao contrário de uma série de sistemas e materiais construtivos, a paisagem não é um elemento especificável, ou mesmo desenhável, no projeto arquitetônico de um apartamento. No entanto, as paisagens são, de certa forma, atingidas pelas definições projetuais do edifício em questão, tanto do ponto de vista interno, como externo – ou seja, do seu entorno. As orientações das fachadas de um edifício e os tamanhos das janelas, por exemplo, são algumas das formas a partir das quais as vistas de um apartamento são afetadas, enquanto as dimensões da construção e seu gabarito afetam diretamente o contexto em que está inserida.

Aberto e Transparente para a Cidade / Pitsou Kedem Architects. Imagem: © Amit Geron Metropole 708 / Robert M. Gurney. Imagem: © Anice Hoachlander Apartamento Joaquim Antunes 149 / Metro Arquitetos Associados. Imagem: © Ilana Bessler Apartamento AMC / rar.studio. Imagem: © Fernando Guerra | FG+SG + 19

12 Conselhos para reinventar o ensino da arquitetura

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Este artigo é um trecho extraído do capítulo final do livro Draw in Order to See: A Cognitive History of Architectural Design, no qual Mark Alan Hewitt esboça algumas recomendações para uma reforma integral da prática e do ensino da arquitetura. Ele parte da teoria da cognição corporificada — a ciência que estuda a importância dos nossos sentidos no processo de cognição humana, e como através deles, percebemos e nos relacionamos com o espaço — para ressaltar a urgente necessidade de renunciarmos ao legado alienante do racionalismo iluminista que se estende desde a revolução industrial até os dias de hoje e que, tanto nos afasta de uma arquitetura menos visual e consequentemente, mais sensível. Embora a importância da cognição estendida para a nossa compreensão do espaço e portanto, para o desenvolvimento da prática e do ensino da arquitetura já esteja sendo explorada há décadas por muitos arquitetos e algumas poucas instituições de ensino ao redor do mundo, tais conceitos permanecem ocultos em um território inexplorado pela grande maioria de nossos colegas arquitetos.

Visualizações arquitetônicas em processos criativos: hiper-realismo ou colagens?

Collages para Acuario de Mazatlán. Imagem © Tatiana Bilbao Estudio Ejemplos de líneas de perspectiva. Imagen cortesía de RIBA Collections. Image Cortesía de James Malton Zaha Hadid Architects projeta a sede do CECEP em Shanghai. Render por Negativ.com. Image © Zaha Hadid Architects © PALMA + 8

A história da representação na arquitetura passou por inúmeras transformações ao longo dos séculos. Sua relação com o objeto construído vai muito além da mera e simples reprodução de sua imagem objetiva, atuando principalmente, como uma ferramenta de expressão e crítica que, tem influenciado diretamente a forma como percebemos, nos relacionamos e até mesmo, como concebemos e construímos nossos edifícios e cidades.

Fotógrafo registra arquiteturas inacabadas de Niemeyer no Líbano

No terreno designado para a Feira Internacional Rashid Karami em Trípoli, segunda maior cidade do Líbano, encontram-se os restos de um vislumbre arquitetônico. Estruturas desenhadas por Oscar Niemeyer em 1963 para a feira, o projeto foi brutalmente interrompido devido à guerra civil que irrompeu no país em 1975.

Arco. Image © Anthony Saroufim Teatro aberto. Image © Anthony Saroufim Teatro fechado. Image © Anthony Saroufim Interior do teatro fechado. Image © Anthony Saroufim + 24

6 Filmes que usam visualizações arquitetônicas para contar histórias e criar atmosferas

Representar o mundo real está, sem nenhuma dúvida, na gênese do cinema, uma arte que nasce da fotografia, posta em sequência para oferecer ao espectador a impressão de movimento. Tão verdade, que o primeiro registro fílmico de que se tem notícia, de 1895, mostrava a chegada de um trem à estação de Ciolat, na França – um acontecimento banal no cotidiano das cidades europeias do século XIX. 

Entretanto, por mais que a realidade concreta faça parte do cinema, não se pode negar que o fascínio exercido por esta arte venha, em grande medida, de sua capacidade de criar mundos imaginários, ativar espaços mentais e desencadear emoções. Nesse sentido, o mundo real pode muitas vezes não bastar como combustível, inspiração ou pano de fundo das histórias elaboradas por diretoras e roteiristas, exigindo das equipes de direção de arte e cenografia a criação de realidades outras, imateriais, que sirvam de base para a narrativa. 

"Sin City". Screenshot do filme "Blade Runner 2049". Screenshot do filme "Eu, Robô". Screenshot do filme "Star Wars: A Ascensão Skywalker". Screenshot do filme + 13

Arquitetura para as plantas: estufas e estruturas de cultivo

Orquidário do Parque Bicentenário . Image © vladimix [Flickr] bajo licencia CC BY-SA 2.0 Edifício do Jardim Botânico Cosmovitral. Image © Rosa Menkman [Flickr] bajo licencia CC BY 2.0 Estufa principal do Jardim Botânico Carlos Thays . Image © Mariana Etulain Orquidário do Jardim Botânico de Quito. Image © Pedro M. Martínez Corada [Wikimedia] bajo licencia CC BY-SA 4.0 + 11

As construções e estruturas destinadas ao cultivo de plantas - como as estufas e orquidários - são fundamentalmente espaços arquitetônicos que articulam o controle e a manipulação dos fatores ambientais como temperatura e umidade, permitindo adaptar esses parâmetros a demandas específicas das espécies mantidas - seja para seu cultivo, sua preservação ou sua exposição. Os projetos costumam variar segundo o uso e a localização geográfica da estrutura, sob influência de questões como o clima local, a altura das espécies a alojar, as demandas de ventilação, ou considerações como se a construção será temporária ou permanente, podendo por vezes se configurar a partir de sistemas de partes montáveis e desmontáveis. No entanto, existem alguns parâmetros comuns que atravessam esse tipo de construção. De forma geral, tendem a seguir uma linha similar em termos de materialidade e organização: para aproveitar os efeitos da radiação solar, as estufas apresentam com coberturas e fechamentos translúcidos, como vidro ou plástico, e se estruturam através de sistemas leves de peças que permitam grandes vãos, podendo ser de ferro, madeira, bambu, etc.

Economia circular no ensino de arquitetura: a experiência do canteiro experimental

A busca por produtos mais sustentáveis deve começar na etapa de projeto. Nessa ótica, é essencial que os projetistas e todos os envolvidos neste processo tenham conhecimentos adequados, sendo que práticas sustentáveis devem fazer parte da formação do Arquiteto e Urbanista. 

Verifica-se que ao longo dos anos, muitos cursos de Arquitetura têm incluído, de forma mais significativa e aprofundada, essa discussão em suas grades curriculares, seja através de disciplinas específicas e eletivas ou inserida em disciplinas obrigatórias do curso. 

Painel de paletes de madeira reutilizados. Fonte: Adriene Rosa, Cintia Mechler, Heros Monteiro, Letícia Cunha, Luana Jeili, Paola Valerio e Suellen Lopes Horta vertical com batente de porta de madeira e garrafas PET reutilizadas. Projetado e executado pelos alunos:  Adriane Ossaile, Amanda Soriano, Beatriz Melo, Camila Fernandes, Gabriel Campos, Keila Áurea, Larissa Scheuer, Rebeca Feliciano e Stella Martins Escorregador de tubos de papelão reutilizados. Projetado e executado pelos alunos:  Carolina Tavares, Felipe Lima, Giovany Bicalho, Gustavo Lennon, Ingrid de Souza, Juliana Martins, Leonardo Reina e Marina Felizardo Cabana Origami” produzida de papelão e tecido reutilizado. Fonte: Projetado e executado pelos alunos da FAU/UFRJ: Capucine Gueguen, Emanuel Izaguirre, Gabriela Mosso, Gabriela Rodrigues, Hieiga Iwashima, Mariluz Conejero, Natalia Rello, Thais Vianna, Thatilane Loureiro e Thomas Ilg + 14

OMA e LOLA divulgam novas imagens do novo Estádio do Feyenoord em Roterdã

Os arquitetos do OMA, em parceira com os paisagistas do LOLA, acabam de apresentar as mais recentes imagens do seu projeto para o moderníssimo novo estádio do Feyenoord, principal time de futebol da cidade de Roterdã. Inserido em uma nova área de desenvolvimento urbano, a Feyenoord City, o projeto de estádio “passou por uma grande reformulação de forma a garantir o cumprimento dos prazos de entrega e o custo-benefício da estrutra como um todo, reforçando o seu caráter simbólico como um novo ícone para a cidade de Roterdã.”

Cortesia de OMA e Beauty & The Bit Cortesia de OMA e Beauty & The Bit Cortesia de OMA e Beauty & The Bit Cortesia de OMA e Beauty & The Bit + 17

Como a Índia está moldando o futuro da habitação

A Índia está repensando o futuro da habitação por meio de novas tipologias. Definida por influências históricas e culturais, a arquitetura contemporânea do país centra-se em discussões sobre a melhor forma de se modernizar. Construídos ao longo de milênios, os projetos habitacionais da Índia são feitos para atender a diversas escalas, programas e funções. Explorando uma paisagem urbana revitalizada, estes projetos habitacionais modernos começaram a dar um novo tom para o futuro.

© Hemant Patil © Carlos Chen © Umang Shah © Shamanth Patil + 10

6 Séries para entender e amar as cidades

Uma das formas mais instigantes de aprender sobre a cidade é através de filmes e séries. A seguir, Anthony Ling, da plataforma Caos Planejado, compartilha seis dicas de séries online para conhececer comunidades brasileiras, cidades soviéticas e outros cantos do mundo.

Prete-Indígena: diretório de pessoas pretas e indígenas na arquitetura e design

Prete-Indígena é um diretório para levantamento e difusão de pessoas pretas e indígenas trabalhando no campo do design, arquitetura e desenvolvimento web criado por Fabiano Procópio e Gabriel Biselli. Surge do questionamento de onde estão os negros atuando não apenas na pesquisa, mas também na prática desses campos.

Constelações luminosas: mapas mostram a distribuição da população na Terra

Robert Szucs, analista e cartógrafo húngaro, compartilhou com o ArchDaily mais uma de suas séries de mapas, desta vez, abordando a distribuição populacional na Terra. Em um enorme quadro negro marcado apenas com a delimitação geopolítica dos países e continentes, constelações luminosas representam as aglomerações humanas e os grandes vazios no globo terrestre.

WZMH Architects projeta ponto de teste e triagem inteligente para COVID-19

O Citizen Care Pod é uma nova iniciativa para a triagem e testes inteligentes de COVID-19, combinando tecnologia e desenho modular. Liderada pela Citizen Care Pods Corporation, a equipe multidisciplinar, composta também pelo escritório canadense WZMH Architects e pelas empresas PCL Construction, Insight Enterprises e Microsoft, trabalhou para tirar o projeto do papel em menos de um mês.

Instalação rápida do Citizen Care Pod. Imagem Cortesia do Citizen Care Pod O Citizen Care Pod está equipado com um conjunto de tecnologias inteligentes e personalizáveis, como estações de higienização de mãos que são alimentadas pela plataforma Microsoft Azure e pela Azure AI, que permitem um ambiente de teste seguro para pacientes e profissionais de saúde da linha de frente. Imagem Cortesia do Citizen Care Pod O Citizen Care Pod é uma solução plug-and-play que pode ser rapidamente instalada com uma empilhadeira ou posicionada em um caminhão. Imagem Cortesia de Citizen Care Pod Testes e triagem fisicamente distantes. Imagem Cortesia do Citizen Care Pod + 7

Prorrogadas as inscrições para o 7º Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel

O Instituto Tomie Ohtake e a AkzoNobel continuam a mapear a produção arquitetônica contemporânea, ao destacarem, pelo sétimo ano consecutivo, projetos significativos construídos no panorama atual brasileiro. A relação urbana e o comprometimento com o sítio de implantação e a sustentabilidade, bem como a inventividade projetual e construtiva são os critérios fundamentais que norteiam oPrêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel.

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