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Nossas cidades são construídas para os jovens?

As cidades em que vivemos hoje foram construídas com base em princípios concebidos há décadas, com a perspectiva de garantir que sejam habitáveis por todos. Ao longo da história, as cidades têm sido catalisadoras do crescimento econômico, servindo como pontos focais para negócios e migração. No entanto, na última década, especialmente durante os últimos dois anos, o mundo testemunhou reconfigurações drásticas na forma como as sociedades funcionam, vivem e se deslocam.

O tecido urbano de hoje destaca dois padrões demográficos: rápida urbanização e grandes populações jovens. As cidades, embora crescendo em escala, na verdade se tornaram mais jovens, com quase quatro bilhões da população mundial com menos de 30 anos vivendo em áreas urbanas, e em 2030, UN-Habitat espera que 60% da população urbana tenha menos de 18. Então, quando o assunto é planejamento urbano e futuro das cidades, fica evidente que os jovens devem fazer parte da conversa.

Cortesia de UN-Habitat, Global Public Space ProgrammeCortesia de UN-Habitat, Global Public Space ProgrammeCortesia de UN-Habitat, Global Public Space ProgrammeCortesia de UN Habitat+ 14

O que acontece com o saco de lixo depois que o colocamos na calçada?

Já estamos acostumados com campanhas de educação ambiental, algumas gerações mais recentes tiveram aulas na escola sobre o tema, as informações são bem simples e já estão marteladas na cabeça de muita gente: Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Apesar disso por algum motivo a maioria ainda não consegue seguir a simples recomendação de separar os diferentes resíduos que descartamos diariamente: os orgânicos (passíveis de serem reaproveitados como adubo), os sólidos (passíveis de reciclagem) e finalmente os rejeitos (o que não é reaproveitável) que vão necessariamente direto para os aterros sanitários.

10 Projetos que marcaram a história do ArchDaily Brasil

Moradias Infantis / Rosenbaum® + Aleph Zero. Foto: © Leonardo Finotti
Moradias Infantis / Rosenbaum® + Aleph Zero. Foto: © Leonardo Finotti

A arquitetura é realizada através do projeto. Profissionais que enfrentam uma tela vazia e passam a preenchê-la com traços que expressam desejos, técnica e beleza, conhecem todos os desafios que existem nessa atividade. O ato de projetar envolve um emaranhado de referências, sabedorias e cultura, por isso, quando compartilhamos uma obra sabemos que mais do que um edifício, estamos contando uma história e inspirando o público. Em dez anos de existência, o ArchDaily Brasil orgulhosamente já publicou mais de 22 mil projetos, sabendo a importância de cada um e como ajudam a transformar visões a partir do que se propõem, influenciando não apenas a arquitetura local, mas levando sua discussão e inventividade a todo o mundo.

Arquitetura no México: projetos para entender o território do Estado do México

Casa Palmas / DOSA STUDIO. Imagem © Onnis LuqueLas Torres / Hierve-Diseñeria. Imagem © Rafael GamoEstação San José / FRPO Rodriguez & Oriol. Imagem © LGM StudioCasa Martínez Mondragón / AVM Arquitectura. Imagem © Álvaro Morera+ 34

O Estado do México é um estado localizado na região centro-sul do país, que faz fronteira com os estados de Querétaro, Hidalgo, Tlaxcala, Puebla, Morelos e Cidade do México. Tem 22.357 km² de área e é o sétimo estado menos extenso do país. Sua capital mais populosa é Toluca, e sua cidade mais populosa é Ecatepec.

Como as grandes metrópoles definem o sentido de "local"?

“Local” é uma palavra amplamente usada para descrever algo particular sobre um lugar, que o torna diferente de qualquer outro. Em todo o mundo, a “localidade / regionalidade” de cada cidade é o que a torna única — na maneira como as pessoas vivem, trabalham, se socializam e, especialmente, na maneira como planejam e constroem cidades e infraestrutura. Para alguém que mora em um subúrbio, a maneira como se deslocam de um lugar para outro pode ser por meio de um carro, enquanto alguém que mora em uma metrópole densa, utiliza um metrô ou sistema de ônibus como parte de sua vida cotidiana.

Como projetar uma acústica perfeita em pisos, tetos e paredes

À medida que nossas cidades se densificam e os tipos de edifícios se tornam cada vez mais mistos, tendemos a passar muito tempo em ambientes barulhentos. Quando falamos em conforto acústico, raramente pensamos em lugares como restaurantes, casas de show e grandes escritórios; locais com muitas pessoas, máquinas e ruído de fundo. A qualidade do som pode mudar totalmente a experiência das pessoas em um espaço interior, e melhorar a qualidade acústica do espaço depende do tratamento de todas as superfícies, desde paredes a tetos e pisos. Neste artigo, apresentaremos uma variedade de soluções para tetos, pisos e paredes, suas diferentes combinações, e um guia simples de como aplicá-las corretamente em espaços públicos sem comprometer a estética do interior.

Cidades do mundo todo começam a implementar novas estratégias de combate às ilhas de calor

Ondas de calor prolongadas têm sido cada vez mais frequentes ao longo dos últimos anos, e para tentar resolver este problema, muitas cidades ao redor do mundo estão testando diferentes estratégias para combater o efeito das ilhas de calor urbanas. Procurando minimizar os efeitos negativos das ondas de calor na cidade Sidney, onde os termômetros chegam na casa dos 50 graus celsius durante o verão, as autoridades locais aprovaram uma lei que proíbe construir novas casas e edifícios com coberturas de cores escuras. No caso da Europa, em um dos países mais quentes do continente, as autoridades de Atenas decidiram seguir o exemplo da cidade de Miami, contratado um especialista em ilhas de calor para delinear uma série de estratégias que permitam a cidade enfrentar as ondas de calor e os consequentes incêndios florestais que estão levando um grande número de moradores a trocar a capital pelo interior do país.

© Cidade de  Los Angeles, Departmento de Obras Públicas e Serviços Urbanos via deMilke. Image Foto by <a href="https://unsplash.com/@evanthewise?utm_source=unsplash&utm_medium=referral&utm_content=creditCopyText">Evan Wise</a> on <a href="https://unsplash.com/s/photos/athens?utm_source=unsplash&utm_medium=referral&utm_content=creditCopyText">Unsplash</a>   . ImageAthensFoto by <a href="https://unsplash.com/@tomrumble?utm_source=unsplash&utm_medium=referral&utm_content=creditCopyText">Tom Rumble</a> on <a href="https://unsplash.com/s/photos/suburb?utm_source=unsplash&utm_medium=referral&utm_content=creditCopyText">Unsplash</a>   . Imagesuburb in MelbourneAtenas, Grécia. Foto de drone por @spathumpa. Imagem+ 5

Arquitetura e paisagem: diálogos entre Brasil e Portugal

Neste episódio o Arquicast atravessa o Atlântico e dá um mergulho em nossas raízes lusitanas. As relações entre a arquitetura portuguesa e brasileira é tema de constantes reflexões teóricas e já orientou importantes práticas de projeto, como as que Lucio Costa empreendeu nos primórdios do movimento moderno no Brasil, quando buscou uma linguagem arquitetônica nacional, inovadora, mas coerente com suas origens.

Hoje, num momento de globalização cultural e de intensa circulação de conhecimento, já sabemos que os diálogos entre Brasil e Portugal se estendem para além da arquitetura, encontrando reflexos também na abordagem ecossistêmica da paisagem e numa visão humanizada do território. Ainda há muito a aprender juntos e nada melhor que aprender dialogando.

Sexo e cidade: refletindo sobre segregação espacial e prostituição

Criado informalmente em uma campanha de marketing, o dia do sexo é comemorado no Brasil no dia 6 de setembro e coloca em pauta um dos grandes tabus da sociedade moderna: a sexualidade. Dentro das perspectivas da arquitetura e da cidade, a imoralidade vinculada à prática sexual, principalmente remunerada, impacta amplamente na nossa sociedade, refletindo em questões territoriais.

Se por um lado é moralmente pecaminoso, proibido e impuro, por outro, o sexo, a sexualidade e o prazer fazem parte da fisiologia humana. A prostituição é a pratica profissional mais antiga de que se tem registro na sociedade, desempenhando um papel fundamental nas nossas sociedades e também no território, na organização espacial e na dinâmica das cidades. Assim como na sociedade moderna a sexualidade foi marginalizada, nas cidades suas atividades acabaram por ocupar espaços segregados. 

"Não são usados nas cidades porque não são regulamentados": leitores opinam sobre materiais locais na arquitetura

O impacto da construção na atual crise climática é preocupante - entre a produção de materiais, a execução e o funcionamento de edifícios, o setor é um dos maiores emissores de gases de efeito estufa. Ao mesmo tempo, as populações urbanas estão crescendo a taxas históricas e na produção de grandes cidades, importantes consumidoras de energia, parece que a redução do impacto do mercado se resume a pequenos interesses e iniciativas pessoais em vez de grandes ações nos âmbitos universitário, profissional ou político.

A história nos ensinou muitas técnicas de construção e usos de materiais locais que conseguiram ser sustentáveis ao longo do tempo. O uso eficiente de recursos que não precisam ser transformados por grandes etapas de processamento industrial e que eliminam a necessidade de longos transportes. Em alguns casos, no final de sua vida útil, eles podem até ser devolvidos ao meio ambiente, como o adobe e a madeira. Em outros casos, até se pode considerar recuperá-los como lixo e resíduos recicláveis gerados no próprio local. É possível desenvolver projetos de baixo impacto ambiental e adaptá-los aos contextos urbanos densos? É este o caminho futuro para os materiais de construção?

“Nosso objetivo é recuperar a natureza nos lugares onde ela desapareceu”: Joan Batlle Blay, do Batlleiroig

Batlleiroig é um escritório de arquitetura sediado na cidade de Barcelona, cujo extenso de portfólio abrange projetos urbanos, paisagismo, edificações e design de interiores. Conversamos com Joan Batlle Blay, Arquiteto e paisagista, sócio do escritório, sobre as inovações e desafios em sua obra. Ele aponta que, “Em nosso escritório consideramos que P + D (pesquisa e desenvolvimento) é a principal ferramenta para inovar e transformar nosso método de trabalho em uma crença absoluta para o planeta.” Veja a entrevista na íntegra a seguir:

Ideias para pequenos lares: 35 apartamentos brasileiros de até 65m²

Apartamento Ondina / Atelier Aberto Arquitetura + Sbardelotto Arquitetura. Foto: © Carlos Edler
Apartamento Ondina / Atelier Aberto Arquitetura + Sbardelotto Arquitetura. Foto: © Carlos Edler

Apartamento Viadutos / Vão. Foto: © Rafaela NettoApartamento Santana / Atelier Aberto Arquitetura. Foto: © Marcelo DonadussiSuíte Buganvile / Mínimo Arquitetura e Design. Foto: © Joana FrançaApartamento Muxarabi / Pietro Terlizzi Arquitetura. Foto: © Guilherme Pucci+ 71

O mercado imobiliário e a demanda habitacional diminui cada vez mais a área dos apartamentos. Além disso, nem sempre a planta traz uma solução funcional e confortável para seus moradores, desafiando os arquitetos a pensarem formas de converter essa situação em algo favorável. Aqui, selecionamos trinta e cinco projetos brasileiros que lidam bem com a pequena escala e servem como referência no momento de enfrentar este desafio.

Reformar deverá ser a especialidade dos arquitetos do futuro?

A escolha de Lacaton & Vassal para receber o Prêmio Pritzker de 2021 foi, acima de tudo, emblemática. Sob o mantra “nunca demolir, nunca remover ou substituir, sempre adicionar, transformar e reutilizar”, a dupla francesa construiu uma carreira focada em reformar edificações, dotando-as de qualidade espacial, eficiência e novos programas. Sua abordagem contrasta com grande parte das arquiteturas que estamos acostumados a prestigiar: obras icônicas, imponentes e grandiosas. Também, com a noção da tabula rasa, de construir e reconstruir do zero, tão bem representada na Ville Radieuse de Le Corbusier, e que tem fascinado arquitetos e urbanistas desde então.

Seja por conta das demandas de sustentabilidade em voga atualmente, ou simplesmente por já existirem construções o suficiente em muitas partes do mundo, o ofício de reabilitar espaços e edificações tem sido visto como importante motor de mudanças. O foco é, geralmente, centrar os esforços nos espaços interiores, dando especial atenção à qualidade ambiental e ao conforto dos habitantes, além de adequar os usos às demandas contemporâneas. A principal questão gira em torno de que forma atualizar (e até automatizar) os edifícios do passado para se adaptarem às novas necessidades de eficiência, sustentabilidade e bem-estar.

A mobilidade para a diversidade

Planejar mobilidade urbana vai além de projetos pontuais, de ciclovias ou reestruturação de vias, (que são extremamente importantes, mas não suficientes). Uma cidade com um bom padrão de mobilidade deve viabilizar que a população realize os deslocamentos necessários para desenvolver suas atividades de forma eficiente, segura e agradável. Mas o planejamento de mobilidade precisa atender às necessidades de toda a diversidade de usuários da cidade.

Ampliar os deslocamentos a pé e por bicicleta é altamente desejável por vários motivos, por questões de saúde (uma população que pratica exercício é mais saudável); por questões econômicas individuais (são mais baratos); mas principalmente por questões ambientais e pela eficiência sob o ponto de vista de uso do espaço. Modos ativos de deslocamento contribuem para a qualidade do espaço urbano (uma região com pedestres e ciclistas é mais viva, mais agradável).

Série de renderes reproduzem as cinco propostas finalistas do concurso para a Casa Branca dos Estados Unidos de 1791

Proposta construída. Imagem © HouseFresh
Proposta construída. Imagem © HouseFresh

Proposta James Diamond. Imagem© HouseFreshProposta Jacob Small. Image © HouseFreshProposta Andrew Mayfield. Image © HouseFreshProposta Philip Hart. Image © HouseFresh+ 12

Em 1792, o presidente dos Estados Unidos da época, George Washington, organizou um concurso para projetar a casa presidencial. A proposta do arquiteto James Hoban foi a vencedora, uma mansão neoclássica que hoje conhecemos como Casa Branca, ficando gravada no imaginário coletivo dos Estados Unidos.

Chile descarta projeto de Smiljan Radić e Cecilia Puga para pavilhão na Expo Dubai 2020

Em 2019, o Chile lançou uma chamada aberta para o projeto de seu pavilhão nacional na Expo 2020 Dubai. Entre 24 inscrições, o júri escolheu a proposta apresentada pelos arquitetos chilenos Smiljan Radić, Cecilia Puga e Paula Velasco.

A proposta consistia em levar para Dubai em um galpão modular composto por uma malha de elementos de madeira, originalmente construído no Chile em meados do século XX. Na altura da sua apresentação oficial em 2019, os arquitetos definiram o projecto como "uma marca primitiva no solo, como as tribos nómadas o fazem há séculos neste deserto agora globalizado [Dubai]. Esta dimensão física e cultural é necessária para adaptar o pavilhão como um espaço amigável e austero."

Soluções multifuncionais para projetos de interiores: exemplos de como aproveitar bem o espaço

Muitas vezes nos deparamos com projetos nos quais precisamos combinar uma série de usos em um só lugar, ou ainda, garantir a integração de espaços, sem comprometer ventilação e iluminação natural. Para este propósito, é interessante pensar em aproveitar cada centímetro do espaço disponível de maneira otimizada e criativa. Reunimos a seguir nove projetos de interiores brasileiros que enfrentam problemas diferentes e chegam em soluções interessantes que dão identidade ao projeto.  

Duplex Curva / Mandarina Arquitetura. Image © Nathalie ArtaxoApartamento Monet / B2F. Image © Cristiano BauceApartamento Muxarabi / Pietro Terlizzi Arquitetura. Image © Guilherme Pucci Apartamento Conte / Núcleo de Arquitetura Experimental. Image © Marcelo Donadussi+ 20

Zuccardi Valle de Uco na Argentina, a melhor vinícola do mundo em 2021

Zuccardi Valle de Uco em Mendoza, Argentina, foi eleita pela terceira vez como a melhor vinícola do mundo no ranking World's Best Vineyards. Além do vinho, merece destaque o trabalho na adega realizado pelos arquitetos Tom Hughes, Fernando Raganato e Eugenia Mora. Conheça o projeto a seguir, acompanhado de fotografias do estudio García+Betancourt.

A impossibilidade da equidade na arquitetura

“Equidade” é um termo tão amplo quanto fugaz, e isso também se extende para o campo da arquitetura. Embora muitos arquitetos e arquitetas reafirmem constantemente seu desejo por uma maior equidade em nossa disciplina, motivações não são suficientes para alcançar resultados na prática. Além disso, há uma série de problemas históricos que contribuem e muito para que esses anseios ainda pareçam muito distantes de serem alcançados.

As possibilidade das formas para moldar concreto aparente

Peter Zumthor, em uma de suas obras mais emblemáticas, dá ao concreto uma dimensão quase sacra. Trata-se da pequena Capela de Bruder Klaus, em um vilarejo na Alemanha, uma construção ao mesmo tempo robusta e sensível. O cimento branco, misturado a pedras e areia da região, trazem um tom terroso à construção. As 24 camadas desse concreto foram despejadas, dia após dia pela mão de obra local, e comprimidas em uma forma pouco usual. Seu exterior plano e liso contrasta com a outra face, feita de troncos de madeira inclinados, que forma um vazio triangular. Para remover as formas internas, os troncos foram incendiados em um processo controlado, reduzindo os troncos a cinzas e criando um interior carbonizado, variando entre o preto e o cinza, com a textura dos negativos dos troncos que outrora continha o concreto líquido. O resultado é uma obra prima da arquitetura, um espaço de reflexão e transformação, em que o mesmo material aparece de maneiras diametralmente opostas.

Casa Canal / Studio MK27 - Marcio Kogan + Lair Reis. Image © Fran ParenteCasa na Aldeia da Serra / MMBB Arquitetos + SPBR Arquitetos. Image © Nelson KonCasa no meio do caminho / Enrique Martin Moreno + Lucio Muniain et al. Image © Lucio MuniainCasa no Jardim Paulistano / GrupoSP. Image © Nelson Kon+ 17

Caráter de bairro e a participação popular às avessas

Conflitos, disputas e antagonismos são frequentes na dinâmica da vida em sociedade, sendo necessário conciliar diferentes interesses e necessidades da melhor forma possível. Hoje, conflitos urbanos são reduzidos a dois polos. De um lado, aqueles que se opõem a novos projetos, comumente chamados de NIMBYs (acrônimo em inglês “Not In My BackYard”, ou “não no meu quintal”), mas que também podem ser vistos como “defensores do bairro”.

Bienal de Arquitetura de Chicago 2021 abre ao público

Central Park Theatre por Manuel Herz. Imagem © Nathan Keay
Central Park Theatre por Manuel Herz. Imagem © Nathan Keay

A quarta edição da Bienal de Arquitetura de Chicago abriu ao público no dia 17 de setembro apresentando uma série de 15 intervenções site-specific espalhadas pela cidade que exploram ideias de espaço compartilhado e trabalho coletivo, sob a frase “quem pode participar do projeto da cidade". Liderada pelo diretor artístico David Brown, a edição deste ano, operando sob o tema The Available City, pretende destacar o potencial das áreas urbanas vagas como espaços coletivos por meio de intervenções desenvolvidas em estreita colaboração com a comunidade local. Ao mesmo tempo, o evento ressalta o potencial para “novas possibilidades imediatas” e ilustra o impacto significativo de pequenos gestos urbanos.

Soil Lab por James Albert Martin, Eibhlín Ní Chathasaigh, e Anne Dorthe Vester, e Maria Bruun (Copenhague, Dinamarca e Dublin, Irlanda) . Imagem © Will QuamCover the Grid por Outpost Office. Imagem © Dennis FisherGrids + Griots por sekou cooke STUDIO. Imagem © Nathan KeayBlock Party por Studio Barnes em colaboração com Shawhin Roudbari e MAS Context. Imagem © Nathan Keay+ 12

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