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Adjaye Associates divulga projeto preliminar para o Museu Edo de Arte da África Ocidental

O escritório Adjaye Associates divulgou recentemente o projeto preliminar para o Museu Edo de Arte da África Ocidental (EMOWAA). Investigando a arqueologia do Reino de Benin, incluindo as ruínas no próprio terreno do museu, o EMOWAA terá suas obras iniciadas em 2021 com apoio do Legacy Restoration Trust (LRT), organização sem fins lucrativos que contribui com projetos patrimoniais e arqueológicos, e do British Museum da Inglaterra. O projeto é apoiado, ainda, pelas comunidades locais, pelo Reino de Benin, pelo Governo do Estado de Edo, e pela Comissão Nacional de Museus e Monumentos (NCMM).

Cortesia de Adjaye AssociatesCortesia de Adjaye AssociatesCortesia de Adjaye AssociatesCortesia de Adjaye Associates+ 11

O que é acupuntura urbana?

Não necessariamente de pequena escala, mas sim pontuais e estratégicas, as intervenções de acupuntura urbana são rápidas de executar, reversíveis e, muitas vezes, de baixo custo. A prática tem se consolidado como uma possibilidade frente às transformações urbanas que exigem processos extensos e burocráticos não apenas na tomada de decisões, mas também na sua execução, o que muitas vezes exclui os habitantes do desenvolvimento dos projetos em suas diferentes etapas.

Petare -- PICO + PGRC + Todo por la Praxis. Imagem Cortesia de PICO EstudioCortesía de Alejandro Haiek Coll© Julio Cesar MesaComuna 13, Medellín. Imagem © Ingrid Truemper [Flickr], sob licença CC BY-NC 2.0+ 6

Arquitetura mexicana: projetos para conhecer o território de Tepoztlán

Lounge MA / Cadaval & Solà-Morales. Imagem © Sandra PereznietoBungaló LMM / Cadaval & Solà-Morales. Imagem © Sandra PereznietoCasa Albino Ortega / Rozana Montiel | Estudio de Arquitectura. Imagem © Sandra PereznietoLounge Tepoztlan / Cadaval & Solà-Morales. Imagem © Sandra Pereznieto+ 12

Tepoztlán é uma região localizada no estado de Morelos, no centro-sul do México, limitada geograficamente pelos estados de Guerrero, Puebla, o Estado do México e a Cidade do México. Possui 242.646 km² de área e é um dos 111 povoados catalogados pelo governo que recebem incentivos para impulsionar o turismo patrimonial e ecológico. 

Os melhores trabalhos de conclusão de curso em 2020. Envie o seu!

Após ao menos cinco anos de estudos, chega o momento dos alunos de Arquitetura e Urbanismo fazerem seus trabalhos finais de graduação - chamados frequentemente de TCC, TFG ou Projeto de Final de Curso. Ao escolher o tema, os estudantes evidenciam projetos civis, urbanos ou teóricos que são de grande importância no momento de levantar um debate sobre o futuro de nossas cidades, do ambiente construído, da infraestrutura urbana, da mobilidade e tantos outros tópicos fundamentais para evoluir o modo como habitamos o espaço.

Casas do Equador: 10 residências organizadas em torno de um pátio

Quinta López Cordero / Astudillo + Proaño. Image Casa entre árboles / El Sindicato Arquitectura. Image Casa de la Loma / Iván Andrés Quizhpe. Image Casa en La Marca / Marco Salazar Valle. Image + 21

A entrada de luz natural, a melhoria das condições de ventilação e a possibilidade de aumentar o contato com a natureza sem que isso implique a perda de privacidade são algumas das vantagens associadas aos jardins e pátios internos. 

Centro comunitário de bambu e barro construído por mulheres é premiado em Bangladesh

Uma construção impressionante foi erguida em Rudrapur, um vilarejo no norte de Bangladesh. Foram usadas técnicas e materiais locais para dar forma ao espaço que surgiu para suprir uma importante demanda. Batizado de Centro Anandaloy, o primeiro andar funciona como um centro de atendimento a pessoas com deficiência.

O projeto venceu o Prêmio OBEL 2020, uma premiação internacional que homenageia as contribuições arquitetônicas notáveis para o desenvolvimento humano em todo o mundo.

© Kurt Hoerbst© Kurt Hoerbst© Kurt Hoerbst© Stefano Mori+ 10

Hospital de Emergências do SPBR Arquitetos entre os vencedores do Premio Oscar Niemeyer 2020

A Bienal Pan-Americana de Arquitetura de Quito 2020 anunciou os projetos vencedores do Prêmio Oscar Niemeyer 2020 de Arquitetura Latino-Americana.

Banheiro: tudo o que você precisa saber para projetar um

Um espaço que deixou de ter relevância puramente higiênica para ganhar certo protagonismo em alguns projetos, o banheiro se tornou um elemento indispensável nos mais diversos programas arquitetônicos, sejam público ou privado.

Da utopia à realidade: os desafios da prática urbana no Brasil

A busca pela cidade ideal sempre permeou a história da humanidade constituindo uma utopia perseguida por governantes, artistas, filósofos e, na história mais recente, por nós, urbanistas. Desde o século XIX foram propostos – e, por vezes construídos, - diversos modelos de cidades ideais, passando das cidades-jardim de Howard, às cidades mecanizadas, às radiais, às caminhantes do grupo Archigram, às nômades como a Nova Babilônia de Constant Nieuwenhuis, às modernistas, entre outras.

De celeiros a casas: projetos de reuso e adaptação em paisagens rurais da Europa

LANDHAUS / Thomas Kröger Architekt. Image © Thomas HeimannUn granero en la colina / David Nossiter Architects. Image © Steve LancefieldRenovación del castillo Münchenwiler / bernath+widmer. Image © Roland BernathRehabilitación y cambio de uso de granero en vivienda / G+F Arquitectos. Image © Joaquín Mosquera Casares+ 41

O celeiro, com uma natureza muito semelhante à dos silos e galpões, é uma tipologia de construção essencial na paisagem rural e agrícola. Com soluções formais muitos simples e funcionais, os celeiros servem especificamente como um lugar de armazenagem de grandes volumes de provisões para animais e são comumente caracterizados por seus pés direitos altos, vãos generosos e por uma relativa flexibilidade espacial, protegendo o feno e os grãos do sol, da chuva, da humidade e dos próprios animais.

Estudantes brasileiros vencem prêmio latino-americano de construção com aço

Voltado a estudantes de arquitetura latino-americanos, o Prêmio Acero tem como objetivo promover e impulsionar ações complementares aos modelos pedagógicos para a concepção de ideias arquitetônicas inovadoras utilizando o aço como matéria-prima. A edição deste ano, que tinha como tema "Cidades e Comunidades Sustentáveis", premiou com o primeiro lugar uma equipe formada por dois estudantes brasileiros da FAUUSP.

“Arquitetura que não toca o chão” é o nome da proposta desenvolvida por Augusto Longarine e Luiz Sakata, com orientação do professor Luciano Margotto, que com o mesmo projeto venceram o 13º Concurso CBCA (Centro Brasileiro da Construção em Aço), a etapa nacional que antecede o Alacero. Veja o projeto a seguir, acompanhado do memorial escrito pelos estudantes.

Estudantes brasileiros vencem prêmio latino-americano de construção com açoViga vagãoEstudantes brasileiros vencem prêmio latino-americano de construção com açoEstudantes brasileiros vencem prêmio latino-americano de construção com aço+ 30

Por uma cidade onde mulheres sempre possam pedalar

Em 2018, a socióloga e cicloativista Marina Harkot defendeu sua tese de mestrado A Bicicleta e as Mulheres na Universidade de São Paulo (SP). Para criar uma metodologia qualitativa dos desafios da mulher ciclista na cidade, ela ouviu diversas mulheres: as que pedalam para trabalhar, as que pedalando conhecem a cidade e as que adoram subir o relevo ondulado da capital.

Foi possível com sua metodologia revelar um traço comum entre as diversas ciclistas: “É a rede em torno dessas mulheres que parece fazer com que elas comecem a pedalar e que permaneçam pedalando — e os exemplos femininos, as mulheres (conhecidas ou não) que pedalam e as inspiraram”, escreveu a pesquisadora. 

Casas brasileiras: 8 residências em terrenos com geometria irregular

Como uma das primeiras etapas de um projeto arquitetônico, a implantação do edifício no terreno é responsável pelo direcionamento de uma série de decisões projetuais subsequentes, como por exemplo, a distribuição espacial do programa. 

Particularmente nos casos em que o edifício é construído em um terreno irregular, seja pela presença de muitos recortes, assimetrias, ângulos agudos ou trechos estreitos, é muito provável que a conformação do lote exerça influência direta no partido adotado.

Casa BD / Frederico Trevisan Arquiteto. Imagem: © Adriano PacelliCasa KT / Mila Ricetti Arquitetura. Imagem: © Favaro JRCasa do Morro do Elefante / 24 7 Arquitetura. Imagem: © Pedro KokCasa Jabuticabeiras / Ricardo Ropelle Felippi Arquiteto. Imagem: © MM Drone - Matheus Molina+ 17

Arquitetura contemporânea nos países comunistas: projetos em Cuba, Laos, Vietnã e China

"O mundo está muito polarizado." Esta é uma frase que todos nós já ouvimos recentemente. Embora isso seja um fato incontestável, houve épocas em que o planeta esteve tão ou mais polarizado que hoje. Em especial, o período entre o fim da Segunda Guerra Mundial e o início dos anos 1990 foi marcado por uma enorme tensão entre os blocos capitalista e socialista que deixou marcas profundas em muitos países e sociedades. O desmantelamento deste último, simbolicamente representado pela queda do muro de Berlim, extinguiu a tensão mas não erradicou o comunismo, que permanece ainda hoje como sistema político de alguns países

Há, atualmente, seis países que vivem um regime comunista: China, Coreia do Norte, Cuba, Laos, Vietnã e Transnístria. Com divergências em seus sistemas econômicos – a China, por exemplo, tem uma economia considerada mista por alguns especialistas, com regiões reguladas por um sistema de mercado capitalista – estes países também apresentam, evidentemente, particularidades sociais, culturais e geográficas que refletem em suas cidades e arquiteturas.

Escritório Moderno da Vila / Ho Khue Architects. Foto © Hiroyuki OkiInstalación Tres Esencias / Albor Arquitectos. Cortesia de Albor ArquitectosVinícola Xige Estate / Udopartners + Saussure Architects. Foto © Feng ShaoDough & CO / Tomi Atelier Architecs. Foto © Xaysavath Sommaly+ 14

Conheça os vencedores do Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel 2020

O Instituto Tomie Ohtake, com o apoio da AkzoNobel, divulgou hoje os três projetos premiados na sétima edição do Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel. No total, foram 246 inscrições, provenientes de 14 estados brasileiros e Distrito Federal. Entre os selecionados, cujas obras farão parte também de um do catálogo, há projetos localizados no Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo, Ilha de Rei George na Antártica.

A seleção foi feita por um júri formado pelos arquitetos Diego Mauro, Elisabete França, Fernando Túlio, Juliana Braga e Pedro Varella. O anúncio, realizado via vídeo nas redes sociais do Instituto, inaugura também a exposição dos 13 selecionados nesta sétima edição.

Requalificação da Colina do Senhor do Bonfim / Sotero Arquitetos. Foto © Leonardo FinottiQuiosque e abrigo de canoas / Estudio Flume. Foto © German NievaAcademia Escola Unileão / Lins Arquitetos Associados. Foto © Joana FrançaEstação Antártica Comandante Ferraz / Estúdio 41. Foto © Eron Costin / Estúdio 41+ 13

Como um espaço público pode transformar uma vizinhança inteira? A ideia de rua modelo da UN-Habitat

A Un-Habitat ou agência das Nações Unidas para assentamentos humanos e desenvolvimento urbano sustentável, cujo foco principal é lidar com os desafios da rápida urbanização, vem desenvolvendo abordagens inovadoras no campo do desenho urbano, com projetos centrados na participação ativa da comunidade. O ArchDaily se associou ao UN-Habitat para trazer notícias semanais, artigos e entrevistas que destacam este trabalho, com conteúdo direto da fonte, desenvolvido por nossos editores.

Associada ao crime, ao desperdício e ao lixo, Dandora, nos limites de Nairóbi, é o lar de cerca de 140.000 habitantes. Em uma colaboração contínua, entre moradores e grupos de jovens, a UN-Habitat, a coalizão Making Cities Together e a “Liga de Transformação de Dandora”, foi criado o projeto "Rua Modelo", que vem transformando os espaços comunitários repletos de lixo em espaços livres de resíduos, atraentes e envolventes. Com foco na melhoria dos espaços compartilhados de conjuntos residenciais, uma competição anual liderada pelos jovens do bairro, o Changing Faces Challenge, tornou-se uma iniciativa para mobilizar cidadãos em Nairóbi.

Cortesia de UN-HabitatCortesia de UN-HabitatCortesia de UN-HabitatCortesia de UN-Habitat+ 21

Fachadas de lâminas de madeira: ritmo e translucidez

Quando projetou o Pavilhão Nórdico em Veneza, Sverre Fehn incorporou elementos arquitetônicos nórdicos de formas pouco usuais. Possivelmente o que mais chama atenção no edifício seja sua cobertura laminar de concreto branco, que é rompida por árvores, barrando os raios solares e filtrando a luz. Dependendo do ângulo, as lâminas permitem visualizar as cores do céu e a copa das árvores, trazendo um dinamismo à cobertura no percurso pelo edifício. De fato, a utilização de lâminas em fachadas, paredes e coberturas é uma tradição que provém da arquitetura nórdica e tem se espalhado pelo mundo. Neste artigo abordaremos alguns exemplos de emprego dessa solução, as possibilidades e as melhores formas de amplificar o efeito.

Engajamento comunitário e capital social são essenciais para a segurança nas ruas

A segurança nas ruas vai muito além de policiamento e iluminação. Embora estes fatores possam ser importantes em determinados contextos, o engajamento comunitário e a produção de capital social são fatores-chave para tornar as cidades mais seguras. “Sentir-se seguro é crucial para que as pessoas abracem o espaço urbano”, afirma Jan Gehl.

Iniciadas as obras do Museu das Migrações projetado pelo MAD em Roterdã

A MAD Architects acaba de dar início às obras daquele que será o primeiro projeto cultural construído pelo escritório na Europa, o Museu FENIX em Roterdã. Encomendado pela Fundação Droom en Daad como um projeto de revitalização do antigo depósito Fenix, o Museu da Migração nos convida a redescobrir a história esquecida de um edifício que já foi um dos maiores armazéns do mundo. Liderado pela equipe da MAD Architects, o projeto do museu visa construir pontes entre o passado, o presente e o futuro da cidade de Roterdã.

Cortesia de MAD ArchitectsCortesia de MAD ArchitectsCortesia de MAD ArchitectsCortesia de MAD Architects+ 19

A escala das crianças: breve histórico sobre mobiliários infantis

Montessori Kindergarten in Xiamen / L&M DesignPhoto: 1931, Kaunas, Lithuania. Two children working on reading/writing words at Maria Varnienė's Children's House. The child on the left is Stasys Ragaišis, who later became a medical doctor.. Image via @montistory101Mi Casita Preschool and Cultural Center / BAAO + 4Mativ Design Studio. Image © Lesley UnruhPeter Keler - Puppenwagen, 19xx. Image via Wikimedia+ 53

Mobiliários infantils são aqueles - fixos ou móveis - desenhados pensando nas crianças, seja de acordo com os seus princípios ergonômicos e anatômicos, ou de forma a assessorá-las da forma mais adequada. Seguindo essa linha, podemos identificar dois tipos de móveis: (1) aqueles que facilitam a relação entre o cuidador e a criança e (2) os que permitem que a criança os utilize de forma independente.

A grande diferença entre esses dois tipos é que os primeiros possuem dimensões que se adaptam à ergonomia do adulto e o segundo são projetados para atender às necessidades ergonômicas da criança, em cada etapa de seu desenvolvimento. Como o crescimento das crianças ocorre de forma relativamente rápida, é comum que os móveis deste segundo grupo sejam multifuncionais ou mesmo extensíveis.

Traçados medievais em 9 cidades vistas de cima

Moscou, Rússia. Imagem criada por @benjaminrgrant, source imagery: @maxartechnologiesGrussian, França. Imagem criada por @overview, source imagery: @maxartechnologies.Colônia, Alemanha. Imagem criada por @dailyoverview, source imagery: @maxartechnologiesPraga, República Checa. Imagem criada por @dailyoverview, source imagery @maxartechnologies+ 10

Fernando Cuenca Goitia em seu livro “Breve História do Urbanismo” afirma que a cidade da época medieval surge no começo do século XI e se desenvolve somente entre os séculos XII e XIII. Segundo o autor, esse crescimento esteve devidamente atrelado ao desenvolvimento do comércio que possibilitou ocupações laborais fixas, fazendo com que a cidade não fosse mais composta majoritariamente por viajantes. Ou seja, formou-se uma sociedade burguesa desenvolvida a partir das mais diversas atividades – como artesãos, feirantes, ferreiros, armadores de barco – que serviu de estímulo à cidade medieval.

O peixe morto na praia: o problema das “mulheres na arquitetura”

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