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Das artes visuais ao render: a relevância da atmosfera na visualização arquitetônica

[Render] Mancunian Tower (Tim Groom Architects). Image Cortesía de Darcstudio
[Render] Mancunian Tower (Tim Groom Architects). Image Cortesía de Darcstudio

[Pintura] Paisagem com as tentações de Santo Antonio (1635-1638), Claude Lorrain. Imagem © Claude Lorrain [Wikimedia] sob dominio público © Alex Roman [Fotografia] As ruas fantasma de Shanghai. Imagem © Cody Ellingham "Urban Below" . Imagem © Han Wu & Studio 35mm (Hamid Khalili - Universidade de Melbourne) + 5

As técnicas de visualização evoluíram de forma notável ao longo do tempo e com os adventos tecnológicos, os resultados finais estão cada vez mais próximos de simular de maneira fiel aspectos próprios da realidade. Podemos dizer que, no campo da arquitetura, um projeto de visualização busca principalmente evidenciar as características e qualidades de um espaço tridimensional - ainda não construído ou em processo de construção - através de imagens, renderizações, vídeos ou ferramentas de realidade virtual - projetados, de forma geral, em suportes bidimensionais como as telas ou o papel -, considerados ferramentas essenciais para que os clientes, em geral pouco familiarizados com as representações técnicas, ou para um júri nos casos de concursos, compreendam um projeto de forma integral em uma etapa prévia a sua materialização.

RIBA lança guia de recuperação ao COVID-19

O Royal Institute of British Architects (RIBA) publicou orientações para ajudar escritórios a passar por este momento de recuperação da crise do COVID-19 que alguns países já vivenciam. O Roteiro de Recuperação é dividido em três partes: Resposta, Recuperação e Resiliência. Cada fase considera uma série de ações que os escritórios podem adotar para responder aos desafios em diferentes áreas de seus negócios ao longo desta crise e para além dela.

BIG projeta a fábrica de móveis mais sustentável do mundo

O Bjarke Ingels Group e a fabricante norueguesa Vestre divulgaram o The Plus, um novo projeto anunciado como a fábrica de móveis mais sustentável do mundo. Localizada em Magnor, na Noruega, a fábrica é dedicada à fabricação limpa e neutra em carbono de mobiliário urbano e doméstico.

The Plus. Cortesia de Lucian R The Plus. Cortesia de Lucian R The Plus. Cortesia de Lucian R The Plus. Cortesia de Lucian R + 23

Des-embranquecendo a cidade #4: Ferve Território — Firmeza Permanente

A coletiva Terra Preta Cidade é um lugar inventado a partir do desejo de cinco mulheres negras, residentes em Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, de burlar o distanciamento geográfico, para promover e celebrar o encontro. Emmily Leandro, Gabriela Gaia, Luciana Mayrink, Malu de Barros e Natalia Alves dão forma e voz à esse exercício de criação de um território virtual, partilhado — que é tanto uma aposta política quanto estética -, através do podcast Des-embranquecendo a Cidade, que chega ao seu quarto episódio com o tema: "Ferve Território — Firmeza Permanente".

Entrevista com Paulo Mendes da Rocha sobre coronavírus e o futuro das metrópoles

Paulo Mendes da Rocha é entrevistado por Paulo Markun em mais um episódio da série “Conversas na Crise – Depois do Futuro”, organizado pelo Instituto de Estudos Avançados (IdEA) da Unicamp em parceria com o portal UOL. A entrevista abordará temas como o impacto da pandemia de coronavírus nas cidades, a crise sanitária e a precariedade da habitação urbana no Brasil.

Arquitetura do leste europeu: o modernismo futurista de hotéis e resorts

Este artigo faz parte da série colaborativa Arquitetura do Leste Europeu: 50 Edifícios que Definiram uma Era”, desenvolvida em parceria entre o The Calvert Journal e o ArchDaily. Celebrando alguns dos principais ícones da arquitetura do leste europeu, publicaremos periodicamente uma lista com cinco projetos —organizados por tipologia — construídos no então Bloco de Leste.

A cidade como um jogo de peças

A alteridade é fundamental para o desenvolvimento humano. Se privado de estímulos variados, o cérebro não se desenvolve, perde a plasticidade e se deteriora como um músculo atrofiado. Tal argumento é amplamente aceito quando se trata de relações sociais, atividades cognitivas ou físicas. E quanto aos estímulos promovidos pelo ambiente construído?

Casas de madeira no Equador: uso e aplicação na arquitetura contemporânea

Casa Don Juan / Emilio López Arquitecto. Image © JAG Studio
Casa Don Juan / Emilio López Arquitecto. Image © JAG Studio

Casa El Camarote / Sebastián Calero Larrea. Image © JAG Studio Casa Lasso / RAMA estudio. Image © JAG Studio WUK 01 Sacha-Yacu / ERDC arquitectos. Image © Lorena Darquea Proyecto Chacras / Natura Futura Arquitectura + Colectivo Cronopios. Image © Eduardo Cruz y Natura Futura + 21

De cabanas isoladas no meio da mata a projetos inteiramente construídos em bambu, a arquitetura residencial no Equador é um prato cheio para quem gosta de casas construídas em madeira. Abundante em todo território nacional, este material construtivo é utilizado de forma versátil, capaz de atender a todos os requisitos estruturais e necessidades arquitetônica com louvor. Como estrutura portante, revestimento ou mobiliário, a madeira esta sendo utilizada tanto quanto o concreto, a pedra, o tijolo ou o metal, oferecendo uma infinidade de aplicações que têm provocado o desenvolvimento de uma nova linguagem e uma expressão única, intimamente integrada à paisagem característica dos trópicos.

Casas de menos de 100 m²: 30 exemplos de plantas

O desafio de projetar uma casa com um orçamento apertado e metros quadrados escassos, juntamente com o dever essencial de responder corretamente aos requisitos específicos do usuário, pode ser uma das atribuições mais motivadoras e provocativas para um arquiteto. Como aproveitar o espaço da melhor maneira? Como evitar o desperdício de material? Como antecipar a possível expansão futura da habitação? Como desenvolver uma arquitetura simples e ao mesmo tempo entregar um alto valor a seus habitantes?

Mergulhamos em nossa biblioteca de obras para ajudá-lo neste processo, selecionando 30 casas que oferecem soluções arquitetônicas interessantes em 70, 80 e 90 metros quadrados.

A evolução da representação na arquitetura (e qual é o seu futuro)

De acordo com Howard Gardner, a inteligência humana pode ser dividida em oito categorias, sendo uma delas, a inteligência espacial. Gardner define este tipo de inteligência como a capacidade do ser humano em imaginar e dar forma à modelos tridimensionais da realidade. A arquitetura, assim como a escultura, é uma das disciplinas que mais se beneficiam desta faculdade. Considerando isso, neste artigo procuramos explorar como a representação da arquitetura evoluiu ao longo do tempo e como ela está se tornando cada dia mais fiel à imagem idealizada por quem a projetou.

Hiperstudio propõe transformar edifícios comerciais em conjuntos de uso misto após pandemia

Um dos efeitos colaterais da pandemia global de coronavírus no campo da arquitetura é a reflexão sobre o futuro das cidades e do ambiente construído. Talvez nunca se tenha debatido tanto sobre isso e muitas propostas e visões vêm sendo divulgadas, abordando desde o convívio nos espaços públicos até os pormenores dos novos usos para espaços privados. Em relação às dinâmicas urbanas, mudanças de programa talvez sejam uma possível saída para garantir que bairros comerciais e de serviço mantenham sua vitalidade.

Com mais pessoas trabalhando remotamente, há uma possibilidade de que alguns edifícios comerciais sofram ligeiro esvaziamento. A partir desta reflexão, os arquitetos Matheus Marques, Ricardo Goncalves, Luis Favilla e Rolando Figueiredo, do escritório paulistano Hiperstudio, desenvolveram uma proposta que aborda a conversão de edifícios comerciais monofuncionais em conjuntos de uso misto, incorporando unidades residenciais e espaços de convívio público.

Mercado de peixes projetado pela 3XN em Sydney recebe alvará de construção

O projeto do maior mercado de peixes do hemisfério sul, projetado pela 3XN, acaba de ser aprovado pelas autoridades de Nova Gales do Sul, liberando o alvará de construção, a qual deverá ser iniciada dentro das próximas semanas. Inserido no projeto de revitalização da Baía de Blackwattle, o novo mercado de peixes de Sidney é uma estrutura de mais de 65.000 m2, um edifício que deverá atrair milhares de pessoas todos os dias, transformando-se em um novo ponto de referência da maior cidade da Austrália.

© 3XN Cortesia de MIR © 3XN © 3XN + 9

Realismo otimista e autonomia compartilhada: 5 escritórios de arquitetura emergentes

A New Generations é uma plataforma dedicada a descobrir e promover o trabalho de arquitetos jovens e emergentes no cenário europeu, proporcionando um espaço de troca e aprendizado, voltado tanto aqueles que se dedicam a prática quanto a teoria na arquitetura. Desde a sua fundação em 2013, a New Generations trouxe à público mais de 300 escritórios promissores de arquitetura, apresentando um cenário diversificado de studios e ateliês dedicados às mais diferentes atividades culturais, promovendo festivais, exposições, chamadas abertas, entrevistas e oficinas.

A New Generations lançou recentemente uma nova plataforma na qual oferece um espaço único onde arquitetos de toda Europa podem se reunir para trocar idéias, e por que não, construir novas redes de trabalho colaborativo. Projetos de todo o tipo, oportunidades de emprego, idéias, notícias e perfis de escritórios serão publicados todos os dias na nova plataforma da NG. A seção 'perfis' é um convite àqueles indivíduos e coletivos que pretendem se juntar à esta rede de escritórios emergentes, proporcionando uma oportunidade única para que estes se engajem e fortaleçam a comunidade européia de jovens arquitetos.

Pensando nisso, o ArchDaily e a New Generations decidiram unir forças! A cada duas semanas publicaremos aqui no ArchDaily uma seleção dos principais escritórios europeus emergentes de arquitetura.

Interiores brasileiros: 11 projetos com detalhes coloridos

Casa Ubatuba / Königsberger Vannucchi Arquitetos Associados. Imagem: © Pedro Vannucchi
Casa Ubatuba / Königsberger Vannucchi Arquitetos Associados. Imagem: © Pedro Vannucchi

A concepção de projetos residenciais lida a todo momento com pensar as formas de qualificar o cotidiano daqueles que ocuparão os espaços projetados diariamente. A ideia de subverter radicalmente o programa habitacional tem como limite justamente o contato com a vida do dia a dia, com as atividades e dinâmicas práticas domésticas e com um caráter de grande permanência dos usuários, o que faz com que a inovação e criatividade nesses casos estejam, em geral, materializadas em detalhes, articulações entre cômodos, pontos de interesse, mobiliários e formas de pensar o desenho dos interiores de forma agradável e adequada aos moradores.

Uma das formas de criar pontos de supresa e de quebra da monotonia de um conjunto padrão do programa residencial é o uso de cores de forma estratégica e pontual em ambientes internos. Associar elementos arquitetônicos como vigas, pilares, pisos, lareiras, painéis, armários a tons contrastantes entre si estabelece uma nova leitura para antigos componentes e pode mudar a percepção dos ambientes internos de forma inovadora. Reunimos a seguir uma seleção de projetos brasileiros que exploram o uso desse recurso em suas propostas para interiores.

Casa de Vila Campo Belo / DT Estúdio. Imagem: © Carolina Ribeiro / Revoada Estúdio Fiandeiras 75 / Motirõ Arquitetos. Imagem: Casa Guará / Nommo Arquitetos. Imagem: © Eduardo Macarios Apartamento RA / Pascali Semerdjian Arquitetos. Imagem: © Ricardo Bassetti + 12

Como transformar um ambiente interno poluído em um lar saudável

© Hiroyuki Oki
© Hiroyuki Oki

Com a maior parte do mundo vivendo em cidades e comunidades em crescimento, as pessoas tendem a passar a maior parte do tempo em ambientes internos. Quando não estamos em casa, estamos trabalhando, aprendendo ou até participando de atividades divertidas em ambientes fechados e construídos. Ao todo, 90% do nosso tempo é ocupado em interiores. É essencial garantir uma qualidade ambiental interna confortável, produtiva e saudável, seguindo parâmetros e práticas de projeto bem regulados que considerem temperatura, iluminação, poluição sonora, ventilação adequada e a qualidade do ar que respiramos. Este último é especialmente importante, pois, ao contrário do que podemos pensar, a poluição do ar é muito maior no interior do que no exterior.

Diferenças e divergências das representações na arquitetura: do hiper-realismo à colagem digital

Como os arquitetos dependem fundamentalmente de imagens para transmitir informações abstratas para seus clientes e para o público em geral, o debate sobre o papel das renderizações na arquitetura parece não ter fim, assim como não há e nem haverá consenso sobre o tema.

The proposed rooftop forest of the Museum Boijmans van Beuningen Art Depot. Image Courtesy of MVRDV "Ways of Life" by Tatiana Bilbao for Experimenta Urbana. Image Courtesy of Experimenta Urbana House in Rua do Pairaso. Image Courtesy of Fala Atelier model photography of LACMA. Image Courtesy of Serpetine Gallery Pavilion + 10

Os geoglifos do Acre: um patrimônio histórico-social amazônico

Ensaio produzido originalmente como trabalho final da disciplina eletiva Moradias Tradicionais da Escola da Cidade em 2017 aborda a presença pouco conhecida de construções pré-colombianas de grande escala presentes no meio da Floresta Amazônica.

Nos últimos 40 anos, foram encontradas no Estado do Acre centenas de formações geométricas maciças escavadas no solo – os chamados geoglifos. Estas construções demonstram que a Amazônia já foi habitada há milhares de anos e que a sua vegetação foi manejada, desmentindo a imagem de que a região seja um território intocado.

Dimensões mínimas e layouts típicos para banheiros pequenos

Ter acesso a um banheiro é, acima de tudo, um fator de dignidade. Por mais básico que isso possa parecer, a OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que 2 bilhões de pessoas no mundo não possuem instalações de saneamento básico, como banheiros ou latrinas. Também, que o saneamento inadequado causa 432.000 mortes anualmente, principalmente por diarréia, além de ser um agravante para várias doenças tropicais negligenciadas, como vermes intestinais, esquistossomose e tracoma. Em 2010, a ONU (Organização das Nações Unidas) considerou o saneamento como um direito básico, assim como o acesso à água potável. 

Casas brasileiras: 14 residências com jardins verticais

Jardins verticais, paredes verdes ou paredes vivas são algumas das diferentes denominações usadas para uma mesma solução: a disposição vertical de diferentes espécies vegetais como forma de adquirir os benefícios proporcionados pela vegetação, mas em uma menor área projetada. Ou seja, a aplicação vertical das espécies permite um ganho de área útil horizontal, uma vantagem sobretudo para locais onde existe pouco espaço disponível para plantio diretamente no solo.

Residência Groenlândia / Fernanda Marques Arquitetos Associados. Imagem: © Fernando Guerra | FG+SG Casa Terra / Paola Ribeiro Arquitetura e Interiores. Imagem: © Denilson Machado – MCA Estúdio Casa DS / Studio Arthur Casas. Imagem: © Ricardo Labougle Casa AN / Studio Guilherme Torres. Imagem: © MCA Estúdio + 15

Pessoas tendem a ser mais felizes e saudáveis em bairros caminháveis

A explicação para algumas pessoas caminharem mais do que outras pode ir além da escolha pessoal: em muitos casos, os níveis de caminhada no dia a dia são determinados pelo desenho urbano. A maneira como as ruas e bairros são traçados ultrapassa questões estéticas ou de planejamento e afeta diretamente o estilo de vida, a saúde, a prática de atividade física e o bem-estar de quem mora ou frequenta cada área da cidade.

Espelhos na arquitetura: possibilidades de espaços refletidos

Mirror Garden / ARCHSTUDIO. Image © Ning Wang
Mirror Garden / ARCHSTUDIO. Image © Ning Wang

KAP-House / ONG&ONG Pte Ltd. Image © Derek Swalwell Si estas paredes hablasen / Serrano + Baquero Arquitectos. Image © Fernando Alda PH José Mármol / Estudio Yama. Image © Javier Agustin Rojas The Mirror Window / Kosaku Matsumoto. Image © Nobutada Omote + 39

Os seres humanos usam espelhos desde 600 aC, empregando a rocha obsidiana altamente polida como superfície reflexiva básica. Com o tempo, as pessoas começaram a usar pequenos pedaços de ouro, prata e alumínio de maneira semelhante, tanto por suas propriedades refletivas quanto por decoração. No século I dC, as pessoas começaram a usar o vidro para fazer espelhos, mas foi apenas durante o Renascimento Europeu que os fabricantes venezianos começaram a fabricar espelhos aplicando suportes metálicos nas folhas de vidro, permanecendo o método geral mais comum hoje em dia. Desde então, os espelhos continuam a desempenhar papel decorativo e funcional na arquitetura, proporcionando uma estética moderna e limpa, apesar de suas origens antigas. Abaixo, investigamos como os espelhos são feitos, fornecemos um pouco de sua história na arquitetura e oferecemos várias dicas para arquitetos que desejam usá-los em seus projetos.

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