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Olimpíadas: O mais recente de arquitetura e notícia

Arquitetos e artistas japoneses celebram Olimpíadas com série de pavilhões em Tóquio

Acompanhando os Jogos Olímpicos em andamento, o Pavilhão Tóquio 2021 convidou arquitetos e artistas japoneses, incluindo Kazuyo Sejima, Sou Fujimoto, Junya Ishigami e Yayoi Kusama, para imaginar nove estruturas temporárias a serem instaladas em diversos locais ao redor do Estádio Nacional, projetado por Kengo Kuma. A iniciativa mostra intervenções experimentais na paisagem urbana que ilustram uma visão lúdica do espaço público. Também participam do projeto Terunobu Fujimori, Akihisa Hirata, Teppei Fujiwara, além dos artistas Makoto Aida e Daito Manabe + Rhizomatiks.

Kokage-gumo de Junya Ishigami. Imagem© Shuji GotoPavilhão da nuvem de Sou Fujimoto. Imagem © Shuji GotoCastelo de Tóquio / Makoto Aida. Imagem © ToLoLo studioTEATRO DO JARDIM DE RUA / Teppei Fujiwara. Imagem © ToLoLo studio+ 17

SOM projetará vila olímpica para os jogos de Milão Cortina 2026

Após concurso internacional envolvendo 71 escritórios de arquitetura de 9 países diferentes, os arquitetos da Skidmore, Owings & Merrill foram selecionados para projetar a Vila Olímpica para os jogos de Milão Cortina 2026. O projeto faz parte do masterplan do Pátio Ferroviário de Porta Romana e criará um novo centro de atividades na região, buscando o mínimo impacto ambiental. O projeto autossuficiente contará com espaços residenciais, comerciais e públicos, que mudam de configuração a partir do evento olímpico.

© SOM | Pixelflakes© SOM | Pixelflakes© SOM | Pixelflakes© SOM+ 5

Estádio Nacional do Japão / Taisei Corporation + AZUSA SEKKEI + Kengo Kuma & Associates

© Taisei Corporation, Azusa Sekkei Co., Ltd. , Kengo Kuma and Associates Joint Venture© Taisei Corporation, Azusa Sekkei Co., Ltd. , Kengo Kuma and Associates Joint Venture© Taisei Corporation, Azusa Sekkei Co., Ltd. , Kengo Kuma and Associates Joint Venture© Taisei Corporation, Azusa Sekkei Co., Ltd. , Kengo Kuma and Associates Joint Venture+ 41

Laurian Ghinitoiu registra a emoção causada pelo "edifício mais preto do mundo" nas Olimpíadas de Inverno na Coreia

© Laurian Ghinitoiu
© Laurian Ghinitoiu

No início deste mês, as Olimpíadas de Inverno foram oficialmente abertas na Coreia do Sul. Laurian Ghinitiou esteve em PyeongChang para capturar as mais belas imagens das cerimônias dos Jogos Olímpicos de Inverno. Podemos conhecer agora através de suas lentes o famoso edifício Vantablack VBx2 projetado pela Hyundai e por Asif Khan. O pavilhão foi concebido como uma forma de "narrativa" espacial, onde a própria fachada se volta para os cinco espaços interiores - representando a água, o sol, a eletrólise, o hidrogênio e a sua transformação em água - contando a história dos seus ciclos.

Esta experiência única pela qual o fotografo nos guia, inicia-se a partir do encontro inicial com este edifício completamente preto localizado no Parque Olímpico até a última sala de exposições onde as gotas de água escorrem poeticamente pelas suas paredes. A fascinante fachada, escura como a noite, incorpora a falta de luz no universo, bem como as suas infinitas possibilidades. O universo também é onde nasce o hidrogênio durante o Big Bang, exatamente onde a narrativa começa.

A Hyundai decidiu por construir tal edifício em pleno Parque Olímpico com a intenção de revelar aos visitantes como a energia do hidrogênio é concebida. Os projetistas por sua vez, fizeram com que essa ideia fosse algo a mais que apenas um experimento científico. Laurian Ghinitoiu capturou a essência deste pavilhão, uma mistura de inovação, surpresa e prazer.

Veja a série completa abaixo:

© Laurian Ghinitoiu© Laurian Ghinitoiu© Laurian Ghinitoiu© Laurian Ghinitoiu+ 31

Brasileiro Guto Requena recebe o Prix Versailles com o Pavilhão Dançante

O arquiteto e designer brasileiro Guto Requena recebeu o Prix Versailles por seu Pavilhão Dançante, desenvolvido para as Olimpíadas do Rio de Janeiro 2016. O projeto foi premiado em duas importantes categorias: a MUNDIAL, categoria máxima, e também na categoria Américas. A cerimônia aconteceu na sede da UNESCO, em Paris, em 12 de maio.

Localizado no Parque Olímpico da Barra, no Rio de Janeiro, o Pavilhão Dançante foi criado como um espaço para festas, danças, djs e apresentações. A interatividade do pavilhão se dava através de sua pele interativa, em que sensores espalhados na pista de dança captavam a música e a agitação das pessoas dançando, controlando motores para movimentar espelhos na fachada do edifício.

ANSKA divulga projeto de plataformas flutuantes para os Jogos Olímpicos de Paris 2024

ANSKA divulgou o projeto Spots, uma série de plataformas temporárias para sediarem micro-eventos para os Jogos Olímpicos de Paris 2024. Como uma alternativa às tipologias clássicas do rio como barcaças ou estruturas pesadas, os equipamentos são sistemas modulares que podem facilmente ser montados ou desmontados, permitindo que se tornem soluções programáticas duráveis.

Enquanto Spots foi projetado para os Jogos Olímpicos de Paris, onde os módulos seriam enganchados às margens dos rios para criar uma rota complementar para os Jogos, facilitando uma maior exploração da cidade, a micro-tipologia do projeto poderia ser aplicada "a qualquer rio e cidade", bem como a subúrbios parisienses e áreas industriais.

© ANSKA© ANSKA© ANSKA© ANSKA+ 10

Clássicos da Arquitetura: Rampa de Esqui Bergisel / Zaha Hadid Architects

Situado no cume da Montanha Bergisel, sobre a pitoresca cidade alpina de Innsbruck, Áustria, a Rampa de Esqui Bergisel representa a encarnação contemporânea de um marco histórico. Projetado por Zaha Hadid entre 1999 e 2002, o edifício é um estudo de expressão formal: suas linhas fluidas e estética minimalista criam um senso de graça e movimento de alta velocidade, refletindo a sensação dinâmica de um salto de esqui em uma estrutura monumental que se destaca acima do centro histórico de Innsbruck e das encostas das montanhas ao redor.

© Helene BinetCourtesy of Zaha Hadid ArchitectsCourtesy of Zaha Hadid Architects© Helene Binet+ 27

Estudantes da PUC-Rio lançam site que mapeia as transformações que as Olimpíadas trouxeram para o Rio de Janeiro

A escolha do Rio de Janeiro para sediar as primeiras Olimpíadas na América do Sul levou a um boom de projetos e obras que se seguiu a um longo período de estagnação econômica e cultural nesta cidade de 6,3 milhões de habitantes.

Mesmo que muitas promessas tenham ficado no papel – como a despoluição da Baía de Guanabara e a urbanização de 260 favelas - entre outubro de 2009 e agosto de 2016 surgiram arenas, obras viárias, lançamentos imobiliários, edifícios corporativos, museus, hotéis. Além de obras na área portuária que incluíram a demolição de um elevado de 7 km e a abertura de 4km de túneis, com trechos escavados sob alguns dos sítios de maior valor histórico, paisagístico e simbólico da cidade.

100 histórias, 100 remoções, 100 casas destruídas pelos Jogos Olímpicos 2016

O Projeto 100 consiste em um conjunto de reportagens que busca investigar o que aconteceu após as remoções causadas pelas grandes obras construídas para a Olimpíada de 2016. É o momento em que a sede jornalística pelo fato noticioso tende a murchar, deixando de lado uma parte vital da história: para onde as famílias foram removidas? As vidas das pessoas melhoraram? As promessas do poder público foram cumpridas?

Não existem dados oficiais detalhados e verificáveis sobre as remoções olímpicas no Rio, que se somam às massivas demolições ocorridas em nome da Copa do Mundo em 2014. Diante da falta de informações sobre essa penosa política, os idealizadores do projeto decidiram fazer o óbvio: escutar as famílias expulsas de suas casas.

Resultados do concurso #016 Projetar.org - Infopoint Olimpíadas

O Concurso 016, promovido pela Projetar.org, propôs aos estudantes que projetassem um Infopoint na orla da praia de Copacabana na cidade do Rio de Janeiro, que possa servir como ponto de apoio e centro cultural para a cidade do Rio de Janeiro durante as Olimpíadas 2016. O concurso contou com 65 projetos entregues de equipes compostas de participantes de diversos estados brasileiros.

Concurso de ideias para estudantes de arquitetura Projetar.org #016 Infopoint Olimpíadas

A proposta do concurso 016 da Projetar.org é que os estudantes projetem um Infopoint na orla da praia de Copacabana na cidade do Rio de Janeiro, que possa servir como ponto de apoio e centro cultural para a cidade do Rio de Janeiro durante as Olimpíadas 2016.
Sediar uma Olimpíada é um grande marco para qualquer cidade. A preparação da cidade-sede ocorre desde a concorrência para ganhar os direitos de sediar os jogos, e segue durante os 7 que antecedem a competição visando garantir a infraestrutura adequada para acomodar atletas e visitantes, bem como deixar um legado interessante para os moradores

Planning Korea projeta hotel para as Olimpíadas de Inverno 2018 em PyeongChang

O estúdio de arte e arquitetura Planning Korea, de Seul, divulgou seu projeto para um hotel à beira-mar que receberá os visitantes das Olimpíadas de Inverno 2018 em PyeongChang, Coreia do Sul. Com 946 unidades e ocupando um terreno de mais de 29 mil metros quadrados, o hotel oferecerá uma combinação de atividades de lazer voltadas ao mar e às montanhas.

Cortesia de Planning KoreaCortesia de Planning KoreaCortesia de Planning KoreaCortesia de Planning Korea+ 6

IAB-RJ promove palestra sobre paisagismo dos projetos Olímpicos de 2004 e 2016

Os projetos de paisagismo dos Jogos Olímpicos de Atenas (2004) e do Rio de Janeiro (2016) serão apresentados na sede do Departamento Rio de Janeiro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ), amanhã, dia 10 de fevereiro, pela arquiteta e paisagista Julia Georgi, autora do projeto de reforma e intervenção dos espaços públicos das Olimpíadas de 2004, e pelo paisagista francês, radicado no Rio de Janeiro, Pierre-André Martin, que lidera a recuperação da Orla do Parque Olímpico Rio 2016.

IAB-RJ promove o seminário “Londres e Rio de Janeiro – Metrópoles Olímpicas em Transformação.

O Consulado Geral Britânico, em parceria com o Departamento Rio de Janeiro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ), promove o seminárioLondres e Rio de Janeiro – Metrópoles Olímpicas em Transformação.” O evento acontece na terça-feira, 3 de fevereiro, e é aberto ao público.

No final das contas, 2014 não teve caos nem legado / Raquel Rolnik

2014 foi o ano da Copa. Lembra? Quando o país anunciou que havia sido escolhido para sediar a Copa do Mundo de 2014, imediatamente foi também veiculada a ideia de que este evento traria um “legado” para as cidades-sede, proporcionando a seus habitantes uma revolução nos transportes, a modernização da infraestrutura aeroportuária, a melhoria da mobilidade e o resgate de uma urbanidade incompleta, além de outros benefícios, como o incremento do turismo, com geração de empregos e aumento da renda para a população.

Naquele momento, e ao longo dos anos que antecederam o evento, outros, ao contrário, anunciavam que o país jamais teria condições de sediar um evento desse porte, que envergonharíamos o mundo com nosso amadorismo, nossas péssimas estradas e aeroportos, nossas cidades inchadas de carros e carentes de transporte público minimamente decente. Enfim, que a Copa no Brasil seria um caos…

Os Jogos Olímpicos e suas estruturas abandonadas

Os Jogos Olímpicos representam, sem dúvida alguma, um investimento colossal para os países que os recebem e organizam. Mas, uma vez findo o evento esportivo, qual o destino de todas as infraestruturas construídas paras as competições? Em alguns casos os edifícios não servem para mais nada e a natureza retoma seu espaço.

Veja a seguir alguns exemplos de cidades que receberam Jogos Olímpicos (de verão e inverno) e que evidenciam o destino de algumas dessas estruturas:

Os estádios de Sochi

As Olimpíadas de Inverno de 2014 em Sochi tiveram início na concha do estádio projetado pelo escritório Populous, obra inspirada em um ovo Fabergé. Construído apenas para receber as cerimônias de abertura e o encerramento dos Jogos, o estádio apresenta uma cobertura translúcida de policarbonato que lembra vagamente os picos nevados das montanhas do Cáucaso.

O estádio do escritório Populous é apenas uma das onze estruturas construídas no parque Olímpico. Veja algumas das outras impressionantes obras a seguir...