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Espaço Público: O mais recente de arquitetura e notícia

BIG e Field Operations apresentam projeto que transformará a paisagem costeira de Nova Iorque

A empresa novaiorquina Two Trees Management, em parceira com o BIG e a Field Operations, apresentou o projeto de um novo plano diretor para o norte do Brooklyn, um mega empreendimento de uso misto acompanhado de um parque resiliente às margens do East River na cidade de Nova Iorque.

© James Corner Field Operations and BIG-Bjarke Ingels Group, cortesia de Two Trees Management © James Corner Field Operations and BIG-Bjarke Ingels Group, cortesia de Two Trees Management © James Corner Field Operations and BIG-Bjarke Ingels Group, cortesia de Two Trees Management © James Corner Field Operations and BIG-Bjarke Ingels Group, cortesia de Two Trees Management + 12

Água e espaços coletivos: 19 piscinas ao redor do mundo

Às vezes alguns elementos pontuais tomam uma proporção de destaque nos projetos de arquitetura, seja pela escala que assumem, ou pela possibilidade de proposição criativa que representam para o exercício de quem projeta. As piscinas são um bom exemplo desse tipo de elemento, já que sua condição de corpo d'água cria respostas muito diversas dependendo da sua situação de implantação nas obras. Elas podem ocupar espaços internos e externos, assumir desenhos dos mais variados, incorporar revestimentos que contribuem com cor aos espaços, além de serem um grande atrativo de uso coletivo nos projetos.

Arquitetura e espaço público: 11 pistas de skate ao redor do mundo

Historicamente, a prática do skate tem sido associada diretamente à utilização de espaços públicos como ruas, praças e calçadas, caracterizando-se como uma atividade esportiva que se incorpora no cotidiano das cidades. Ainda que, por vezes, seja considerada uma prática marginal pelo conflito entre usos nos espaços públicos, o skate possibilita a ressignificação de locais subutilizados, como áreas próximas a viadutos ou sob eles, para a prática esportiva. Além disso, pistas de skate também têm sido incorporadas nos programas de centros e complexos esportivos, explorando possibilidades estéticas singulares associadas ao seu uso.

Adjaye Associates e Daniel Boyd se unem para projetar a nova Sydney Plaza

A cidade de Sydney selecionou o escritório Adjaye Associates e o artista aborígine contemporâneo Daniel Boyd para projetar um novo edifício, praça, e obra de arte pública. O projeto busca descobrir a história perdida do lugar onde está inserido, reconciliar culturas e definir identidades.

Urbanismo tático: tintas, cones e a transformação das cidades

Em setembro deste ano as vias no entorno da escola Anne Frank, no bairro do Confisco, em Belo Horizonte, receberam pintura de solo, com faixas para a travessia de pedestres e marcas de delimitação nas faixas de circulação de veículos. Além disso, foram instalados vasos feitos de pneus reciclados, cones de sinalização e mobiliário para descanso. No final de semana seguinte, entre os dias 20 e 22 de setembro, coincidindo com o Dia Mundial Sem Carro, o trânsito de veículos motorizados foi interrompido e o espaço se transformou em uma Rua Aberta, com shows, atividades culturais e espaço de convivência para os moradores da região. No mês seguinte, em outubro, alunos de 8 a 10 anos da escola Anne Frank participaram de uma oficina de montagem de placas de trânsito, escrevendo mensagens que passariam a compor a sinalização viária da região.

A rua na constituição do espaço urbano

Muitos autores abordam a importância da rua para a vitalidade no espaço urbano. As ruas são o espaço livre público, normalmente cercado de edifícios e que conformam este espaço. Raramente percebemos, mas é deste espaço livre que nos apropriamos da cidade, onde a sensação do caminhar acontece.

6 Iniciativas voluntárias que transformam a vida de diferentes cidades do Brasil

Da revitalização de áreas verdes degradadas à realização de jogos colaborativos, eventos e oficinas, existem diversas ações que são possíveis de realizar voluntariamente para mudar a paisagem de uma cidade e as pessoas que vivem nela.

Além de serem formas importantes de participação social, a organização de pessoas por meio de coletivos e a adesão a iniciativas que se apoiam em trabalho voluntário, facilitam a interação entre o poder público e as comunidades, trazendo muitos resultados positivos, inclusive na maneira como interagimos com as cidades.

Termômetro da desigualdade: o 20 de novembro também pode te tirar do lugar

Em exercício recente, nós debruçamos sobre as principais narrativas em torno da desigualdade brasileira para uma formação interna do Instituto Pólis. Não foi exatamente uma surpresa identificarmos a predominância da renda no centro do debate, seja em veículos de mídia ou em estudos acadêmicos. Nosso objetivo com esse estudo era compreender como o Direito à Cidade [1] pode contribuir nas leituras das desigualdades e ser uma ferramenta de luta para diminuir as distâncias entre os cidadãos.

Paraíba sediará o I Fórum Regional Nordeste do BrCidades

O BrCidades é uma rede em construção, que se forma em espaços de diálogo, interação e compartilhamento de experiências e projetos de diferentes agentes sociais como movimentos sociais, universidades, ONGs, entidades técnicas e instituições jurídicas, compromissados com a construção social de um projeto para as cidades brasileiras, que contribua para a ampliação democrática e a justiça urbana.

O I Fórum Regional Nordeste do BrCidades tem como principal objetivo reunir a sociedade civil para debater um novo paradigma para as cidades do Brasil a partir do Nordeste. Tais formulações partem da recuperação de propostas exitosas que já foram desenvolvidas no país e,

Planejamento urbano e espaços públicos: parques como ferramentas de transformação social

No século XXI a gestão inteligente das cidades será um dos fatores mais influentes no desenvolvimento econômico. Questões sobre como serão confrontados os desafios na área da habitação, saneamento, democracia, educação, segurança, desenvolvimento econômico e qualidade de vida, serão as principais pautas dos gestores. 

11 Conselhos para projetar espaços públicos vibrantes

A 3ª Semana Internacional “Placemaking”, realizada anualmente pela organização filantrópica Project for Public Spaces (PPS), teve lugar entre os dias 1º a 4 de outubro de 2019 na cidade de Chattanooga, Tennessee. Anteriormente organizado nas cidades de Amsterdã (2017) e Vancouver (2016), este inspirador e envolvente evento é um espaço de encontro e intercâmbio de ideias entre, pessoas, profissionais e organizações comprometidas com a construção de “lugares”, promovendo a difusão deste conceito tanto no contexto local da cidade sede quanto no nível internacional.

A PPS, responsável pela criação da Placemaking Week, é uma organização focada em promover a cultura, a construção e a manutenção de “lugares”, ou seja, espaços públicos capazes de construir comunidades mais inclusivas e sustentáveis. Em 1999, a Project for Public Spaces publicou o livro “How to turn a place around”, definindo as bases do movimento “placemaking” e fornecendo diretrizes e princípios a serem seguidos para se construir lugares capazes de gerar comunidades mais vibrantes e inclusivas.

Abaixo, compilamos uma lista com onze projetos construídos que ilustram os onze princípios enumerados no livro:

Green Cloud / ZHUBO-AAO. Image © Yang Xu Red Ribbon Park / Turenscape. Image Courtesy of Turenscape Green Cloud / ZHUBO-AAO. Image © John Siu Superkilen / Topotek 1 + BIG Architects + Superflex. Image © Torben Eskerod + 19

OMA divulga projeto de instalação em frente ao K11 MUSEA de Hong Kong

O OMA divulgou o projeto do KUBE, uma instalação localizada em frente à entrada do K11 MUSEA, na orla de Hong Kong. A instalação multifuncional cria um marco urbano em meio ao denso horizonte da cidade através de uma geometria muito simples e envolvente.

© Kevin Mak, cortesia de OMA © Kevin Mak, cortesia de OMA © Kevin Mak, cortesia de OMA © Kevin Mak, cortesia de OMA + 9

Três formas de ativar o espaço urbano: Jornada de Articulação COURB

Como resultado dos três meses de formação em articulação local no pioneiro Programa de Embaixadores COURB, mobilizadores de diferentes cidades brasileiras promoveram ações nos seus territórios. Almejando a construção colaborativa de cidades inclusivas, a Jornada de Articulação, realizada a muitas mãos, aconteceu entre os meses de agosto e setembro e contou com três tipos de ações: rodas de conversa, intervenções no território e proposições coletivas. Os embaixadores mapearam e engajaram no programa mais de 150 instituições - entre prefeituras, universidades, coletivos, empresas e organizações.

Como construir lugares para melhorar a saúde mental dos habitantes

O placemaking é um conceito cunhado pela ONG norte-americana, Project for Public Spaces (PPS), para definir os processos de desenho colaborativo de espaços públicos que levam em conta os desejos, interesses e necessidades das comunidades locais.

Seus alcances foram estudados sob a perspectiva de diversos temas presentes em nossas cidades, como ecologia, psicologia, sustentabilidade, resiliência, entre outros. 

4 Dicas importantes para projetar ruas para as pessoas (e não apenas para os carros)

Vá a qualquer cidade medieval européia e veja como as ruas eram antes do advento do carro: lindas, pequenas, estreitas, íntimas, em escala indiscutivelmente humana. Temos poucas cidades nos Estados Unidos onde é possível encontrar ruas como estas. Em sua grande maioria, o que se vê nas ruas são aquelas projetadas para os carros - de grande escala para alta velocidade. Em minha São Francisco natal, estamos tornando as ruas mais seguras para caminhar e pedalar aumentando as larguras das calçadas, transformando faixas de carros em ciclovias, diminuindo a velocidade dos carros. Estamos trabalhando com as ruas que temos; uma rua típica em São Francisco possui entre 18 a 24 m de largura, comparada a uma rua medieval de antes do carro que possui entre 3 e 6 metros de largura.

Por uma nova ordem do espaço público: o direito à cidade para todos

Uma criança desesperada grita, em plena Praça Dom José Gaspar no Centro de São Paulo, para que não machuquem sua mãe. Chora ao vê-la ser retirada à força por agentes da Prefeitura de cima do carrinho em que vendia frutas todos os dias aos frequentadores da praça. Sua mãe também chora e tenta explicar aos agentes que aquelas frutas e aquele carrinho eram tudo que ela possui para tentar sustentar a filha. Todos assistem à cena comovidos e tentam argumentar com os funcionários da Subprefeitura, mas continuam recolhendo os produtos, afinal “ordens são ordens”. 

Mas qual a “ordem” que regula os espaços públicos?