Tudo
Projetos
Produtos
Eventos
Concursos
  1. ArchDaily
  2. Tecnologia

Tecnologia: O mais recente de arquitetura e notícia

O que esperar dos interiores do futuro

Em 2018, a ONU divulgou um artigo afirmando que 55% da população mundial já vivia em áreas urbanas, prevendo que em 2050 esse percentual chegará a 68%. Essa tendência à maior urbanização traz consigo várias implicações em relação à degradação ambiental e à desigualdade social. De acordo com a National Geographic, o crescimento urbano aumenta a poluição do ar, põe em perigo as populações de animais, promove a perda de cobertura urbana de árvores e aumenta a probabilidade de catástrofes ambientais, como inundações repentinas. Esses riscos à saúde e fenômenos catastróficos podem ter maior probabilidade de afetar as populações mais pobres, pois as cidades maiores geralmente demonstram taxas mais altas de desigualdade econômica e o crescimento descontrolado tende a produzir distribuições desiguais de espaço, serviços e oportunidades.

Para mitigar esses efeitos negativos da urbanização, arquitetos vêm priorizando cada vez mais a sustentabilidade e a maximização do espaço disponível - permitindo que mais pessoas ocupem menos espaço com uma área menor.

Courtesy of Seura Batipin Flat / studioWOK. Image © Federico Villa Casa da Escrita / João Mendes Ribeiro. Image © do mal o menos Studio 45 / Marston Architects. Image © Katherine Lu + 13

MVRDV e Airbus apresentam projeto inovador que pretende transformar a mobilidade urbana de nossas cidades

Em parceria com a Airbus, a Bauhaus Luftfahrt, a ETH Zurich e a Systra, o MVRDV está desenvolvendo um projeto piloto para a Urban Air Mobility (UAM), uma iniciativa voltada a criação de um sistema de transporte aéreo seguro e eficiente que pretende transformar para sempre o mercado de transporte de bens e pessoas em nosso planeta. Como a culminação de uma extensa pesquisa, a Urban Air Mobility é uma iniciativa que pretende dar forma a um novo conceito de mobilidade urbana.

Cortesia de MVRDV Cortesia de MVRDV Cortesia de MVRDV Cortesia de MVRDV + 18

A impressão 3D pode ser considerada artesanal?

via Shutterstock Urban Cabin / DUS Architects. Image © Sophia van den Hoek © AI SpaceFactory © Christian J. Lange + 13

O artesanal está de volta. Uma reivindicação dos ofícios frente à produção industrial em massa que caracterizou o século XX, refletida em uma nova sensibilidade às matérias-primas, na recuperação de técnicas locais e na defesa dos pequenos comércios. Materiais como a terra e a cerâmica, os têxteis e a madeira têm sido revalorizados por designers, artistas e arquitetos ao redor do mundo, em busca de seu próprio estilo e da representação da nostalgia coletiva.

SAAU'20 - Semana Acadêmica de Arquitetura e Urbanismo do UNIESP

Curso de Arquitetura e Urbanismo do UNIESP promove a SAAU’20, Semana Acadêmica de Arquitetura e Urbanismo.

O evento será realizado entre os dias 13 e 17 do mês de abril. O tema deste ano está voltado para o debate acerca da nossa arquitetura, com o título “Do vernacular ao contemporâneo – rumos da arquitetura latino-americana. O objetivo principal deste evento é aprofundar o debate sobre o processo de descolonização, perpassando pelo fortalecimento dos saberes vernaculares como das inovações tecnológicas, à concepção e produção projetual no campo disciplinar da arquitetura e do urbanismo, do Nordeste, do Brasil e da América Latina. Para

Projetando cidades inteligentes: uma abordagem humana

Até 2025, a Frost and Sullivan, uma empresa de pesquisa de mercado, previu que haverá pelo menos 26 grandes cidades inteligentes em todo o mundo. Enquanto alguns ainda pensam que, à medida que nossas cidades se tornam mais inteligentes, elas se parecerão com filmes futuristas de ficção científica, a realidade é que a qualidade de vida nessas cidades melhorará drasticamente. As cidades estão definidas para se tornarem mais eficientes com melhores serviços. No entanto, antes de atingir esses ideais, vamos voltar ao processo em si e avaliar os desafios que poderemos enfrentar.

Como o conceito de cidades inteligentes ainda é muito novo, com raros projetos finalizados e implementados, o tópico ainda não está claro. Embora grandes títulos e estratégias estejam bem definidos, a aplicação no terreno ainda é incerta, dando-nos a oportunidade de questionar seu processo de planejamento. De fato, como podemos errar ao projetar cidades inteligentes? Que elemento chave estamos deixando de abordar na fase de planejamento?

Concreto reforçado com fibras: resistência e leveza

A história do concreto remonta à Roma Antiga, há aproximadamente 2000 anos atrás. A mistura de pedra calcária, cinza vulcânica e água do mar, conhecida como “Concreto Romano”, possibilitou a construção de aquedutos, estradas e templos, muitos deles ainda de pé. Algum tempo atrás descobriu-se que essa mistura original forma um mineral chamado tobermorita aluminosa, que se torna mais forte com o passar do tempo.

Centro Heydar Aliyev / Zaha Hadid Architects. Image © Hélène Binet © Samuel McGuire © Samuel McGuire Fibras. Image Cortesia de Swisspearl + 10

Como garantir que nossas cidades tenham futuro? 4 iniciativas para aumentar a resiliência

Nossas cidades, vulneráveis por natureza e desenho, geraram o maior desafio que a humanidade precisa enfrentar. Com a expectativa de que a grande maioria da população se estabeleça em aglomerações urbanas, a rápida urbanização levantará a questão da adaptabilidade à futuras transformações sociais, ambientais, tecnológicas e econômicas.

De fato, a principal problemática da década questiona como nossas cidades irão lidar com fatores que mudam rapidamente. Ela também analisa os aspectos mais importantes a serem considerados para garantir o crescimento a longo prazo. Neste artigo, destacamos os principais pontos que ajudam a proteger nossas cidades no futuro criando um tecido habitável, inclusivo e competitivo que se adapta a qualquer transformação futura inesperada.

Peças estruturais e leves de madeira baseadas na inteligência natural das árvores

A crise climática global não está apenas nos forçando a repensar os projetos arquitetônicos e a maneira como vivemos, mas também os materiais e produtos que a moldam, desde sua fabricação e suas origens. Nesse sentido, a madeira se tornou uma alternativa eficiente ao aço e concreto - materiais de alto nível de carbono incorporados - emergindo inovações interessantes que poderiam continuar a aprimorar seu uso massivo.

Inspirados na eficiência da natureza, a Strong By Form desenvolveu o Woodflow, uma tecnologia que permite a geração de peças de madeira de alto desempenho estrutural ", combinando a otimização de sua forma, a orientação de suas fibras em relação à direção dos esforços, e variando sua densidade para resistir a uma melhor compressão ou tração", conforme explicado por seus criadores. Além disso, todos esses produtos são desenvolvidos em um processo controlado por meio de software paramétrico, integrado às plataformas BIM e aos sistemas de fabricação CNC.

Conversamos com Jorge Christie, CTO da Strong By Form, para aprofundar essa nova tecnologia.

Como a simulação de materiais durante o projeto garante um bom desempenho da construção

Com a quantidade de informações e tecnologias que dispomos atualmente, seja de pesquisas acadêmicas ou dos próprios fabricantes dos produtos de construção, sobra muito pouco espaço para empirismos e experimentações ao projetarmos nas escalas mais diversas. Ainda mais quando equívocos na especificação de projetos representam enormes custos e dores de cabeça. Isso quer dizer que muito antes da construção e a ocupação do edifício, é possível entender claramente como o edifício funcionará termicamente, qual sua capacidade de geração de energia fotovoltaica e mesmo quanto de energia será necessário para resfriá-lo e/ou aquecê-lo. Há softwares, ferramentas e aplicativos que permitem quantificar todas essas decisões de projeto, para evitar erros, deseconomias, geração de resíduos e garantir a eficiência de todos os materiais aplicados. 

MVRDV divulga projeto de cidade inteligente para a companhia Tencent na China

O MVRDV acaba de divulgar imagens de sua proposta para o concurso da nova sede da Tencent, localizado na Baía de Qianhai, Shenzhen, China. Destacando o potencial ecológico da tecnologia das smart cities, o projeto prevê um distrito urbano completo, incluindo escritórios, residências para funcionários da Tencent, unidades comerciais, instalações públicas, escolas e um centro de conferências.

© Atchain © Atchain © Atchain © Atchain + 26

ONU-Habitat promove planejamento inclusivo e igualdade de gênero através da tecnologia

A ONU-habitat ou a agência das Nações Unidas para assentamentos humanos e desenvolvimento urbano sustentável, cujo foco principal é lidar com os desafios da urbanização rápida, vem desenvolvendo abordagens inovadoras no campo do design urbano, a fim de incentivar a participação ativa, especialmente de crianças, mulheres e indivíduos carentes.

Materiais e novas tecnologias de construção: os 10 artigos mais lidos em 2019

Estar atualizado com as novas tecnologias, entender quais as melhores soluções e detalhes para determinados projetos, ter o conhecimento de quais produtos há no mercado e o que está por vir nos próximos anos. Temos observado que esses temas despertam grande interesse em arquitetos, estudantes e os amantes de arquitetura que entram no site todos os dias. 2019 foi o ano em que o ArchDaily começou a focar mais fortemente na parte de Materials, que abrange produtos, técnicas construtivas e materiais em geral. Com o ano chegando ao fim, selecionamos os artigos da seção mais vistos em cada mês, para tentar entender o que os une e o que devemos continuar investindo nos próximos anos. Veja mais a seguir!

A Guy, his Bulldog, a Vegetable Garden, and the Home they Share / HUSOS. Image © José Hevia Courtesy of Kast © Artek via Shutterstock + 14

Bienal de Shenzhen & Hong Kong propõe uma reflexão crítica à respeito dos “olhos da cidade”

A ser inaugurada no próximo mês dezembro, a Bienal de Arquitetura e Urbanismo de Shenzhen (UABB), está sendo co-organizada pelas cidades de Shenzhen e Hong Kong. Sobre o mote “Urban Interactions”, a Bienal de Shenzhen de 2019 será a primeira a utilizar tecnologias de reconhecimento facial e inteligência artificial em suas exposições dedicadas, convidando a comunidade internacional de arquitetos a refletir sobre o impacto das tecnologias digitais no ambiente construído.

© Yung Ho Chang © Reparametrize Studio © The Center for Spatial Technologies © SEICHE + 35

1º Seminário Internacional "ARCHNEXUS" - Nexos e Fluxos em Arquitetura e Urbanismo

O Seminário Internacional “ARCHINEXUS” - Nexos e Fluxos em Arquitetura e Urbanismo do CAU/SP e CAU/BR acontece na capital paulista, nos dias 28, 29 e 30 de novembro e 01 de dezembro de 2019, no Hotel Novotel São Paulo Jaraguá.

NEXOS, do latim NEXUS, trata-se do vínculo entre causa e resultado, sentido e ligação entre pessoas, suas ideias e capacidades (físicas ou virtuais). Por meio das novas tecnologias de informação, os nexos são os “nós” de redes mundiais. FLUXOS, ato ou efeito de se movimentar de modo contínuo, pode ser uma sucessão de acontecimentos ou uma grande quantidade de fatos, ideias

A evolução dos robôs de alvenaria: mudando as regras da construção tradicional

A automação está rapidamente se tornando uma parte do cotidiano e das carreiras de muitas pessoas, uma tendência que de maneira alguma escapou à indústria da construção. Embora essa tecnologia cada vez mais difundida seja considerada um sintoma do século XXI contemporâneo,a tecnologia de construção automatizada pode ter uma história que remonta à década de 1960. Essa tecnologia, o robô de alvenaria, transformou-se dramaticamente desde sua realização limitada há mais de 50 anos, fragmentando-se em variações mais novas e tecnologicamente avançadas atualmente.

A tecnologia substituirá os arquitetos? Saiba por que os "arquitetos precisarão encontrar novos trabalhos"

Joris Laarman for MX3d
Joris Laarman for MX3d

Serão os arquitetos substituídos pela inteligência artificial num futuro próximo? O artista Sebastián Errázuriz, de Nova Iorque, publicou um vídeo em seu Instagram que abre a discussão.

Errázuriz, conhecido, dentre outros trabalhos, por sua proposta crítica para a reconstrução da Catedral de Notre Dame, afirma que, muito provavelmente, a profissão tal qual a conhecemos desapareça em breve. Devido aos avanços tecnológicos, apenas uma restrita elite profissional que desempenha a arquitetura como uma prática artística continuará a trabalhar do modo como estamos habituados hoje.

Assista ao vídeo, a seguir (em inglês).