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Regeneração Urbana: O mais recente de arquitetura e notícia

Ressignificando o passado: 7 projetos de reabilitação de edifícios habitacionais do pós-guerra

No ano passado, o Prêmio Mies van der Rohe foi outorgado a um projeto de reforma de um edifício de habitação social, trazendo à tona a relevância da reabilitação física e moral dos blocos habitacionais construídos no período do pós-guerra em praticamente todas as cidades da Europa.

David Chipperfield vence concurso para recuperar antiga área industrial em Berlim

David Chipperfield Architects e Wirtz International Landscape Architects venceram recentemente um concurso em Berlim para converter a antiga zona industrial de Georg-Knorr-Park em um vibrante bairro residencial e comercial.

Cortesia de David Chipperfield Architects Cortesia de David Chipperfield Architects Cortesia de David Chipperfield Architects Cortesia de David Chipperfield Architects + 7

Henning Larsen propõe transformação urbana para o centro de Bruxelas

Henning Larsen apresentou seu desenho para Brouck´R, um projeto de transformação da cidade que está em frente à movimentada Place de Brouckère em Bruxelas. Inspirada na herança tradicional e contemporânea, a proposta gera um destino vibrante e de uso misto do século XXI no centro da cidade.

Cortesia de Henning Larsen Cortesia de Henning Larsen Cortesia de Henning Larsen Cortesia de Henning Larsen + 12

ODA projeta masterplan para recuperar antiga área industrial de Moscou

A escritório ODA venceu o concurso internacional para projetar um plano diretor de 300 mil metros quadrados em Moscou, Rússia. O projeto prevê um grande desenvolvimento de uso misto voltado a estimular antigas zonas industriais nos arredores da cidade.

Cortesia de Brick Visual Cortesia de Brick Visual Cortesia de Brick Visual Cortesia de Brick Visual + 7

MVRDV propõe novos usos para os canais de Haia em projeto desenvolvido junto com comunidade local

O MVRDV, em parceria com organizações comunitárias de Haia, desenvolveu uma proposta de recuperação dos antigos canais da cidade holandesa. Fechados no século XX, os canais serão reabertos com o objetivo de reanimar o centro histórico e fomentar a economia local.

Depois. Imagem © MVRDV 2018 Depois. Imagem © MVRDV 2018 Depois. Imagem © MVRDV 2018 Depois. Imagem © MVRDV 2018 + 18

6 cidades que trocaram suas rodovias por parques urbanos

As autoestradas construídas nas cidades são muitas vezes pensadas como uma solução para congestionamento de veículos. Entretanto, a teoria da demanda induzida tem demonstrado que quando os motoristas contam com mais vias, optam por seguir usando este meio ao invés de utilizar o transporte público ou a bicicleta e, como resultado, o congestionamento não diminui. 

Por isso, existem cidades que têm optado por acabar com o espaço dos automóveis e, onde havia autoestradas, hoje há parques urbanos e ruas menos congestionadas.

A seguir mostramos seis casos deste tipo. Alguns já estão concluídos, enquanto que alguns ainda estão em fase de construção. Para a surpresa de alguns, a maioria dos projetos estão nos EUA, o que reflete que os projetistas deste país estão estudando as políticas de transporte européias, tal como lhes contamos sobre as 9 razões do porquê os EUA são mais dependentes do automóvel do que a Europa.

A improvável vida, morte e renascimento do cais de Hastings

A história do Cais de Hastings é improvável. Localizado em Hastings - a poucos passos de distância do campo de batalha que definiu a história da Inglaterra - o cais foi aberto ao público em 1872. Durante décadas, a estrutura entreteve multidões à beira-mar, mas no século XXI caiu em desuso. Em 2008, o cais foi fechado - um ato que se tornou aparentemente irreversível quando, dois anos depois, a estrutura foi alvo de um incêndio.

Hastings Pier / dRMM. Imagem © Laurian Ghinitiou Hastings Pier / dRMM. Imagem © Laurian Ghinitiou Hastings Pier / dRMM. Imagem © Laurian Ghinitiou Hastings Pier / dRMM. Imagem © Laurian Ghinitiou + 21

Manaus, Território Amazônico: 9 teses relacionadas à cidade e ao território

Manaus: Tese para o Território Amazônico” reúne nove teses de graduação realizadas na Disciplina Arquitetura 6A / Oficina Mediterrânea da Faculdade de Arquitetura, Urbanismo e Desenho da Universidade Nacional de Córdoba, Argentina. Os trabalhos exploram o potencial de associar grandes infraestruturas urbanas com programas arquitetônicos mistos que se apropriem e maximizem a concentração de investimentos e infraestruturas.

Os ensaios, motivados pela experiência do programa S.O.S. Cidades, organizado pela Oficina Sul-americana da FADU-UBA, adotam como caso de estudo a cidade de Manaus, localizada em meio à selva amazônica.

Linking Manaus. Imagem Cortesia de Nahuel Recabarren Manaus +31: Novos Cenários Amazônicos. Imagem Cortesia de Nahuel Recabarren Salada de Frutas. Imagem Cortesia de Nahuel Recabarren Novas Redes de Mobilidade como catalizadoras de Projetos Urbanos. Imagem Cortesia de Nahuel Recabarren + 19

Prefeitura de São Paulo estuda novos usos para áreas industriais

Em entrevista realizada pela repórter e arquiteta Venessa Correa para a seção Seres Urbanos do jornal Folha de S. Paulo, o secretário de Desenvolvimento Urbano de São Paulo, Fernando de Mello Franco – também sócio do escritório MMBB – discorre da importância do patrimônio industrial para a cidade e das intenções da prefeitura em relação ao futuro desse legado.

Essas áreas industriais são especialmente importantes pois hoje, diferente de quando se instalaram, se encontram muito mais próximas de zonas residenciais e novos empreendimentos imobiliários que podem, eventualmente, gerar pressão para que essas atividades sejam movidas para outras regiões.

4 propostas para recuperar uma linha férrea abandonada de Paris

Sem dúvida a transformação do High Line de Nova Iorque em um parque urbano é uma referência mundial que levou outras cidades a desenvolverem projetos para recuperar seus espaços públicos abandonados. Exemplos disso são Baana, em Helsinki, um espaço público que foi construído em uma antiga linha de trem, e outras três iniciativas de cidades estadunidenses que pretendem habilitar parques nas margens dos rios e em vias ferroviárias.

Entretanto, em Paris existe outro projeto desse tipo que nem sempre é mencionado. Trata-se do Plantée Promenade, um parque de 4,7 quilômetros de extensão que há 20 anos conseguiu recuperar um antigo viaduto. Mas esse não será o único parque desse tipo em Paris, há uma organização cidadã que já está considerando outra linha férrea – com partes subterrâneas e elevadas – construída há 162 anos, a Petite Ceinture, para a qual existem, no momento, quatro propostas.

Saiba mais sobre sua história e as propostas de transformação, a seguir.

© Pierre Folk © Pierre Folk © Pierre Folk © Pierre Folk + 26

De locais abandonados a parques urbanos: 3 projetos nos EUA

Tomando como exemplo o High Line, em Nova Iorque, diversas cidades têm desenvolvido projetos para criar novos espaços públicos em lugares em desuso. Alguns destes casos são: “The Goods Line Project”, em Sidney, e a transformação de um bairro central de Moscou a partir da recuperação de uma fábrica.

Nos Estados Unidos, três novas iniciativas, em Chicago, Los Angeles e novamente em Nova Iorque, buscam regenerar regiões abandonadas e que tem em comum o desejo de criar novos parques urbanos. Enquanto que, em alguns dos casos, os projetos surgiram a partir de autoridades, em outros tem sido impulsionados por organizações de cidadãos, o que, por si só já é uma grande demonstração de que iniciativas cidadãs podem chegar longe e melhorar efetivamente as cidades.

Veja, a seguir, as descrições, imagens e vídeos dos projetos. 

The Goods Line Project: O novo centro urbano de Sydney

Em novembro deste ano, Sidney terá um novo centro urbano e um grande parque no setor sul da cidade: The Goods Line. Inspirado no projeto de reconversão urbana nova-iorquino High Line, o plano para a cidade australiana considera a transformação de um espaço de 500 metros de largura que há entre a Praça de Trens e o Porto Darling em um novo polo cultural que já conta com algumas das instituições culturais e educativas mais importantes da cidade, como a Prefeitura de Sidney, o Museu Powerhouse e a Universidade de Tecnologia de Sidney, entre outras.

O projeto considera a reutilização do espaço por onde passava um trem de carga industrial até 1854, ano em que as vias foram bloqueadas e as que, até antes do anúncio deste projeto não se considerava dar nenhum uso em particular. Desta forma, se busca revitalizar o lugar para que seja um novo polo cultural da cidade onde se realizem diversos eventos e as pessoas possam acessar facilmente através de ciclovias e passeios de pedestres.

A seguir, mais imagens e informação do projeto.

Courtesy of ASPECT Studio e Chrofi Courtesy of ASPECT Studio e Chrofi Courtesy of ASPECT Studio e Chrofi Courtesy of ASPECT Studio e Chrofi + 15

Detroit: mais leve, mais rápido e mais barato. A regeneração de uma cidade [III parte]

Com este terceiro artigo finalizamos a série de postagens, “Detroit: Mais leve, mais rápido, mais barato, a regeneração de uma cidade”. Para ler as postagens anteriores clique nos seguintes links: Parte I e a Parte II

O futuro da cidade de Detroit: a criação de uma estrutura conceitual para a Regeneração LQC (Lighter, Quicly, Cheaper / mais leve, mais rápido e mais barato)

Detroit tem trabalhado duro na construção de uma estrutura conceitual que sirva de base para a revitalização da cidade. O projeto “Detroit Future” influenciou o Plano Diretor de Detroit Future City (DFC) no início de 2013, originando a partir disso um documento forte, íntegro e inovador, destinado a servir de guia para a remodelagem da cidade nos próximos 50 anos. Também se converteu na base conceitual na qual está se erguendo um importante esforço de Placemaking em toda a cidade.

“Isso não é um terreno baldio”: Reconvertendo lugares vazios do espaço público [Parte I]

Os “vazios”, terrenos baldios, edificações sem uso, dispersos pela trama urbana das cidades têm introduzido uma nova variável no urbanismo contemporâneo. Esses espaços representam a possibilidade latente de reprogramar a cidade existente para abordar com um critério ambiental a cidade do futuro.

Com base nessa premissa, se idealizou uma estratégia de regeneração urbana “estonoesunsolar”, um enfoque experimental para transformar esses inexplicáveis vazios em espaços públicos, dando respostas à inquietudes cidadãs. As intervenções consistiram na utilização temporal de terrenos vazios, colocando em jogo a sugestão do vazio, o oco e do invisível. Esses despojamentos da trama consolidada permitem uma leitura alternativa e flexível que dinamiza o espaço publico, estabelecendo códigos de um urbanismo desenhado.

Mais detalhes do projeto desenvolvido por Patricia Di Monte e Ignacio Grávalos em Zaragoza, Espanha, a seguir.

Detroit: mais leve, mais rápido e mais barato. A regeneração de uma cidade [parte I]

Já tratamos anteriormente do conceito LQC (Lighter, Quicly, Cheaper), sigla em inglês para “mais leve, mais rápido e mais barato”. Muitos dos benefícios ou das características desse enfoque podem ser vistos refletidos na mudança que está sofrendo a cidade de Detroit. A seguir apresentamos uma serie de mudanças que estão ocorrendo nessa cidade a partir do PPS.

A cidade de Detroit ainda está lutando com o recente anuncio de falência que domina as manchetes, mas os habitantes de Detroit estão aproveitando a oportunidade que só ocorre quando se alcança o fundo, de poder criar e organizar tudo de novo, da raiz às folhas. Detroit está tomando medidas de formas mais leves, mais rápidas, mais baratas, como primeiro passo para reverter décadas de declive. Em uma cidade que muitas vezes não pode sequer se dar ao luxo de manter as luzes acesas (literalmente), qualquer pessoa que queira pode começar a fazer mudanças. Como o artista, ativista local e fundador do “Projeto Ruela”, Erik Howard diz, “Temos a oportunidade, pois aqui tudo foi acabado ou destruído”.

Como trazer à vida os lugares abandonados da cidade?

Costuma-se chamá-los de "lotes vagos". Aparentemente, em todos os lugares do mundo as pessoas e diferentes grupos tentam dar vida a estes espaços que, por fins comerciais ou legais, não possuem um uso formal.

Recentemente nossos parceiros da PPS publicaram um artigo que relata diversas ações nestes locais. Veja abaixo estas experiências.

Vídeo: Projeto Parque Botânico Rio Medellín, Colômbia

Neste ano o município Medellín lançou um concurso público internacional para revitalizar o Rio Medellín. Há alguns dias a proposta vencedora para o anteprojeto arquitetônico, paisagístico e urbano - do escritório Latitud Taller de Arquitectura y Ciudad - foi anunciada. O projeto procura regenerar as áreas adjacentes ao rio para que este volte a conectar a cidade através de novos espaços públicos.

O projeto se baseou em quatro estratégias: estabelecer o rio como eixo ambiental de Medellín, incluir os riachos, integrar os vazios verdes à rede ecológica da cidade e reciclar os espaços abandonados que apresentam potencial. Com estes eixos, a empresa tem como objetivo que os riachos que desembocam no rio convertam-se em novos caminhos e que convirjam transversalmente no rio, juntando-se às áreas verdes de Medellín.