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Arquitetura Abandonada: O mais recente de arquitetura e notícia

Fotógrafo mostra como seriam os edifícios se a humanidade desaparecesse

Durante suas incursões por lugares abandonados em toda a Europa, o premiado fotógrafo francês Romain Veillon se deparou com arquiteturas encantadoras há décadas esquecidas. Em seu mais recente livro, Green Urbex: The World Without Us, Veillon explora como o mundo seria se a raça humana desaparecesse e a natureza seguisse seu curso sem qualquer interferência.

© Romain Veillon© Romain Veillon© Romain Veillon© Romain Veillon+ 30

As infraestruturas obsoletas do Rio Paraná e seu papel na reestruturação de Rosário

Diller Scofidio + Renfro e Stefano Boeri propõem requalificar edifícios abandonados em Milão

Diller Scofidio + Renfro (DS + R) e Stefano Boeri Architetti venceram o concurso internacional de arquitetura para a reforma da Pirelli 39 em Milão. Lançado em 25 de novembro de 2019, o concurso organizado pela COIMA SGR e a prefeitura de Milão, reuniu 70 inscrições compostas por 359 escritórios de 15 países.

Danila Tkachenko registra as estruturas soviéticas abandonadas de um mundo utópico

Na semana passada, mostramos o trabalho do artista visual Danila Tkachenko, de Moscou, cujo projeto "Monuments" se apropria de igrejas ortodoxas abandonadas com estruturas efêmeras abstratas. Outro trabalho de Tkachenko, intitulado “Restricted Areas”, é igualmente impressionante e foca no impulso humano em direção à utopia através do progresso tecnológico.

A série de fotografias "Restricted Areas" apura a ambição humana pela perfeição através do registro de infraestruturas soviéticas abandonadas. Tkachenko viaja a regiões agora desérticas - mas que outrora foram centros tecnológicos de grande importância - para registrar imagens dos "triunfos científicos esquecidos, edifícios abandonados de complexidade quase não-humana" e, também, "um futuro tecnolóigico que nunca se realizou".

© Danila Tkachenko© Danila Tkachenko© Danila Tkachenko© Danila Tkachenko+ 15

A aposta do Japão na reutilização adaptativa para enfrentar uma crise imobiliária emergente

Meio século depois que a nova casa do subúrbio era o sonho de muitos jovens americanos, propriedades reformadas estão ganhando popularidade. Essa tendência se estende para além da América do Norte, com renovações estimulantes de estruturas existentes surgindo em todo o mundo, da Bélgica ao Quênia e à China. A atração por essa tipologia provavelmente está em sua multiplicidade; as renovações são novas e antigas, históricas e voltadas para o futuro, generativas e sustentáveis.

Em nenhum lugar esta tendência é mais visível e popular do que na habitação, onde a transformação é muitas vezes liderada pelos próprios proprietários. Vagamente agrupados sob termos como "fixer-upper" e "reutilização adaptativa", esses projetos começam apenas com os esqueletos estruturais e a história do edifício. Na escala pessoal, a renovação / reforma é uma oportunidade de trazer uma parte de si para sua casa - mas esses pequenos projetos juntos têm o potencial de reverter uma crise imobiliária?

Série de vídeos registra explorações em edifícios abandonados de várias partes do mundo

Arquitetos e o público em geral têm um fascínio por edifícios abandonados. Ao longo da história, mudanças econômicas e políticas, desastres naturais, e negligência ocasionaram o abandono de estruturas arquitetônicas impressionantes, que hoje servem como monumentos curiosos e, por vezes, estranhos de uma época passada.

Tamanho é nosso fascínio por estas estruturas, o YouTube está repleto de vídeos e séries de exploradores curiosos que documentam suas aventuras por arquiteturas abandonadas. Um desses canais, com um olho aguçado para a direção de fotografia, é o The Proper People.

A arquitetura de Chernobyl: passado, presente e futuro

Parque de Diversões Abandonado, Pripyat. Imagem © <a href='https://www.flickr.com/photos/oinkylicious/2329332355/in/photolist-4xQrmF-Zy21ao-Kk1D9g-Gb2HP2-Gbd54x-JowQgL-Gbd2dH-kmncdm-HhH4ar-vjHaG4-UEr5H6-a18skw-4Jfgyq-a15xDt-b8aKqR-79Cs8L-7f8k5o-6mTumV-AchudK-nMskBH-21Paa6J-YtFY7A-Zym38a-GqNxX-Zu4Rj7-Zvy49y-o4Cvtz-GvJskr-Zvy4ZV-a18r3j-nMrmxp-22mw4E4-a18sfj-9pfhyd-a18srJ-6mTu12-8AFucS-6mTu6v-6mXBWu-a18q1b-6mXBNJ-a18rMf-a15AuP-a15Aor-aR4JPT-CJcGwg-d7Z5uq-GqPr6-GqKb1-a15B3P'>Flickr user oinkylicious</a> licensed under <a href=' https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.0/'>CC BY-NC-ND 2.0</a>
Parque de Diversões Abandonado, Pripyat. Imagem © Flickr user oinkylicious licensed under CC BY-NC-ND 2.0

No dia 26 de abril completou-se 32 anos do desastre nuclear de Chernobyl ocorrido em 1986, com a explosão do Reator 4 da usina nuclear na Ucrânia, causando a morte direta de 31 pessoas, a dispersão de nuvens radioativas pela Europa e o desmantelamento efetivo de 30 km de terras em todas as direções desde o centro da explosão. Trinta e dois anos mais tarde forma-se uma leitura dual da paisagem: uma de extremos de engenharia e outra de inquietude e desolação.

A medida que se transcorre o aniversário do desastre e suas consequências, exploramos o passado, o presente e o futuro da arquitetura de Chernobyl traçando o caminho de uma paisagem que ardeu no fogo, mas que ainda pode ressurgir das cinzas.

Reator 4, Chernobyl foi envolvido na maior estrutura metálica móvel do mundo. Imagem © <a href='https://www.flickr.com/photos/entoropi/35375407185/in/photolist-VU1d6x-ikWQJ1-TsSEwh-9qYCRm-9r6pCQ-5m9uAf-hQxGTt-9qW5dX-9qZ86h-ikXxJp-VGwNBV-9r3mCk-9qW8b4-JnBeTu-JEs1bN-JPwDqi-5m9uKY-VTZpwk-9qW1gt-pquPBw-o5xhEA-o5CtPv-ikXzoX-9qYYe5-9qW5Cv-ViPtB3-a1f2LP-24v4vJn-ikXG5T-ikXae5-ikXbbA-HS2sCx-ikX47f-JFgyt9-ikWQvz-JFuDgD-4JaWEF-9qYUAA-4JaXwp-ikX25w-ikX5uL-9r3dEz-21K4gzj-VLhgQ8-9qZaH1-9qVN4v-9r3vVX-9qYCb9-qVuDsv-9qW9kr'>Flickr user entoropi</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.0/'>CC BY-NC-ND 2.0</a>O quinto reator inacabado de Chernobyl. Imagem © <a href='https://www.flickr.com/photos/spoilt_exile/35540029246/in/photolist-W9xWuW-8EJWzQ-8EFKjR-nYASP9-b5mfSF-KaKzfq-JoyU1p-LeqYKQ-db7Rjb-g9sy6Z-eFjTwt-8EJRUJ-9HxbYc-9ChyMP-eFqD41-9r6syY-b5jZX8-8E3Gq8-UBvtEu-eFjVJH-2cMJbu-S1h3Ni-G8UJNf-HbTHda-oDXEJ-SSthoT-JFpB8R-oDXyo-76kFmX-sfX8km-atjDdx-8EJBQm-GbcxvD-GbcuAR-FL67kj-FfKC19-G8UGMb-Gbchbv-25mkvaF-FBeQuK-HgSNsj-8EJX9S-5m9vfu-22Epjzj-fai36Q-8EJP1W-4jMERm-JFuDgD-YYzhkv-eFqCuS'>Flickr user spoilt_exile</a> licensed under <ahref='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/'>CC BY-SA 2.0</a>Piscina Abandonada, Pripyat. Imagem © <a href='https://www.flickr.com/photos/22746515@N02/26563907296/in/photolist-GtmYaE-eLaenJ-eeUnTA-SF9h32-Bo4Gq1-7f8nJw-uQ48C-6qxrvs-9BV2oD-HFWifd-6qxqAm-eLaehW-4JEQH3-RX8AcC-SNS9DU-RPNywP-TC6jR6-7FU6vg-D3PFi5-UYXshy-eLaeey-SSsDqz-V3p7Lt-TNWtAx-TNRUWT-TKSjx9-V3se2D-TKVEVC-TKWHey-6w9yh1-TNqymV-TNVDBr-RX6McY-V3r94z-TNpNft-RzXz6U-6jNwgu-TNsYHr-UN3K7h-UQEByr-V3rvgz-UYsKFu-UQKsgt-TKrHko-UMYEZY-9dGEHv-XRsh7D-7f8k5o-XArcfz-UsfA6W'>Flickr user Bert Kaufmann</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/'>CC BY-NC 2.0</a>Parque de Diversões Abandonado, Pripyat. Imagem © <a href='https://www.flickr.com/photos/thedakotakid/6216419723/in/photolist-atjM1p-9qZbyw-fai36Q-VU1fxr-fahXd9-o1wcX3-Dy5et5-VU1d6x-ikWQJ1-TsSEwh-9qYCRm-9r6pCQ-5m9uAf-hQxGTt-9qW5dX-9qZ86h-ikXxJp-VGwNBV-9r3mCk-9qW8b4-JnBeTu-JEs1bN-JPwDqi-5m9uKY-VTZpwk-9qW1gt-pquPBw-o5xhEA-o5CtPv-ikXzoX-9qYYe5-9qW5Cv-ViPtB3-a1f2LP-24v4vJn-ikXG5T-ikXae5-ikXbbA-HS2sCx-ikX47f-JFgyt9-ikWQvz-JFuDgD-4JaWEF-9qYUAA-4JaXwp-ikX25w-ikX5uL-9r3dEz-21K4gzj'>Flickr user thedakotakid</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/'>CC BY-SA 2.0</a>+ 18