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Economia: O mais recente de arquitetura e notícia

Soluções simples: como reformar interiores de forma mais econômica e consciente

Também conhecidas como 'obras-secas', conceito cada vez mais utilizado nas reformas de interiores. São soluções simples que modificam a essência de ambientes internos, de maneira mais econômica e sustentável. Através da menor produção de entulhos e, consequentemente, menos desperdício de dinheiro, tempo e matéria-prima. Reunimos nesse guia 8 sugestões que podem auxiliar você a projetar reformas de interiores mais conscientes.

Aplicação de revestimento sobre revestimento. DEPOIS da Reforma de Banheiro em parceria com a Leroy Merlin Brasil.  Projeto: Apartamento 203. Image Cortesia de Apartamento 203 Aplicação de papel de parede. Elétrica projeta com distribuição da rede elétrica aparente. Projeto: Apartamento 203. Image Cortesia de Apartamento 203 DEPOIS da Reforma de Banheiro em parceria com a Leroy Merlin Brasil.  Projeto: Apartamento 203. Image Cortesia de Apartamento 203 Projeto: Apartamento 203. Image Cortesia de Apartamento 203 + 28

Como comprar uma casa: conselhos antes de adquirir uma residência

O acesso à residência, tanto em compra, quanto aluguel com qualquer tipo de financiamento, costuma ser um dos investimentos econômicos mais importantes da vida das pessoas. É natural perguntar-se quais considerações são necessárias e é importante ter uma base de conhecimentos antes de agir.

Laura Carvalho lança "Valsa Brasileira" no IAB.pb, em João Pessoa

O Instituto de Arquitetos do Brasil, Departamento da Paraíba, tem o prazer de convidar toda a comunidade paraibana para o lançamento do livro Valsa Brasileira, da economista e professora da USP Laura Carvalho. O evento será aberto ao público!
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O livro:

Entre 2006 e 2017, a economia brasileira viveu numa montanha russa. Do segundo mandato de Lula ao impeachment de Dilma Rousseff, o país passou por alguns dos anos de maior prosperidade de sua história, mas também viveu uma crise sem precedentes. O que aconteceu? Este livro sugere uma resposta. Segundo a autora, os obstáculos para a continuidade do crescimento inclusivo de

Não importa o que digam os críticos - todo bom projeto é capaz de gerar mais-valia

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge como "What Critics of Contemporary Architecture Are Missing: The Value of Design."

"A razão pela qual a arquitetura contemporânea de qualidade se manifesta quase que exclusivamente através de estruturas icônicas, é que somente assim é possível transformar o investimento em lucro". Essa é a afirmação central da matéria "The politics of architecture are not a matter of taste", publicada no Common Edge há algumas semanas (e republicada pelo ArchDaily como "Odeia a arquitetura contemporânea? Culpe a economia, não os arquitetos"). Em outubro, outro ensaio de Marianela D'Aprile para a Current Affairs entitulado "Why You Hate Contemporary Architecture", também bate na mesma tecla, quando os autores da equipe de redação, Brianna Rennix e Nathan J. Robinson, mostram sua indignação com o atual estado da prática da arquitetura contemporânea.

Ambos os artigos me confundem. "Os bons edifícios integram-se perfeitamente em seus entornos", afirmam Rennix e Robinson, mas os exemplos que elogiam - arquiteturas figurativas como a St. Paul’s Cathedral em Londres e a Alhambra em Granada - destacam-se proeminentemente na paisagem local. D'Aprile critica os autores pelo seu uso impreciso das terminologias, mas, como pode ser visto na passagem anteriormente citada, sua própria linguagem também pode ser vaga, apoiando-se em palavras como icônico, onipresente no vocabulário dos arquitetos. (Se a ideia é descrever algo como"singular", ironicamente a maioria dos edifícios citados como icônicos possuem um caráter escultural semelhante, então, em nossa senso comum, todos eles se parecem de alguma maneira - o oposto da singularidade.) Ela define arquitetura como "edifícios projetados para serem construídos fisicamente". E por acaso todos os edifícios existentes são construídos fisicamente? E todos aqueles projetos que não foram construídos, por acaso seriam relegados a algo que não é, de fato, arquitetura?

Odeia a arquitetura contemporânea? Culpe a economia, não os arquitetos

Esse artigo foi publicado anteriormente pelo Common Edge como "The Politics of Architecture Are Not a Matter of Taste."

No final do mês passado, o Current Affairs publicou um ensaio de Brianna Rennix e Nathan J. Robinson, intitulado Why You Hate Contemporary Architecture: And if you don’t, why you should. (Por que você odeia a arquitetura contemporânea: e se você não faz isso, por que deveria fazer). O texto, escrito em um léxico de internet divertido no qual todos os objetos das críticas são "lixo", é tão carregado de ironia - o mais pobre dos substitutos para análise - que é difícil discernir um argumento central. Ainda assim, gostaria de questionar a premissa central do ensaio: os autores denominam a "arquitetura contemporânea" como feia e opressiva, e esse gosto não é nada imoral.

Ciclo Economia Urbana sobre Verticalização e Densidade nos grandes centros urbanos

No encontro, McMillen e Igliori tratarão de um assunto que permanece pouco discutido no campo da economia urbana: as implicações econômicas da edificação de arranha-céus. Nas primeiras décadas do século XX, com a disseminação dos elevadores e das tecnologias de construção em aço e concreto, o crescimento vertical nas cidades alcançou alturas espantosas.

Ciclo Arq. Futuro de Economia Urbana

ARQ.FUTURO, POR QUÊ? E INSPER RECEBEM EDWARD GLAESER (UNIVERSIDADE DE HARVARD) E DANILO IGLIORI (DATAZAP E FEA-USP) PARA PALESTRA

- Evento gratuito e aberto ao público dá início ao Ciclo Arq.Futuro de Economia Urbana –

São Paulo, junho de 2017 – Arq.Futuro, Por Quê? e Insper realizam, no próximo dia 29/6, um encontro aberto ao público entre os economistas Edward Glaeser, PhD pela Universidade de Chicago, professor de economia da Universidade de Harvard e autor do livro “O Triunfo da Cidade”, e Danilo Igliori, PhD pela Universidade de Cambridge, professor de economia da FEA/ USP e chairman da DataZAP. Com

Conheça o funcionamento da iPhone City na China

O New York Times publicou um artigo intitulado "How China Built iPhone City With Billions in Perks for Apple’s Partners’", revelando um tesouro de benefícios públicos para a maior fábrica de iPhone do mundo em Zhengzhou, na China. Em uma cidade de seis milhões de habitantes em uma região empobrecida da China, o governo local contribuiu com US$ 1,5 bilhão para a Foxconn, a fabricante dos iPhones da Apple. O dinheiro é usado, em parte, para melhorar a infra-estrutura local, reduzir os custos de exportação da Foxconn e construir moradias para os 350.000 trabalhadores da fábrica (cinco vezes o número de pessoas empregadas diretamente pela Apple nos Estados Unidos).

Loja da Apple Store em Xangai, China © Flickr user wza. Licença CC BY-NC-ND 2.0 Zhengzhou Convention Centre © Flickr user josechugijon. Licença  CC BY-NC-ND 2.0 Foxconn fabrica o iPhone © Flickr user prachatai. Licença  CC BY-NC-ND 2.0 iPhone City, Zhengzhou, à noite © Flickr user damien_thorne. Licença CC BY-NC-ND 2.0 + 5

“Permanentemente inconclusa”: a evolução da arquitetura nas ilhas Galápagos

A maioria dos visitantes das Ilhas Galápagos aponta suas câmeras para os animais exóticos. Dirigem toda a atenção para a paisagem natural, como se negassem intencionalmente a existência do espaço urbano nas cidade, já que a presença de qualquer forma de arquitetura pareceria estar em conflito com a identidade das ilhas enquanto reserva protegida de vida selvagem.

"Unfinished" construction in Puerto Baquerzio Moreno. Image © Joseph Kennedy "Unfinished" construction in Puerto Baquerzio Moreno. Image © Joseph Kennedy "Unfinished" construction in Puerto Baquerzio Moreno. Image © Joseph Kennedy "Unfinished" construction in Puerto Baquerzio Moreno. Image © Joseph Kennedy + 61

Conceitos de economia que todo arquiteto deveria conhecer

Falamos de sustentabilidade, habitabilidade e uso do solo para descrever um projeto, porém, evitamos outros termos relativos a ele, como rentabilidade, mais valia e externalidades, simplesmente por não sabermos como usá-los. A arquitetura não existe fora da economia e, na verdade, o modo como construímos cada edifício afeta diretamente a economia das nossas cidades.

Entre tantos parâmetros que restringem um projeto, a arquitetura se torna um mediador entre as especialidades e é muito importante falar a língua de cada uma. Por isso, neste artigo você vai entender facilmente alguns conceitos econômicos básicos que se relacionam com a disciplina de arquitetura.

Materiais inovadores para construções sustentáveis

Nos últimos anos diversas empresas e nacionais e internacionais como a LEGO, por exemplo, que anunciou no ano passado a criação de seu próprio centro de pesquisas em materiais sustentáveis cujo objetivo principal é a busca e desenvolvimento de alternativas ao plástico usado em seus produtos e embalagens. Houve também iniciativas de universidades e institutos, como o Instituto Cradle to Cradle Products Innovation, em parceria com Make it Right, que promoveu uma espécie de concurso no qual o mote era entender o real significado da expressão "material verde" ou "material sustentável", quando em 2013 selecionou produtos de dez companhias finalistas do Product Innovation Challenge. Neste mês o Ministério do Meio Ambiente do Governo Federal Brasileiro disponibilizou uma cartilha on-line para capacitação e informação acerca do tema e suas devidas metodologias. Você pode clicar aqui e conhecer mais detalhes sobre o material gratuito.

Hoje selecionamos alguns materiais que têm o objetivo de tornar a construção civil mais consciente ecologicamente que descobrimos recentemente e relembramos outros que já publicamos em ArchDaily Brasil.

REPLAST: tijolo feito com resíduos dos plásticos retirados dos oceanos

Rio de Janeiro é a cidade brasileira com o maior crescimento entre metrópoles mundiais

O Rio de Janeiro foi a metrópole brasileira com maior crescimento em um ranking que analisa os 300 maiores centros econômicos mundiais. Da 194ª posição em 2013, o Rio passou para 162ª no ano passado. Recife e Belo Horizonte também galgaram posições no ranking global divulgado anualmente pelo centro de pesquisa americano Brookings Institution. Ao todo, são onze metrópoles brasileiras no ranking.

“O aumento da taxa de emprego foi a principal razão da melhora de posição do Rio no ranking, e isso ocorreu por causa dos setores de construção, serviço e turismo, com a Copa e as Olimpíadas, aumentando também o consumo”, afirmou Jesus Trujillo, coautor do estudo, em entrevista ao site da BBC.

China construirá 7 milhões de habitações sociais em 2015

O Ministério de Habitação e Desenvolvimento Urbano-Rural da China anunciou em dezembro que o país iniciará em 2015 a construção de 7 milhões de apartamentos amparados pelo programa de habitação social.

O plano prevê que 4,8 milhões destas habitações sejam concluídas ainda em 2015, destacou o Ministro Chen Zhenggao.

Mais informações a seguir.

Brasil precisa de profissionais estrangeiros (entre eles arquitetos), aponta pesquisa da SAE

A Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) estima, com base em um levantamento feito por uma comissão de especialistas e pesquisas com empresas e o público em geral, que é necessário trazer cerca de 6 milhões de profissionais estrangeiros qualificados para suprir a demanda nacional.

Entre os países com menor número de estrangeiros per capita, o Brasil apresenta hoje, segundo o ministro-chefe interino da SAE, Marcelo Neri, um “fechamento ao fluxo de pessoas”: os estrangeiros representam apenas 0,2% da população, porém, com os seis milhões previstos, o percentual subiria para 3%.

Trata-se de trazer mão de obra qualificada, sobretudo para as áreas da construção, engenharia e saúde, sugere Neri – isto é, entre os seis milhões de novos profissionais, um contingente de arquitetos, urbanistas e engenheiros civis estrangeiros.

Ranking das cidades mais emergentes de 2014

O “Índice de Cidades Globais e Expectativas de Cidades Emergentes: Presente e Futuro”, elaborado pela consultora estadunidense A.T. Kearney, apresenta as 10 cidades de países com economia baixa ou média - segundo a classificação do Banco Mundial - que nos últimos anos protagonizaram um rápido crescimento para “colocar-se em dia” com as principais cidades globais, como Londres, Tóquio e Paris.

Para definir quais são as 10 cidades emergentes de mais rápido crescimento, a consultora analisou três categorias – Atividade Empresarial, Capital Humano e Inovação – em 34 cidades. Além disso, elaborou um ranking com 84 cidades que têm gerado, de alguma maneira, benefícios globais.

Conheça as 10 cidades emergentes e as 10 cidades globais, a seguir.

O que é uma cidade compartilhada?

Cidades compartilhadas são aquelas onde os habitantes contam com plataformas - digitais ou presenciais - para se organizarem e compartilharem  espaços, serviços ou bens. Dessa forma, as cidades procuram se converter em lugares mais animados e sustentáveis.

Embora como conceito não as temos tão presentes, os meios para fazer das cidades lugares compartilhados estão mais próximos do que imaginamos. Por exemplo, quando uma organização comunitária lança uma campanha para arrecadar fundos e financiar um projeto como uma intervenção urbana - falamos de financiamento coletivo ou crowdfunding, uma das práticas que torna possível as cidades compartilhadas.

Para que mais pessoas conheçam esse conceito e suas potencialidades, o think tank Laboratorio para la Ciudad listou quatro categorias do que é possível compartilhar nas cidades. Enquanto isso, as organizações canadenses Cities for People e Social Innovation Gereration (SIG) propuseram cinco ideias para implementar essas práticas.

Confira as definições a seguir.

Seminário de Cultura e Realidade Contemporânea: Luiz Gonzaga Belluzo - Divisão Internacional do Trabalho

Esta semana, a Escola da Cidade convida o professor e economista Luiz Gonzaga Belluzo para seu circuito de palestras que faz parte do Seminário de Cultura e Realidade Contemporânea, com o tema "Divisão Internacional do Trabalho", evento que ocorrerá nesta quarta-feira, 27 de Março, no Auditório da Aliança Francesa, aberto ao público e de entrada gratuita.

Ranking das dez cidades com maior custo de vida de 2013

Luanda é a capital da Angola, na costa atlântica da África. Nesta cidade-porto vivem cinco milhões de pessoas que na sua maioria trabalham na produção de bebidas, tecidos, cimento, plásticos, metais, cigarros e sapatos. Este ano, assim como em 2011, Luanda foi catalogada como a cidade com maior custo de vida para os estrangeiros, segundo o estudo anual elaborado pela consultora Mercer.

O informe “Custo de vida 2013” analisou 214 cidades nos cinco continentes tomando, basicamente, Nova York como referência quanto a custos, comparando mais de 200 artigos em cada cidade, como habitação, transporte, comida, roupa, utensílios para o lar e entretenimento. Ainda que as cidades europeias - especificamente da Suíça- estejam dentro do ranking, a maioria dos postos mais altos são ocupados por cidades da Ásia e África.