
Como arquitetas e arquitetos, entendemos a importância da troca de conhecimentos para o nosso setor e, com a Internet, vimos uma oportunidade de encaminhar o tradicional formato de publicações de arquitetura no sentido de sua evolução natural. Um esforço apaixonado e instintivo que acabou encontrando as forças que moldavam nosso novo contexto global à medida que adentrávamos a era das megacidades e a população urbana global crescia exponencialmente. A compreensão desse cenário deu forma à nossa missão: oferecer inspiração, conhecimento e ferramentas para os arquitetos – e todos os envolvidos no processo – enfrentarem os desafios do nosso ambiente construído.
Embora este fosse um fenômeno novo para a população em geral, espantada com a rápida globalização, havia algo importante acontecendo no mundo, e o recém-cunhado termo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) enfatizava que o desenvolvimento global aconteceria em novos centros – economias em rápido crescimento.
Mas se havia um lugar onde esse fenômeno não era exatamente novo era o Brasil, um país onde o crescimento da população urbana já trazia desafios para as cidades – e, portanto, para a arquitetura, o urbanismo e a política – há décadas.



