Da crise climática a como viveremos juntos: os temas mais relevantes da arquitetura em 2020

Da crise climática a como viveremos juntos: os temas mais relevantes da arquitetura em 2020

Diante dos desafios globais atuais, surge a pergunta: o que devemos abordar primeiro?

Este ano de 2020 foi uma grande oportunidade para concentrar todos os nossos esforços e atenção nas questões mais urgentes da arquitetura. Por meio de chamadas, artigos, entrevistas, debates e projetos, os tópicos mensais do ArchDaily apresentaram debates e reflexões acerca dos temas mais relevantes do campo – da crise climática e arquitetura emergencial à inteligência artificial e como viveremos juntos.

Com o objetivo de oferecer inspiração, conhecimento e ferramentas, publicamos centenas de artigos e, para fechar o ano, apresentamos aqueles que mais impactaram nossas leitoras e leitores. Adeus 2020. Bem-vindo 2021!

Crise Climática

“Quarenta por cento da população mundial vive próxima à áreas litorâneas, em uma faixa de no máximo cem quilômetros de distância à partir da costa, sendo que dez por centro delas ocupam áreas apenas dez metros acima do nível do mar. Este é um dado importantíssimo a se considerar quando pensamos em como as mudanças climáticas podem afetar a vida nas cidades. Hoje em dia, estima-se que até 2050 o aumento dos níveis das marés e as recorrentes inundações possam custar anualmente mais de um trilhão de dólares às cidades litorâneas do mundo todo. Não podemos negar que a humanidade está chegando a um impasse, um momento onde nunca estivemos tão vulneráveis às consequências das mudanças climáticas.”

© Michael Sotnikov
© Michael Sotnikov

“Dois terços da energia consumida no mundo e 70% das emissões globais de carbono são atribuídos às cidades. Como arquitetos e urbanistas, estes dados nos fazem refletir sobre como políticas públicas e estratégias de planejamento urbano poderiam ser utilizadas para melhor combater esses dois graves problemas. Como resposta, dezenas de cidades ao redor do mundo têm investido em sistemas de mobilidade urbana mais eficientes, abrangentes e sustentáveis. Neste contexto, levantamos a seguinte questão: e se o transporte público fosse gratuito?”

Luxembourg Tram. Image via Creative Commons
Luxembourg Tram. Image via Creative Commons

“Segundo o United Nations Environment Programme (Unep), o setor da construção é responsável por até 30% de todas as emissões de gases que contribuem ao efeito estufa… Como arquitetos, uma das nossas maiores preocupações deveria ser de que forma é possível diminuir as emissões de carbono incorporados nas construções. Conseguir mensurar, quantificar e qualificar os impactos é um primeiro caminho.”

Planta de energía y centro de recreación urbana CopenHill / BIG. Image © Laurian Ghinitoiu
Planta de energía y centro de recreación urbana CopenHill / BIG. Image © Laurian Ghinitoiu

Materiais Aparentes

“Trata-se do material de construção mais utilizado no mundo, por sua versatilidade, resistência, facilidade de manuseio, valor acessível, estética, entre outros fatores. Ao mesmo tempo, sua manufatura também é um dos principais poluidores na atmosfera, sobretudo pelo fato de a indústria de cimento emitir por volta de 8% de todas as emissões mundiais de dióxido de carbono (CO2). Mas além da sua produção intensiva, tratando-se de um material tão rígido, pesado e composto por cimento, água, pedra e areia, seria possível dar um uso sustentável ao concreto após a demolição, sem destinar os resíduos como entulhos a locais indevidos, ou sobrecarregando os aterros sanitários?”

Blade House / Takt Studio. Image © Shantanu Starick
Blade House / Takt Studio. Image © Shantanu Starick

“Embora o interesse em taipa tenha diminuído no século 20, alguns continuam a defender seu uso hoje, citando sua sustentabilidade em comparação com os métodos de construção mais modernos. Notavelmente, as estruturas de terra batida usam materiais locais, o que significa que possuem pouca energia incorporada e produzem pouco desperdício. Abaixo, descrevemos como construir com este material.”

Ajijic by Tatiana Bilbao. Image © Iwan Baan
Ajijic by Tatiana Bilbao. Image © Iwan Baan

Interiores

Estudos mostraram que passamos 87% de nossas vidas em ambientes internos. Enquanto interiores agradáveis podem influenciar positivamente no humor e no bem-estar de seus ocupantes, locais mal iluminados, desconfortáveis podem tornar as vidas miseráveis. Por isso, o ofício de projetar interiores é tão importante, mesmo que muitas vezes seja considerado menor por alguns profissionais.”

© Katherine Lu. Casa Vida Dupla / Breathe Architecture
© Katherine Lu. Casa Vida Dupla / Breathe Architecture

“De acordo com Dave Alan Kopec, a psicologia do espaço é a disciplina que se presta ‘ao estudo do comportamento humano em suas interrelações com os ambientes naturais e construídos’. Considerando que as características dos espaços que habitamos estão sendo aprendidas por nosso subconsciente a todo momento, provocando diferentes emoções e sensações – as quais são uma resposta espontânea do nosso cérebro às informações contidas nos ambientes que nos cercam –, podemos dizer que o design de interiores tem uma profunda relação com a psicologia humana. Como um dos mais importantes elementos da psicologia ambiental, os espaços interiores desempenham um papel fundamental na maneira como as pessoas se relacionam com o espaço, e por isso, é nossa responsabilidade como arquitetos buscar soluções que promovam o bem estar dos usuários, não apenas físico, mas também mental.”

Co-Working Office / APPAREIL. Imagen © José Hevia
Co-Working Office / APPAREIL. Imagen © José Hevia

Inteligência Artificial

“À medida que nos aproximamos de uma era na qual a inteligência artificial excede a capacidade humana, levantam-se uma série de questões existenciais. Quais são as profissões que passarão a ser irrelevantes e quais são os empregos do futuro? Qual a importância daquilo que queremos estudar hoje se no futuro às máquinas vão fazer este trabalho? Será preciso definir um salário universal para combater a precarização do trabalho humano? Bill Gates, co-fundador da Microsoft, acredita que sim. ‘A IA é apenas a última novidade no mundo da tecnologia, algo que nos permitirá produzir muito mais com muito menos’, ele diz. A pergunta sobre como estamos trabalhamos, e no que pretendemos trabalhar, parece estar mudando a um ritmo cada vez mais assustador. Se for verdade que daqui a pouco mais de quinze anos, metade de todo o trabalho realizado por humanos será substituído por robôs ou máquinas, é muito provável que – em um cenário onde a IA será universal – quase todos os trabalhadores percam seus empregos até o ano de 2050.”

© ICD-ITKE, University of Stuttgart
© ICD-ITKE, University of Stuttgart

“O Design Generativo congrega o projeto paramétrico à inteligência artificial em conjunto com as restrições e dados incluídos pelo projetista. Segundo Celestino Soddu, pesquisador do tema na Universidade Politecnico di Milano há mais de 30 anos, “trata-se de um processo morfogenético que utiliza algoritmos estruturados como sistemas não lineares para obter resultados únicos e irrepetíveis sem fim, executados por um código de ideia, como na natureza” [1]. A analogia com a natureza é elucidativa e permite traçar alguns paralelos. Pegando o exemplo de uma árvore, um grande tronco mais largo e forte na base, resiste a todo o peso e o momento fletor causado pelo vento e o seu próprio peso. Dali, diversos outros galhos vão surgindo, cada vez mais finos, até as últimas folhas. Não há sobras de materiais, e as formas adotadas são as mais adequadas a seu habitat. Em locais com muito vento a composição da árvore será muito diferente de outra em um solo arenoso, e isso se deu a partir da seleção natural através de milhões de anos. Esse mesmo raciocínio pode ser usado na arte, design e arquitetura.”

Cortesia de Joel Simon
Cortesia de Joel Simon

Arquitetura Emergencial

“Ainda que a previsão e prevenção de problemas e danos sejam fatores cada vez mais relevantes na hora de projetar nossos edifícios, espaços e cidades, determinadas situações extraordinárias ainda escapam ao nosso controle, demandando respostas arquitetônicas imediatas e urgentes, capazes de oferecer abrigo e qualidade de vida às comunidades afetadas por desastres naturais e conflitos das mais variadas ordens, soluções que – nos casos mais extremos – podem ser a única chance de sobrevivência para muitas pessoas. Comparar os dois exemplos pode ser de grande utilidade para analisarmos quais soluções podem ser as mais adequadas para cada caso específico, ajudando-nos a refletir sobre como estas técnicas –que em um primeiro momento podem parecer polarizadas– podem ser empregadas para a construção de estruturas híbridas, mas quais sejam eficientes e rápidas de construir, e que ainda assim, colaborem com a preservação da identidade material local, integrando as comunidades através de processos participativos de construção.”

Prototipos de vivienda en bambú para Nepal. Image Cortesía de rOOtstudio
Prototipos de vivienda en bambú para Nepal. Image Cortesía de rOOtstudio

Um terço de todo o território continental dos EUA corre o risco de inundar esta primavera, especialmente as planícies do norte, o meio-oeste superior e o extremo sul. Em abril passado, inundações mortais dizimaram partes de Moçambique, Malawi, Zimbábue e Irã, resultando em cerca de 1.000 mortes, e dezenas de milhares de desabrigados. Embora a arquitetura não possa resolver ou até mesmo proteger completamente das inundações mais mortais, é possível - e necessário - tomar várias medidas de proteção que possam mitigar danos e, consequentemente, salvar vidas.”

Guadalupe River House / Low Design Office. Image © Casey Dunn
Guadalupe River House / Low Design Office. Image © Casey Dunn

Visualizações

“Em um mundo onde prevalece a comunicação visual, e como bem menciona Juhani Pallasmaa em Os olhos da pele, "a arquitetura adotou a estratégia psicológica da publicidade e da persuasão instantânea", onde parece que a cultura gráfica aposta cada vez mais para a produção de conteúdo visual "chamativo e memorável" -que se destaque dentro da atual avalanche de imagens às quais temos acesso através de nossos dispositivos virtuais-, é relevante pensar nesta "reação rápida" que as imagens produzirão naqueles que as recebem, considerando quem vai ler a imagem e quais sensações ou disposições de ânimo se pretendem gerar em quem a contempla. Para um olhar não-profissional, portanto, o detalhe, ou a medida exata de um espaço talvez não tenham tanto valor quanto os parâmetros de luz, as qualidades materiais, as texturas, as formas, as cores, ou outros elementos que, em conjunto, vão dialogar entre si e compor a atmosfera da imagem: aquele conteúdo implícito que também nos comunicará algo para além do conteúdo gráfico específico.”

[Render] Mancunian Tower (Tim Groom Architects). Image Cortesía de Darcstudio
[Render] Mancunian Tower (Tim Groom Architects). Image Cortesía de Darcstudio

Reciclagem de Materiais

“Como alternativas à produção de materiais na construção civil, caracterizada por altos gastos energéticos e altos índices de poluentes lançados na atmosfera, a reciclagem e o reuso de materiais e estruturas têm se tornado cada vez mais comuns na arquitetura. A principal diferença entre esses métodos é que, enquanto o primeiro emprega certo gasto energético no tratamento do material antes do seu reaproveitamento, o segundo não requer esse processo, reutilizando-o na forma em que foi descartado.”

Centro de Visitantes y Casa de Huéspedes Hanil / BCHO Architects. Imagen © Yong Gwan Kim
Centro de Visitantes y Casa de Huéspedes Hanil / BCHO Architects. Imagen © Yong Gwan Kim

“Nossa sociedade é inundada por campanhas de reciclagem de papel, plástico e metal - tanto que parece incrustado à nossa natureza descartar adequadamente nossa lata de refrigerante ou um copo de plástico na lixeira correta, sem pensar duas vezes. Mas, como reciclamos os prédios que demolimos? Se um edifício não pode ser reposicionado para uma reutilização adaptativa, como podemos transformar seus materiais e dar-lhes uma nova vida, por meio de iniciativas que ajudam a reduzir o número de materiais obsoletos que são acumulados em aterros sanitários?”

Depósito de materiales de construcción reciclados en espera de reutilización. Imagen cortesía de ingenieros de NY
Depósito de materiales de construcción reciclados en espera de reutilización. Imagen cortesía de ingenieros de NY

Como viveremos juntos

“Ao olhar para o que está por vir, apesar das preocupações de salubridade mais recentes, disparidades econômicas e calamidades ambientais e sociais, o mundo ainda está caminhando para uma urbanização densa, com mais pessoas se mudando para as cidades e exigindo moradias seguras e saudáveis, o que nem sempre é fácil. Na verdade, um relatório recente da ONU sugeriu que ‘quase um quarto da população urbana mundial vive em assentamentos informais ou acampamentos, a maioria em países em desenvolvimento mas, cada vez mais, também nos mais ricos. As condições de vida são chocantes e intoleráveis. Os residentes muitas vezes vivem sem água e saneamento e têm medo constante de serem despejados.’ No entanto, se esses mesmos espaços forem bem concebidos e proporcionarem condições de vida dignas, eles podem certamente promover o desenvolvimento de comunidades fortalecidas entre indivíduos de diferentes regiões e origens que foram unidos por aspirações e desejos de crescimento semelhantes."

© David Boureau
© David Boureau

Denise Scott Brown disse uma vez: “a arquitetura não deve forçar as pessoas a se conectarem; ela pode apenas definir espaços, eliminar barreiras e fazer dos locais de encontro mais úteis e atraentes.” Embora não possamos controlar o resultado ou a maneira como as pessoas irão se apropriar dos espaços que projetamos, a arquitetura tem o potencial de abrir portas e aproximar pessoas, preparando o terreno para que encontros casuais e interações sociais aconteçam — fortalecendo assim o sentido de pertencimento e identidade que tanto influenciam a estrutura de nossa sociedade.”

Ku.Be Centre by MVRDV and ADEPT. Image © Ossip van Duivenbode
Ku.Be Centre by MVRDV and ADEPT. Image © Ossip van Duivenbode

Pequena Escala

“A tendência das casas pequenas tem sido difícil de ignorar nos últimos anos. O mercado está cada vez mais saturado de programas de televisão e imagens do Pinterest dedicados ao tópico das micro-habitações, onde a casa é reduzida ao tamanho de um closet e cada cômodo assume uma função tripla. O que parece atraente na TV costuma ser muito menos desejável na vida real, e a medida que as pessoas desejam cada vez mais um estilo que as liberte dos bens materiais e da capacidade de viajar, o que isso significa para a realidade da construção de pequenas casas? É apenas uma fantasia que ninguém realmente vive e que foi prometida no mundo convencional?”

© Gori Salva
© Gori Salva

“O abrigo é uma questão primordial na Arquitetura. As formas de habitar e se relacionar com o espaço no qual vivemos cotidianamente é uma eterna discussão da disciplina que se propõe a trazer uma melhor qualidade de vida, mas também inovar nas questões do morar. Ao agregar outras camadas como especulação imobiliária, uma grande densidade habitacional em centros urbanos, a busca pelo nomadismo ou, até mesmo, a mera vontade de seguir uma tendência, o debate em torno das casas de pequena escala estão cada vez mais presentes. Com isso, nos perguntamos, qual o mínimo de área necessária para viver?”

Diogene / Renzo Piano. ImagePhotography by Julien Lanoo © Vitra
Diogene / Renzo Piano. ImagePhotography by Julien Lanoo © Vitra

Escala Humana

“Os impactos causados pelo ser humano no planeta Terra passaram e ser tema recorrente, e cada vez mais se fala em um caminho sem volta. Aquecimento global, gases de efeito estufa, exploração dos recursos naturais e produção de resíduos sólidos e atmosféricos são alguns dos assuntos mais urgentes com os quais a comunidade global precisa lidar se desejamos um futuro de qualidade para as próximas gerações. Essas questões são tema e podem ser visualizadas em cores e alta definição no novo livro Overview Timelapse: How We Change the Earth, de Benjamin Grant e Timothy Dougherty, que reúne 250 fotografias feitas por satélite ou drone de regiões em transformação na Terra.”

Expansão de Las Vegas, 1989/2019. Fuente de imágenes cortesía de la Agencia Espacial Europea (ESA) París, Francia
Expansão de Las Vegas, 1989/2019. Fuente de imágenes cortesía de la Agencia Espacial Europea (ESA) París, Francia

“Ainda que a maior parte dos guias, normativas e teorias comecem a incluir peculiaridades, buscando abranger o máximo de pessoas e realidades, não é difícil observar como muitas das nossas arquiteturas e cidades permanecem não sendo pensadas, exatamente, para receber pessoas com distintas capacidades. Seria uma herança modernista, modeladora e mesmo opressora pairando no ar? Continuamos desenvolvendo arquiteturas moldadas nas proporções do ser humano ou tentamos moldá-lo a partir dos nossos edifícios? E claro, não é tarde para lembrar - não se preocupe se suas proporções não se assemelharam às do Homem Vitruviano.”

Human-Reification. Image © Paul Gisbrecht
Human-Reification. Image © Paul Gisbrecht

Escritórios jovens

“O ArchDaily anunciou a seleção de Jovens Escritórios 2020. Esta primeira edição destaca escritórios e profissionais emergentes que mostram abordagens, propostas e soluções inovadoras para alguns dos maiores desafios da atualidade. Da crise climática a questões de raça e gênero; da evolução tecnológica à coesão social – estes desafios estão alterando o curso da arquitetura, posicionando a disciplina no contexto de uma nova sociedade e economia.”

Minor Paradises Public Land Art Intervention / studiolibani. Imagen cortesía de studiolibani
Minor Paradises Public Land Art Intervention / studiolibani. Imagen cortesía de studiolibani

“Na medida em que as forças que moldam nosso ambiente construído mudam, envolvendo, nesta mudança, tecnologia, redes e sistemas complexos, profissionais da arquitetura precisam visualizar mais do que o espaço físico; precisam produzir narrativas sobre como operar melhor dentro dessa nova paisagem social. Nesse contexto, a arquitetura especulativa parece nunca ter sido tão crítica. Este artigo examina os meios que atualmente questionam as condições do ambiente construído e explora novas possibilidades arquitetônicas.”

© On White Wall
© On White Wall

Resumo de 2020

“Com mais de 5.500 obras diferentes publicadas ao longo do ano, nossa equipe de curadores tem o prazer de compartilhar esta seleção dos 100 projetos mais acessados de 2020. Esta lista representa o que há de melhor no conteúdo criado e compartilhado pela comunidade do ArchDaily nos últimos 11 meses.”

© Hufton+Crow
© Hufton+Crow

“Apesar de todos os obstáculos e dores, 2020 não nos decepcionou em termos de conteúdo. Reagindo à situação global, a equipe de editores do ArchDaily abordou todas as questões urgentes que desencadearam o estado de turbulência mundial este ano. Enquanto todo o planeta estava em pausa, nossos redatores produziam editoriais exclusivos, explorando temas e preocupações da atualidade. Escrevendo artigos em 4 idiomas, inglês, espanhol, português e chinês, este grupo oferece perspectivas locais e globais, alcançando todos os interessados em arquitetura.”

© Tom Hegen
© Tom Hegen

Este artigo faz parte do Tópico do ArchDaily: Resumo do Ano. Todos os meses exploramos um tópico em profundidade por meio de artigos, entrevistas, notícias e projetos. Saiba mais sobre nossos tópicos mensais. Como sempre, no ArchDaily agradecemos as contribuições de nossos leitores; se você deseja enviar um artigo ou projeto, entre em contato conosco.

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Sobre este autor
Cita: Dejtiar, Fabian. "Da crise climática a como viveremos juntos: os temas mais relevantes da arquitetura em 2020" [De crisis climática a cómo viviremos juntos: Los temas más relevantes de la arquitectura del 2020] 24 Dez 2020. ArchDaily Brasil. (Trad. Baratto, Romullo) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/953994/da-crise-climatica-a-como-viveremos-juntos-os-temas-mais-relevantes-da-arquitetura-em-2020> ISSN 0719-8906

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