Cortesia da Autoridade Aeroportuária Regional de Columbus
Como a cidade metropolitana de crescimento mais rápido na região Centro-Oeste dos EUA, Columbus se localiza em meio à mistura de infraestrutura e paisagem natural do centro do estado de Ohio. Columbus e seus arredores estão passando por uma fase significativa de expansão cultural e a previsão é que a população supere 3 milhões de habitantes até 2050. Em sintonia com esse crescimento, a Moody Nolan, em colaboração com a Gensler, acaba de divulgar o projeto para o novo terminal do Aeroporto Internacional John Glenn Columbus, uma instalação que ajudará a desenvolver a cidade e atingir essas metas de expansão.
Desde que as restrições impostas pela pandemia foram suspensas, a Europa tem experimentado um aumento no turismo, com milhões de pessoas visitando alguns de seus destinos mais atraentes, como Veneza, Barcelona e Paris. O grande número de visitantes tem sido um desafio para as cidades. A superlotação afeta a população local, o desenvolvimento urbano e até mesmo os ecossistemas naturais ao redor das áreas urbanas. Na tentativa de limitar esse fluxo, algumas das cidades mais populares da Europa estão adotando diversas medidas para lidar com a superlotação e os subsequentes problemas sociais e infraestruturais. As medidas incluem multas, taxas de entrada e horários específicos para impor algumas restrições.
Entre os dias 12 e 23 de outubro, acontece a viagem para a Bienal de Arquitetura de Veneza, com o Francesco Perrotta-Bosch.
Para aqueles que desejam saber mais sobre o roteiro, se preparar e se inspirar antes da viagem, a Superbacana+ preparou uma conversa online exclusiva com o Francesco. Ele apresentará um pouco sobre os pavilhões imperdíveis que serão visitados, além de compartilhar dicas valiosas sobre os principais pontos arquitetônicos, incluindo detalhes históricos e curiosidades sobre os locais explorados.
Jingru (Cyan) Cheng . Imagem Cortesia de Wheelwright Prize
A Escola de Pós-Graduação em Design da Universidade Harvard (GSD) anunciou Jingru (Cyan) Cheng como a ganhadora do Prêmio Wheelwright 2023, uma bolsa de estudos criada para apoiar pesquisas e abordagens investigativas de arquitetura contemporânea com perspectiva global. O projeto de pesquisa vencedor, intitulado "Rastreando a Areia: Territórios Fantasma, Corpos à Deriva", explora os impactos multifacetados da mineração e recuperação de areia, compreendidos a partir de perspectivas culturais, econômicas e ecológicas. Esse material discreto tornou-se um elemento indispensável para o nosso ambiente construído e comunidades, servindo como componente vital na produção de vidro, concreto, estradas asfaltadas e aterros. No entanto, o processo de dragagem de sistemas subaquáticos e mineração de areia leva à perturbação de ecossistemas em um processo que simultaneamente cria um habitat enquanto destrói outro.
Passeio arquitetônico por Belo Horizonte, com o arquiteto André Scarpa.
• Casa Juscelino Kubitschek;
• Igreja;
• Iate Clube;
• Casa de Baile;
• Casino da Pampulha;
• Ed. Juscelino Kubitschek;
• Ed. Niemeyer.
03 e 04 de junho • sábado e domingo
Visita guiada ao Instituto Inhotim, com o artista Danilo Oliveira.
O Instituto Inhotim é um lugar singular, com um dos mais relevantes acervos de arte contemporânea do mundo e uma coleção botânica que reúne espécies raras e de todos os continentes. Situado na cidade de Brumadinho, em Minas Gerais, a área de visitação de 100 hectares reúne um importante acervo de arte contemporânea
Ela é uma forma arquitetônica onipresente. Uma tipologia que atravessa séculos e fronteiras, um marco em todas as culturas. A tenda. Na sua forma mais simples – é um abrigo, um material colocado sobre uma armação de madeira. É uma linguagem arquitetônica que está intrinsecamente ligada à vida nômade. Yurts, por exemplo, funciona como uma moradia facilmente portátil para os povos cazaque e quirguiz. Ao mesmo tempo, as tendas provaram ser um precedente estilístico popular para os arquitetos, sendo as estruturas leves do arquiteto alemão Frei Paul Otto um exemplo disso. A tenda é uma linguagem arquitetônica complicada – que atravessa a linha entre o temporário e o permanente, e que também funciona como um símbolo de riqueza e um símbolo de escassez.
Edward James, um dos mais interessantes excêntricos do século XX, colecionador de arte surrealista e identificado por uma fina sensibilidade, chegou em Xilitla, México, no final da década de 40. O escritor britânico ficou cativado pelo esplendor da paisagem de "Las Pozas", onde criou um lar fantástico, que integra um espaço escultórico único em seu tipo no mundo inteiro.
O Surrealismo, que têm nos sonhos e inconsciente suas fontes de inspiração e criação, em teoria jamais poderia ser edificado. Edward James – descrito por Salvador Dalí como “mais louco que todos os surrealistas juntos” – concebeu um Jardim de Esculturas que desafia qualquer rótulo arquitetônico e nos convida a um novo olhar, que transita entre a fantasia e a realidade.
Colunas com capitéis de flores gigantes, arcos góticos, portões dramáticos, pavilhões com níveis indeterminados e escadas em espiral que terminam abruptamente no meio do ar - como um convite ao horizonte. Em síntese, Edward James fez o concreto florescer junto da exuberante flora e fauna de Xilitla, concebendo uma possível arquitetura surrealista.
Todos os países do mundo enfrentam problemas de mobilidade. Muitos destes entraves têm a ver com a própria infra-estrutura disponível mas, construir mais estradas nem sempre resultará em melhores índices de mobilidade urbana. Nos Estados Unidos, algumas cidades ficaram famosas por seus congestionamentos quilométricos, como Los Angeles, Minneapolis e Atlanta, cidades onde a relação entre quilômetros de infra-estrutura viária por habitante está na ordem de 8 para 1.000. Isso também tem a ver com a forma que o transporte público opera nestas cidades, onde os sistemas de mobilidade urbana são os menos eficientes. Então, por que continuamos a construir estradas cada vez maiores, mais largas e mais rápidas e como isso afeta os congestionamentos nas cidades?
No período de formação e prática da arquitetura, nos deparamos com inúmeros exemplos de obras que, pelos mais variados motivos, marcaram a história da disciplina. Tais exemplos se tornam grandes referências no repertório de um arquiteto, influenciando sua maneira de ver e projetar arquitetura. No entanto, a compreensão de um lugar é incompleta sem a sua experiência presencial e por isso, durante viagens, buscamos conhecer obras icônicas no intuito de aprofundar nosso repertório.
Porém, nem sempre essas obras são facilmente acessíveis ou próximas aos roteiros pré-estabelecidos, o que pode resultar em verdadeiras peregrinações para conhecê-las.
Créditos das imagens: Architecture Paste Book (superior esquerda), Leonardo Finotti (inferior esquerda) e Manuel Sá (direita)
Salvador é uma cidade marcada por uma falha geológica que a divide em duas: cidade alta e cidade baixa. Essa diferença de nível de aproximadamente 80 metros originou, desde o início da sua colonização, diferenças de usos e ocupações do solo nesse território - que foram se modificando ao longo dos anos com o desenvolvimento e expansão da cidade. A paisagem soteropolitana não é marcada apenas pela falha geológica, mas também é expressão de diferentes camadas de tempo: a primeira capital do Brasil, que completou 470 anos este ano, teve na sua arquitetura, ao longo da história, exemplares de diversos estilos e vertentes, como o neocolonial, barroco, neoclássico, eclético, moderno e contemporâneo.
Desde 2000, mais de 1 milhão de visitantes descobriram os mais de 190 jardins contemporâneos criados por designers de 15 países.
O Festival Internacional de Jardins, apresentado nos Jardins de Métis / Reford Gardens, na região de Gaspésie, em Quebec, Canadá, está preparando sua 21ª edição e lançou uma chamada internacional de propostas para selecionar profissionais que criarão os novos jardins temporários que serão apresentados a partir de 19 de junho de 2020. Para esta edição, o Festival escolheu Métissages (mestiçagem) como tema. Continuando a exploração de novas ideias e novos domínios, o Festival procura conectar profissionais de várias áreas para favorecer um cruzamento de práticas e profissões.
Todos nós adoramos viajar, seja para conhecer novas culturas, visitar entes queridos ou para experimentar o gostinho e os sabores de diferentes lugares. Não é por acaso que viajar se transformou em uma indústria extremamente lucrativa, e por isso, os principais destinos turísticos estão cada vez mais abarrotados. Além disso, o turismo tem sido associado a um considerável aumento das emissões de gases do efeito estufa que só tem agravado as mudanças climáticas atualmente em curso em nosso Planeta.
Por que seres humanos viajam? Nesta edição do Editor's Talk, quatro dos nossos editores do ArchDaily compartilham seus pensamentos sobre o que significa viajar para cada um deles. Desde o Chile, passando pelos Estados Unidos e até o Líbano, nossos quatro convidados de hoje nos convidam a refletir por que, todos nós devemos nos preocupar com cada uma das cidades que visitamos.
Montagem feita a partir dos desenhos cedidos pelos autores. . Image Cortesia de a+t architecture publishers
Viajar pelo Japão pode ser uma experiência impressionante para um turista ocidental - especialmente se este tiver alguma relação com a arquitetura. Além das enormes diferenças culturais, o país é conhecido por uma produção arquitetônica riquíssima - oito dos 42 laureados do Prêmio Pritkzer são japoneses - que mantém sua consistência desde os anos 1960.
Edifício Niemeyer em Belo Horizonte. Image Cortesia de Carlos Alberto Maciel
Como parte de nosso tema mensal (viagem), covidamos alguns escritórios brasileiros e portugueses a sugerirem edifícios e espaços públicos de suas respectivas cidades que merecem uma visita. No Brasil, projetos em Brasília, Rio de Janeiro, Olinda, Fortaleza, Belo Horizonte e Porto Alegre farão alguns de nossos leitores desejarem conhecer melhor o país - ou cruzar o Atlântico para visitar algumas obras nas cidades portuguesas de Guimarães, Porto e Lisboa.
https://www.archdaily.com.br/br/919841/17-lugares-imperdiveis-no-brasil-e-portugal-segundo-arquitetos-de-cada-regiaoEquipe ArchDaily Brasil
O MIT - Senseable City Laboratory, Singapura, dirigido pelo arquiteto Carlo Ratti, lançou esse ano o Escape, uma plataforma interativa de visualização de dados sobre viagens aéreas. O Escape funciona como um mecanismo de busca que ajuda usuário achar quais são os voos mais baratos partindo de uma cidade determinada e facilitando a decisão sobre a próxima viagem de maneira mais rápida e simples.
https://www.archdaily.com.br/br/914091/escape-a-plataforma-do-mit-que-te-ajuda-a-viajar-baratoPedro Vada
O workshop propõe um projeto pedagógico de caráter específico, voltado a cada ano para o conhecimento de novos territórios.
Estúdio Deriva 2019 – Japão – Inscrições abertas
A Escola da Cidade já está com inscrições abertas para o Estúdio Deriva 2019, com destino ao Japão, e que acontecerá no mês de julho.
O programa se organiza por meio de estudos preparatórios, pela produção de conteúdos prévios e pela realização de uma viagem, onde estudantes, arquitetos e professores estrangeiros e locais estabelecem contato e vivenciam um processo de aprendizado mútuo. O workshop propõe um projeto pedagógico de caráter específico, voltado a cada ano para o conhecimento de novos territórios, com base na convicção de que o aprendizado da arquitetura se faz pelo
Encarar as inúmeras responsabilidades, entregas e posicionamentos a serem assumidos durante um semestre acadêmico é, por vezes, um desafio. Para muitos estudantes, torna-se um tormento, onde a crise de estresse pode tomar conta. No entanto, como futuras arquitetas e arquitetos, é imprescindível que a constante busca por melhores resultados e soluções projetuais conciliadas ao orquestrar as inúmeras tarefas auxiliem no treinamento da futura carreira profissional.
Com a difícil tarefa de apresentar uma gama de projetos de maneira convincente somado a poucas horas de sono, várias xícaras de café e em alguns casos, a rotina como estagiário, o fim do semestre pode parecer a luz no fim do túnel, onde o cansaço e a oportunidade para colocar os projetos pessoais em dia se encontram. Para ajudar aqueles mais esforçados e aqueles na busca por tarefas desintoxicantes da relação mais direta com a arquitetura, compilamos dez tarefas que ajudarão ocupar sua rotina de férias após o fim do semestre acadêmico.
Para muitos jovens arquitetos, estudar fora é algo que transforma seu desenvolvimento profissional. A experiência abre os olhos para diferentes culturas, estilos e histórias de uma maneira que nenhum livro ou aula poderia explicar. Por essa razão, as escolas de arquitetura têm facilitado e incorporado intercâmbios internacionais em seus currículos. Além das oportunidades de estudo no exterior oferecidas pelas universidades, há muitas oportunidades para estudantes e recém-formados para viajar e explorar seu próprio tópico de estudo. Listamos abaixo 7 bolsas surpreendentes abertas para jovens arquitetos e estudantes: