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Pavilhao Do Brasil: O mais recente de arquitetura e notícia

Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2018: Muros de Ar - Cartografias

10:00 - 11 Julho, 2018
Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2018: Muros de Ar - Cartografias, © Imagen Subliminal
© Imagen Subliminal

O conceito e título Muros de ar foi pensado para responder à proposta Freespace, das curadoras Yvonne Farrell e Shelley McNamara, como uma provocação capaz de questionar: 1. as diferentes formas de muros que constroem, em diversas escalas, o território brasileiro; 2. as fronteiras da própria arquitetura em relação a outras disciplinas.

Assim, partimos para uma reflexão sobre o quanto a arquitetura no Brasil e seus desdobramentos urbanos são de fato, livres. Sem a pretensão de chegar a uma resposta, mas com a ambição de abrir a conversa para um público grande e diverso, optamos por tentar tornar visíveis processos que muitas vezes não são percebidos, em função de sua natureza ou escala. As barreiras imateriais que são erguidas entre pessoas ou bairros, e os processos de urbanização do Brasil em uma escala continental são exemplos de questões sobre as quais nos debruçamos. 

© Imagen Subliminal © Imagen Subliminal © Imagen Subliminal © Riccardo Tosetto / Fundação Bienal + 43

Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2018: Muros de Ar - Os limites dos objetos

07:00 - 13 Junho, 2018
Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2018: Muros de Ar - Os limites dos objetos, © Imagen Subliminal
© Imagen Subliminal

O capítulo Os limites dos objetos aborda o tema Muros de ar na escala das intervenções arquitetônicas e urbanas, numa tentativa de medir a capacidade da produção brasileira recente para mediar relações conflituosas entre os domínios público e privado.

Em oposição à abordagem cartográfica, que mapeia os múltiplos tipos de barreiras que constituem o território brasileiro, esta seção apresenta objetos arquitetônicos que estimulam a transposição dos muros que estão presentes em nossas cidades. As propostas selecionadas compartilham a motivação de investigar novos modos de lidar com os limites, as divisões e as rupturas dos tecidos urbanos. Ao mesmo tempo, trazem à tona a necessidade premente de usar o projeto como uma forma de transformar condições de exclusão em possibilidades de aproximar as pessoas.

Muros de Ar: curadores apresentam o pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2018

10:00 - 29 Maio, 2018

Muros de Ar é o tema que norteia a participação brasileira na 16ª Exposição Internacional de Arquitetura em Veneza. Com curadoria conjunta de Laura González Fierro, Sol Camacho, Gabriel Kozlowski e Marcelo Maia Rosa, o Pavilhão do Brasil reúne 17 projetos de diferentes regiões do país, selecionados a partir de uma chamada aberta, além de uma série de grandes desenhos cartográficos que abordam diferentes aspectos da urbanização do país através das lentes da arquitetura.

Instalação de Atelier Marko Brajovic transforma grades em mobiliário urbano no Pavilhão do Brasil em Veneza

07:00 - 26 Maio, 2018
Instalação de Atelier Marko Brajovic transforma grades em mobiliário urbano no Pavilhão do Brasil em Veneza, Cortesia de Atelier Marko Brajovic
Cortesia de Atelier Marko Brajovic

Como parte da participação brasileira na Bienal de Veneza 2018, intitulada Muros de Ar, o Atelier Marko Brajovic levou a instalação NSDC, que propõe o redesenho de grades da cidade em mobiliários urbanos, considerando o processo de design como uma ferramenta de transformação, usada para moldar a paisagem urbana e seu uso.

289 Projetos inscritos na chamada do pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza

16:00 - 26 Janeiro, 2018
289 Projetos inscritos na chamada do pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza, Cortesia do Pavilhão do Brasil
Cortesia do Pavilhão do Brasil

O chamamento público de projetos para o Pavilhão Brasileiro na 16ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza fechou no dia 19 de janeiro, sexta-feira passada às 11h da noite, após um mês aberto ao público. 

A iniciativa teve como objetivo a busca por projetos ao longo do Brasil que demonstrassem a Arquitetura como instrumento para mediar conflitos, negociar transições entre os domínios público e privado e articular conexões entre tecidos urbanos distintos. 

Pavilhão do Brasil recebe menção honrosa na Bienal de Veneza 2017

19:00 - 15 Maio, 2017
Pavilhão do Brasil recebe menção honrosa na Bienal de Veneza 2017 , Francesco Galli. Image Cortesia de La Biennale di Venezia
Francesco Galli. Image Cortesia de La Biennale di Venezia

A artista mineira Cinthia Marcelle propôs a instalação “Chão de caça” [Hunting Ground] no Pavilhão Brasileiro, com a curadoria de Jochen Volz, recebeu a menção honrosa durante a Bienal de Arte de Veneza 2017, inaugurada em 13 de maio. A instalação é composta por um piso inclinado feito de grades de ventilação soldadas que ocupa todo o interior das duas galerias do pavilhão brasileiro. Entre os pequenos vãos das grades, seixos rolados dos arredores do local da exposição foram inseridos. Entrelaçados com a grade e os seixos, estão elementos escultóricos adicionais, uma série de pinturas e um filme tocando ininterruptamente. O desenho, as resoluções técnicas e a estrutura do piso, assim como o processo de desenvolvimento da obra através de modelos eletrônicos e protótipos, foi realizado em parceira com os arquitetos Anna Juni, Enk te Winkel e Gustavo Delonero do escritório paulista Vão, com quem a artista vêm trabalhando há alguns anos.

Participantes do Pavilhão do Brasil falam sobre a Bienal de Veneza

10:00 - 2 Julho, 2016
Participantes do Pavilhão do Brasil falam sobre a Bienal de Veneza, JUNTOS / curadoria de Washington Fajardo. Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2016. Image © Laurian Ghinitoiu
JUNTOS / curadoria de Washington Fajardo. Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2016. Image © Laurian Ghinitoiu

A participação brasileira na Bienal de Veneza deste ano - JUNTOS - consiste na reunião de quinze projetos realizados em diversas regiões do país e que abrangem uma grande gama de abordagens do tema da Biennale: Reporting from the Front. Perguntamos a alguns dos idealizadores dos projetos que fazem parte de Juntos suas opiniões acerca do pavilhão do Brasil e da contribuição de seus projetos ao pavilhão e à própria Bienal, veja suas respostas, a seguir:

Brasil em Veneza 2016: Juntos ou divididos?

10:00 - 6 Junho, 2016
Brasil em Veneza 2016: Juntos ou divididos?, JUNTOS / curadoria de Washington Fajardo. Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2016. Image © Laurian Ghinitoiu
JUNTOS / curadoria de Washington Fajardo. Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2016. Image © Laurian Ghinitoiu

Pavilhão brasileiro em Veneza tem méritos, mas ignora momento histórico do país.

No momento que um muro dividindo a Esplanada dos Ministérios em Brasília se tornou o símbolo de um país segregado, o tema do pavilhão brasileiro na Bienal de Veneza de Arquitetura em 2016 dificilmente poderia ser mais paradoxal: “Juntos”.

AD Brasil Entrevista: Washington Fajardo, curador do Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2016

10:00 - 3 Junho, 2016

Em nossa cobertura da 15ª Bienal de Arquitetura de Veneza, tivemos a oportunidade de acompanhar de perto as exposições que fazem parte da mostra internacional Reporting from the Front e também os 63 pavilhões nacionais que expõem exemplos de projetos e iniciativas que estão "na linha de frente" da arquitetura e que lidam com questões que ultrapassam o desenho e envolvem fatores sociais, geográficos, econômicos e políticos.

O Brasil contribui com essa discussão com a exposição "Juntos", que tem curadoria de Washington Fajardo e reúne quinze projetos de diferentes regiões do país. Os trabalhos selecionados variam em tipo, escala e abordagem, incluindo desde um conjunto residencial até escolas, intervenções urbanas e uma revista. Assista à entrevista no vídeo acima e saiba mais sobre a posição do Pavilhão do Brasil em relação ao tema que norteia a Bienal deste ano.

JUNTOS: Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2016

16:00 - 31 Maio, 2016
JUNTOS: Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2016, JUNTOS / curadoria de Washington Fajardo. Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2016. Image © Laurian Ghinitoiu
JUNTOS / curadoria de Washington Fajardo. Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2016. Image © Laurian Ghinitoiu

Como parte da cobertura do ArchDaily Brasil na Bienal de Veneza deste ano, compartilhamos a seguir informações sobre o Pavilhão do Brasil, que reúne quinze projetos e iniciativas de diferentes regiões do país e que tem curadoria de Washington Fajardo.

A Casa da Flor é uma arquitetura onírica erguida a partir do sonho de Gabriel Joaquim dos Santos (1892-1985). Filho de um escravo negro com uma índia, este trabalhador das salinas próximas a São Pedro da Aldeia (140 km do Rio de Janeiro) construiu sua casa a partir da coleta de restos e resíduos, os quais ganharam um novo sentido de uso nas paredes da pequena edificação unifamiliar.

O mesmo princípio moveu a arquiteta Lina Bo Bardi (1914-1992) na Casa Valéria Cirell, em São Paulo. Primeira expressiva realização da arquiteta manifestando o que defendia ser o nacional-popular, em oposição ao modernismo hegemônico dos circuitos de debate e da produção arquitetônica na época. Bo Bardi vai se interessar pelo homem simples e popular, identificando signos da cultura negra e sentidos lentamente burilados por fricção e amálgama, por desejo de converter-se em outra coisa: no brasileiro.

Anunciado o tema do pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2016

19:00 - 28 Março, 2016

Em resposta à proposição de Alejandro Aravena, diretor da 15ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza - Reporting from the front, o curador escolhido pela Fundação Bienal de São Paulo Washington Fajardo apresentará a mostra “JUNTOS”. O projeto para o Pavilhão do Brasil busca evidenciar histórias de pessoas que lutam e alcançam mudanças na passividade institucional das grandes cidades do País, conquistando arquitetura em processos lentos cujo vagar não é problema, mas um apontamento de soluções ao esfacelamento político do planejamento do território. De acordo com o curador, “a mostra é uma composição dessas trajetórias e parcerias, do processo do encontro do ativista, do lutador, com o arquiteto e com a arquitetura, tornando-se imanados pela elaboração do novo espaço”.

Washington Fajardo será o curador do Pavilhão Brasileiro na 15a Mostra Internacional de Arquitetura – Bienal de Veneza em 2016

16:05 - 15 Dezembro, 2015
Washington Fajardo será o curador do Pavilhão Brasileiro na 15a Mostra Internacional de Arquitetura – Bienal de Veneza em 2016, Cortesia de Pool de Comunicação
Cortesia de Pool de Comunicação

A Fundação Bienal de São Paulo nomeou o arquiteto e urbanista carioca Washington Fajardo (RJ, 1972) como curador da representação brasileira na próxima edição da Bienal de Arquitetura de Veneza, que acontecerá de 28 de maio a 27 de novembro de 2016 na cidade italiana.

Expo Milão 2015: Pavilhão do Brasil por Fernando Guerra

15:00 - 24 Setembro, 2015
Expo Milão 2015: Pavilhão do Brasil por Fernando Guerra, © Fernando Guerra | FG+SG
© Fernando Guerra | FG+SG

Aberta desde o dia 1 de maio e contando com a participação de 96 pavilhões de diversos países, a Expo Milão 2015 trata de um dos temas mundiais de maior urgência - a alimentação - com o mote "Feeding the Planet: Energy for Life".

O pavilhão brasileiro, projetado pelos escritórios Studio Arthur Casas e Atelier Marko Brajovic, foi considerado um dos mais atrativos pelos milhares de visitantes que já passaram pelo campus da Expo nestes quatro meses de evento. Contando com um amplo espaço aberto atravessado por uma rede elevada por onde os visitantes podem caminhar, o pavilhão é "permeável como a cultura brasileira" e exibe um "grande volume aberto que acolhe os visitantes e estabelece um percurso entre as mais variadas espécies aqui cultivadas.

Veja a seguir uma belíssima série de fotografias do pavilhão feitas por Fernando Guerra, sócio juntamente com seu irmão, Sérgio Guerra, do estúdio Últimas Reportagens.

© Fernando Guerra | FG+SG © Fernando Guerra | FG+SG © Fernando Guerra | FG+SG © Fernando Guerra | FG+SG + 57

Vídeo: Pavilhão do Brasil na Expo Milão 2015, por Raphael França e Takeshi Miyamoto

10:00 - 20 Julho, 2015

O arquiteto Raphael França compartilhou conosco um vídeo sobre o Pavilhão do Brasil na Expo Milão 2015, produzido recentemente em parceria com o fotógrafo japonês Takeshi Miyamoto.

Imagens internas e externas que mostram o público se apropriando do pavilhão; planos detalhes que nos apresentam as diversas texturas e materiais que compõem o edifício. A sobreposição destas imagens em movimento acompanhadas pela forte trilha sonora de Lívio Tragtenberg nos transporta para o espaço da Expo e nos faz experienciar com nosso próprio corpo a caminhada sobre a superfície orgânica de cordas trançadas.

O projeto completo do Pavilhão do Brasil na Expo Milão de 2015 foi idealizado pelo Studio Arthur Casas + Atelier Marko Brajovic pode ser visto aqui

Clássicos da Arquitetura: Pavilhão do Brasil em Osaka / Paulo Mendes da Rocha e equipe

12:00 - 17 Julho, 2014
Clássicos da Arquitetura: Pavilhão do Brasil em Osaka / Paulo Mendes da Rocha e equipe, © Arquivo Paulo Mendes da Rocha. Cortesia de Ruth Verde Zein
© Arquivo Paulo Mendes da Rocha. Cortesia de Ruth Verde Zein

A extensão da cobertura reticular uniforme tem a mesma dimensão da largura do lote: cinquenta metros. Porém não se apoia em suas divisas; mantém suas laterais em balanço. Sua largura de trinta e dois metros e cinquenta centímetros e sua disposição no lote é tal que criam duas áreas descobertas, uma de entrada, com vinte metros, e uma de fundos, com trinta metros. Se unidas, configurariam um quadrado de outros cinquenta metros de lado.

AD Brasil Entrevista: André Aranha Corrêa do Lago, curador do Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2014

19:00 - 25 Junho, 2014

André Aranha Corrêa do Lago é o curador do Pavilhão do Brasil na 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza , que tem como curador geral Rem Koolhaas e tema central Fundamentals. Para as participações nacionais, Koolhaas propôs o subtema Absorbing Modernity, um convite aos participantes a refletir e levantar questões sobre como respectivos países se relacionaram com o pensamento e prática da modernidade.

Explorando a singularidade do Brasil como um país cuja identidade nacional - inclusive arquitetônica - foi construída sobre as bases da modernidade, o curador da exposição evidencia o moderno como fundamental para a história da arquitetura nacional.

Assista acima a entrevista que o ArchDaily Brasil realizou com o curador, diplomata e crítico de arquitetura André Aranha Corrêa do Lago.

Brasil 1914 - 2014: modernidade como tradição / Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2014

06:00 - 10 Junho, 2014
Brasil 1914 - 2014: modernidade como tradição / Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2014, © Nico Saieh
© Nico Saieh

Em nossa cobertura da 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza - que tem como curador Rem Koolhaas e como tema geral Fundamentals - não podíamos deixar de trazer até nossos leitores e leitoras detalhes sobre o Pavilhão do Brasil, que se desenvolve em torno do tema "Modernidade como Tradição" (Modernity as Tradition) e tem como curador o diplomata e crítico de arquitetura André Aranha Corrêa do Lago.

Explorando a singularidade do Brasil como um país cuja identidade nacional - inclusive arquitetônica - foi construída sobre as bases da modernidade, a curadoria da exposição evidencia o moderno como fundamental para a história da arquitetura nacional.

Descrição do curador. O Brasil é um dos países que absorveu de forma mais interessante os preceitos da arquitetura moderna e pode-se dizer que está contribuiu para o fortalecimento da identidade nacional. Contrariamente a outros países que construíram, ao longo dos séculos, uma arquitetura típica nacional - reconhecível de forma quase caricatural pelos outros povos - o que é conhecido como "arquitetura brasileira" não é a do passado, é a moderna. Por isso o título do Pavilhão: Brasil 1914 - 2014: modernidade como tradição.

© Nico Saieh © Nico Saieh © Nico Saieh © Nico Saieh + 17