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Jorn Utzon: O mais recente de arquitetura e notícia

Analisando o "Manual of Section": o desenho arquitetônico mais intrigante

Para Paul Lewis, Marc Tsurumaki e David J. Lewis, o corte "é muitas vezes entendido como um tipo simplificado de desenho, produzido no final do processo de concepção para descrever condições estruturais e materiais para a etapa da construção."

Esta é uma definição muito familiar para a maioria das pessoas que estudam ou trabalham com a arquitetura. Muitas vezes pensamos primeiramente na planta baixa, pois nos permite abraçar as expectativas programáticas de um projeto e fornecer um resumo das várias funções necessárias. Na idade moderna, programas de software de modelagem digital oferecem cada vez mais possibilidades quando se trata de criar objetos tridimensionais complexos, tornando o corte uma reflexão ainda mais tardia.

Com o seu Manual of Section (Manual do Corte) lançado em 2016, os três sócios fundadores do LTL architects apresentam o corte como uma ferramenta essencial no projeto arquitetônico, e vamos admitir isso, essa leitura pode fazer você mudar de ideia sobre o tema. Para os co-autores, "pensar e projetar o corte requer a construção de um discurso sobre ele, reconhecendo-o como um local de intervenção." Talvez, na verdade, precisamos entender as capacidades dos desenhos em corte tanto para usá-los de forma mais eficiente, quanto para desfrutar ao fazê-los.

Bagsværd Church by Jørn Utzon (1976). Published in Manual of Section by Paul Lewis, Marc Tsurumaki, and David J. Lewis published by Princeton Architectural Press (2016). Image Courtesy of LTL Architects Notre Dame du Haut by Le Corbusier (1954). Published in Manual of Section by Paul Lewis, Marc Tsurumaki, and David J. Lewis published by Princeton Architectural Press (2016). Image Courtesy of LTL Architects United States Pavilion at Expo '67 by Buckminster Fuller and Shoji Sadao (1967). Published in Manual of Section by Paul Lewis, Marc Tsurumaki, and David J. Lewis published by Princeton Architectural Press (2016). Image Courtesy of LTL Architects The Solomon R. Guggenheim Museum by Frank Lloyd Wright (1959). Published in Manual of Section by Paul Lewis, Marc Tsurumaki, and David J. Lewis published by Princeton Architectural Press (2016). Image Courtesy of LTL Architects + 15

Quem já ganhou o Prêmio Pritzker?

O Prêmio Pritzker é o reconhecimento mais importante que um arquiteto(a) pode receber em vida. A honraria é outorgada todos os anos a arquitetos e arquitetas cuja obra construída "tenha produzido significativas contribuições para a humanidade ao longo dos anos", segundo explica a própria organização responsável pela premiação. Por esta razão, o júri presta homenagem a pessoas e não a escritórios, como já aconteceu em 2000 (Rem Koolhaas ao invés do OMA), 2001 (Herzog & de Meuron), 2010 (SANAA), 2016 (Elemental) e 2017 (RCR Arquitectes), premiando seus fundadores (como no caso do SANAA), o então, um deles (Elemental).

O prêmio surgiu de uma iniciativa criada por Jay Pritzker através da Fundação Hyatt, organização associada a empresa hoteleira que o mesmo fundou em conjunto com seu irmão Donald em 1957. A primera edição do prêmio foi realizada em 1979, quando Philip Johnson se tornou o primeiro arquiteto a ser homenageado. Estadunidense, Johnson é autor de importantes obras da história da arquitetura moderna, como a Glass House (1949).

O Prêmio Pritzker já conta com quarenta edições anuais ininterruptas, galardoando arquitetos e arquitetas de 18 nacionalidades diferentes. Metade dos premiados são europeus; América, Ásia e Oceania dividem as outras vinte edições, e até hoje nenhum arquiteto o arquiteta africano(a) teve a chance de receber o prêmio, sendo o único continente do globo a não possuir representantes no hall da fama da arquitetura.

7 Propostas rejeitadas para a Ópera de Sydney

A mais icônica obra de Jørn Utzon e um das obras de arquitetura mais facilmente reconhecidas do mundo todo, a Opera House de Sidney foi construída depois que o arquiteto dinamarquês venceu o concurso realizado em 1956, o qual atraiu mais de 200 participantes. Desde a sua inauguração em 1973, o edifício fez com que todo o mundo voltasse seus olhos para a emergente potência chamada Austrália. Mais recentemente, no ano passado, a Ópera de Sidney passou a ser completamente neutra em emissões de carbono.

A história por trás da Ópera House de Sidney é tão interessante quanto a própria obra de arquitetura. Em 1956, o governo de Nova Gales do Sul convocou um concurso internacional aberto para o projeto da Ópera House, um espaço capaz de receber óperas e orquestras sinfônicas, tudo na esperança de transformar a cidade de Sidney em uma importante capital cultural do mundo moderno. Como todos sabem, arquiteto dinamarquês Jørn Utzon foi o grande vencedor da competição, ainda que seu projeto fosse feito de apenas alguns esboços até certo ponto, intrigantes.

Ópera de Sydney se torna neutra em emissões de carbono

A Ópera de Sydney está comemorando uma conquista significativa no campo da sustentabilidade ambiental, reduzindo à zero as suas emissões de carbono cinco anos antes do que estava previsto. Um programa de eficiência e gerenciamento de energia e desperdício foi introduzido já há algum tempo, transformando a Ópera de Sydney em um "edifício zero carbono". Como resultado desta façanha, o governo australiano condecorou o edifício com o certificado nacional de compensação de cartono ou National Carbon Offset Standard (NCOS).

A famosa estrutura projetada por Jørn Utzon foi iluminada cerimoniosamente com luzes verdes na noite desta segunda-feira 24 de setembro em comemoração ao feito.

© Prudence Upton Cortesia da Ópera House de Sidney Cortesia da Ópera House de Sidney © Hamilton Lund + 4

6 Projetos que foram renegados por seus arquitetos

Construção é um exercício de frugalidade e compromisso. Para ver seu trabalho realizado, os arquitetos têm que conciliar as demandas dos empreendedores, empreiteiras, clientes, engenheiros - às vezes até mesmo os governos. As concessões resultantes deixam frequentemente os arquitetos com o ego ferido e um resultado arquitetônico que não os satisfaz. Embora esses arquitetos sempre façam o máximo para corrigir quaisquer problemas, algumas disputas são tão vorazes que o arquiteto sente que não têm escolha a não ser abrir mão de seu próprio trabalho. Veja, a seguir, seis exemplos notáveis em que isso aconteceu:

Cortesia de Renzo Piano Building Workshop, Studio Pali Fekete architects, AMPAS © Oskar Da Riz Fotografie © Danica O. Kus © <a href='https://www.flickr.com/photos/18378655@N00/2894726149/'>Flickr de James Cridland</a> Licença <a href='https://creativecommons.org/licenses/by/2.0/deed.en'>CC BY 2.0</a> + 7

Como pronunciar corretamente o nome destes 22 arquitetos famosos

Não há dúvida de que uma das melhores coisas da arquitetura é a sua universalidade. De onde quer que você venha, o que quer que você faça, arquitetura de algum modo tocou sua vida. No entanto, quando inesperadamente temos que pronunciar o nome de um arquiteto estrangeiro ... as coisas podem ficar um pouco complicadas. Esta é uma situação que a pronúncia errada pode fazer você parecer menos profissional do que você é. (Se você for realmente azarado, isso poderia acabar fazendo você parecer estúpido na frente de seus filhos e do mundo inteiro.)

Para lhe ajudar, compilamos uma lista de 22 arquitetos cujos nomes são um pouco difícil de pronunciar, acompanhada de gravações em que seus nomes são pronunciados impecavelmente. Ouça e repita quantas vezes for necessário até acertar e você estará preparado para qualquer situação potencialmente embaraçosa.

Em foco: Jørn Utzon

Jørn Utzon (9 de abril de 1918 - 29 de novembro de 2008), era um arquiteto dinamarquês relativamente desconhecido até que, em 29 de janeiro de 1957, foi anunciado como o vencedor do concurso internacional para uma ópera em Bennelong Point, Sydney. Ao falar sobre esta icônica obra, Louis Kahn afirmou que "o sol não sabia quão bela era sua luz, até que ela foi refletida por este edifício." Infelizmente, Utzon nunca chegou a ver a Ópera de Sydney, seu trabalho mais popular, concluída. 

TRIAS propõe Museu em Sydney para abrigar arquivo de Jørn Utzon

TRIAS criou uma proposta especulativa de um museu para o MA | UA (Museum of Architecture | Utzon Archive), um espaço de exposição permanente para o arquivo do arquiteto dinamarquês Jørn Utzon, em Sydney, Austrália.

O arquivo de Jørn Utzon está enterrado em caixas e porões em Sydney. Este rico corpo de conhecimento - com desenhos originais, protótipos, fotografias e modelos - é um recurso público valioso, vivo com pensamentos e experimentos. No entanto, permanece inacessível e intangível para a maioria.

Cortesia de TRIAS Cortesia de TRIAS Cortesia de TRIAS Cortesia de TRIAS + 18

Ópera de Sydney passará por renovação de US$ 202 milhões

A Ópera de Sydney divulgou recentemente planos para um projeto de renovação de US$ 202 milhões, o maior programa de atualização da obra de Jørn Utzon desde sua inauguração em 1973. O Vice-Primeiro Ministro das Artes do estado de New South Wales, Troy Grant, afirmou que o principal objetivo do projeto é "melhorar o acesso e garantir que ela [a Ópera] atenda as necessidades e expectativas do público, dos artistas e das 8,2 milhões de pessoas que a visitam anualmente."

Elevador da Sala de Concertos. Cortesia de Sydney Opera House Sala de Concertos. Cortesia de Sydney Opera House Centro Funcional. Cortesia de Sydney Opera House Foyer Norte. Cortesia de Sydney Opera House + 12

Vivid Sydney transforma ícones da cidade em instalações de luz

Vivid Sydney, o festival anual de luzes da cidade australiana, teve início no dia 27 de maio, exibindo suas coloridas instalações que reinventam ícones da cidade como a Sydney Harbour Bridge e a famosa Opera House. O evento conta com mais de 90 instalações de 150 artistas oriundos de 23 países, espalhadas em 8 diferentes locais da cidade.

Opera House Songlines. Cortesia de Destination New South Wales Cathedral of Light, Botanic Gardens. Cortesia de Destination New South Wales Circular Quay. Cortesia de Destination New South Wales Chatswood Gondwana Light Lab. Cortesia de Destination New South Wales + 18

Vídeo: A inspiração natural da Sydney Opera House

A direção da Sydney Opera House produziu recentemente um vídeo explorando como Jørn Utzon se inspirou na forma e função da natureza. Ao passo que o arquiteto pode não ter se visto, na época, como um pioneiro das técnicas sustentáveis, a sustentabilidade era inerente em sua filosofia de projeto. Assista ao vídeo acima para saber mais.

Brutalismo de A a Z

Jonathan Meades, do jornal The Guardian, elegeu os ícones do Brutalismo em uma provocante lista de A a Z que vai de Hans Asplund, que cunhou o termo "nybrutalism", à fascinação californiana nos anos 1960 com ornamentos em estilo Zapoteco. Veja a lista completa e descubra por que a cidade de Quebec, o arquiteto iugoslavo Janko Konstantinov e o dinamarquês Jørn Utzon estão na lista.

40 Documentários de Arquitetura para Assistir em 2014

Gehry's Vertigo. Cortesia de Living Architectures
Gehry's Vertigo. Cortesia de Living Architectures

No ano passado publicamos 30 Documentários de Arquitetura para assistir em 2013, uma grande variedade de filmes nos quais conhecemos a história de alguns dos maiores heróis arquitetônicos anônimos do mundo. Hoje trazemos mais 11 documentários para ver em 2014, uma série de histórias que seguramente não os deixarão indiferentes.

O Projeto Opera House: Contando a História do Ícone Australiano

Para coincidir com o 40º aniversário da conclusão de Sydney Opera House do arquiteto dinamarquês Jørn Utzon Sydney Opera House, O Projeto Opera House o leva para uma jornada desde o início do projeto em 1954 - conhecido como Projeto 218 - até a obra concluída em 2012, e todas as lutas pessoais, políticas e técnicas com que os projetistas foram confrontados. Conforme expresso por Sam Doust, escritor e diretor do projeto, a jornada épica é baseada em uma "aspiração à perfeição" e, em seguida, o "fracasso para alcançá-la".

Sydney Opera House: Comemorando 40 Anos

Este mês celebra-se o 40º aniversário da conclusão do Sydney Opera House, símbolo da Austrália. Desde a sua inauguração em 1973, a Opera House recebeu mais de 65 milhões de pessoas a mais de 80 mil eventos memoráveis​​. Para comemorar, uma programação de aniversário acontecerá a partir de meados até o final de outubro, com shows, excurções, exposições, e bolo! Uma verdadeira obra-prima que continua a redefinir as ambições da Austrália, a Opera House é parte de uma história incrível, uma obra de arquitetura que pertence a todos.

© Flickr - User: Jong Soo (Peter) Lee © Jozef Vissel © Flickr - User: Heaven's Gate (John) © Tomas Klein + 12

LEGO® lança novo modelo da Ópera de Sydney

O Grupo LEGO® revelou uma nova versão da amada Ópera de Sydney de Jørn Utzon. Na sequência do lançamento do ano passado - uma versão ligeiramente menor da mesma obra - esta versão do mais famoso edifício da Austrália, com 3 mil peças, desafiará as habilidades dos melhores construtores (de LEGO®).

Novo LEGO® Architecture Series: Ópera de Sydney de Jørn Utzon