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Arquitetura Japonesa: O mais recente de arquitetura e notícia

Arquitetura japonesa em 7 aulas

A Escola da Cidade compartilhou conosco a série de aulas sobre Arquitetura e Cultura japonesa que integra o programa Estúdio Deriva. Nesta série conta com as seguintes aulas: "A ambiência sem hierarquia: Sanaa e a música eletrônica" com Guilherme Wisnik, "Cultura Contemporânea Japonesa" com Gabriel Kogan, "A atuação profissional dos arquitetos japoneses" com Lourenço Gimenes, "Uma análise gráfica das midiatecas de Toyo Ito" com Marina Lacerda, "Destruir para construir: O impacto dos planos de reconstrução de Tokyo em Akira" com Beatriz Oliveira, "Jidai no nagare, o fluxo das eras: encaixes japoneses em madeira" com Heloisa Ikeda e "A estrada de Tōkaidō: viagens, xilogravuras e cidades do período Tokugawa (1603-1868)" com Fernanda Sakano. Assista aqui todas as aulas.

Arquitetura japonesa e seus reflexos no Brasil

Nesses 113 anos de comemorações da imigração japonesa, discursos sobre a cultura japonesa ganharam uma atenção considerável. Com o Brasil sendo um dos maiores detentores da comunidade japonesa fora do arquipélago, é nítida a proximidade do país com expressões culturais japonesas. Grande parte das cidades colonizadas pelos japoneses preservam até hoje história e cultura nipônicas, com isso, o campo arquitetônico passou a ser consolidado principalmente por meio de construções que representassem os aspectos políticos e sociais da imigração japonesa atrelados a novas tecnologias e formas de construção. 

Liberdade atualmente. Autoria: Let’s Fly Away. Foto modificada pela autorCasarão do Chá. A construção da cobertura é o que mais evidencia a influência japonesa no Casarão, é possível observar no pórtico de entrada do Casarão, o telhado tipo kara-bafu (frontões ou pórticos curvos japoneses com influência chinesa) e, logo acima, o telhado tipo irimoya (telhado de duas águas com dois frontões triangulares no pavimento superior). Autoria: Casarão do Chá. Foto modificada pela autoraResidência Sr. Gozo Okiyama, localizada em Registro. A casa foi adquirida através do tio do Sr. Okiyama com o objetivo de criar bicho de seda e foi construída a partir de preceitos japoneses como os troncos naturais e a organização da planta. Autoria: Estúdio Sarasá. Foto modificada pela autoraDetalhe do pórtico de entrada do Casarão do Chá. É possível observar o emprego dos troncos da árvore em seu estado natural assim como a parede elaborada em taipa de mão do tipo japonês. Autoria: Casarão do Chá. Foto modificada pela autora+ 6

Fronteiras Japão: Sociedade e seus espaços

‘Fronteiras_Japão: Sociedade e seus espaços' visa navegar pelo espaço Nipônico, de maneira introdutória, traçando perspectivas e horizontes novos, enquanto discute sociedade e cultura, arquitetura e cidade, bem como a visão de mundo tão particulares a essa nação. O propósito do momento visava responder, a princípio, ao programa de um grupo de estudantes em prática de projeto, que de início, optaram pelo izakaya como tipo a ser investigado e desenhado. No entanto, visto o interesse coletivo acerca do recorte temático, a ideia ganhou corpo e o escopo democrático e socializado merecido de um ciclo de palestras.

As conversas propostas ocorrerão entre os

Madeira carbonizada: a técnica tradicional japonesa cada vez mais popular no mundo

Ancestral, vernacular e minimalista, três palavras que possivelmente podem definir o Japão, país que têm servido de base inventiva e tecnológica a inúmeras culturas.

Nas últimas décadas, as tecnologias populares japonesas parecem ter invadido o mundo, não apenas na área tecnológica, como geralmente associado, mas também, nas áreas técnicas e artísticas. Na arquitetura, a apropriação de diferentes materialidades e técnicas construtivas ganhou notoriedade, como reinvenção do processo,  caso da carbonização da madeira em fachadas.

Arquitetura subterrânea: mimese e eficiência térmica

A arquitetura como resultado da ação humana sobre a paisagem, confronta-se sempre com o desafio de construir relações entre o espaço construído e o contexto natural específico. Quando tratamos de edifícios enterrados, este vínculo se torna ainda mais evidente além de um fator fundamental para o sucesso do projeto. Neste contexto, a decisão de intervir na paisagem natural, seja enterrando ou aterrando, geralmente trás uma série de benefícios para um projeto de arquitetura, entre os quais podemos destacar a integração com o contexto e outros benefícios técnicos, como por exemplo, uma melhor eficiência termodinâmica.

"間 ma, arte e espaços japoneses" com Michiko Okano, na FAU UFJF

‘Fronteiras_Japão: Sociedade e seus espaços' visa navegar pelo espaço Nipônico, de maneira introdutória, traçando perspectivas e horizontes novos, enquanto discute sociedade e cultura, arquitetura e cidade, bem como a visão de mundo tão particulares a essa nação.

O propósito do momento visava responder, a princípio, ao programa de um grupo de estudantes em prática de projeto, que de início, optaram pelo izakaya como tipo a ser investigado e desenhado. No entanto, visto o interesse coletivo acerca do recorte temático, a ideia ganhou corpo e o escopo democrático e socializado merecido de um ciclo de palestras.

As conversas propostas ocorrerão entre

Outros tempos para novos espaços

Arquitetura é o pensamento de espaços? É ciência e arte aplicadas aos lugares? E se alguém dissesse que arquitetura é projetar tempos?

Arquitetura Japonesa – uma análise do Pavilhão KOHTEI

A forma de organizar um espaço reflete os princípios de uma cultura. Para entender a arquitetura japonesa, é necessário olhar para sua cultura, compreender seus princípios e explorar seus significados considerando as noções do visível e invisível.

Pavilhão Kohtei / SANDWICH. Foto © Nobutada OmotePavilhão Kohtei / SANDWICH. Foto © Nobutada OmotePavilhão Kohtei / SANDWICH. Foto © Nobutada OmotePavilhão Kohtei / SANDWICH. Foto © Nobutada Omote+ 5

O conceito “ma” para Arata Isozaki: um modo de ver o mundo

Arata Isozaki é o sétimo arquiteto japonês a ser laureado pelo Prêmio Pritzker. Para além da importância de sua produção arquitetônica, Isozaki teve papel fundamental na divulgação da cultura nipônica para o Ocidente. Em 1978, por exemplo, concebeu a exposição “Ma: Espaço-Tempo do Japão” para o Museu de Artes Decorativas de Paris, a qual tinha o propósito de apresentar a noção japonesa de espaço e tempo para o resto do mundo por meio do conceito “ma”. 

Serpentine Pavilion 2019 será projetado pelo arquiteto japonês Junya Ishigami

A Serpentine Gallery de Londres anunciou o arquiteto japonês Junya Ishigami como responsável pelo projeto do Serpentine Pavilion 2019. Ishigami, que aos 44 é o segundo arquiteto mais jovem a participar do programa (depois de Frida Escobedo), é conhecido por seus projetos que exploram aspectos como leveza e efemeridade.

O projeto de Ishigami consiste em uma grande superfície de ardósia suspensa no parque, erguida por esbeltos pilotis que criam uma paisagem interna que lembra uma floresta. A penumbra proporcionada pela cobertura criará um espaço sereno para contemplação e reflexão. Ishigami explica que seu projeto para o pavilhão exemplifica a ideia de "espaço livre", com a qual ele "busca a harmonia entre estruturas feitas pelo homem e aquelas que já existem".

Serpentine Pavilion 2019 será projetado pelo arquiteto japonês Junya IshigamiJunya Ishigami, Botanical Garden Art Biotop / Water Garden, Tochigi, Japan, 2018, © Junya Ishigami + AssociatesJunya Ishigami by Tasuko AmadaSerpentine Pavilion 2019, Design Render, Exterior View, © Junya Ishigami + Associates+ 6

Arata Isozaki fala sobre "ma", o conceito japonês do "espaço entre"

Veja o estúdio do arquiteto e teórico japonês Arata Isozaki no primeiro vídeo da série Time-Space-Existence, produzida pela PLANE-SITE. Neste vídeo inaugural, Isozaki discute o conceito japonês do espaço e do tempo que existe entre as coisas, chamado "ma". Especialmente inspiradora é a recusa de Isozaki em permanecer em um estilo arquitetônico único; o arquiteto descreve como cada um de seus projetos apresenta uma solução específica nascida a partir do contexto do projeto.

É UM JARDIM / ASSISTANT

© Daici Ano © Daici Ano © Daici Ano © ASSISTANT + 35

Nagano, Japão
  • Arquitetos: ASSISTANT
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  475
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2016
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes: Cosentino, Agape, Dinesen, Focus, Poggenpohl

Clássicos da Arquitetura: Ginásio Nacional Yoyogi / Kenzo Tange

Descrição enviada pela equipe de projeto. Construído para os Jogos Olímpicos de 1964 em Tóquio, o Ginásio Nacional Yoyogi tornou-se um ícone arquitetônico por seu projeto característico. Projetado por Kenzo Tange, um dos arquitetos modernistas mais famosos do Japão, o ginásio é uma mescla da estética modernista ocidental e da arquitetura tradicional japonesa.

Clássicos da Arquitetura: Ginásio Nacional Yoyogi / Kenzo Tange© Flickr User: Jamie Barras© Flickr User: Jamie Barras© wikiarquitectura+ 14

Afinidades Eletivas: a Mostra de Arquitetura Japonesa em Paris: 1868-2017 / Adalberto da Silva Retto Júnior

 “Architectures Japonaises à Paris, 1867-2017”, inaugurada no Pavillon de l’Arsenalcom a presença do arquiteto Tadao Ando, com posterior conferência na série Paroles Contemporaines no Centre Georges-Pompidou, explora a importância do longo intercâmbio estabelecido entre Oriente e Ocidente,  através de setenta projetos selecionados pelo arquiteto e urbanista Andreas Kofler, que se atrelam  o aos acontecimentos atuais da capital francesa e do percurso histórico de consolidação do Le Grand Paris.

Conversa sobre arquitetura japonesa com Gabriel Kogan

Três encontros-conversas sobre arquitetura e estética no Japão em minicurso organizado pelo Superbacana+ em São Paulo. As aulas abordarão princípios tradicionais da estética japonesa como o Wabi-Sabi e explorarão em detalhes as obras de arquitetos contemporâneos como Toyo Ito, Kazuyo Sejima, Ryūe Nishizawa, Kengo Kuma e Sou Fujimoto. Além disso, a produção atual será contextualizada a luz de movimentos arquitetônicos do pós-guerra, como o Metabolismo – que teve como membros atuantes, entre outros, Kenzo Tange, Kiyonori Kikutake e Kisho Kurokawa. O curso pretende discutir a produção da arquitetura no Japão em relação à tradição histórica local e princípios modernizadores emergentes

Kengo Kuma projeta Centro Cultural em Iiyama

  • Arquitetos

  • Localização

    Iiyama, Nagano Prefecture, Japan
  • Área

    4000.0 m2
  • Ano do projeto

    2015
  • Fotografias

    Kengo Kuma & Associates

O escritório Kengo Kuma & Associates divulgou o projeto para um pequeno complexo cultural que compreende dois halls e um centro comunitário em Iiyama, Japão. Segundo os arquitetos, "centros culturais com financiamento público tendem a se alienar do restante da cidade, devido aos seus típicos grandes volumes." Assim, projetamos "o complexo para ser o mais aberto possível para a cidade e para a paisagem de Iiyama, para que ambos possam existir em harmonia."

Casa Sengataki / Case Design Studio

Cortesia de Case Design Studio
Cortesia de Case Design Studio
Nagano, Japão
  • Arquitetos: Case Design Studio
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  146
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2009

Cortesia de Case Design StudioCortesia de Case Design StudioCortesia de Case Design StudioCortesia de Case Design Studio+ 18