Obra cujo projeto foi aprovado no mesmo ano do concurso do Plano Piloto de Brasilia, e concluída quando a nova capital se consolidava, a sede do Jockey Club Brasileiro (1956-72) é um curioso contraponto ao Ministério da Educação assinado pelo mesmo autor (e equipe) a duas quadras e uns quinze anos antes (1936-45). Tanto o Ministério quanto o Jockey ocupam toda uma quadra na mesma Esplanada do Castelo. Mas o Ministério abriga uma instituição pública, e constitui uma exceção à legislação dominante, que impõe o quarteirão fechado, construído no perímetro com um ou dois pátio centrais. Com um partido em T, o Ministério resulta num quarteirão quase aberto, singular e por isso mesmo memorável, monumental. Abrigo de instituição privada e necessitada de renda, o Jockey é uma variante do quarteirão fechado padrão, com o pátio central ocupado por uma garagem em altura para 785 carros.
Habitações de interesse social construídas como módulos que podem crescer. Prédios com escadas externas que servem não só aos seus moradores, mas a toda a comunidade. Propostas que os arquitetos Luiz Carlos Toledo, Verônica Natividade e Petar Vrcibradic apresentam no livro "Repensando as Habitações de Interesse Social", que será lançado no próximo dia 12, quinta-feira, na sede do IAB-RJ.
O Seminário de Cultura e Realidade Contemporânea da Escola da Cidade promove na quarta-feira, dia 11 de março, às 18 horas, uma palestra com o arquiteto, urbanista e paisagista Robert de Paauw, que abordará o tema "Resgate das oportunidades no meio ambiente e a paisagem urbana”.
Sob a chamada "Que mobilidade queremos para nossa cidade?", organizações da sociedade civil convocarão a população para um encontro no próximo dia 14 de março com o objetivo de promover um amplo debate sobre mobilidade urbana no Rio de Janeiro.
O arquiteto e urbanista Héctor Vigliecca lançará “O Terceiro Território – Habitação Coletiva e Cidade”, primeiro livro sobre seus principais projetos de habitação social, no dia 26 de março, em Orlando, EUA, a convite do American Institute of Architects e da Universidade da Flórida.
Em seu ensaio de 1966, The economics of the coming spaceship Earth, Kenneth Boulding escreveu que "nós estamos no longo processo de uma transição na natureza da imagem que o homem tem de si mesmo e do seu entorno". A afirmação de Boulding ressoa com o surgimento de um novo tipo de desenho arquitetônico: os eco-diagramas dedicados tanto a representar essas relações de mudança quanto a operá-las.
O LAMA.SP inicia sua programação de 2015 e traz ao Brasil a primeira exposição individual do artista suíço Mayo Bucher no país. Ele expõe sua obra através da intervenção “art towards architecture“ em um dos mais importantes edifícios do contexto arquitetônico modernista na cidade de São Paulo, o condomínio Mirante do Vale.
Com curadoria de Jorn Konijn, a mostra “Pedalá e Cá” discute a mobilidade urbana com base na experiência holandesa do uso da bicicleta, com um painel com textos e imagens sobre essa tradição do país.
A exposição Móvel Moderno no Brasil: seleção do acervo do MCB oferece ao público uma breve narrativa visual e informativa dos assuntos tratados na reedição ampliada do livro Móvel Moderno no Brasil, deMaria Cecilia Loschiavo dos Santos. Com curadoria da autora da publicação, e da professora da FAU-USP Tatiana Sakurai, a mostra reúne um grupo de móveis selecionado a partir do acervo do MCB . Apresentadas pelos mesmos títulos dos capítulos do livro e acompanhadas de breves textos de apoio, as peças pontuam os momentos, personagens e questões que foram fundamentais ao processo de modernização e caracterização do que hoje é conhecido e valorizado como o “móvel moderno brasileiro”.