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A Casa Mororó fica em uma região montanhosa, a 180 km da cidade de São Paulo, conhecida por suas baixas temperaturas. A arquitetura buscou criar espaços internos generosos para os dias frios, como, por exemplo, a aconchegante sala de estar e um balneário coberto com uma piscina, de onde se aprecia a vista protegido por uma pele de vidro. Externamente, um mesmo volume contínuo cria uma dualidade entre o bloco opaco – onde ficam a sala, quartos e serviços – e o prolongamento transparente da piscina aquecida e sauna. A volumetria da casa foi dada pela extrusão de sessenta e cinco metros de uma casa-ícone, com telhados em água. Além disso, um deck de madeira externo conecta os espaços e cria um solário para uso durante o verão.  Na parte opaca do volume, com cinquenta metros de comprimento, as aberturas foram minimizadas e usadas como portas de correr, para intensificar a integração entre dentro e fora. Essa relação entre cheios e vazios na fachada permitiu obter um excelente desempenho térmico, com alto grau de conservação energética. O trecho transparente tem quatorze metros de comprimento. A ventilação interna desse ambiente foi espacialmente projetada para evitar condensação do vapor da piscina aquecida no vidro, o que prejudicaria a relação com a vista. Veja mais Veja a descrição completa
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