Em janeiro deste ano, um marco legal para a microgeração e a minigeração distribuída de energia foi instituído na forma da Lei 14.300/2022. O texto garantiu que as antigas regras do setor fossem mantidas até 2045 para quem já possuía a instalação solar e para novos clientes no período de 12 meses. Agora, a três meses para acabar o ano, o assunto volta à tona, pois o prazo para garantir, por exemplo, a isenção de alguns componentes tarifários está prestes a terminar.
Considerando o tempo, a energia e o impacto ambiental de um processo de construção, a arquitetura deve explorar diferentes metodologias que funcionam com o ambiente construído existente. Por exemplo: Como dar vida a um edifício esquecido? A reutilização adaptativa oferece novas oportunidades a edifícios abandonados, seguindo a ideia de que a boa arquitetura deve ser durável, inovadora e reciclável.
Os arquitetos não devem projetar apenas para o presente, mas também devem pensar em como adaptar os edifícios para o futuro. Em vista da situação atual do mundo em relação à crise climática e aos recursos naturais disponíveis, a reutilização adaptativa explora estratégias para a sustentabilidade e a inovação projetual, trabalhando para reduzir o consumo de energia, com menos emissão de carbono e impacto social positivo.
A importância do contato com a natureza é tema de diversos estudos. Uma pesquisa da Escola de Saúde Pública de Harvard aponta que morar perto de bosques, parques e jardins está associado a um menor risco no desenvolvimento de doenças renais e respiratórias, além de reduzir a depressão. Porém, quem vive em grandes centros urbanos, nem sempre consegue suprir esta falta, seja pela falta de parques, de tempo ou mesmo pela distância da área verde mais próxima. Em tais casos, uma alternativa é levar a natureza para dentro de casa, apostando no poder das plantas como parte integrante da decoração.
Playa de La Barceloneta, Fotografía Ingus Kruklitis / Shutterstock. Image Cortesía de CityMakers
CityMakers está trabalhando com o ArchDaily para publicar uma série de artigos, conversas e entrevistas com os diferentes atores da co-produção de cidade por trás do CityMakers Barcelona Lab 2022, um evento que acontecerá de 14 a 18 de novembro. Nesta ocasião, Camilo Osorio, Arquiteto e Mestre em Desenvolvimento Urbano e Territorial na Universidade Politécnica da Catalunha - Barcelona Tech, apresenta seu artigo "Barcelona: Alegria e Ordem". Os dotes naturais e artificiais de uma cidade exemplar".
O grande debate começa: como projetamos e construímos uma cidade de forma que todos se beneficiem? Naturalmente, você já tem uma posição nessa guerra urbana. Ou você é um NIMBY, acrônimo de “Not In My Backyard” (não no meu quintal, em tradução livre), o que significa que você se opõe a novos empreendimento em seu bairro; ou você é um YIMBY, “Yes In My Backyard”, e é pró-desenvolvimento, seja qual for seu motivo. Mas essas siglas não descrevem os problemas reais que levam as pessoas a se posicionarem de um lado ou de outro desse infinito cabo de guerra do “Não construa isso!” e “Sim! Construa isso!”
Seja para um momento de pausa, descontração ou até mesmo para um wifi gratuito, as cafeterias costumam abrigar uma série de situações que envolvem mais que apreciar uma xícara de café. Um lugar tranquilo e agradável, que além de tudo ofereça uma boa bebida quente, é um grande atrativo para quem busca por uma cafeteria para passar algumas horas.
Nesse sentido, um projeto paisagístico que integre o verde a estes ambientes pode aumentar significativamente o conforto dos clientes, ao amenizar temperaturas e oferecer uma barreira contra a poluição atmosférica, sonora e visual. Além disso, após as restrições impostas pela pandemia de Covid-19, espaços abertos, com ventilação natural e jardins passaram a ser prioridades para muitos projetos, inclusive cafeterias.
Habitação Comunitária Aranya / Vastu-Shilpa Consultants . Imagem Cortesia de Vitra Design Museum
Em quase todas as línguas indianas, um termo coloquial para "família" (ghar wale em hindi, por exemplo) se traduz literalmente como "aqueles que estão em (minha) casa". Tradicionalmente, os lares indianos abrigavam gerações de uma família sob o mesmo teto, formando bairros próximos de parentes e amigos. A arquitetura residencial, portanto, foi influenciada pelas necessidades desse sistema familiar. Espaços de interação social são essenciais na habitação coletiva, assim como estruturas que se adaptam às necessidades de mudança de cada família. A relação matizada entre cultura, tradições e arquitetura é maravilhosamente manifestada na sintaxe espacial da habitação indiana.
Seja para grandes famílias, colegas de quarto ou casais aposentados, a cozinha é o coração de nossas casas. É onde passamos a maior parte do nosso tempo e, portanto, onde guardamos todas as nossas coisas. Além dos alimentos e utensílios de cozinha habituais, as cozinhas também são locais de armazenamento para utensílios domésticos essenciais, como produtos de limpeza, máquinas de lavar/secar roupa e a infame gaveta, onde colocamos de tudo um pouco.
É possível, no entanto, alcançar a plenitude organizacional na cozinha sem viver o estilo de vida de um minimalista extremo. Veja como projetar uma cozinha bem organizada e, mais importante, que permaneça assim.
Telha permite o cultivo fácil no telhado. Image Cortesia de Kaatop
A vontade de simplificar e criar novas formas para levar mais verde às construções e cidades foi o que motivou o engenheiro agrônomo Sérgio Rocha a criar a Kaatop, uma telha hidropônica onde é possível cultivar diversas espécies de plantas. O lampejo para a criação da telha veio da atuação profissional no desenvolvimento de telhados verdes e jardins suspensos. Há mais de 10 anos trabalhando no ramo, o agrônomo percebeu como as técnicas e sistemas disponíveis no mercado eram difíceis de ganhar espaço nas obras.
https://www.archdaily.com.br/br/990020/brasileiro-desenvolve-a-primeira-telha-hidroponica-do-mundo-em-escala-comercialMayra Rosa
A NASA e a AI Space Factory desenvolveram o LINA (Lunar Infrastructure Asset), um posto avançado impresso em 3D in situ para proteger os astronautas em suas missões críticas na Lua. O projeto faz parte da Relevant Environment Additive Construction Technology (REACT), uma colaboração de vários anos para desenvolver tecnologias para construções na superfície lunar dentro do prazo da Missão Artemis: o retorno da humanidade à Lua. O LINA é um passo para expandir a civilização ao satélite natural da Terra e explorá-lo de forma sustentável, minimizando o impacto humano.
A cada ano, a TIME publica a TIME100 Next, uma lista, inspirada em sua conhecida TIME100, que busca reconhecer 100 pessoas de todas as indústrias do mundo cujas carreiras estão em ascensão. Como resultado, a lista de 2022 da TIME100 Next apresenta desde músicos e profissionais médicos, a funcionários do governo, líderes de movimentos e denunciantes de alto nível ao lado dos principais diretores executivos, todos selecionados pelos jornalistas da revista. Entretanto, na lista deste ano figura a única profissional representante da classe: a arquiteta mexicana Frida Escobedo.
O MetaMundo lançou seu segundo NFT tridimensional, uma casa ao lado do oceano, completa com uma galeria NFT, pavilhões de meditação e áreas de entretenimento. A estrutura foi projetada pelo arquiteto americano e criativo híbrido Luis Fernandez para se tornar um espaço imersivo para fazer reuniões, brincar e relaxar. Através deste projeto, o arquiteto pretende explorar a mudança de paradigma da construção no metaverso. À medida que as leis da física se tornam irrelevantes e os materiais são reduzidos a imagens de superfícies, ele se pergunta o que a arquitetura significará para o metaverso, como vamos experimentá-la e como vamos usá-la?
O Estádio de Lusail, o maior do Qatar e peça central da Copa do Mundo da FIFA Qatar 2022™, está agora aberto ao público. No dia 9 de setembro, o estádio sediou a final da Supercopa de Lusail entre Al Hilal SFC e Zamalek, evento visto como precursor da Copa do Mundo da FIFA no Qatar, que será disputada ainda este ano. Localizado na cidade de Lusail, 15 quilômetros ao norte de Doha, o estádio de 80.000 lugares visa criar uma atmosfera imersiva para jogadores e espectadores. O edifício foi projetado em joint venture da Foster + Partners com a Arup, e a empresa especialista em esportes Populous.
Vivemos em um mundo onde o vivenciado, o lembrado e o imaginado, assim como os diferentes momentos no espaço e no tempo relativos ao passado, presente e futuro, estão inseparavelmente misturados. Recentemente, estão sendo oferecidos vários meios para acessar outros planos de existência, utilizando tecnologias imersivas como realidade virtual e aumentada (VR e AR), criando um caminho para o metaverso no qual somos transportados para espaços que são capazes de ser mais ‘reais’ do que qualquer coisa que vivenciamos atualmente.
A história e a formação cultural das Filipinas estão refletidas na paisagem construída por todo o país, com suas estruturas e habitações que expressam várias influências das nações que ocupavam as ilhas.
Quando falamos sobre arquitetura e habitações filipinas, de modo geral, podemos pensar na primeira casa filipina conhecida: Bahay Kubo. A Bahay Kubo é uma pequena cabana composta por nipa, bambu e outros materiais regionais. Comumente, muitas pessoas ainda optam por adotar este tipo de habitação, que se modernizou com o passar do tempo e permanece como conceito em casas contemporâneas.
Foto de Rihards Sergis, via Unsplash. Edição: ArchDaily
O TikTok é uma rede social para compartilhamentos de vídeos curtos e que oferece amplos recursos para editá-los. É possível incluir filtros, legendas, trilha sonora, gifs, fazer cortes e usar a criatividade à vontade. Como no Instagram e no Twitter, você pode seguir o perfil de outras pessoas e interagir, curtindo as publicações, fazendo comentários e até compartilhando pelo WhatsApp.