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BIG no Kickstarter: Existe um limite para o que pode ser financiado coletivamente?

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A campanha Kickstarter lançada pelo BIG para financiar o desenvolvimento do seu "gerados de anéis de vapor" alcançou sua meta de $15.000 em menos de uma semana. A partir do dia 5 de setembro, o total arrecadado da campanha encontrava-se logo abaixo de $ 27,000, restando ainda mais 6 dias.

O BIG lançou uma campanha Kickstarter, com o objetivo de financiar a pesquisa e a criação de um protótipo de um "gerador de anéis de vapor", desenhado para coroar seu projeto Waste-to-Energy, em Copenhague. A campanha foi anunciada no dia 21 de agosto e causou uma grande agitação na imprensa, mas aqui no ArchDaily fomos relutantes em publicar as notícias da campanha, já que, definitivamente nos levou a fazer uma série de perguntas sobre a invenção, a participação do público, o crowdfunding e o dinheiro na arquitetura.

Claro que o BIG está longe de ser o primeiro a tentar financiar um projeto arquitetônico através do crowdfund. Entretanto, os projetos anteriores centraram-se geralmente em propostas que jamais conseguiriam alcançar o orçamento estipulado, por mais que fossem benéficas ao público, por se tratarem de projetos irreais e sonhadores ou complexas estruturas que dependendo do ponto de vista podem ou não serem classificadas como crowdfunding. O BIG é o primeiro exemplo de um estúdio de arquitetura estabelecido que lança uma campanha Kickstarter para um projeto que já está em construção. Isto fez com que várias pessoas, incluindo os funcionários do ArchDaily, se perguntassem: "Por que este dinheiro não foi incluído no orçamento do projeto?"

Arabesque Wall: impressão 3D de uma parede composta por 200 milhões de superfícies

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Com 3 metros de altura, 'Arabesque Wall' de Benjamin Dillenburger e Michael Hansmeyer é um objeto de complexidade intimidadora. Feita a partir de impressão 3D ao longo de 4 dias e com um arquivo de 50 Gigabytes, a peça é uma demonstração das incríveis possibilidades formais alcançadas com o desenho algorítimico e impressão 3D.

"A arquitetura deve surpreender, emocionar e irritar", explicam Dillenburger e Hansmeyer. "Tanto em um esforço intelectual e fenomenológico, deve ser abordada não apenas com a mente, mas com todos os sentidos. Deve ser julgada pelas experiências que gera."

Arabesque Wall: impressão 3D de uma parede composta por 200 milhões de superfícies - Image 1 of 4Arabesque Wall: impressão 3D de uma parede composta por 200 milhões de superfícies - Image 2 of 4Arabesque Wall: impressão 3D de uma parede composta por 200 milhões de superfícies - Image 3 of 4Arabesque Wall: impressão 3D de uma parede composta por 200 milhões de superfícies - Image 4 of 4Arabesque Wall: impressão 3D de uma parede composta por 200 milhões de superfícies - Mais Imagens+ 6

9 arquitetos empreendedores que desenvolveram produtos e serviços inovadores

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Arquitetos adoram inovação; estão sempre em busca da última novidade em materiais e produtos que possam ser incorporados a seus projetos e ideias. Ainda assim, um campo onde raramente se inova: seu próprio negócio. Este artigo, publicado originalmente por Archipreneus como "Branching Out: 9 Architects Who Created Innovative Products," explora o mundo dos arquitetos que estão inovando de outras maneiras.

Durante décadas o modelo de negócio de arquitetura permaneceu o mesmo. Enquanto outras indústrias entravam na cada vez mais popular mentalidade das start-ups vista no setor tecnológico, os arquitetos permaneceram na ultrapassada troca de tempo por dinheiro. Em uma economia global competitiva, este modelo é altamente suscetível às mudanças no mercado imobiliário e possui opções limitadas de crescimento. Estas realidades tem incentivado alguns arquitetos a considerarem carreiras alternativas nas quais seu conjunto único de habilidades oferece uma vantagem competitiva.

Em contraste ao atual modelo de negócio da maioria dos escritórios de arquitetura, reunimos nove exemplos de arquitetos que criaram produtos e serviços inovadores. Esses empreendimentos oferecem numerosas vantagens quando se trata de crescimento de negócios, pois diferente do modelo de consultoria, a criação de produtos é altamente escalável e tem o potencial de proporcionar um fluxo contínuo de renda.

Playgrounds internos: arquitetura lúdica em casa

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O ex-presidente dos EUA, Theodore Roosevelt disse uma vez que brincar é uma necessidade fundamental - tanto que os playgrounds devem ser acessíveis a todas as crianças, assim como são as escolas.

Em países de todo o mundo, os arquitetos estão se tornando cada vez mais inovadores ao criar ambientes onde as crianças podem explorar sua imaginação.

Hoje, os playgrounds podem flutuar no oceano ou tomar a forma de um enorme e colorido crocodilo.

A seguir você verá alguns dos melhores exemplos de parques infantis ao redor do mundo que o farão desejar voltar a ser criança.

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Café Canastro / Álvaro Domingues

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Os Canastros são estas casas esguias e arejadas onde se guardavam as espigas e se defendiam da humidade e dos ratos. Quando veio das américas, o milho provocou uma verdadeira revolução nos campos: planta exigente em calor, regas, adubos, sachas e mil cuidados para que crescesse saudável e não fosse comida pelos morcões. Por isso o gado foi estabulado; por isso se cortavam matos nos montes para que o esterco dos animais depressa se transformasse em carradas de estrume; por isso se exploravam águas para apaziguar a sede da terra. O milho era o milagre do pão, a comida para os humanos e para os animais, o grão que se podia guardar, as medas de palha para o gado; o folhelho para os colchões; a moinha para as almofadas; o carolo para o lume. O milho era um dispositivo de socialização; as levadas comunitárias da água de rega; a junta de compartes para gerir o corte dos matos no baldio; as desfolhadas e o milho-rei para os namoros; a espiga para as alminhas ou o andor de S. Lourenço ou do S. Miguel padroeiro das colheitas…

Como fazer renders que vendam seu projeto

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Como fazer renders que vendam seu projeto - Imagem de Destaque
© PiXate Creative

"The Rendering View," é uma nova coluna mensal do ArchDaily escrita pelo fundador da PiXate Creative, Jonn Kutyla, focada em conselhos, sugestões e discussões mais amplas sobre renderizações arquitetônicas.

Como arquiteto, você já passou incontáveis horas desenhando, modificando e aperfeiçoando o que acredita ser o melhor layout possível para um edifício. Os numerosos projetos que imaginou, desenhou e no final se tornaram um edifício finalizado, lhe deram a capacidade de visualizá-lo com uma incrível precisão. Infelizmente, seus clientes frequentemente não conseguem visualizar um espaço antes de sua construção.

A renderização 3D procura resolver este problema, representando com precisão como será um edifício em uma qualidade fotorrealista, muito antes dele existir: mas há uma grande diferença entre mostrar seu edifício e vender o conceito do edifício. Mostrar seu edifício é exatamente o que o nome implica: geralmente a câmera é afastada e a atenção se volta para o edifício como um todo. Quando a intenção é vender o conceito de um edifício, deve se focar em um pequeno aspecto deste que se mostre muito interessante.

4 lições que os filmes da Pixar podem nos ensinar sobre arquitetura

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Ao longo dos últimos 20 anos, os filmes da Pixar atraíram grandes públicos ao redor do mundo. Nas vendas de bilheteria em todo o mundo o seu primeiro filme, Toy Story (1995), alcançou a cifra de US$362 milhões, seguido por Vida de Inseto (1998) US$363 milhões, Toy Story 2 (1999) US$485 milhões, Monstros SA (2001) US$525 milhões, e Procurando Nemo (2003) a impressionante marca de US$865 milhões.[1] Faturando em alugueis de filmes e compras de DVDs, juntamente com direitos autorais para TV a cabo, parques temáticos e produtos que estampam seus personagens, a influência da Pixar em gerações de crianças e adultos em todo o mundo tem sido enorme. Em termos de impacto global, nenhum educador, autor, ou arquiteto chegou tão longe.

Enquanto o papel pioneiro da Pixar no mundo do cinema, das histórias e de animação gráfica já está bem documentado, suas conexões com a arquitetura ainda têm que ser exploradas. Um dos maiores talentos da Pixar está em sua habilidade de criar mundos arquitetônicos convincentes dentro do mundo humano que habitamos diariamente. Os mundos da Pixar podem se tornar uma nova ferramenta para incentivar o pensamento crítico sobre nosso ambiente.

4 anos de ArchDaily Brasil

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Queridos leitores e leitoras,

É com imenso orgulho que queremos compartilhar com vocês que hoje completamos 4 anos de atividades!

Diariamente, em distintas partes do Brasil e do mundo, nossa equipe trabalha com todo amor e dedicação para levar até vocês o mais rápido possível todas as notícias e o melhor da arquitetura brasileira e mundial. São mais de 10 publicações diárias, entre projetos, notícias, eventos e concursos selecionados especialmente para nossos leitores. Estamos felizes e somos apaixonados pelo que fazemos de melhor: compartilhar inspiração e conhecimento com profissionais e estudantes de arquitetura e urbanismo.

Tema da Bienal de Veneza oferece uma esperança para o futuro da profissão

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No final de agosto, a Bienal de Veneza 2016, que será dirigida pelo arquiteto chileno Alejandro Aravena, anunciou o tema de seu evento. O provocativo título escolhido por Aravena - "Reporting From the Front" - é carregado de implicações de uma batalha contra o que ele chama de "inércia da realidade."

"Mais e mais pessoas no planeta estão em busca de um lugar decente para viver e as condições para alcançá-lo estão cada vez mais difíceis", explica Aravena em seu comunicado. "Mas ao contrário de guerras militares, onde ninguém ganha e onde há um sentimento predominante de derrota, na linha de frente do ambiente construído há uma sensação de vitalidade, porque a arquitetura consiste em olhar para a realidade com uma proposta."

Aravena terá um grande desafio pela frente. A Bienal anterior, de 2014, que teve como curador Rem Koolhaas, foi extremamente bem sucedida e muito elogiada pelos críticos. Ela também foi considerada como o evento mais esperado da história da Bienal, após anos de tentativa em convencer Koolhaas. Mas se a Bienal de Koolhaas foi o evento em que as pessoas olhavam para a frente, eu acredito - ou melhor, espero - que Bienal de Aravena será aquele evento em que as pessoas olharão para trás nas próximas décadas.

Rua da Estrada de Luanda / Álvaro Domingues

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NÃO é só Luanda que está caótica. Caótico está o próprio conceito de cidade na versão habitual de andar por casa pensando que as cidades são os centros históricos da velha Europa, uns prédios apinhados, e umas auto-estradas, centros comerciais…, além extensos subúrbios, e pronto.

Ver através: uma conversa sobre fotografia com Germán del Sol

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Cada vez que converso com Germán não traço nenhuma rota a seguir. Nunca defino uma pauta para a conversa. Essa é a graça, não tenho perguntas feitas; apenas conversamos. Ou melhor, apenas escuto. Esse dia, como de costume, nos encontramos em seu escritório ao meio-dia. Germán sabe do meu interesse pela literatura e pela arquitetura; me perguntou se eu havia visto no jornal um material sobre Nicanor Parra. Disse a ele que eu era muito mal para as notícias e que não leio jornal nem vejo televisão. Germán fez um sinal de que entendia... “as notícias são o que mais te mata”, porém logo completou dizendo que uma vez por semana, talvez, é possível encontrar algo de bom, como esse texto sobre Parra. Conversamos vários minutos sobre literatura, sobre um esquema que havia feito seu filho sobre um livro de Todorov, e sobre outras coisas. Logo lhe propus que nos centrássemos na fotografia y sua relação com a arquitetura, o tema que, contra nosso costume, agora tínhamos como determinado.

Paisagem aos Bicos / Álvaro Domingues

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Cosme e Damião, santos homens gémeos das arábias, praticavam medicina e pregavam a fé cristã sem por isso cobrarem qualquer dízimo. Um imperador romano mandou-os matar; outro ordenou que se lhes construísse um templo em Constantinopla nos idos de 530; um papa fez o mesmo em Roma e as coisas não ficaram por aqui[1].

Serpentine Pavilion de SelgasCano e nossa seção de comentários

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O fotógrafo Nikhilesh Haval, da nikreations, compartilhou conosco esse passeio virtual pelo Serpentine Pavilion deste ano. Conduzindo os visitantes através de uma série de panoramas em 360° capturados em um dia ensolarado, o tour enfatiza as cores vibrantes do pavilhão e dá uma indicação do arranjo complexo e dinâmico da pele dupla do projeto.

Para aqueles que não terão a oportunidade de visitar do pavilhão, o tour virtual de Haval é uma ótima maneira para experienciar o espaço psicodélico de SelgasCano, pois dá uma impressão razoável da sensação de realmente estar lá. Posso dizê-lo com alguma autoridade porque, desde a última vez que escrevi sobre o pavilhão, tive a chance de visitá-lo - e o encontrei completamente diferente do que eu poderia ter esperado, devido a uma visão formada principalmente pela nossa seção de comentários. Sendo assim, gostaria de falar diretamente com os nossos leitores sobre isso.

Olhos de Le Corbusier: a paisagem representada nos croquis

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Le Corbusier viu e desenhou muitíssimo. Sua desfunção ocular provavelmente colaborava à essa ação. Muitos artigos, investigações, teses de mestrado e doutorado foram realizados sobre o ínfimo tema "o que via Le Corbusier". (E seguem sendo feitos.) Neste artigo, não há mais discussão, não há novas interpretações. Estão apenas os croquis, frases soltas, e uma busca: ver o que via Le Corbusier, ou melhor, o que decidia ver Le Corbusier (e o que decidia não ver, e o que decidia transformar), e como retratava essa escolha através dos seus croquis.

Uma viagem pelos edifícios de Chandigarh através das lentes de Fernanda Antonio

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Uma viagem pelos edifícios de Chandigarh através das lentes de Fernanda Antonio - Image 1 of 4Uma viagem pelos edifícios de Chandigarh através das lentes de Fernanda Antonio - Image 2 of 4Uma viagem pelos edifícios de Chandigarh através das lentes de Fernanda Antonio - Image 3 of 4Uma viagem pelos edifícios de Chandigarh através das lentes de Fernanda Antonio - Image 4 of 4Uma viagem pelos edifícios de Chandigarh através das lentes de Fernanda Antonio - Mais Imagens+ 56

Le Corbusier e Pierre Jeanneret construíram obras sublimes em meio à paisagem singular de Chandigarh, aos pés do Himalaia. Traçaram sobre ela uma nova ordem: novos eixos, novas manchas, novas perspectivas. Os edifícios erguidos na década de 1950 e começo da década de 1960 formam um dos conjuntos arquitetônicos mais significativos do século XX, e permitem uma das experiências mais singulares.

A arquiteta e fotógrafa Fernanda Antonio compartilhou conosco o registro da sua viagem pela cidade. Um passeio por oito edifícios e monumentos, com especial atenção para o complexo do Capitólio. Acompanhe o seu percurso e o seu olhar.

Na riqueza e na pobreza / Álvaro Domingues

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A arquitetura é um daqueles dispositivos que melhor caracteriza os humanos, as suas glórias, cismas, medos e vaidades – na vida e na morte. Acompanha-os na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, amando-os, respeitando-os e sendo-lhes fiel todos os dias, até que a morte os separe e então se mude a maneira de resolver o assunto.

Como os escritórios de arquitetura podem migrar para a "nuvem" de forma segura?

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Como arquiteto, se você está armazenando grandes arquivos de projeto, compartilhando-os com os colegas, sincronizando os arquivos com o seu tablet para mostrar aos clientes em reuniões, ou arquivando a documentação confidencial, os benefícios da nuvem estão cada vez mais convenientes para você. Pelo fato de que a indústria da arquitetura depende muito da colaboração durante todo o curso de um projeto, parece perfeita a utilização da nuvem de dados, mas ainda assim, muitas empresas de arquitetura geralmente hesitam em adotar a nuvem, em grande parte devido a preocupações com a segurança e a necessidade de proteger a propriedade intelectual .

Para ser justo, estas preocupações não são totalmente infundadas: Afinal, quase um quarto dos cibercriminosos são espiões de propriedade intelectual, esperando para vender seus projetos a um concorrente ou liberar planos confidenciais ao público. Então, quando você trabalha em uma indústria em que a propriedade intelectual é o seu essencial, é importante abordar as preocupações de segurança regularmente e manter fortes planos de contingência.

Fotografando a obra de Lina Bo Bardi [Parte 3]

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Na terceira e última parte do artigo especial para o Dia da Fotografia, Fotógrafos perpetuando visões da arquitetura, aprofundaremos sobre as diferentes miradas às principais obras de Lina Bo Bardi, desde sua Casa de Vidro, passando pela Casa Valéria Cirell, ao MASP, e chegando finalmente ao SESC Pompéia.