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Novo mapa celebra a arquitetura brutalista de Paris

07:00 - 19 Abril, 2017
Novo mapa celebra a arquitetura brutalista de Paris, Les Choux de Créteil. Image © Nigel Green
Les Choux de Créteil. Image © Nigel Green

Dando seguimento aos lançamentos regulares de mapas e guias de cidades, a editora londrina Blue Crow Media produziu recentemente o Brutalist Paris Map, em colaboração com Nigel Green e Robin Wilson da Photolanguage. Tendo já abordado os edifícios brutalistas mais emblemáticos de Washington D.C., o mapa o mais recente destaca mais de 40 exemplos parisienses da arquitetura brutalsta.

Bourse by Travail. Image © Nigel Green Cortesia de Blue Crow Media Cortesia de Blue Crow Media Les Damiers. Image © Nigel Green +10

Como pronunciar corretamente o nome destes 22 arquitetos famosos

10:00 - 18 Abril, 2017
Como pronunciar corretamente o nome destes 22 arquitetos famosos

Não há dúvida de que uma das melhores coisas da arquitetura é a sua universalidade. De onde quer que você venha, o que quer que você faça, arquitetura de algum modo tocou sua vida. No entanto, quando inesperadamente temos que pronunciar o nome de um arquiteto estrangeiro ... as coisas podem ficar um pouco complicadas. Esta é uma situação que a pronúncia errada pode fazer você parecer menos profissional do que você é. (Se você for realmente azarado, isso poderia acabar fazendo você parecer estúpido na frente de seus filhos e do mundo inteiro.)

Para lhe ajudar, compilamos uma lista de 22 arquitetos cujos nomes são um pouco difícil de pronunciar, acompanhada de gravações em que seus nomes são pronunciados impecavelmente. Ouça e repita quantas vezes for necessário até acertar e você estará preparado para qualquer situação potencialmente embaraçosa.

10 Exercícios de desenho à mão para arquitetos

15:00 - 13 Abril, 2017
Cortesia de DOM Publishers
Cortesia de DOM Publishers

O que é beleza? Alguns anos atrás, um grupo de pesquisadores internacionais procurou desvendar os mistérios da beleza humana. Eles usaram tecnologia computacional de última geração, totalmente imparcial, e um enorme conjunto de dados para estabelecer, de uma vez por todas, porque rostos particulares são percebidos como bonitos e se a beleza existe independentemente de origem étnica, social e cultural; Em outras palavras, se ela pode ser calculada matematicamente. Os cientistas introduziram em um poderoso computador inúmeras fotos de rostos de todo o mundo, cada um descrito por entrevistados como particularmente bonito. A informação resultante, eles acreditavam, poderia ser usada para gerar um rosto que seria reconhecido por qualquer ser humano como possuidor de uma beleza absoluta. Mas o que o computador finalmente cuspiu foi um retrato de um rosto comum, nem bonito nem feio, desprovido de vida e caráter, deixando os espectadores pasmos. Os dados acumulados criaram não uma beleza supra-humana, mas uma média estatisticamente correta.

Mas isso é exatamente que você esperaria de um computador. Aqui, quero examinar a relevância desta anedota para a beleza arquitetônica e discutir se o desenho à mão, uma habilidade que tem desaparecido rapidamente da prática cotidiana, é algo que vale a pena preservar. Parece ser uma relíquia do passado - mas isso significa que as imagens geradas por computador são o futuro? Graças ao design moderno e os softwares de exibição, a intenção deste livro pode parecer estranhamente anacrônica. Algum arquiteto hoje pensaria em apresentar a um cliente um detalhe construtivo desenhado em tinta indiana ou uma perspectiva a lápis?

Clássicos da Arquitetura: Bairro Gallaratese / Aldo Rossi e Carlo Aymonino

12:00 - 3 Abril, 2017
Clássicos da Arquitetura: Bairro Gallaratese / Aldo Rossi e Carlo Aymonino, © Gili Merin
© Gili Merin

À medida que a poeira abaixava após a Segunda Guerra Mundial, grande parte da Europa permaneceu com uma escassez habitacional. Em Milão, uma série de planos foram elaborados em resposta à crise, estabelecendo comunidades satélites para a cidade do norte da Itália, onde cada uma seria habitada por entre 50.000 e 130.000 pessoas. A construção da primeira dessas comunidades começou em 1946, um ano após o fim do conflito. Dez anos mais tarde, em 1956, a adoção do Il Piano Regolatore Generale -um novo plano diretor- preparou o cenário para o desenvolvimento da segunda, conhecida como "Gallaratese". O terreno da nova comunidade foi dividido em partes 1 e 2, sendo esta última propriedade do Monte Amiata Società Mineraria per Azioni. Quando o plano permitiu o desenvolvimento privado de Gallaratese 2 no final de 1967, a comissão para o projeto foi dada ao Studio Ayde e, em particular, seu sócio Carlo Aymonino. Dois meses depois, Aymonino convidaria Aldo Rossi para projetar um edifício para o complexo e os dois italianos começaram a realizar suas respectivas visões para a comunidade microcósmica ideal. [1]

© Gili Merin © Gili Merin © Gili Merin © Gili Merin +17

Combatendo o neoliberalismo: O que os arquitetos de hoje podem aprender com os Brutalistas

07:00 - 25 Março, 2017
Combatendo o neoliberalismo: O que os arquitetos de hoje podem aprender com os Brutalistas, <a href='http://www.archdaily.com/790453/ad-classics-barbican-estate-london-chamberlin-powell-bon'>The Barbican</a> in London. Image © Joas Souza
The Barbican in London. Image © Joas Souza

Nesta segunda edição de sua coluna "Beyond London" para o ArchDaily, Simon Henley, da Henley Halebrown, de Londres, discute uma possível influência que pode ajudar os arquitetos do Reino Unido a combater a hegemonia econômica que atualmente aflige o país - voltando-se para a orientação moral dos brutalistas da década de 1960.

Antes do Natal, eu terminei de escrever meu livro intitulado Redefining Brutalism. Como o título sugere, estou buscando redefinir o assunto, desintoxicar o termo e encontrar relevância no trabalho, e não apenas um motivo para nostalgia. Brutalismo concreto é, para a maioria das pessoas, um estilo que você ama ou odeia. Mas o Brutalismo é muito mais do que apenas um estilo; é um modo de pensar e fazer. O historiador e crítico Reyner Banham argumentou em seu ensaio de 1955 e no livro de 1966 intitulado The New Brutalism: Ethic or Aesthetic que o Novo Brutalismo começou como um movimento ético para depois ser entendido como um estilo. Hoje, é um espelho a ser erguido para a arquitetura do neoliberalismo, para uma arquitetura que serve ao capitalismo. Mais do que nunca, a arquitetura é associada à marca dos grandes arquitetos cujo trabalho tem pouco a ver com os desafios que a sociedade enfrenta, que hoje não são muito diferentes daqueles enfrentados pela geração do pós-guerra: construir casas, lugares para aprender e trabalhar, lugares para aqueles que são mais velhos e doentes, e lugares para se reunir. Podemos aprender muito com essa geração passada.

Dunelm House student union building in Durham, by the Architect's Co-Partnership. Image © <a href='http://www.geograph.org.uk/more.php?id=2935919'>Geograph user Des Blenkinsopp</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/'>CC BY-SA 2.0</a> <a href='http://www.archdaily.com/791939/ad-classics-park-hill-estate-sheffield-jack-lynn-ivor-smith'>Park Hill</a> in Sheffield: left, in its original design; right, a section of the renovation. Image © Paul Dobraszczyk "Streets in the sky" at Robin Hood Gardens by Alison and Peter Smithson. Image © <a href='https://www.flickr.com/photos/stevecadman/3058342144/'>Flickr user stevecadman</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/'>CC BY-SA 2.0</a> St Peter's Seminary in Cardross, Scotland, by Gillespie Kidd and Coia, here shown in its original state. Image Courtesy of GKC Archive +10

Tour Le Corbusier I

16:00 - 19 Outubro, 2016
Tour Le Corbusier I, Tour Le Corbusier I | Divulgação
Tour Le Corbusier I | Divulgação

Le Corbusier foi um arquiteto radical e futurista, mas também alguém igualmente comprometido com a história e a tradição. Sua curiosidade era gigantesca. Viajante incansável, registrou através dos desenhos, da pintura e da arquitetura seu comprometimento com a experiência dos homens e do habitat construído. Procurou conectar os fundamentos da tradição com a experiência contemporânea, partindo do estudo da natureza, dos mestres do passado e da tradição pictórica renascentista para a vanguarda da pintura, do design e da arquitetura dos anos 1920.

Moderno e tropical: reinterpretando os princípios corbusianos nas primeiras obras de Niemeyer

12:00 - 14 Outubro, 2016
Moderno e tropical: reinterpretando os princípios corbusianos nas primeiras obras de Niemeyer, Mansão de Fim de Semana em La Celle-Saint-Cloud, projetada por Le Corbusier. Imagem via Fondation Le Corbusier
Mansão de Fim de Semana em La Celle-Saint-Cloud, projetada por Le Corbusier. Imagem via Fondation Le Corbusier

O presente texto analisa alguns aspectos das primeiras obras de Oscar Niemeyer e os compara com projetos de Le Corbusier, salientando como o aprendizado do mestre suíço foi essencial para o desenvolvimento da metodologia de projeto e poética do jovem brasileiro. Ressalta-se a assimilação, por parte de Niemeyer, das ideias e princípios de Le Corbusier, e a adaptação de tais princípios ao clima, cultura e geografia do Brasil.

O texto — que deriva da pesquisa Poesía y técnica, la herencia arquitectónica de Oscar Niemeyer, no curso de desenvolvimento no âmbito das pesquisas em história, crítica e projeto da Universidad Nacional de Colombia, em Medellín — analisa alguns aspectos das primeiras obras de Oscar Niemeyer e compara-os aos temas arquitetônicos de Le Corbusier.

Em foco: Le Corbusier

06:00 - 6 Outubro, 2016
Em foco: Le Corbusier, Notre Dame du Haut em Ronchamp. Imagem © <a href='www.flickr.com/photos/9160678@N06/2089042156'>Flickr user scarletgreen</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by/2.0/'>CC BY 2.0</a>
Notre Dame du Haut em Ronchamp. Imagem © Flickr user scarletgreen licensed under CC BY 2.0

"Espaço e luz e ordem. Estas são as coisas que os homens precisam tanto quanto precisam de pão ou um lugar para dormir."

Charles Edouard Jeanneret-Gris (1887-1965), mais conhecido como Le Corbusier, completaria 129 anos de idade hoje.

O arquiteto, urbanista, designer, pintor e escritor suíço é amplamente considerado um dos pioneiros do movimento moderno na arquitetura. Durante os 50 anos em que trabalhou com arquitetura, teve obras construídas por toda a Europa, Índia e Estados Unidos.

Clássicos da Arquitetura: Proposta para um Hospital em Veneza / Le Corbusier

12:00 - 5 Outubro, 2016
Clássicos da Arquitetura: Proposta para um Hospital em Veneza / Le Corbusier, Model. Image © Fondation Le Corbusier (FLC/ADAGP)
Model. Image © Fondation Le Corbusier (FLC/ADAGP)

Le Corbusier deixou uma marca indelével na arquitetura modernista quando declarou que "une maison est une máquina-à-habiter" ("a casa é uma máquina para viver"). Sua crença de que a arquitetura deveria ser tão eficiente quanto uma máquina resultou em propostas como o Plano Voisin, que transformava os boulevares de Paris em uma série de arranha-céus cruciformes saindo de uma grade de rodovias e parques abertos. [1] Nem todos os conceitos de Le Corbusier, no entanto, foram voltados para transformações urbanas tão radicais. Sua proposta de 1965 para um hospital em Veneza, Itália, foi notável em sua tentativa de buscar harmonia estética com o seu entorno único: uma tentativa de não erradicar a história, mas traduzi-la.

Model. Image © Fondation Le Corbusier (FLC/ADAGP) Plan Plan Situation Plan +7

Columbia GSAPP lança catálogo online com 20 mil imagens de arquitetura

07:00 - 19 Setembro, 2016

Visual Resources Collection (VRC) da Columbia University Graduate School of Architecture, Planning and Preservation (GSAPP) lançou a segunda fase de sua base de dados online, agora contendo 20 mil imagens de plantas, cortes diagramas e fotografias de arquitetura. A Avery/GSAPP Architectural Plans & Sections Collection contem imagens relacionadas à história da arquitetura moderna, com ênfase na história de edifícios modernos do século XX. 

Analisando o "Manual of Section": o desenho arquitetônico mais intrigante

14:00 - 27 Agosto, 2016
Analisando o "Manual of Section": o desenho arquitetônico mais intrigante, Phillips Exeter Academy Library por Louis I. Kahn (1972).Publicado no Manual of Section de Paul Lewis, Marc Tsurumaki, e David J. Lewis publicado por Princeton Architectural Press (2016). Imagem © LTL Architects
Phillips Exeter Academy Library por Louis I. Kahn (1972).Publicado no Manual of Section de Paul Lewis, Marc Tsurumaki, e David J. Lewis publicado por Princeton Architectural Press (2016). Imagem © LTL Architects

Para Paul Lewis, Marc Tsurumaki e David J. Lewis, o corte "é muitas vezes entendido como um tipo simplificado de desenho, produzido no final do processo de concepção para descrever condições estruturais e materiais para a etapa da construção." Esta é uma definição muito familiar para a maioria das pessoas que estudam ou trabalham com a arquitetura. Muitas vezes pensamos primeiramente na planta baixa, pois nos permite abraçar as expectativas programáticas de um projeto e fornecer um resumo das várias funções necessárias. Na idade moderna, programas de software de modelagem digital oferecem cada vez mais possibilidades quando se trata de criar objetos tridimensionais complexos, tornando o corte uma reflexão ainda mais tardia.

Com o seu Manual do Corte, os três sócios fundadores do LTL architects apresentam o corte como uma ferramenta essencial no projeto arquitetônico, e vamos admitir isso, essa leitura pode fazer você mudar de ideia sobre o tema. Para os co-autores, "pensar e projetar o corte requer a construção de um discurso sobre ele, reconhecendo-o como um local de intervenção." Talvez, na verdade, precisamos entender as capacidades dos desenhos em corte tanto para usá-los de forma mais eficiente, quanto para desfrutar ao fazê-los.

Igreja Bagsværd por Jørn Utzon (1976). Publicado no Manual of Section de Paul Lewis, Marc Tsurumaki, e David J. Lewis publicado por Princeton Architectural Press (2016). Imagem © LTL Architects Notre Dame du Haut de  Le Corbusier (1954). Publicado no Manual of Section de Paul Lewis, Marc Tsurumaki, e David J. Lewis publicado por Princeton Architectural Press (2016). Imagem © LTL Architects Pavilhão dos EUA na Expo '67 por Buckminster Fuller e Shoji Sadao (1967). Publicado no Manual of Section de Paul Lewis, Marc Tsurumaki, e David J. Lewis publicado por Princeton Architectural Press (2016). Imagem © LTL Architects O Solomon R. Guggenheim Museum por Frank Lloyd Wright (1959). Publicado no Manual of Section de Paul Lewis, Marc Tsurumaki, e David J. Lewis publicado por Princeton Architectural Press (2016). Imagem © LTL Architects +15

4 formas de se vestir como um arquiteto

07:00 - 16 Agosto, 2016
4 formas de se vestir como um arquiteto

1. Tudo preto.
2. Preto com um pouco de cinza.
3. Preto com um pouco de branco.
4. Combinação de diferentes tons de preto. 

Pronto. Vá para casa.

Brincadeiras à parte, nunca houve um uniforme na profissão de arquitetura. A verdade é que há uma grande variedade de diferentes formas de se fazer arquitetura e uma roupa específica para exercer a profissão, muitas vezes, depende da cultura de cada escritório. Existem empresas corporativas compostas por centenas de pessoas em blocos de escritórios onde se espera um traje 'executivo" e há ateliês onde jeans e uma camisa simples são mais apropriados para o trabalho.

O mundo arquitetônico é único e ele espera que sejamos criativos como artistas, práticos como engenheiros, negociantes como empresários e habilidosos como artesãos mas, ao mesmo tempo, somos convidados a descobrir o nosso próprio estilo e abordagem. Hibridismo e improvisação são constantes na arquitetura, que é definitivamente refletida em nossas escolhas de moda. O guarda-roupa do arquiteto, porém, é governado de forma geral por quatro palavras-chave: excêntrico, profissional, descontraído e, bom,...em grande parte, preto. Aqui temos descritas algumas dicas sobre como se vestir de acordo com estas quatro qualidades.

Camisa Vintage Festival via ASOS Camisa via COS Camiseta de Bjarke Ingels "Yes is More" via Cafe Press Terno Cinza via ZARA +33

10 fatos desconhecidos da relação entre Le Corbusier e Amancio Williams

07:00 - 29 Julho, 2016
10 fatos desconhecidos da relação entre Le Corbusier e Amancio Williams, © Archivo Williams - Diretor Claudio Williams
© Archivo Williams - Diretor Claudio Williams

A Casa Curutchet - um dos três projetos desenvolvidos pelo arquiteto suíço Le Corbusier na América - é considerada a evidência construída do vínculo que o arquiteto estabeleceu com a Argentina a partir de 1930. Seis décadas após a concretização da obra, recordamos a relação entre Le Corbusier e Amancio Williams, que, na gestão da obra, torna-se o intérprete deste projeto à distância.

Com este objetivo, extraímos 10 fatos interessantes da recíproca amizade entre Amancio e Le Corbusier, descrita detalhadamente no livro de Daniel Merro Johnston, "O Autor e o Intérprete: Le Corbusier e Amancio Williams na Casa Curutchet", Edições 1:100.

Detalhes do interior da Casa Curutchet fotografados pelo coletivo "Caminando La Plata"

15:00 - 28 Julho, 2016
Detalhes do interior da Casa Curutchet fotografados pelo coletivo "Caminando La Plata", © Colectivo 'Caminando La Plata'
© Colectivo 'Caminando La Plata'

A Casa Curutchet -Patrimônio da Humanidade pela Unesco desde julho deste ano - é o resultado do encontro entre Pedro Curutchet, Amancio Williams e Le Corbusier. As atuações e os intercâmbios entre estes protagonistas podem ser vistas em cada detalhe do interior da residência e sua evidência é registrada pelo coletivo de fotógrafos argentinos "Caminando La Plata" para a lCOMOS Argentina e a Fundación Ciudad de La Plata.

A precisão e variedade dos detalhes internos convidam à reflexão sobre as relações existentes entre os indivíduos que interviram no processo de configuração e construção da obra, demonstrando a complexidade da Casa Curutchet. 

Obras de Le Corbusier, Oscar Niemeyer e Frank Lloyd Wright candidatas a Patrimônio da Humanidade

10:00 - 15 Julho, 2016
Obras de Le Corbusier, Oscar Niemeyer e Frank Lloyd Wright candidatas a Patrimônio da Humanidade, Casa do Baile, Complexo da Pampulha / Oscar Niemeyer. Image © Cristiano Maia
Casa do Baile, Complexo da Pampulha / Oscar Niemeyer. Image © Cristiano Maia

Entre as 29 obras candidatas a Patrimônio da Humanidade a serem avaliadas na 40.ª sessão do Comité da UNESCO, que acontecerá no próximo dia 20 de julho em Istambul, estão trabalhos de três nomes fundamentais da arquitetura no século XX: o franco-suíço Le Corbusier, o brasileiro Oscar Niemeyer e o norte-americano Frank Lloyd Wright.

Arquitetura Moderna em Porto Alegre (Parte I): Antecedentes e a linhagem Corbusiana dos anos 50 / Luís Henrique Haas Luccas

12:00 - 8 Julho, 2016
Arquitetura Moderna em Porto Alegre (Parte I): Antecedentes e a linhagem Corbusiana dos anos 50 / Luís Henrique Haas Luccas, Palácio da Justiça (1953), Carlos Maximiliano Fayet e Luiz Fernando Corona. Image © Marcelo Donadussi
Palácio da Justiça (1953), Carlos Maximiliano Fayet e Luiz Fernando Corona. Image © Marcelo Donadussi

O exame dos microfilmes e cópias existentes no Arquivo Público Municipal de Porto Alegre oferece um panorama confiável da estratificação formal da cidade através das décadas. As imagens de projetos do começo do século XX mostram um art-nouveau rústico local, chalés decorados com lambrequins e ecletismos de gosto alemão, italiano ou afrancesado. Os anos trinta apresentam uma incidência extensa do que se convencionou como art-déco; arquitetura de apelo fácil sem a intelectualização das vanguardas modernas da mesma época. Ainda nos anos trinta surgem os primeiros exemplares dentro do chamado “estilo californiano”[1], que passou a disputar a supremacia dos anos quarenta com o que poderia se qualificar como déco  ou “protomoderno”, tornando-se rarefeito no começo dos cinquenta. E às vésperas dos anos cinquenta detectam-se os primeiros projetos modernos identificados com as vanguardas europeias, com visível débito com a Escola Carioca e sua origem corbusiana.

15 arquitetos imortalizados em papel moeda

15:00 - 30 Maio, 2016

Em termos de homenagem a uma pessoa, ser escolhido para representar seu país como estampa em uma cédula de dinheiro é uma das maiores honras que se pode alcançar. Mesmo com as transações eletrônicas cada vez mais presentes, o dinheiro em espécie permanece como um padrão confiável de troca de bens e serviços; então, ter seu rosto estampado nas notas é garantia de que as pessoas o verão diariamente, assegurando, de algum modo,  que seu legado permaneça vivo.

Entre as personalidades escolhidas para estampar as notas de diferentes moedas, alguns poucos arquitetos foram imortalizados e continuam circulando diariamente nas carteiras de pessoas de várias partes do globo. A seguir, mostramos 15 arquitetos imortalizados desta forma e quanto eles "valem".

Clássicos da Arquitetura: Ville Radieuse / Le Corbusier

12:00 - 9 Maio, 2016
via land8.com
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Ville Radieuse (Cidade Radiante) foi um plano urbano não construído de Le Corbusier, apresentado pela primeira vez em 1924 e publicado no livro homônimo em 1933. Projetado para conter meios eficientes de transporte, bem como uma abundância de espaços verdes e luz solar, a cidade do futuro de Le Corbusier não só almejava oferecer uma vida melhor aos residentes, mas contribuir para criar uma sociedade melhor. Embora radical, rigorosa e quase totalitária na sua ordem, simetria e padronização, os princípios propostos por Le Corbusier tiveram extensa influência sobre o planejamento urbano moderno, levando ao desenvolvimento de novas tipologias de habitação de alta densidade.

via land8.com via land8.com © FLC/Adagp, Paris, 2007 via land8.com +14