Templo - Caroline Ghosn, 2024. Renderização do projeto - Maissa Sader. Imagem cortesia de Burning Man
O festival anual Burning Man divulgou o projeto do Templo de 2024 na Cidade Black Rock, que se tornará a instalação central durante o festival que acontece entre 25 de agosto e 2 de setembro de 2024, no Deserto Black Rock, em Nevada. Intitulado "O Templo de Todos", a proposta foi projetada por Caroline Ghosn e tem inspiração na arquitetura religiosa neogótica e nos estilos art déco, além das técnicas de tecelagem libanesas Khaizaran. Selecionado através de uma competição internacional, o projeto busca trazer intervenções inovadoras que se encaixem na tradição do Burning Man.
Festivais de música podem oferecer a artistas, designers e arquitetos uma plataforma para apresentar seu trabalho para grandes multidões. A própria escala dessas instalações, o espaço para exploração artística e o vasto público que alcançam podem representar aos designers uma oportunidade para mostrar suas ideias. Através da escala, cor, imagens e iluminação, essas instalações criam impressões duradouras nas pessoas que frequentam esses eventos e naqueles que as veem através de notícias ou redes sociais. Alguns temas explorados este ano incluíram reformular elementos familiares de formas inéditas, geometrias abstratas de grande escala e o uso de materiais inovadores.
No vasto e implacável Deserto de Black Rock, em Nevada, uma cidade é reconstruída uma vez por ano. Milhares de pessoas se reúnem para criar uma metrópole temporária com um espírito coletivo. Em 2023, o Burning Man suprimiu todas as restrições à expressão, permitindo que formas surpreendentes fossem construídas. O tema deste ano, ANIMALIA, fez do Deserto de Black Rock uma tela em branco para a criatividade, um campo de jogos para a autoexploração e um refúgio para a expressão radical das individualidades.
“ANIMALIA” incentiva os participantes a embarcarem em uma jornada que borra a linha entre realidade e fantasia, e homenageia a diversidade do reino animal, desde os animais que habitam as áreas de transição do deserto até criaturas míticas e fictícias que aparecem em nossos sonhos. As instalações e pavilhões deste ano foram inspirados pelo mar, areia, céu e imaginação, variando de uma instalação de peixe representando águas doces a um pavilhão de tricô vivo que toma forma com tecidos, além de uma estrutura geométrica que explora o potencial de um cubo.
O Burning Man, o festival anual que ocorre no DesertoBlack Rock em Nevada, foi aberto em 27 de agosto com milhares de participantes reunindo-se para criar a Cidade Black Rock, uma "metrópole temporária" com várias instalações, obras de arte e pavilhões que celebram a "comunidade, arte, autoexpressão e autossuficiência". No entanto, este ano, a experiência do festival tem sido diferente, já que fortes chuvas no deserto inundaram o local do evento, criando um lamaçal. As estradas de acesso e saída do festival foram fechadas, pois veículos grandes correm o risco de ficar presos na lama. Enquanto algumas pessoas deixaram o local a pé, a maioria dos 70.000 participantes permanece isolada no local, conforme relatado pela CNN.
Histórias encenadas sobre comunidade e identidade, a arquitetura temporária mostrou que em 2022 não é preciso ser permanente para ser poderosa. Uma instalação pública direta e pop-up pode passar da preparação para a ação, recuperando e definindo o que torna uma comunidade única. Destacando instalações para reconhecer a diversidade linguística em Nova York, uma mesa gigante para celebrar a culinária em Barcelona e uma grande rede em Dubai para representar a cultura local, entre outros, essas iniciativas buscam entender como as expressões locais e regionais podem ajudar as cidades a ser mais igualitárias e diversas.
A globalização conectou o mundo de maneira sem fronteiras. Embora também tenha tornado a informação mais acessível, levou à homogeneidade e à crise de identidade ao fundir sociedades e expressões culturais únicas. Não há como negar as diferenças culturais com o crescimento da globalização. Assim como a arquitetura produz padrões de vida comuns, ela também pode destacar singularidades. 2022 foi o ano de expressar memórias locais a serem reconhecidas e celebradas, colocando comunidade e identidade como temas centrais na arquitetura temporária em festivais, instalações e pavilhões.
O anualBurning Man voltou ao Deserto de Black Rock após um hiato de três anos de atividades presenciais devido à pandemia. De 28 de agosto a 5 de setembro o festival deste ano explorou o tema “Walking Dreams”, celebrando os sonhadores que canalizam o poder dos sonhos e da imaginação, tanto de forma literal quanto figurativa. Como todos os anos, os pavilhões que foram instalados no deserto exploraram o tema de forma criativa e inesperada.
Este ano, muitas das instalações abordaram temas de ecologia e sustentabilidade. Algumas das instalações foram construídas com materiais reaproveitados, incluindo uma escultura de luz interativa feita com plástico recuperado do oceano. Todos os anos, o festivalBurning Man distribui uma série de bolsas de pesquisa, financiadas com a receita da venda de ingressos, com o objetivo de patrocinar parcialmente projetos artísticos específicos.
Acampar vários dias em barracas e sufocar sob o sol quente do verão para estar a 100 fileiras de seu artista musical favorito? Provavelmente é a época de festivais de música. À medida que o ano chega ao fim, com os festivais de música voltando a todo vapor após um hiato do COVID-19, é importante entender o impacto socioeconômico que eles têm nas cidades que os hospedam, e que vão muito além do show final. O entretenimento de curto prazo e os benefícios financeiros superam as desigualdades urbanas de longo prazo que eles podem agravar?
O Burning Man 2022 começou no deserto de Black Rock, no estado de Nevada, EUA. Com o tema Waking Dreams, o festival deste ano explora o "poder transformador dos sonhos, literal e figurativamente, e celebra os sonhadores que canalizam essa energia potente de maneiras reveladoras, às vezes transformadoras". A "metrópole temporária" permanecerá de pé até o dia 5 de setembro, e conta com inúmeras instalações e pavilhões que celebram a "comunidade, arte, autoexpressão e autoconfiança".
Após um hiato de três anos devido à pandemia, o festivalBurning Man está de volta ao deserto de Black Rock, no estado de Nevada. De 28 de agosto a 5 de setembro, o festival receberá milhares de participantes para celebrar a música e a arte em uma metrópole temporária dedicada à "comunidade, arte, autoexpressão e autoconfiança". Para celebrar a edição de 2022, relembramos algumas das melhores instalações construídas nas edições anteriores do Burning Man.
Steam of Life . Imagem Cortesia de Sauna On Fire And JKMM Architects
“Metamorphosis” é o tema da próxima edição do festival Burning Man que terá lugar no Black Rock Desert de Nevada, no meio oeste dos Estados Unidos, entre os dias 25 de agosto e 2 de setembro. Todos os anos, milhares de artistas e arquitetos do mundo todo se encontram para dar asas a criatividade, criando instalações e pavilhões de acordo com o mote do evento.
Para a edição deste ano, que está prestes a ser inaugurada, o Burning Man já havia revelado o projeto do Templo Central, uma estrutura inspirada nos portões do Santuário Fushimi Inari no Japão. Concebido por Geordie Van Der Bosch e apelidado de The Temple of Direction, a estrutura foi escolhida por sua simplicidade e elegância, apresentando diversas arcadas de madeira que conformam uma passagem linear para o grande pavilhão central. Além do templo central, que já havia sido notícia aqui no archdaily, nossa cobertura especial do evento irá apresentar outros dois projetos de intervenções: 'Andromeda Reimagined' de John Marx de São Francisco e 'Steam of Life' do JKMM Architects da Finlândia.
O festival Burning Man, que acontece anualmente no deserto de Nevada, começou. O tema deste ano gira em torno da noção de "Metamorfose", desencadeando a criatividade dos artistas e colocando em prática instalações e pavilhões muito diversos.
Uma das principais atrações do Festival Burning Man de 2018 foi o ORB, projetado por Bjarke Ingels, Iacob Lange e Laurent de Carniere. A esfera espelhada foi criada como uma representação conceitual da expressão da Terra e humana, não deixando rastro após ser desinflada. O projeto exigiu 30 toneladas de aço, 1.000 horas de soldagem e costura, e US$ 300.000 de recursos.
Como parte de sua série de mini-filmes, a dupla another :, em parceria com o compositor Yu Miyashita, produziu um vídeo que explora o processo de criação do ORB de uma forma sobrenatural.
Edição de 2018 do Burning Man teve como atração uma bola espelhada gigante projetada por Bjarke Ingles. Cortesia de Bjarke Ingels
Imagine um cenário digno de Mad Max, mas recheado com instalações artísticas tecnológicas. É assim que se parece a paisagem do Burning Man, festival de arte e contracultura norte-americano que todos os anos constrói — e, logo em seguida, destrói — uma cidade inteira, no meio do deserto de Nevada, para sediar o evento. Mas a novidade é que o Brasil agora faz parte da programação, recebendo sua própria edição anual do festival: o Tropical Burn.
O Burning Man acaba de apresentar o projeto do Templo central para a próxima edição do festival que ter lugar na já conhecida Black Rock City. Concebido pelo arquiteto Geordie Van Der Bosch, o projeto do tempo foi inspirado nos portões do Santuário Fushimi Inari no Japão. Apelidada de The Temple of Direction, a proposta de Van Der Bosch foi escolhida por sua simplicidade e elegância, apresentando diversas arcadas de madeira que conformam uma passagem linear para o grande pavilhão central.
Os idealizadores queriam que a esfera gigante servisse como um marco durante o festival, e lançaram uma campanha de financiamento coletivo para angariar fundos para a construção da instalação. No total, foram gastas 30 toneladas de aço, 1.000 horas de soldagem e costura, além de US$ 300.000 de recursos dos próprios idealizadores, para tornar a ORB uma realidade.
https://www.archdaily.com.br/br/905762/esfera-espelhada-de-bjarke-ingels-no-burning-man-pelas-lentes-de-laurian-ghinitoiuNiall Patrick Walsh
Com o encerramento do Burning Man 2018, fotografias do evento começaram a ser publicadas nas redes sociais. As mais reconhecíveis são as que mostram a orbe projetada pelo BIG, uma enorme esfera espelhada suspensa por um único ponto de apoio e construída na escala 1:500.000 do planeta terra.
https://www.archdaily.com.br/br/901350/as-melhores-estruturas-do-festival-burning-man-2018AD Editorial Team
Os planos de Bjarke Ingles de construir uma esfera reflexiva de 25 metros de diâmetro para o festival Burning Man de 2018 em Black Rock City, Nevada, foram levados a cabo. Intitulado ORB, o projeto consiste em um espelho esférico inflado, suspenso por uma estrutura metálica. A nova atração do festival, que já foi extensivamente registrada em fotografias divulgadas no Instagram, teve como inspiração e referência a "mãe terra e a expressão humana", de acordo Ingles e a equipe de arquitetos encarregados.