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Refugiados: O mais recente de arquitetura e notícia

Drozdov & Partners transforma escolas em abrigos temporários para desabrigados na Ucrânia

Um dos problemas mais urgentes enfrentados pelos ucranianos hoje é a situação incerta enfrentada pelos cidadãos deslocados, juntamente com o desafio de retornar às cidades que foram forçados a abandonar no início deste ano. O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy compartilhou que os esforços para reconstruir a Ucrânia exigirão "investimentos colossais", e enquanto os líderes se reúnem para elaborar o “plano Marshall” para reconstruir o país, arquitetos locais já começaram a desenvolver moradias de emergência, e instalações de saúde e educacionais em cidades mais distantes da fronteira russa.

Como solução temporária para o deslocamento de ucranianos do nordeste e leste, a Drozdov & Partners, juntamente com o Replus Bureau e o Ponomarenko Bureau, começou a reformar abrigos para deslocados internos (IDPs) em Lviv e região, usando campi escolares e outras instalações como alojamentos temporários.

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Cem dias de guerra na Ucrânia: UNESCO verifica danos em 139 locais

Sexta-feira, 3 de junho, marcou 100 dias de guerra na Ucrânia. Um dos muitos efeitos devastadores tem sido a destruição de ambientes urbanos e rurais. O patrimônio cultural e arquitetônico da Ucrânia está sob ameaça. Em 30 de maio, a UNESCO verificou danos em 139 locais afetados pela guerra em andamento. A lista inclui 62 locais religiosos, 12 museus, 26 edifícios históricos, 17 edifícios dedicados a atividades culturais, 15 museus e sete bibliotecas. Segundo a UNESCO, os edifícios mais afetados incluídos na lista estão em Kiev. Ainda assim, os danos também são encontrados nas regiões de Chernihiv, Kharkiv, Zaporizhzhya, Zhytomyr, Donetsk, Lugansk e Sumy. Isso representa uma avaliação preliminar de danos para bens culturais feita através da verificação cruzada dos incidentes relatados com várias fontes confiáveis. Os dados publicados serão atualizados regularmente.

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Shigeru Ban cria sistema de divisórias de papel em abrigos emergenciais para refugiados ucranianos

Instalações em SC Galychyna Ucrânia. Imagem © Serhii Kostianyi
Instalações em SC Galychyna Ucrânia. Imagem © Serhii Kostianyi

A guerra na Ucrânia continua e o número de refugiados aumentou para 5 milhões, de acordo com a ONU. Reconhecido por seu envolvimento em ajuda humanitária, Shigeru Ban e a ONG Voluntary Architects' Network estão implementando um sistema de divisórias de papel (PPS) para abrigos emergenciais na Ucrânia e países vizinhos, projetado para fornecer alguma privacidade aos refugiados ucranianos. Desde o início de março, o PPS foi instalado na Polônia, Eslováquia, França e Ucrânia, por Shigeru Ban Architects e VAN, em colaboração com arquitetos locais e estudantes voluntários.

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Crise de refugiados se agrava e profissão se mobiliza em apoio a designers e arquitetos ucranianos

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No dia 24 de fevereiro de 2022 a Rússia iniciou uma invasão à Ucrânia, provocando a maior e mais rápida crise de refugiados da Europa moderna. De acordo com o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (UNOCHA), quase 6,5 milhões de pessoas foram deslocadas na Ucrânia, e 3,4 milhões delas saíram para países vizinhos desde o início da guerra. A crise humanitária uniu o mundo em protesto contra a violência militar direcionada a civis e provocou uma resposta global sem precedentes em apoio às iniciativas de ajuda. A comunidade da arquitetura também se uniu em apoio à Ucrânia, condenando a guerra, suspendendo trabalhos na Rússia e apoiando profissionais criativos ucranianos contratando seus serviços.

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Uma crise de refugiados: guerra na Ucrânia desencadeia emergência humanitária

Na semana passada, o impensável aconteceu e a guerra voltou a acontecer na Europa. Mais de 520 mil pessoas já deixaram a Ucrânia — o maior êxodo de pessoas na Europa desde as guerras dos Bálcãs. A menos que haja um fim imediato das hostilidades, até 4 milhões de ucranianos devem deixar o país nos próximos dias ou semanas, segundo a ONU. A violência militar e os bombardeios indiscriminados em áreas residenciais e instalações civis, como hospitais e jardins de infância, agravam ainda mais a crise humanitária.

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Instituições de arquitetura se unem em apoio à Ucrânia

Em 24 de fevereiro de 2022, a Rússia iniciou uma invasão em larga escala no território ucraniano. Sendo a maior crise de refugiados e o maior conflito armado no território europeu neste século até o momento, esta guerra está mobilizando pessoas em todo o mundo para pressionar as autoridades a encerrar o conflito armado. Personalidades e instituições do campo da arquitetura participaram desses atos de solidariedade, emitindo declarações, condenando ações e até encerrando atividades na Rússia. Da UIA ao MVRDV, e até organizações russas como o Instituto Strelka, o mundo da arquitetura está denunciando esses atos de violência e apoiando um cessar-fogo imediato.

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Shigeru Ban e Philippe Monteil projetam abrigos para refugiados no Quênia com o apoio da ONU-Habitat

Desde 2017, a ONU-Habitat, juntamente com Shigeru Ban Architects, Philippe Monteil e a ONG Voluntary Architects' Network, desenvolveu várias tipologias de abrigos para um bairro piloto no Assentamento Kalobeyei, no Quênia. As Casas Turkana destinam-se a abrigar os sudaneses do sul e outros refugiados que vivem no norte do Quênia e não puderam retornar às suas aldeias originais devido a intermináveis guerras civis e conflitos. Ao contrário dos abrigos de refugiados típicos, essas estruturas foram feitas para fornecer um lar para longos períodos de deslocamento e as quatro tipologias desenvolvidas são informadas pela vasta experiência do Shigeru Ban Architects com projetos de suporte a desastres e as técnicas de construção da população local.

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Hotelaria e a crise habitacional: recuperando a arquitetura abandonada

No mundo inteiro, os países estão enfrentando uma crise habitacional. As estatísticas das Nações Unidas estimam que o número de pessoas que vivem em moradias abaixo do padrão é de 1,6 bilhão, e 100 milhões de pessoas não tem acesso a uma casa. À medida que os conflitos e as mudanças climáticas forçam os refugiados a se deslocarem para novos países, e os preços das casas continuam a subir, as cidades estão tendo que buscar opções para fornecer moradia segura e acessível para seus habitantes.

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Precisamos falar sobre o clima: arquitetura na construção e um futuro melhor para o continente africano

Quando pensamos em fenômenos migratórios, pensamos em movimento. Pensamos no fluxo de pessoas que se deslocam sobre a superfície da Terra em busca de pastagens mais verdes—de uma vida melhor para suas famílias. Mas a migração também nos faz pensar em conflitos e ameaças, na fome e no desespero em busca por sobrevivência. Historicamente, a guerra tem sido um dos principais motivos pelos quais as pessoas migram, a razão pela qual existem refugiados. A instabilidade, a falta de segurança e perspectiva em países como a Síria, o Iraque e a República da África-Central fizeram que ao longo dos últimos anos milhões de pessoas tivessem que abandonar suas casas, lançando-se em uma desesperada busca por refúgio além das fronteiras de sua terra natal. Somado-se a isso, existe também aqueles que são forçados a migrar para outros países por conta das consequências das mudanças climáticas na Terra—a esse fenômeno nos referimos como “a migração climática”.

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Arquitetura do acolhimento: a dimensão subjetiva dos projetos de assentamentos para migrantes e refugiados

A ACNUR, a Agência da ONU para Refugiados, estima que em 2020 o número de pessoas obrigadas a deixar suas casas ultrapassou a marca de 80 milhões, o que equivale a mais ou menos 1% da população mundial. Destes, 67% são de apenas cinco países: Síria, Venezuela, Afeganistão, Sudão do Sul e Mianmar. Os motivos são inúmeros, desde conflitos bélicos até crises econômicas, políticas, ecológicas ou climáticas.

Embora seja um fenômeno mundial, baseado em dimensões geopolíticas, jurídicas e sociais, há também neste tipo de migração uma dimensão subjetiva, principalmente, porque os processos identificatórios de cada indivíduo se orientam a partir dos sistemas simbólicos que o rodeiam. Ou seja, além de enfrentar as dificuldades que o levaram a sair do seu país de origem, o refugiado também precisa lidar com os efeitos subjetivos agravados pela condição de “estrangeiro”, deixando-o à margem do sistema de representações simbólico-culturais estabelecido.

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O papel da arquitetura na questão dos refugiados e migrantes latino-americanos

Juliana Coelho é arquiteta e urbanista com experiencia no setor humanitário, de desenvolvimento público e privado. Nos últimos três anos vem atuando no setor com o ACNUR, Agência da ONU para Refugiados. Durante este período, esteve envolvida no planejamento, design e implementação de 21 abrigos temporários, centros de trânsito e centros de recepção/documentação para refugiados e migrantes no Brasil, além de participar da elaboração de um plano de contingência e de projetos de melhoria de ocupações espontâneas e espaços cedidos prestando apoio técnico junto à Operação Acolhida, resposta do governo brasileiro ao fluxo de refugiados e migrantes venezuelanos para o Brasil que, neste ano de 2020, também incluiu ações de resposta à emergência da COVID-19.

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Campos de refugiados: de assentamentos temporários a cidades permanentes

Segundo dados veiculados pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), mais de 70 milhões de pessoas têm sido forçadas à abandonar suas casas ao longo dos últimos anos devido a conflitos, violência e catástrofes naturais, sendo que 26 milhões destas são consideradas refugiados de guerra. Em um contexto tão crítico, não podemos apenas continuar pensando em números. É preciso considerar, em primeiro lugar, que cada unidade desta conta representa uma vida – seres humanos que precisam de ajuda. Portanto, chegou a hora de superarmos este permanente estado de perplexidade e partirmos para a ação, isso porque situações como esta não se resolvem da noite para o dia – elas podem durar uma vida inteira. Na atual conjuntura, campos de refugiados não mais podem ser vistos apenas como estruturas temporárias, e é exatamente ai que os arquitetos podem fazer a diferença.

Quando lidamos com crises humanitárias provocadas por conflitos armados, não estamos falando de um fenômeno passageiro. Trata-se, na maioria dos casos, de um caminho sem volta. De fato, segundo o próprio Comissariado das Nações Unidas do Quênia, de todas aquelas pessoas que se veem forçadas a abandonar os seus países de origem ––e têm a felicidade de encontrar um lugar para viver––, “a maioria delas passam mais de 16 anos vivendo em estruturas temporárias.”

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Centros comunitários para populações deslocadas: 10 projetos no mundo

Centros comunitários para populações deslocadas: 10 projetos no mundoCentros comunitários para populações deslocadas: 10 projetos no mundoCentros comunitários para populações deslocadas: 10 projetos no mundoCentros comunitários para populações deslocadas: 10 projetos no mundo+ 16

Ao longo dos últimos meses, a interdependência entre interação social e saúde mental nunca esteve tão evidente e manifesta. Entretanto, se isso parece tão óbvio visto desde dentro da nossa própria casa, imagine para aquelas pessoas que não tem onde morar – comunidades forçadas a abandonarem sua pátria para poder sobreviver ou em busca de uma vida melhor e mais segura. Estima-se que atualmente mais de 70 milhões de pessoas, das quais 25 milhões são refugiados, enfrentam traumas e problemas de saúde mental por estarem longe de casa, ou pela falta de um lugar seguro para viver.

Para além da habitação temporária: cinco exemplos de infraestrutura social para refugiados

Para além da habitação temporária: cinco exemplos de infraestrutura social para refugiadosPara além da habitação temporária: cinco exemplos de infraestrutura social para refugiadosPara além da habitação temporária: cinco exemplos de infraestrutura social para refugiadosPara além da habitação temporária: cinco exemplos de infraestrutura social para refugiados+ 6

Ao longo da história do planeta terra, a migração humana - seja em busca de alimento, abrigo ou melhores condições de vida - tem sido a norma e nunca a exceção. Atualmente, no entanto, estamos testemunhando um fenômeno migratório sem precedentes. Segundo números publicados pelas Nações Unidas, mais de 68,5 milhões de pessoas encontram-se bem longe de suas casas no presente momento; os números oficiais apontam para mais de 25 milhões de refugiados, dos quais, mais da metade tem menos de dezoito anos. Entre outros fatores, os conflitos que os países do chamado "primeiro mundo" levam para países como a Síria e Mianmar, estão transformando algo que está na natureza do homem - o processo migratório - em uma crise sem precedentes e um dos principais desafios do século XXI.

Projetos emergenciais geralmente são associados à catástrofes naturais como terremotos e tsunamis. Abrigos emergenciais tem sido projetados e construídos ao longo dos últimos anos com mais e mais frequência e em números cada vez maiores. Mas até hoje, por incrível que pareça, projetos de habitação emergencial que possam proporcionar mais dignidade à vida de milhões de refugiados não tem  recebido apoio suficiente e muito menos, a atenção devida por parte da nossa comunidade internacional de arquitetos. Questões importantíssimas permanecem sem respostas: Como adaptar as nossas cidades para poder atender às necessidades mais urgentes criadas pelo cada vez mais intenso processo de migração? Como podemos garantir que nossas comunidades sejam capazes de absorver e integrar refugiados e migrantes em seu tecido urbano e contextos culturais, econômicos e sociais?

No dia mundial dos refugiados, queremos chamar a atenção de todos os arquitetos e arquitetas, divulgando cinco exemplos brilhantes de projetos sociais ao redor do mundo - escolas, hospitais e centros comunitários - especificamente aqueles criados para dar abrigo e uma vida mais digna para populações deslocadas e refugiados.

Estudante propõe habitações temporárias para imigrantes venezuelanos

Desenvolvido para o concurso estudantil Habitação temporária para refugiados, o projeto a seguir - de autoria de Rodolfo Cavalcanti e premiado com o segundo lugar no certame - busca oferecer uma solução para os problemas oriundos do fluxo migratório entre Brasil e Venezuela através de uma proposta baseada em modularidade, reprodutibilidade e economia.

Saiba mais sobre o projeto e leia o memorial descritivo enviado pelo autor, a seguir:

Concurso propõe alternativas para reintegração social após guerra no Iraque

Archstorming anunciou os vencedores do Open Ideas Competition: Mosul Postwar Camp, em que arquitetos e estudantes de arquitetura tinham o desafio de projetar uma solução de reintegração social com ajuda humanitária essencial para as pessoas que retornam a Mosul após a guerra do Iraque contra o ISIS. Os resultados do concurso provaram que existem muitas formas de revitalizar a vida das pessoas deslocadas através dos espaços que habitam.

Shigeru Ban projetará 20 mil novas habitações para refugiados no Quênia

O arquiteto Shigeru Ban assinou recentemente um acordo com a UN-Habitat - a agência das Nações Unidas encarregada de orientar o desenvolvimento sustentável - para projetar 20 mil novas habitações para refugiados no assentamento de Kalobeyei, no Quênia. Atualmente lar de mais de 37 mil refugiados, o assentamento em breve ultrapassará sua capacidade original de 45 mil - mais de 17 mil chegaram apenas este ano.

"O principal será projetar e construir um abrigo onde não seja necessária nenhuma supervisão técnica, usando materiais disponíveis nos arredores e ecológicos. É importante que as casas possam ser facilmente mantidas pelos habitantes ".