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Projeto De Interiores: O mais recente de arquitetura e notícia

Os benefícios da biofilia para a arquitetura e os espaços interiores

Se uma pessoa é instigada a imaginar um cenário de completo relaxamento, é mais provável que a primeira imagem que vem à mente seja um lugar cercado pela natureza, algo próximo a uma floresta, montanhas, mar ou prado. Você dificilmente imaginará um escritório ou um shopping center como fonte de conforto e relaxamento. Mesmo assim, a maioria das pessoas passa quase 80-90% do tempo dentro de edificações, movendo-se entre suas casas e seus locais de trabalho.

Arquitetos e designers agora estão procurando soluções que ressoarão bem no futuro, voltando-se para a 'biofilia' como uma importante fonte de inspiração que promove o bem-estar, a saúde e o conforto emocional.

Xylem Pavilion / Kere Architecture. Imagem © Iwan Baan© Favaro Jr.Botanica House / Guz Architects. Imagem © Patrick Bingham-HallXylem Pavilion / Kere Architecture. Imagem © Iwan Baan+ 15

Chuveiros sem box: dicas e exemplos

Casa de monte / TACO taller de arquitectura contextual. Image © Leo EspinosaFagerstrom House / Claesson Koivisto Rune. Image © Åke E:son LindmanAUTOHAUS / Matt Fajkus Architecture. Image © Charles Davis SmithPombal / AZO. Sequeira Arquitectos Associados. Image © Nelson Garrido+ 28

Sem incluir uma banheira e sem a necessidade de portas, telas ou cortinas, os chuveiros sem box ou desníveis - também chamados de walk-in - permitem aumentar visualmente o espaço ao projetar banheiros, dando a eles uma imagem limpa e reduzida ao essencial.

No entanto, algumas precauções devem ser tomadas para seu desenho. A coisa mais importante: o chuveiro não pode ser completamente aberto, mesmo que pareça à primeira vista. A maioria dos projetos incorpora um vidro temperado que evita que a água "salte" para fora do espaço do banheiro, fechando sutilmente o espaço. Quando essa divisão transparente não possui marcos, é menos provável a aparência de fungos devido ao acúmulo de água e umidade.

Diluindo os limites entre arquitetura e desenho de mobiliário

Uma nova tendência de design, inserida entre os domínios da arquitetura e do design de interiores, está transformando a relação entre estas duas disciplinas ao estabelecer objetos capazes de definir e moldar nossos espaços interiores, criando ambientes dinâmicos e altamente flexíveis. Fugindo à qualquer tipo de categorização, tal prática está aproximando duas disciplinas historicamente não muito distantes: a arquitetura e o design. Com cada vez mais frequência nos deparamos com projetos que transitam entre a arquitetura em pequena escala e o design em grande escala, ou melhor, com objetos que não são nenhuma coisa nem outra, ou talvez, que sejam as duas coisas ao mesmo tempo. Quer seja uma consequência da crescente necessidade por espaços cada vez mais flexíveis e compactos ou de uma resposta arquitetônica aos novos desafios de uma sociedade cada dia mais digitalizada, estes projetos estão abrindo caminho para uma extrema versatilidade do espaço habitado.

"A Guy, his Bulldog, a Vegetable Garden, and the Home they Share" by HUSOS. Image © José HeviaMJE house by PKMN Architectures. Image © Javier de PazTakeshi Shikauchi’s Bath Kitchen House. Image © Koichi TorimuraWriter's Block by CHACOL. Image © Edward Duarte+ 10

Policarbonato para interiores: 8 exemplos de arquitetura translúcida em ambientes internos

© Federico Villa Studio© Federico Villa Studio© Peter Dixie© Yijie Hu+ 35

Diversificar os materiais de um espaço interno pode melhorar muito sua profundidade e interesse visual. Ao mesmo tempo, adicionar partições ou outras delimitações de espaço interno pode ajudar a organizar o fluxo, a circulação e a visibilidade. O policarbonato, um tipo de termoplástico leve e durável, é um excelente material para tais funções.

Em sua forma bruta, o policarbonato é totalmente transparente, transmitindo luz com quase a mesma eficácia do vidro. Também é mais leve e mais forte do que o vidro e mais resistente do que outros plásticos semelhantes, como acrílico, poliestireno, ABS ou náilon, tornando-o uma boa escolha para projetistas que buscam materiais duráveis, resistentes ao impacto e ao fogo que ainda possam transmitir luz. Como o vidro, é um filtro UV natural e pode ser colorido ou matizado para obter transparência, mas também é valorizado por sua flexibilidade, permitindo que seja moldado em qualquer tamanho ou formato. Por fim, é facilmente reciclável porque se liquefaz em vez de queimar, tornando-o pelo menos mais ecologicamente correto do que outros plásticos termofixos. Por exemplo, o policarbonato reciclado pode reagir quimicamente com o fenol em uma usina de reciclagem para produzir monômeros que podem ser transformados novamente em plástico.

Como ampliar os espaços através de uma boa iluminação

© Gareth Gardner© Wu Tou22m2 Apartment in Taiwan / A Little Design. Image © Hey! Cheese© Naho Kubota+ 41

Um dos aspectos mais essenciais do design de interiores é a iluminação - um elemento que pode melhorar ou piorar um espaço interno de quaisquer dimensões ou materiais. Ainda assim, uma boa iluminação pode ser especialmente importante para espaços menores ou abarrotados, fazendo-os parecer maiores e mais abertos, mesmo quando suas dimensões literais não se alteram. Por sua vez, espaços maiores com pouca iluminação podem parecer menores e menos acolhedores do que poderiam ser. Para fazer com que os interiores pareçam grandes e bem iluminados, designers contam com vários métodos testados e comprovados que aproveitam ao máximo o espaço, desde usar as sombras e tipos de luzes certos até colocá-los nos melhores locais e integrar outros elementos que melhor complementam iluminação existente. Essas estratégias, bem como vários exemplos de sua aplicação, estão listados abaixo.

O que levar em conta para melhorar o conforto acústico?

Mesmo sem querer, às vezes você acaba conhecendo a vida do seu vizinho ao lado, por ouvir todas as suas conversas através das paredes. Ou perde o sono quando o cachorro que vive no apartamento acima resolve fazer um passeio no meio da madrugada. Possivelmente você mora em um local com um isolamento acústico inadequado das paredes e/ou lajes. Com cidades cada vez mais densas e construtores buscando maiores margens de lucro, não é raro que o conforto acústico seja deixado de lado em diversos projetos de arquitetura. Quando o som é excessivo ou indesejado, ele passa a ser denominado ruído e impacta o corpo, a mente e as atividades humanas. Ainda que nem todos os espaços precisem selar quaisquer tipos de sons, como câmaras herméticas, criar espaços com um grau adequado de isolamento acústico melhora a qualidade de vida de todos usuários.

Cortesia de Hunter Douglas Architectural© Dorian Shy, Framework PhotographicCortesia de Acoustical SurfacesCortesia de Hunter Douglas Architectural+ 7

Tendências em design de interiores que influenciarão a próxima década

Os projetos de interiores estão no centro das atenções em 2020, visto que as pessoas estão passando mais tempo dentro de casa. Já os arquitetos e designers estão cada vez mais conscientes da sua responsabilidade em melhorar o bem estar dos seus clientes e, inclusive, contribuir coma a prevenção de doenças.

O tema do mês de março no ArchDaily foi dedicado aos interiores e os artigos relacionados a este tópico acumularam mais de 1 milhão de visualizações, superando em 240% o número de visualizações alcançadas em outros meses do mesmo semestre.

Como a iluminação de néon pode moldar a arquitetura

Garage Screen Cinema / SYNDICATE Architects. Image © Daniel AnnenkovCamper NYC Store / CAMPER + Jonathan Olivares. Image Courtesy of Alexander HaasGarage Screen Cinema / SYNDICATE Architects. Image © Daniel AnnenkovEL MAMA & LA PAPA Bar Restaurant / El Equipo Creativo. Image © Adria Goula+ 29

As luzes de néon são uma afirmação ousada e cosmopolita que pode facilmente revitalizar ou acentuar um espaço ou estrutura arquitetônica. Com brilho atraente, uma infinidade de opções de cores e vínculos com uma estética retrô, essas peças de iluminação podem fazer com que um espaço pareça simultaneamente moderno e nostálgico. No entanto, poucos compreendem o funcionamento científico ou as propriedades materiais do néon, e muitos arquitetos negligenciam seu uso devido à sua estreita associação com sinalizações comerciais. Abaixo, exploramos como o néon funciona, sua história arquitetônica e como os arquitetos podem continuar a usá-lo hoje.

Móveis open source: Faça o download e construa sua mobília

Vamos supor que você precise de uma estante para seus livros. Há poucos anos, possivelmente pesquisaria nas lojas de móveis de sua cidade - ou talvez em antiquários. Hoje é mais provável que abrisse dezenas de abas em seu navegador de internet para comparar preços e modelos. Mas há outra opção que vem se tornando cada vez mais popular: móveis open source.

É simples: você faz o download do projeto de um móvel e envia para uma máquina CNC (fresadora que corta chapas de madeira a partir de um arquivo digital) - mais ou menos como mandar um PDF para impressão. Com as peças cortadas, é só montar. Usamos como exemplo uma estante de livros, mas poderia ser uma cadeira, uma mesa, um armário, um banco... O Opendesk, uma das plataformas de móveis open source da atualidade, reúne cerca de 30 de móveis disponíveis para download. Lá o usuário pode baixar um projeto para cortar o móvel ele mesmo, em um FabLab ou oficina pessoal, ou ser conectado através do site com um marceneiro próximo de sua casa que faça os cortes.

London Design Fair. Image © Ollie HammickLondon Design Fair. Image © Ollie HammickEscritório Greenpeace. Image © Rory GardinerEscritório Greenpeace. Image © Rory Gardiner+ 9

Como projetar uma ilha de cozinha: Espaço eficiente e multifuncional

© Haruo Mikami© Joana Franca© Ketsiree Wongwan© Hey! Cheese+ 27

As ilhas são parte essencial do layout das cozinhas mais amplas, aumentando o espaço de bancada, armazenamento e o espaço para comer, além de oferecer um ponto focal para a área da cozinha. Servindo uma variedade de funções, elas podem ser projetadas de maneiras diferentes, com algumas banquetas ou cadeiras incorporadas, pias, gavetas ou até máquinas de lavar louça e microondas. Para determinar quais elementos incluir e como organizá-los, os arquitetos devem determinar o objetivo principal ou o foco para a ilha. Servirá principalmente como uma bancada para tomar café da manhã, um espaço para entreter convidados, uma extensão da cozinha ou como alguma outra coisa? E, com essa função em mente, como deve melhorar o fluxo de trabalho da cozinha em relação ao restante da área? Essas considerações, combinadas com os requisitos básicos de acessibilidade, exigem que o projeto da ilha seja cuidadosamente pensado. Abaixo, enumeramos alguns dos fatores essenciais do design da ilha de cozinha.

Reorganizar, pintar, cultivar: maneiras de animar sua casa em tempos de isolamento social

À medida que cidades em todo o mundo ficam paralisadas por conta do surto de COVID-19, muitas pessoas foram solicitadas a ficar em casa, deixando apenas trabalhadores essenciais continuando a sair para manter o mundo funcionando. Grande parte das famílias e indivíduos passaram a maior parte do tempo em casa, autorizados a sair apenas para comprar mantimentos essenciais. Como muitos podem sentir ansiedade devido ao confinamento e à falta de interação, sugerimos maneiras diferentes de animar sua casa durante o distanciamento social, melhorando o espaço interior por meio de atividades produtivas.

© Marcelo Donadussi© Tres a Uno EstudioCourtesy of A'Lentil Design© Jan Vranovsky+ 18

Como os espaços de trabalho evoluíram de cubículos para cafeterias

Cortesia de Herman Miller
Cortesia de Herman Miller

O ano é 1985, você está arrumando sua maleta para ir ao escritório onde fica sentado atrás de uma prancheta para desenhar. Avance para 2020, e você estará tendo uma teleconferência com toda a equipe em um café do outro lado da rua. Relativamente, pouco mudou; o trabalho ainda deve ser concluído até o final do dia, apenas com um cenário diferente.

Atualmente, os funcionários procuram algo mais do que apenas um emprego atrás de uma mesa. Eles querem trabalhar em um espaço dinâmico e inspirador que agregue valor ao seu conhecimento e promova o seu bem-estar físico e mental. Mas esse não era o caso um século atrás. Veja como os escritórios evoluíram ao longo dos anos e o que podemos esperar do futuro.

Psicologia do espaço: as implicações da arquitetura no comportamento humano

Visto que seres humanos passam a maior parte de suas vidas em ambientes fechados, não nos surpreende o fato de que determinadas características do espaço construído têm um impacto significativo em nosso comportamento psíquico. A psicologia ambiental é, de fato, a disciplina que estuda o comportamento humano em suas interrelações com os espaços onde a vida humana transcorre. Condições de iluminação, de escala e proporção assim como os materiais e suas texturas são características espaciais que emitem informações para nossos sentidos, afetando a maneira como nos relacionamos com o espaço, produzindo um sem fim de sensações e reações.

Determinadas características do espaço construído são capazes de induzir sensações de tranquilidade e segurança, de fazer com que as pessoas se sintam bem e relaxadas ou até aumentar a concentração e a produtividade dos usuários em seu ambiente de trabalho. Independente de qual sejam as sensações que eles nos provocam, não se pode negar que as características dos espaços em que vivemos – ou trabalhamos –  desempenham um papel fundamental na maneira como as pessoas se sentem e como elas se relacionam com o espaço; e portanto, a psicologia ambiental pode ser uma importante aliada no desenvolvimento de projetos que proponham soluções para  promover uma maior qualidade de vida aos seus usuários.

Cortinas como divisórias para uma arquitetura fluida e adaptável

Durante as últimas décadas, os espaços interiores tornaram-se cada vez mais abertos e versáteis. Desde as paredes grossas e múltiplas subdivisões das villas paladianas, por exemplo, às plantas livres e multifuncionais de hoje, a arquitetura tenta combater a obsolescência, fornecendo ambientes mais eficientes para a vida transcorrer, facilitando as experiências cotidianas de pessoas no presente e futuro. E enquanto as antigas vilas de Palladio ainda podem acomodar uma variedade de recursos e estilos de vida, reajustando seus usos sem alterar um centímetro de sua simetria e modulação originais, hoje a flexibilidade parece ser a receita para prolongar a vida dos edifícios tanto quanto possível.

Como projetar espaços neutros e flexíveis o suficiente para se adaptar ao ser humano em evolução, oferecendo as soluções que cada pessoa demanda hoje em dia? Um elemento antigo pode ajudar a redefinir a maneira como concebemos e habitamos o espaço: cortinas.

Emperor Qianmen Hotel / asap. Image © Jonathan LeijonhufvudReady-made Apartment / azab. Image © Luis Diaz DiazPURE / Sílvia Rocio + Mariana Póvoa + esse studio. Image © Francisco NogueiraJL Madeira Office / Metro Arquitetos Associados. Image © Ilana Bessler+ 48

Como os arquitetos de hoje interpretam o design de interiores na China?

Como reflexo do comportamento humano, o espaço domiciliar não é apenas a personificação das convenções sociais e hábitos culturais de uma sociedade, mas fundamentalmente um espaço que transparece todas as nossas idiossincrasias. Desde o advento do modernismo, inúmeros arquitetos utilizaram o design de interiores como uma ferramenta para expressar suas principais teorias e conceitos em relação a arquitetura e o espaço. No projeto da Casa Vanna Venturi, Robert Venturi  optou por inserir componentes super-dimensionados em uma casa relativamente pequena, criando uma relação complexa e contraditória entre os seus elementos e o espaço. Na Villa Mairea, Alvar Aalto construiu uma casa “imperfeita”, como uma maneira de subverter os rígidos padrões estéticos impostos pelo funcionalismo. A Casa 2 LDK, projetada pelo vencedor do Prêmio Pritzker de 2012, o arquiteto chinês Wang Shu conseguiu inserir um pátio dentro de uma projeção de apenas cinquenta metros quadrados.

Na China, como resultado do recente e voraz processo de urbanização que transformou o país ao longo das últimas décadas, a maioria dos cidadãos foram forçados à viverem empilhados em apartamentos modulares e estandardizados, estruturas repetitivas construídas às pressas para atender uma demanda cada dia maior. Edifícios assépticos, desprovidos de escala, estilo e completamente desconectados de seus contextos específicos. Felizmente, até mesmo em um mar de estruturas estéreis, arquitetos se mantiveram fiéis aos seus conceitos e teorias, combatendo a padronização com criatividade e sagacidade. A equipe do ArchDaily China entrevistou quatro arquitetos de alguns dos mais importantes escritórios de arquitetura do país, incluindo o Atelier FCJZ, o Qiuye Jin Studio, o Atelier tao + c e o maison h, na esperança de revelar uma sutil diferença entre o significado de “habitação” e “casa”, e como eles têm lidado com estas estruturas altamente padronizadas ao desenvolver projetos específicos de interiores para seus clientes ao redor do país.

Interiores de Nova Iorque: Apartamentos, coberturas e lofts na maior cidade dos EUA

15 Union Square West / ODA Architecture + Perkins Eastman Architects. Image © Robert Granoff15 Renwick / ODA New York. Image © Frank Oudeman12th Street, Loft / Neil Logan Architect. Image © Dean KaufmanTribeca Loft / Andrew Franz Architect. Image © Albert Vecerka/Esto+ 63

Uma das cidades mais famosas do mundo - e a mais populosas dos Estados Unidos -, Nova Iorque apresenta uma grande mistura de culturas e história que foram moldadas ao longo dos séculos, com a arte e a arquitetura desempenhando um papel fundamental neste desenvolvimento.

O que esperar dos interiores do futuro

Em 2018, a ONU divulgou um artigo afirmando que 55% da população mundial já vivia em áreas urbanas, prevendo que em 2050 esse percentual chegará a 68%. Essa tendência à maior urbanização traz consigo várias implicações em relação à degradação ambiental e à desigualdade social. De acordo com a National Geographic, o crescimento urbano aumenta a poluição do ar, põe em perigo as populações de animais, promove a perda de cobertura urbana de árvores e aumenta a probabilidade de catástrofes ambientais, como inundações repentinas. Esses riscos à saúde e fenômenos catastróficos podem ter maior probabilidade de afetar as populações mais pobres, pois as cidades maiores geralmente demonstram taxas mais altas de desigualdade econômica e o crescimento descontrolado tende a produzir distribuições desiguais de espaço, serviços e oportunidades.

Para mitigar esses efeitos negativos da urbanização, arquitetos vêm priorizando cada vez mais a sustentabilidade e a maximização do espaço disponível - permitindo que mais pessoas ocupem menos espaço com uma área menor.

Courtesy of SeuraBatipin Flat / studioWOK. Image © Federico VillaCasa da Escrita / João Mendes Ribeiro. Image © do mal o menosStudio 45 / Marston Architects. Image © Katherine Lu+ 13