A Foster + Partners foi selecionada para projetar o Pavilhão da Arábia Saudita para a Expo 2025. Posicionado na orla de Yumeshima, o pavilhão visa evocar a essência das cidades e vilas do país, proporcionando uma experiência espacial envolvente. O projeto busca envolver os visitantes por meio de elementos audiovisuais, oferecendo uma visão das maravilhas da Arábia Saudita.
O escritório Mario Cucinella Architects apresentou o projeto do pavilhão italiano para a Expo Osaka 2025. A proposta foi concebida como uma entidade dinâmica, com o propósito de promover o conhecimento e a inovação por meio da interação entre diferentes gerações e culturas. Será um repositório colaborativo de experiências italianas, abrangendo experimentos artísticos, científicos e sociais. A exposição foi planejada em torno dos tesouros culturais da Itália, com o objetivo de destacá-los, desconstruí-los e reinterpretá-los de maneira contemporânea.
Cortesia de interplay+komy | Pavilhão da Polônia Expo 2025
O escritório Interplay divulgou sua proposta para o Pavilhão da Polônia na Expo Mundial em Osaka, Kansai. Encomendado pela Agência de Investimento e Comércio da Polônia, o projeto responde ao tema da próxima Expo: A sociedade do futuro. O Pavilhão da Polônia nasceu da fascinação do escritório pelas espirais, especificamente o uso da forma em diferentes escalas, desde "moléculas de proteína até a estrutura das galáxias". Servindo como um símbolo da engenhosidade polonesa, o pavilhão com padrões geométricos pretende estender sua influência para além das fronteiras nacionais.
A cidade de Osaka, no Japão, foi a escolhida para sediar a Expo Mundial de 2025, um evento internacional que deverá atrair milhões de visitantes. Prevista para começar em 13 de abril de 2025 e terminar em 13 de outubro do mesmo ano, essa é a segunda vez que o Japão é o anfitrião — a primeira foi em 1970. Ao longo de sua história, as Exposições Mundiais têm sido o local onde novas tecnologias e produtos são apresentados e popularizados, levando a avanços tecnológicos e projetos inovadores. O tema desta edição é Projetando a sociedade do futuro para nossas vidas, dividido em três subtemas que aprofundam a proposta: Salvando Vidas, Empoderando Vidas e Conectando Vidas. O arquiteto Sou Fujimoto é o responsável pelo projeto do masterplano da Expo, além de coordenar e oferecer diretrizes para os países participantes.
Néstor Montenegro, Enorme Studio y Smart and Green Design diseñarán el Pabellón de España en Expo Osaka 2025. Image Cortesía de Acción Cultural Española (AC/E)
Os escritórios de arquitetura e design Néstor Montenegro (EXTUDIO), Enorme Studio e Smart and Green Design serão os responsáveis por desenvolver o projeto do Pavilhão da Espanha na Expo Osaka 2025. Isso acontece após serem selecionados em um concurso público convocado pela Acción Cultural Española (AC/E), a instituição responsável por representar o país em Exposições Universais e Internacionais.
A pontuação do índice global deste ano voltou aos dias pré-Covid-19, sugerindo que o mundo se recuperou quase totalmente da pandemia. Classificando as condições de vida em 173 cidades com base em estabilidade, cuidados de saúde, cultura e meio ambiente, educação e infraestrutura, a pesquisa sugere que atualmente "a vida nas cidades está um pouco melhor do que em qualquer outro momento dos últimos 15 anos", embora as pontuações de estabilidade tenham caído em média em 2023, devido a conflitos, crises políticas, protestos sociais, inflação e guerras.
O conteúdo do pavilhão exige uma conexão criativa com ideais espirituais e culturais, enquanto incentiva abertamente os visitantes a se envolverem em atividades físicas. Ele se concentra no conceito de que o movimento do corpo e da alma pode moldar um lugar, com uma espiral ascendente dinâmica projetada como metáfora para o caminho ideal da vida. À medida que os visitantes se movem dentro do pavilhão, o conteúdo cultural se materializa, culminando em uma jornada que gera uma duradoura energia interior.
Em 2018, o Bureau International des Expositions (BIE) anunciou que a cidade japonesa de Osaka sediaria a Exposição Mundial de 2025, um evento que deverá atrair milhões de visitantes entre 13 de abril e encerrado em 13 de outubro de 2025. Com o tema Projetando a sociedade do futuro para nossas vidas, esta será a segunda vez que o Japão recebe o evento, após a Expo Osaka 1970.
O arquiteto Sou Fujimoto está encarregado do projeto do plano diretor da Expo e também da direção dos escritórios de arquitetura dos países participantes. Até o momento, 153 países e regiões e 8 organizações internacionais confirmaram oficialmente sua participação na Expo Osaka 2025
Proposta vencedora do Pavilhão do Brasil na Expo Osaka 2025. Autoria Studio MK27 e Magnetoscópio. Image Cortesia de Apex Brasil
O projeto liderado pelo arquiteto Marcio Kogan, de São Paulo, foi o vencedor do concurso para o Pavilhão Brasil na próxima Exposição Universal, a Expo Osaka 2025, organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (ApexBrasil). O projeto é assinado pelos profissionais dos escritórios MK27 e Magnetoscópio, que além de Kogan, tem os arquitetos Renata Furlanetto e Marcello Dantas como autores.
https://www.archdaily.com.br/br/993308/studio-mk27-e-magnetoscopio-vencem-concurso-para-o-pavilhao-brasil-na-expo-osaka-2025ArchDaily Team
Masterplan da Expo 2025. Image via Expo 2025 Osaka, Kensai, Japan
A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) lançou o concurso de projeto para o Pavilhão do Brasil na Exposição Universal de Osaka, que acontecerá entre abril e outubro de 2025. O lançamento do edital foi realizado no dia 03 de outubro, que marca a celebração do Dia Mundial da Arquitetura. As inscrições podem ser realizadas até o dia 07 de novembro, pelo site oficial do concurso, e o resultado será divulgado no dia 05 de dezembro.
https://www.archdaily.com.br/br/990097/inscricoes-abertas-para-o-concurso-do-pavilhao-do-brasil-na-exposicao-universal-de-osaka-2025ArchDaily Team
Viena, na Áustria, liderou o ranking de habitabilidade global 2022 feito pelo The Economist Intelligence Unit (EIU) recuperando a posição obtida em 2019 e 2018, principalmente por sua estabilidade e boa infraestrutura, apoiada por bons cuidados de saúde e muitas oportunidades de cultura e entretenimento. As cidades da Europa ocidental e do Canadá dominaram as primeiras posições, com Copenhague, na Dinamarca, em segundo lugar e Zurique, na Suíça, e Calgary, no Canadá, empatadas em terceiro lugar. Adicionando 33 novas cidades à pesquisa, um terço das quais na China, e elevando o total para 172 cidades, a classificação excluiu este ano Kyiv, devido à invasão da Ucrânia pela Rússia.
Dividido em 5 categorias: estabilidade, sistema de saúde, educação, cultura, meio ambiente e infraestrutura, o índice foi muito influenciado pela pandemia de covid-19. À medida que as restrições diminuíram em grande parte do mundo, os rankings de habitabilidade começaram a se assemelhar “aos anteriores à pandemia”, mas a pontuação média global permaneceu abaixo do período pré-pandemia. Embora a pandemia de covid-19 tenha recuado, uma nova ameaça à habitabilidade surgiu quando a Rússia invadiu a Ucrânia este ano.
Atualmente, metade da população mundial vive em cidades, segundo os últimos relatórios da ONU-Habitat, e as previsões mostram que esse número deve aumentar para dois terços da população até 2050. Essa realidade intensifica exponencialmente os desafios urbanísticos, tornando mais evidente do que nunca a necessidade de transformação de nossas cidades. Anualmente, a estimativa da população mundial avalia o crescimento das cidades e o número de moradores que vivem em áreas metropolitanas para que as tendências globais sejam analisadas. Em 2022, a lista dos 20 países mais populosos manteve-se semelhante à edição de 2021, com ligeira alteração em números e posições. Tóquio manteve o status de maior cidade do mundo, com 37 milhões de habitantes, enquanto Delhi e Xangai seguiram em segunda e terceira posições.
Comparando os resultados com a edição de 2021, a única queda que pode ser observada no top 20, envolve ambas as cidades japonesas, Tóquio e Osaka. O restante da lista teve, em média, um crescimento de 1,8% no total de pessoas residentes em regiões metropolitanas. De fato, as cidades africanas Kinshasa, na República Democrática do Congo, e Lagos, na Nigéria, reuniram as taxas mais altas, com um aumento de residentes de 4,39% e 3,54%, respectivamente, em 1 ano. A maior cidade do continente americano ainda é São Paulo no Brasil, seguida de perto pela Cidade do México e Buenos Aires. Na Europa, Istambul é a mais populosa, com mais de 14,5 milhões de habitantes.