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Light Matters: O mais recente de arquitetura e notícia

Quando a luz encontra o concreto: reflexões sobre a obra de Tadao Ando

13:00 - 23 Abril, 2019
Quando a luz encontra o concreto: reflexões sobre a obra de Tadao Ando, Vitra Conference Pavilion, Weil am Rhein / Germany. Image © Vitra, by Richard Bryant
Vitra Conference Pavilion, Weil am Rhein / Germany. Image © Vitra, by Richard Bryant

Koshino House, Ashiya-shi / Japan. Image © Kazunori Fujimoto Church of the Light, Osaka / Japan. Image © Naoya Fujii Modern Art Museum, Fort Worth / USA. Image © Todd Landry Photography Screenshot of video of Hill of the Buddha at the Makomanai Takino Cemetery, Sapporo / Japan. Image © Hokkaido Fan Magazine + 8

Quando perguntaram a Tadao Ando, arquiteto japonês vencedor do Prêmio Pritzker de 1995, qual seria o elemento mais consistente em sua obra, ele respondeu sem pestanejar: a luz. Através de sua arquitetura, Tadao Ando se apropria da luz e da sombra de uma forma quase coreográfica. Em determinados momentos, a sombra projetada em uma parede de concreto mais parece uma impressionante obra de arte. Em outros projetos são os reflexos na superfície d'água que transformam por completo a nossa compreensão do espaço. Sua abordagem arquitetônica enraizada na tradicional arquitetura japonesa e potencializada por um vasto vocabulário arquitetônico moderno, provocou profundas transformações em nossa disciplina durante a segunda metade do século XX colocando-o como uma das mais importantes figuras do regionalismo crítico. Cada um de seus projetos apresenta soluções individuais e profundamente conectadas à seus contextos específicos - como a Igreja da Luz, a Casa Koshino ou o Templo da Água-, aproximando a arquitetura tradicional japonesa à universalidade da arquitetura moderna. Ele foi capaz de reproduzir a luz difusa do interior das casas japonesas, filtrada pelas paredes de papel, através do uso criativo dos materiais e da simples configuração dos espaços.

Porque Norman Foster esculpe a luz natural em seus edifícios

13:00 - 8 Fevereiro, 2019
Porque Norman Foster esculpe a luz natural em seus edifícios, © Rudi Meisel. Imagem Reichstag Novo Parlamento Alemão / Foster + Partners
© Rudi Meisel. Imagem Reichstag Novo Parlamento Alemão / Foster + Partners

Enquanto muitos arquitetos pensam em janelas para iluminar os espaços internos, Norman Foster fica intrigado com a luz natural vinda de cima. O famoso arquiteto britânico sempre admirou a obra de Louis Kahn e Alvar Aalto pela forma como lidavam com a luz natural - especialmente no que diz respeito à cobertura. Em particular, grandes edifícios públicos beneficiam-se desta estratégia para criar espaços agradáveis. Portanto, Foster considera a luz natural indispensável quando desenvolve megaestruturas para aeroportos ou arranha-céus corporativos. Mas a luz natural que vem de cima é muito mais do que uma dimensão estética, observa Foster: "Além das qualidades humanísticas e poéticas da luz natural, há também implicações energéticas".

Como Luis Barragán usava a luz para nos fazer ver as cores

10:00 - 20 Julho, 2018
Como Luis Barragán usava a luz para nos fazer ver as cores, © 2018 Barragan Foundation, Suíça/SOMAAP; Arquivo de Fred Sandback
© 2018 Barragan Foundation, Suíça/SOMAAP; Arquivo de Fred Sandback

Na imaginação poética de Luis Barragán, a cor desempenha um papel tão significativo quanto a dimensão ou o espaço. Texturas ásperas e reflexos d'água aumentam o impacto da luz solar em seus edifícios coloridos. Mas de onde vem essa vibração e como ela é potencializada pela própria arquitetura?

© 2018 Barragan Foundation, Suíça/SOMAAP; Arquivo de Fred Sandback © 2018 Barragan Foundation, Suíça/SOMAAP; Arquivo de Fred Sandback © 2018 Barragan Foundation, Suíça/SOMAAP; Arquivo de Fred Sandback © 2018 Barragan Foundation, Suíça/SOMAAP; Arquivo de Fred Sandback + 6

Como a estratégia de iluminação noturna discreta de Zurique potencializa a identidade local

14:00 - 11 Julho, 2017
Como a estratégia de iluminação noturna discreta de Zurique potencializa a identidade local, Iluminação da margem do rio, Zurique. Foto de Juliet Haller. Imagem © Opticalight
Iluminação da margem do rio, Zurique. Foto de Juliet Haller. Imagem © Opticalight

Enquanto muitas cidades se esforçam para parecem espetaculares à noite,Zurique adota uma estratégia modesta para a iluminação noturna. Muitos centros urbanos no mundo ficam supersaturados à noite, com edifícios individuais chamando a atenção com luzes brilhantes, fortes contrastes ou iluminação colorida de fachada. O master plan de Zurique para iluminação, por sua vez, focou numa imagem geral da cidade, com níveis sensíveis de luz branca. No entanto, esta presença noturna não é fruto de um projeto simples; ela foi baseada em estudos urbanos detalhados e projeções precisas e personalizadas, onde a tecnologia é discretamente escondida em favor da autenticidade cultural.

Iluminação do Stadthausquai com a Igreja Fraumünster e St. Peter Church, Zürich. Foto de Benno Tobler. Imagem © Stadt Zürich Iluminação do Stadthausquai com a Igreja Fraumünster e St. Peter. Foto de Juliet Haller. Imagem © Stadt Zürich Iluminação na facahda com projeção na Ópera de Zurique na Sechseläutenplatz. Foto de Juliet Haller. Imagem © Stadt Zürich Vista noturna da Ponte Rudolf Brun. Foto de Georg Aerni. Imagem © Stadt Zürich + 12

Luminosidade fluida: A iluminação arquitetônica na obra de Zaha Hadid

09:00 - 31 Março, 2017
Leeza SOHO, em construção 2017, Pequim / China. Imagem © MIR
Leeza SOHO, em construção 2017, Pequim / China. Imagem © MIR

Os projetos de Zaha Hadid são notáveis não só por suas formas inovadoras de manusear materiais tangíveis, mas também pela sua imaginação em relação à luz. Suas teorias de fragmentação e fluidez são técnicas projetuais bem conhecidas que possibilitaram sua descoberta de formas. No entanto, seus avanços no uso da luz para transmitir sua arquitetura foram, muitas vezes, negligenciados -mesmo que tenham se tornado um elemento essencial para revelar e interpretar sua arquitetura. A transição de três décadas de linhas mínimas de luz no seu projeto do Corpo de Bombeiros de Vitra até o átrio mais alto do mundo no arranha-céu Leeza SOHO, que recolhe uma abundância de luz natural, mostra o notável desenvolvimento do legado luminoso de Zaha Hadid.

Centro Heydar Aliyev, 2013, Baku / Azerbaijão. Imagem © Hélène Binet Estação de Trem Nordpark, 2007, Innsbruck / Áustria. Imagem © <a href='https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Hungerburgbahn-Bergstation.JPG'>Wikimedia user Hafelekar</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en'>CC BY-SA 3.0</a> Museu MAXXI, 2009, Roma / Itália. Imagem © Iwan Baan Centro de Ciências Phaeno, 2005, Wolfsburg / Alemanha. Imagem © Werner Huthmacher + 13

Camadas e iluminação: Como arquitetos famosos projetam grandes lojas de grife

16:00 - 11 Fevereiro, 2017

Lojas emblemáticas agradam tanto os compradores de moda como os designers devido ao seu papel de laboratórios para as últimas tendências e experiências do varejo. Os arquitetos desenvolveram várias formas de "vestir" lojas de alta costura, de ícones distintos durante o dia a sedutoras imagens noturnas. As imagens que acompanham este artigo, criadas pelo arquiteto e ilustrador português André Chiote, ajudam a explorar o potencial gráfico de marcas famosas como Dior, Prada e Tod's. As ilustrações revelam as várias técnicas empregadas pelos arquitetos, do jogo de camadas translúcidas a vistas internas íntimas ou contrastes de luz e sombra.

Envolto em Luminosidade: Como fachadas reflexivas transformaram a arquitetura moderna

07:00 - 11 Novembro, 2016
Envolto em Luminosidade: Como fachadas reflexivas transformaram a arquitetura moderna, Reflexões em Fachada de Vidro. Elbphilharmonie, Hamburgo. Arquitetos: Herzog & de Meuron. Imagem © Frank Thiel
Reflexões em Fachada de Vidro. Elbphilharmonie, Hamburgo. Arquitetos: Herzog & de Meuron. Imagem © Frank Thiel

Mesmo o modernismo promovendo a transparência da arquitetura de vidro, muitos dentro do movimento estavam conscientes da monotonia de grandes fachadas de vidro, com até Mies van der Rohe usando elementos como sua marca registrada montantes para quebrar suas fachadas. Mas, nos anos seguintes, inúmeros arranha-céus de envidraçamento estrutural uniformes surgiram e entediaram cidadãos urbanos. Em resposta a isso, reinterpretações não convencionais de fachadas despertaram interesse.

Acompanhados pela crença de que a luz e a luminosidade poderiam ajudar na criação de uma arquitetura icônica e um mundo melhor, vidro e metal foram transformados de forma inovadora, para criar imagens cristalinas. Como resultado, o locus do sentido na arquitetura deslocou-se do espaço interno e forma à superfície exterior.

Quando gotas criam espaços: Um olhar sobre arquitetura líquida

12:00 - 30 Setembro, 2016
Quando gotas criam espaços: Um olhar sobre arquitetura líquida, Light in Water, 2015. Paris. Arquitetos: DGT Architects. Fotógrafo: <a href='http://www.takuji-shimmura.com/'>Takuji Shimmura</a>. Image © DGT Architects
Light in Water, 2015. Paris. Arquitetos: DGT Architects. Fotógrafo: Takuji Shimmura. Image © DGT Architects

Ao longo do século passado, a relação da arquitetura com a água tem sido desenvolvida ao longo de uma variedade de diferentes caminhos. Com sua "Casa Cascata", por exemplo, o mestre americano Frank Lloyd Wright confrontou o fluxo dramático da água com linhas horizontais expressivas para aumentar a experiência da natureza. Desde então, o uso da água na arquitetura tornou-se mais variada e complexa. Um espaço feito quase exclusivamente de água surgiu com o projeto de Isamu Noguchi na Expo de Osaka: a água brilhante parecia cair do nada e brilhava no escuro. Mais tarde, com a digitalização e as formas fluidas dos projetos paramétricos, o foco mudou para uma arquitetura líquida feita de água e luz. As interpretações têm variado de formas arquitetônicas modeladas para literais gotas de água, como a visionária “Bubble”, de Bernhard Franken, para a BMW, a instalações espetaculares feitas de linhas de água, transformadas em pixels pela luz.

Pavilhão Islandês. Hannover, Expo 2000. Image © Thomas Schielke Blur Building. Pavilhão de Exposições, Yverdon-Les-Bains, 2002. Arquitetos: Diller Scofidio + Renfro. Image © Diller Scofidio + Renfro Olafur Eliasson: O Corredor Reflexivo, Projeto para parar a queda livre, 2002. (Der reflektierende Korridor, Entwurf zum Stoppen des freien Falls, 2002). Fotógrafo: Werner J. Hannappel. Cortesia de Centre for International Light Art Unna, Germany. Image © 2002 Olafur Eliasson Luce Tempo Luogo, 2011. Milão. Arquitetos: DGT Architects. Fotógrafo: Daici Ano. Image © DGT Architects + 20

Light Matters: Aprendendo com janelas vernaculares

07:00 - 16 Abril, 2015
Light Matters: Aprendendo com janelas vernaculares, Janela em Osaka, Japão. Imagem © VELUX Group
Janela em Osaka, Japão. Imagem © VELUX Group

Antes dos computadores, simulações de iluminação natural eram usadas para otimizar a atmosfera e a energia nos edifícios, e gerações de construtores desenvolveram princípios simples para criar as melhores janelas para cada situação. Dois especialistas em iluminação estudaram essas tradicionais aberturas em edifícios visando encontrar inspiração para projetos atuais mais sustentáveis. Francesco Anselmo, designer de iluminação da Arup, e John Mardaljevic, professor de simulação de iluminação natural na School of Civil & Building Engineering da Loughborough University, analisaram as variações de sol e iluminação natural em latitudes que vão desde Estocolmo até o Haiti e Abu Dhabi.

Continue lendo para saber mais sobre a variedade de janelas tradicionais em cada região.

Janela em Roma, Itália. Imagem © VELUX Group Janela em Estocolmo, Suécia. Imagem © VELUX Group Janela em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos. Imagem © VELUX Group Janela em Londres, Reino Unido. Imagem © VELUX Group + 7

Light Matters: Le Corbusier e a Trindade da Luz

10:00 - 19 Fevereiro, 2015
Light Matters: Le Corbusier e a Trindade da Luz, Vista para as ondas de luz na lateral sul. Igreja de Saint-Pierre, Firminy, França. Imagem © Henry Plummer 2011
Vista para as ondas de luz na lateral sul. Igreja de Saint-Pierre, Firminy, França. Imagem © Henry Plummer 2011

Em seus três edifícios sagrados, Le Corbusier manipulou magistralmente a orientação, as aberturas e as texturas para criar uma arquitetura cinética com a luz natural. Sua capela de peregrinação em Ronchamp, o Convento de La Tourette e a igreja paroquial de Saint-Pierre, em Firminy, revelam abordagens distintas e individuais que criam espaços contemplativos através do uso da luz. Em seu livro“Cosmos of Light: The Sacred Architecture of Le Corbusier", Henry Plummer, professor emérito da Universidade de Illinois, analisa esses projetos através de fotografias feitas há mais de 40 anos e uma escrita brilhante.

Continue lendo para saber como Le Corbusier criou seu cosmos de luz.

Corredor para o átrio iluminado com a luz do sol no final da manhã. Monastério de Sainte Marie de la Tourette, Éveux-sur-l’Arbresle, França. Imagem © Henry Plummer 2011 Vista no nascer no sol. Capela de Notre Dame du Haut, Ronchamp, França. Imagem © Henry Plummer 2011 Luz dourada no altar. Igreja de Saint-Pierre, Firminy, França. Imagem © Henry Plummer 2011 Vista da fenda e do brise em um dia nublado. Capela de Notre Dame du Haut, Ronchamp, França. Imagem © Henry Plummer 2011 + 9

Light Matters: 7 maneiras de usar a luz para tornar a arquitetura mais sustentável

15:00 - 24 Novembro, 2014
Light Matters: 7 maneiras de usar a luz para tornar a arquitetura mais sustentável, Iluminação Sustentável HDI Gerling Headquarters. Arquitetos: ingenhoven architects, www.ingenhovenarchitects.com. Projeto Luminotécnico: Tropp Lighting, www.tropp-lighting.com. Imagem © Hans Georg Esch, www.hgesch.de
Iluminação Sustentável HDI Gerling Headquarters. Arquitetos: ingenhoven architects, www.ingenhovenarchitects.com. Projeto Luminotécnico: Tropp Lighting, www.tropp-lighting.com. Imagem © Hans Georg Esch, www.hgesch.de

Um projeto de iluminação sustentável oferece conforto e vários benefícios ambientais, além de vantagens econômicas para os clientes e usuários. Embora a luz do dia ofereça uma fonte de iluminação gratuita, para a maioria dos espaços a quantidade e a duração da luz solar não é suficiente, fazendo com que a iluminação elétrica se torne necessária, mesmo durante o dia. Focar na sustentabilidade torna-se essencial para minimizar o consumo de energia e melhorar a qualidade de vida. Embora a eficiência tenha aumentado significativamente com a tecnologia LED, a iluminação eléctrica ainda é amplamente utilizada. Muitas vezes, o desejo por renovações ou novas aplicações anda junto com uma maior quantidade de iluminação, ao invés de encontrar uma melhor qualidade com a quantidade adequada de energia.

Leia a seguir 7 passos fundamentais para alcançar a iluminação sustentável.

Light Matters: Pixels voadores inteligentes criam nuvens de luz

17:00 - 21 Outubro, 2014

Imagine um sistema de iluminação que pudesse voar e iluminar as edificações ou nos guiar individualmente através do espaço. O que aconteceria ainda se pudéssemos interagir com esses pixels voadores? Esses conceitos poderiam ser concretizados num futuro próximo ao passo que os primeiro protótipos e experimentos são introduzidos. LEDs controlados por softwares combinados à tecnologia dos drones proporcionariam extraordinárias possibilidades de induzir a novas formas de experiência espacial. Essas nuvens de pixels luminosos emergiriam como padrões digitais, mas ao mesmo tempo criariam uma atmosfera romântica ao formar constelações no céu noturno. Os primeiros projetos compartilham um caráter lúdico, porém, laboratórios como o MIT's SENSEable City Lab, o ARES Lab e o Ars Electronica Futurelab mostraram um futuro fascinante no desenho urbano para os sistemas de orientação ou previsão de desenvolvimentos imobiliários, ao passo que avanços na tecnologia de baterias e controle sem fio abriram novas perspectivas para uma vida com pixels voadores inteligentes.

Light Matters: O elemento ausente na Bienal de Veneza

22:00 - 28 Julho, 2014
Light Matters: O elemento ausente na Bienal de Veneza, Banheiros, em "Elements of Architecture" na Bienal de Veneza. Imagem © Nico Saieh
Banheiros, em "Elements of Architecture" na Bienal de Veneza. Imagem © Nico Saieh

Elements of Architecture,” a exposição com curadoria de Rem Koolhaas na Bienal de Veneza 2014, investigou diversos componentes estruturais e técnicos da arquitetura como, por exemplo, pisos, paredes, portas, escadas e banheiros. Mas por que a luz não estava entre eles?

Meu manifesto pela inclusão da luz como elemento fundamental da arquitetura - a seguir.

Light Matters: Richard Kelly, um mestre anônimo por trás das maiores obras modernas

17:00 - 30 Maio, 2014
Light Matters: Richard Kelly, um mestre anônimo por trás das maiores obras modernas, Edifício Seagram, Nova Iorque.
Edifício Seagram, Nova Iorque.

Richard Kelly iluminou alguns dos edifícios mais icônicos do século XX: a Casa de Vidro, o Edifício Seagram e o Museu de Arte Kimbell, para citar alguns. Sua estratégia de projeto foi surpreendentemente simples, mas extremamente bem sucedida.

Iluminação para a arquitetura tem sido, e muitas vezes ainda é, dominada por um ponto de vista de engenharia, com a determinação dos níveis de iluminância suficientes para um ambiente de trabalho seguro e eficiente. Com experiência em iluminação de palco, Kelly apresentou uma perspectiva cenográfica para a iluminação arquitetônica. Seu ponto de vista pode parecer auto-evidente para a comunidade arquitetônica de hoje, mas foi revolucionário para o seu tempo e influenciou fortemente a arquitetura moderna.

Leia mais sobre a notável e anônima contribuição de Richard Kelly para a arquitetura, abaixo.

Entrada, Edifício Seagram, Nova Iorque. Imagem © Ezra Stoller/Esto Edifício Seagram, Nova Iorque. Imagem © Thomas Schielke Entrada, Edifício Seagram, Nova Iorque. Imagem © Ezra Stoller/Esto Bar, Restaurante Four Seasons, Edifício Seagram, Nova Iorque. Imagem © Hagen Stier + 11

Light Matters: Espaços Sagrados

14:00 - 13 Abril, 2014
Light Matters: Espaços Sagrados, Chapel in Villeaceron, Spain. Architect: Sancho-Madridejos Architecture Office. Image © Hisao Suzuki
Chapel in Villeaceron, Spain. Architect: Sancho-Madridejos Architecture Office. Image © Hisao Suzuki

A utilização da luz pode levar a diversos sentimentos: um raio de sol chama a atenção; o brilho sobrepõe; o céu noturno fascina, enquanto que uma densa floresta escura desperta medo. As religiões têm feito uso destas experiências para transmitir os aspectos místicos de suas respectivas divindades - assim, também o fazem os seus edifícios construídos.

A seguir, uma exploração das diferentes abordagens de uso da luz como veículo de significado simbólico e experiência espiritual em espaços religiosos.

Al-Irsyad Mosque, Indonesia. Architects: PT. Urbane Indonesia. Image © Emilio Photoimagination Cathedral of Brasilia, Brazil. Architect: Oscar Niemeyer. Image © Wikimedia Commons Catedral de Cristal, EUA. Arquiteto: Philip Johnson. Imagem Cortesia de American Seating Church of Light, Japan. Architect: Tadao Ando. Image © Buou + 9

Light Matters: 7 maneiras da luz natural tornar o projeto mais sustentável

19:00 - 12 Fevereiro, 2014
Light Matters: 7 maneiras da luz natural tornar o projeto mais sustentável, Kaap Skil, Maritime e Beachcombers’ Museum,Ganhador do Daylight Award 2012. Imagem Cortesia de Mecanoo Architecten
Kaap Skil, Maritime e Beachcombers’ Museum,Ganhador do Daylight Award 2012. Imagem Cortesia de Mecanoo Architecten

A luz natural é um meio altamente eficaz para redução dos custos de energia utilizada na iluminação elétrica e no resfriamento dos edifícios. Mas o pensamento arquitetônica muitas vezes reduz a expressão da luz solar a fim de criar efeitos atraentes nas fachadas e dificilmente discute seus potenciais - não apenas no custo, mas na saúde, bem-estar e energia.

Esse artigo do Light Matters analisará os aspectos muitas vezes inexplorados da luz solar e apresentará estratégias-chave para que você possa incorporá-la melhor no projeto: desde a otimização na hora de definir a orientação do edifício até a escolha das superfícies do interior para que possam atingir a reflectância certa. Estes passos podem reduzir significativamente o investimento, bem como os custos operacionais. E quando essas estratégias atraírem o interesse dos clientes, você descobrirá que a luz solar pode fazer muito mais.

Mais Light Matters sobre a luz solar, a seguir.

Light Matters: Principais Festivais de Luz na Europa

19:00 - 29 Novembro, 2013
Light Matters: Principais Festivais de Luz na Europa, Light Marina Bay. Singapore, 2012. Image © Darren Chin
Light Marina Bay. Singapore, 2012. Image © Darren Chin

No outono, quando as noites ficam mais longas no hemisfério norte, encontramos vários festivais de luz. E de fato, nos últimos dez anos, mais e mais festivais surgiram pelo mundo. A razão para o sucesso de festivais de luz é simples, como a curadora alemã Bettina Pelz conclui: "É na verdade bastante fácil, porque sempre que você faz algo com luz nas cidades à noite, as pessoas vêm. Se você faz bem, eles vêm duas vezes."

Como Pelz aponta, luz é um meio apto para eventos noturnos, já que atrai pessoas com facilidade. Comunidades descobriram o potencial da iluminação para marketing das cidades, e quanto mais próximo do Natal for sua data, mais fundem sua iluminação com as luzes festivas do mercado natalino.

Junte-se a nós em um passeio por alguns dos principais festivais na Europa. Leia mais sobre seus diferentes contextos, conceitos artísticos e tendências futuras a seguir.

Light Marina Bay. Singapore, 2012. Image © Darren Chin Berliner Cathedral, Festival of lights. Berlin, 2012. Fotógrafo: Marius Schwarz. Image Courtesy of  Festival of lights / Frank Herrmann Tunnel of love por Vollaerszwart. Glow 2011. Imagem Cortesia de GLOW Eindhoven Cagna Illuminations, 2012. Projeto: De Cagna . Light Festival Ghent. Imagem Cortesia de City of Ghent + 30

Light Matters: Vídeo-mapeamento 3D, fazendo da arquitetura uma tela para narrativas urbanas

19:00 - 29 Outubro, 2013

Projetores de vídeo a preços acessíveis abriram o caminho para uma jovem e impressionante forma de arte: vídeo-mapeamento 3D, um modo de projeção que usa a própria arquitetura como tela. Artistas e pesquisadores iniciaram o movimento, desenvolvendo uma nova linguagem visual para interpretar a arquitetura. Mais tarde, a publicidade adotou essa técnica para promoção de marcas, com projeções em larga escala em arranha céus; ativistas políticos também iniciaram diálogos, transformando intervenções efêmeras em interessantes formas de destacar e abordar problemáticas de desenho urbano.

Mais sobre como artistas e outros grupos desenvolveram essa linguagem visual para narrativas urbanas na continuação.