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Antes dos computadores, simulações de iluminação natural eram usadas para otimizar a atmosfera e a energia nos edifícios, e gerações de construtores desenvolveram princípios simples para criar as melhores janelas para cada situação. Dois especialistas em iluminação estudaram essas tradicionais aberturas em edifícios visando encontrar inspiração para projetos atuais mais sustentáveis. Francesco Anselmo, designer de iluminação da Arup, e John Mardaljevic, professor de simulação de iluminação natural na School of Civil & Building Engineering da Loughborough University, analisaram as variações de sol e iluminação natural em latitudes que vão desde Estocolmo até o Haiti e Abu Dhabi. Continue lendo para saber mais sobre a variedade de janelas tradicionais em cada região. Os longos dias de verão e as noites curtas são características dos países da Escandinávia. Durante o verão, proteções externas permitem que as pessoas durmam melhor, criando uma atmosfera noturna no interior das casas. Os baixos índices de iluminância, em comparação com regiões mediterrâneas ou tropicais, demandam aberturas que maximizem a iluminação natural nos ambientes internos. No entanto, pessoas necessitam de privacidade. Assim, as janelas são divididas em duas partes: a porção superior transparente permite a entrada do máximo de luz natural possível. Por sua vez, a porção inferior das janelas, com cortinas ou vidros translúcidos, impede a vista direta para dentro da casa. A arquitetura contemporânea também mostra uma variedade de conceitos que revelam a importância da iluminação natural em países nórdicos. Veja mais Veja a descrição completa
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