The Sphere, no Venetian Resort (anteriormente conhecida como MSG Sphere), abriu suas portas ao público na noite de sexta-feira passada em Las Vegas, com uma série de shows que tiveram como atração principal a banda de rock irlandesa U2. Anunciado pela primeira vez em 2018, foi projetado pelo renomado escritório de arquitetura Populous, especializado em estádios. Com 34 metros de altura e 157 de largura, o projeto custou US$ 2,3 bilhões e é considerado a maior estrutura esférica do mundo. Localizado a leste da Las Vegas Strip e conectado ao complexo do Venetian Resort, este projeto foi concebido para ser palco de diversos eventos, incluindo shows de música, exibições de cinema — a fachada externa é revestida com uma tela LED de alta resolução — e até mesmo algumas competições esportivas.
Ao emular técnicas manuais de fabricação, a impressão 3D utiliza modelos digitais para criar objetos tridimensionais personalizados através de um processo de produção aditivo. Essa ferramenta permite que a arquitetura explore formas, estruturas e materialidades inovadoras, fornecendo novos caminhos para o pensamento criativo. Expandindo progressivamente seus limites, a impressão 3D está integrando outras tecnologias existentes para desbloquear novos usos e tipologias. É o caso do trabalho de Philipp Aduatz, que combina estruturas texturizadas impressas em 3D com iluminação LED, adicionando uma nova camada de complexidade para permitir a criação do primeiro estúdio de cinema impresso em 3D do mundo.
Como a conexão emocional seria capaz de gerar projetos mais acolhedores para os grupos minorizados? Qual o impacto da tecnologia na concepção das cidades e dos lares? Como a arquitetura e o design podem melhorar o bem-estar e elevar a autoestima das pessoas? Esses e outros questionamentos fazem parte da conversa com o arquiteto, urbanista e designer Guto Requena realizada pelo Betoneira Podcast.
Entrar em uma loja de elétrica pode ser intimidador. À primeira vista, todas as luzes ligadas, milhares de lustres e abajures chegam a cegar. Depois, na parte das lâmpadas, estantes com dezenas de opções, formas, cores, preços, usos. Em cada uma das embalagens, tabelas informativas com números que parecem não fazer o menor sentido. Lúmens, temperatura de cor, potência, rendimento. São muitos os termos para nos confundir. Mas antes de desistir de tudo e sair correndo para a casa com a opção mais barata e ao ligar a lâmpada se sentir em uma funerária sinistra em uma cidade do interior, algumas informações podem te ajudar muito. Sabemos que um bom projeto luminotécnico pode melhorar muito o seu projeto. E uma iluminação mal pensada pode arruiná-lo ou afetar negativamente os seus ocupantes. Reunimos algumas informações que podem te ajudar na próxima vez que uma lâmpada queimar na sua casa.
Com o objetivo de criar experiências ambientais imersivas em espaços interiores, o estúdio de design Aqua Creations desenvolveu o Manta Ray Light, uma instalação de iluminação construída com a tecnologia LED RGB responsiva que mistura as cores vermelho (Red), verde (Green) e azul (Blue) para gerar mais de 16 milhões de tons de luz. Ao predefinir seu espectro de cores, diminuir o brilho em uma escala de 0,1 a 100% e até carregar imagens e vídeos em sua memória interna, o sistema permite adicionar cor e movimento a espaços expressivos ou proporcionar uma sensação de calor e foco nos espaços íntimos e privados.
O uso da luz e sua manipulação são capazes de alterar a percepção do espaço; os usuários percebem e sentem o espaço de formas diferentes dependendo de fatores como o acionamento e desligamento de fontes luminosas, variação de cores e composições. Como elemento constituinte em instalações temporárias, a luz atravessa os limites não só entre a arte e a arquitetura, mas também entre o tangível e intangível, podendo transformar os componentes do projeto e criar novas formas e padrões.
Escolher a iluminação certa para qualquer espaço pode ser uma decisão complexa. Considerações precisam ser feitas com relação ao objetivo, forma e função da aplicação da iluminação. Design e estética também têm papel nessa equação. Com tantas opções de iluminação no mercado, são necessários conhecimentos e entendimentos especializados para determinar o melhor ajuste para o seu espaço. Ainda mais desafiador do que encontrar iluminação para um espaço genérico, uma galeria de arte ou um museu pode ser extremamente difícil de iluminar adequadamente. Mas a iluminação LED simplificou uma grande parte da iluminação para exibição de arte.
https://www.archdaily.com.br/br/929230/a-arte-de-iluminar-arteDavid Hakimi
Quanto de luz é o bastante? A questão é difícil, mas quando você precisa calcular quanto de iluminação LED é necessário para criar um espaço bem iluminado, ela pode se tornar um pouco mais complicada ainda.
Seja iluminação LED para espaços comerciais ou residências, veja aqui como determinar quantos lumens você precisa para iluminar adequadamente seu espaço.
https://www.archdaily.com.br/br/897537/como-calcular-a-intensidade-de-luz-necessaria-em-seus-ambientesDavid Hakimi
O projeto de iluminação linear de David Svensson, proposto no espaço público da Estação de Odenplan em Estocolmo, é uma obra de arte que aborda o ritmo da vida da cidade.
O projeto, uma peça de iluminação suspensa, construída por perfis metálicos e um forro onde se projeta a luz quente e branca de uma série de fitas de LED, busca representar a linguagem visual básica de uma linha.
O design modular desenvolvido pelos estudantes do Departamento de Ciências da Arquitetura da Universidad Ryerson propõe um espaço público para sentar e relaxar que funciona como uma extensão da calçada, apropriando-se e outorgando um novo significado às vagas de estacionamento na ruas de Toronto.
O projeto, uma forma ondulada natural, é construído por uma série de módulos de madeira de Accoya, que permitem um fácil armazenamento, reutilização e reconfiguração.
O designer japonês Michiru Tanaka lançou uma nova parceria de produtos com o fabricante de iluminação Kaneka para criar um azulejo de aço inoxidável tanto como um OLED quanto como um espelho. Graduado na Musashino Art University, de Tóquio, Tanaka seguiu uma carreira em iluminação arquitetônica e seus projetos variam de instalações comerciais, iluminação em museus e design de produtos. Chamado "Kumiko", os azulejos provêm de uma fusão de inspirações, que vão desde a arquitetura japonesa tradicional e suas técnicas de carpintaria até a paisagem urbana de Manhattan.
Por ocasião do Festival de Arte de Hainen, na China, o estúdio Imagen Subliminal registou a instalação de luz realizada pelo escritório madrilenho Brut Deluxe liderado porBen Busche. A interessante proposta dá seguimento à produção do estúdio de obras efêmeras que envolvem a luz.
“Me conta um segredo?” é uma obra de arte pública temporária, um mobiliário urbano interativo criado para o URBE 2016. Composto por 5 bancos de madeira, desenhados para estimular o coletivo, situados no meio da Praça Coronel Fernando Prestes no Bairro do Bom Retiro, reduto de imigrantes na cidade de São Paulo. Um sexto móvel, em formato de câmara, contendo um telefone antigo e uma frase “Me conta um segredo?” convida os passantes a entrarem e compartilharem suas histórias. Tais segredos são armazenados num computador e randomicamente são transmitidos dentro dos móveis, através de caixas de som em seu interior. A cor desse mobiliário se originou num processo de miscigenação das bandeiras dos principais imigrantes da região, como Coréia do Sul, Grécia, Bolívia, Itália e Haiti.
O escritório BIG projetou um pavilhão inflável móvel que será exibido em três eventos na Dinamarca, incluindo o Festival Roskilde 2016. Apelidada de SKUM (palavra dinamarquesa para "espuma"), a estrutura enfrentou o desafio de proporcionar uma instalação que seja, simultaneamente permanente e facilmente transporta, podendo ser inflada em apenas sete minutos.
Embora tenha sido um elemento essencial nas estruturas clássicas, o friso foi deixado para trás pelos arquitetos que buscaram por novos sistemas de fachada. No entanto, no recém-inaugurado anexo do Kunstmuseum Basel, projetado pelo escritório suíço Christ & Gantenbein em colaboração com o grupo de design iart, o friso retorna com um caráter tecnológico, atuando como uma série de pixels ocultos na fachada que exibem imagens em movimento e textos.
Edifício mais alto do mundo desde 2009, o Burj Khalifa quebrou ano passado mais um recorde ao implementar a maior fachada de LED do mundo. Tomando partido deste novo equipamento, o escritório Minus5 Architects, em parceria com o Studio Mr. White, propôs recriar a silhuetas de monumentos arquitetônicos de diversas partes do mundo na fachada do edifício, incluindo o Empire State Building, a sede da CCTV , o The Shard, entre outros.
Como os nossos edifícios vão mudar quando nossos dispositivos móveis poderão receber enormes quantidades de dados vindos das luminárias acima das nossas cabeças? O LED não apenas nos trouxe uma fonte de luz altamente eficiente, mas é também um instrumento promissor para a comunicação de luz visível (VLC). A luz não será apenas um meio para apoiar a visão, mas também será um meio essencial de comunicação de dados. Com o baixo consumo de energia de um LED, poderemos até mesmo configurar luminárias sem cabos de alimentação e apenas instalar cabos Ethernet. Bem-vindos ao mundo da iluminação digital!
Os antigos índios Hohokam, que habitavam a região do norte do Arizona no ano 300 d.C., foram uma das primeiras culturas a depender dos canais de irrigação. A engenharia ambiental das comunidades melhorou o acesso à água do rio e ajudou a melhorar a qualidade de vida de seus habitantes.
Partindo dessa ideia e inspirada nos canais naturais do Arizona, a obra GOLDEN WATERS, da artista peruana Grimanesa Amorós, é uma instalação de grande escala que se baseia na luz. O projeto foi construído ao pé da Ponte Soleri, localizada entre as ruas Scottsdale e Camelback.