O Concurso Um Novo Portal, promovido pela Minimum, é um concurso em equipes para estudantes e recém-formados em Arquitetura e Urbanismo.
Nesse concurso,em a parceria do escritório de arquitetura KS Arquitetos e a empresa Prontosul, a Minimum traz, como desafio, a criação de ideias para revitalização de uma área pública de Porto Alegre, conhecida como um dos “Portais do Guaíba” localizada na zona sul da cidade, na beira do Lago Guaíba. O Portal Mario Totta.
Os participantes devem criar espaços e momentos para que local se torne um lugar de exemplo à cidade no que diz respeito à sua arquitetura e estratégias urbanísticas
O escritório catalão de arquitetura, Miralles Tagliabue EMBT, fundado e dirigido pela arquiteta Benedetta Tagliabue, acaba de ser anunciado como vencedor do Concurso Internacional de Arquitetura para o projeto do Conservatório de Música de Shenzhen, um dos dez novos edifícios culturais que estão atualmente em fase de projeto. Buscando estabelecer um diálogo direto com o seu entorno imediato, a proposta apresentada pela equipe do Miralles Tagliabue EMBT integra espaços dedicados à música e à arte à exuberante paisagem natural de Shenzhen, delineando um edifício de formas orgânicas e altamente sustentável.
Imagem produzida pela organização do doCACAU. Apresenta uma fotografia do CarmoCoffees, em Minas Gerais, com as informações do evento.
Promovido pelo Centro Acadêmico do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFJF (CACAU UFJF), o Programa de Audiovisual doCACAU visa a democratização do ensino de Arquitetura e Urbanismo para a comunidade, em conjunto com o saber cultural e social, como forma de transmitir o conhecimento obtido para fora dos muros da Universidade. Este conta com vertentes internas voltadas para a produção audiovisual e diálogos sobre arquitetura, os quais são publicados através das mídias do Centro Acadêmico. Com o objetivo de contribuir no cenário de produção e disseminação do conhecimento em arquitetura e urbanismo, o doCACAU realizará na próxima quarta-feira, dia
O conjunto do Unhão, cuja construção data do século XVII, constituía-se de um engenho de açúcar com casa-grande, capela e senzala, tombado no ano de 1943. Salvador era a principal cidade brasileira na época da construção, em que o Brasil era uma colônia portuguesa, com a mão-de-obra sobretudo de escravizados, e do seu porto saía grande parte da produção de açúcar para exportação. O conjunto chamou a atenção da arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi desde sua primeira visita em 1958, na época que ela passou alguns anos trabalhando e dando aulas na capital baiana. Com participação decisiva de Lina na definição do programa e da própria implantação, as edificações foram restauradas para receberem o Museu de Arte Popular e a Universidade Popular. Mas em todo o conjunto, o elemento que chama a atenção por sua plasticidade, funcionalidade e simbolismo, é a escada helicoidal de madeira.
Mais do que um software, o BIM (sigla usada para Building Information Modeling) representa todo um conceito sobre como representar, modelar e gerenciar uma construção, levando em consideração diferentes dimensões e parâmetros de qualidade na concepção de um edifício e de seu posterior uso, como, por exemplo, o projeto arquitetônico, orçamento da obra, gerenciamento de processos, desempenho térmico e impacto ambiental dos materiais e de sua aplicação. O pensamento projetual através do BIM precisa ser implantado desde as ideias iniciais e é melhor empregado quando influencia toda a cadeia de tomadas de decisão que configura o projeto, incluindo análises pós-ocupação.
Os escritórios Citymakers e Karres en Brands empataram em primeiro lugar no concurso para reformular o centro da cidade de Saratovm na Rússia. Do Parque Pobedy ao desenvolvimento do antigo aeroporto Saratov Tsentralny, as equipes projetarão uma série de novos espaços pela cidade.
Cortesia de International Architecture Design Competition for the Shenzhen Maritime Museum
A proposta concebida pela dupla de arquitetos do SANAA e chamada de “The Cloud on the Ocean”, acaba de ser escolhida como a grande vencedora do Concurso Internacional de Arquitetura para o projeto do novo Museu Marítimo de Shenzhen, na China. Para o desenho do museu, os arquitetos Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa buscaram inspiração na paisagem natural, nas montanhas e o no mar, criando um edifício moderno e profundamente enraizado na cultura local.
Em que casas vivemos? Como é que os arquitetos de hoje projetam as nossas casas? Como mudaram as noções de habitar ao longo da última geração? A exposição "Em Casa. Projetos para Habitação Contemporânea" analisa investigações e respostas a estas questões através de obras de vários arquitetos. Construída a partir da coleção do museu MAXXI, o Museu Nacional das Artes do Século XXI em Roma, a exposição constitui-se num percurso que começa com abrigos de escala reduzida e termina com projetos de habitação coletiva de grande escala, revelando experiências híbridas e complexas que são testemunho de novos modos de relação entre o indivíduo e a comunidade.
Palazzetto dello sport. Foto de Kerry O'Connor, via Flickr. Licença CC BY-NC 2.0
Pier Luigi Nervi é um caso curioso na história da arquitetura. Apresenta grandes edifícios de concreto armado – sendo inclusive responsável por desenvolvimentos técnicos ligados a esse material –, que se definem por seus ousados, expressivos e heroicos partidos estruturais. Projetava de forma semelhante a Corbusier na sua chamada ‘fase brutalista’, que “(...) abordava o programa de arquitetura partindo de princípios de ordem geral, adaptando-os em seguida à situação real. O projeto era definido pelo partido que se organizava do geral para o partícular” (Acayaba, 1985); observar-se isto nos edifícios do italiano que, em grande parte, são obras pavilhonares, nos quais uma grande cobertura estrutural recobre o programa em suas particularidades.
O escritório Marc Thorpe Design desenvolveu o projeto de uma casa composta por arcos de concreto ao longo de um afluente do rio Savannah, nos Estados Unidos. A Casa dos Quatro Jardins foi projetada entre árvores e arbustos perenes e tem o contato com a natureza como ponto de partida.
No desenho urbano contemporâneo, a ordenação espacial, mobilidade, demanda a novas conexões e ainda os limites assumido entre os espaços público e privado, têm apresentado cada vez mais enfoque nas discussões ligadas ao futuro das cidades mundiais, e em mesma proporção, no território brasileiro. Neste modelo, em decorrência do crescimento exacerbado, certas estruturas construídas têm provocado barreiras urbanas, evidenciando obstáculos.
O escritório OPEN Architecture compartilhou conosco sua proposta para o concurso do Museu Marítimo de Shenzhen, um projeto para um centro de educação marinha à beira-mar na China. Intitulado Icebergs and the Sea, o museu foi idealizado como um elemento orgânico natural: seis "icebergs" de vidro emergem na costa subtropical para fomentar a conscientização sobre o aquecimento global e a proteção do meio ambiente marinho.
Escada x Escada Rolante. Até o começo do século XX, a circulação vertical era feita através da escada. Sem o aparato da eletricidade, a circulação vertical demandava esforço físico e atenção dos usuários, dependendo somente da força humana. A escada rolante surge “com o rush das invenções industriais junto aos desejos da ficção científica de 1800, apresentada em 1915 como objeto de entretenimento na grande exposição de Paris e de Coney Island” (KOOLHAAS, 2014, pg.1303). Logo depois, passa a ser usada como elemento funcional de circulação. A princípio, a sua utilização deveria substituir o uso da escada comum, entretanto, o novo aparato tecnológico não cumpriu essa função, passando a ser um elemento complementar e adquirindo um novo significado. Com degraus maiores para acomodar um corpo parado em pé, a escada rolante possibilita um fluxo de pessoas mais intenso, conectando espaços mais íngremes com uma menor área de incidência. Comparada a escada, ambas exigem ritmos, sensações e condicionamentos físicos diferentes daqueles que ali transitam.
Paul Clemence divulgou uma nova série de imagens mostrando o andamento das obras da torre 111 West 57th, projetada pelo escritório SHoP. Localizado em Nova Iorque, arranha-céu residencial se tornará o segundo edifício mais alto da cidade – considerando a altura de sua cobertura – e o edifício mais esbelto do mundo.
A Escola da Cidade, por meio da disciplina Seminário de Cultura e Realidade Contemporânea, em conjunto com o Coletivo Feminista Carmen Portinho, recebeu sete mulheres para debater sobre a produção da arquitetura no contexto atual e como a temática de gênero incide sobre essa questão.
https://www.archdaily.com.br/br/959027/outras-formas-de-construir-a-producao-feminina-no-campo-da-arquiteturaStela Mori
Em um mundo ideal, arquitetos teriam total liberdade para projetar tudo aquilo que fossem capaz de imaginar. Mas na realidade, não é bem assim que as coisas funcionam. Fato é que desenhar em uma folha em branco nem sempre significa ter todas as possibilidades do mundo à nossa disposição, a arquitetura, como uma profissão regulamentada, é regida por uma série de códigos e leis, quando não pelos desejos dos clientes, por limites orçamentários ou outros fatores ainda mais complexos. Em se tratando de códigos de obras, muitas vezes eles “engessam” a arquitetura, forjando novas tipologias, programas e formas—da famosa “torre-plataforma” ao onipresente “dois mais cinco”. O resultado disso, muitas vezes, culmina em edifícios repetitivos e uma estética urbana monótona e sem graça.
Já faz mais de um ano que fomos todos pegos de surpresa com o então surto de coronavírus que, posteriormente, se transformaria em pandemia e nos mantém ainda hoje em completo estado de suspense. Entretanto, não demorou muito para toda esta situação passasse a ser encarada como um desafio a ser superado, inspirando arquitetos e arquitetas ao redor do mundo a desenvolver soluções e estratégias projetuais para combater a maior e mais longa crise sanitária da modernidade. Neste contexto, é importante mencionar o fato de que a grande maioria destas inovações foram comissionadas ou comercializadas pelo setor imobiliário e portanto, representam um benefício a apenas uma pequena parcela da população. Entretanto, à medida que estas empresas se esforçam para oferecer melhores alternativas aos clientes com melhores condições financeiras, a pandemia faz muito mais vítimas junto à classe trabalhadora, principalmente no que se refere às restrições que lhes são impostas e os poucos benefícios que lhes são oferecidos. Somado a isso, quando observamos as condições de moradia das classes mais baixas, especialmente em países mais pobres ou aqueles de economia emergente, a precarização dos espaços habitáveis é um agravante o qual, resulta diretamente da total liberdade e da falta de fiscalização que gozam os empreendedores do mercado imobiliário nestes países.
A 8ª edição do festival Arquiteturas Film Festival, que acontecerá entre os dias 1 e 6 de junho em Lisboa, explora o tema “Bodies Out of Space” através de uma excursão sobre a construção social do espaço conectado a um fio que circula dentro das suas próprias narrativas de dominação. Narrativas também sobre identidade que, muitas vezes, é retirada ou forçada a representar o nosso corpo.
O festival se dedica a representar, a cada edição, documentários, ficções, animações e filmes experimentais com relevância para a divulgação da arquitetura portuguesa contemporânea, ao nível nacional e internacional. A edição de 2021 não é diferente, tendo sido dividida em três pilares distintos: na seleção oficial, na programação de competição e na programação do país convidado.
https://www.archdaily.com.br/br/958652/arquiteturas-film-festival-explora-tema-bodies-out-of-space-com-selecao-de-filmes-de-angolaEquipe ArchDaily Brasil