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Dez equívocos sobre a urbanização global a partir de uma análise da América Latina

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Talvez o aspecto que impacta mais fortemente um europeu que se propõe a estudar as cidades latino-americanas, além dos temas recorrentes como a pobreza e marginalidade, as diferenças sociais, a insegurança - é que na América Latina, as pessoas, os habitantes, ainda constroem com suas próprias mãos através de ações cotidianas, a sua cidade.

Este fato, que pode parecer positivo ou negativo segundo o ponto de vista, conjuntamente com outros - existência de economias informais autônomas"; sistemas de auto-gestão e auto-reciclagem igualmente autônomos a respeito dos formalizados pelos governos urbanos (P. VALECILLOS, 1)- convida a refletir sobre um conceito que talvez por ser tão recorrente e utilizado nos últimos tempos, converteu-se em um conjunto de significados, perdendo boa parte do seu significado original, se alguma vez o teve. 

A resposta do 5468796 Architecture à crítica do The Guardian ao projeto Centre Village

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Recentemente, o The Guardian publicou um polêmico artigo intitulado "Crime in the community: when 'designer' social housing goes wrong". O artigo conta a história do Centre Village, um projeto de Habitação de Interesse Social em Winnipeg projetados por 5468796 Architecture e Cohlmeyer Architecture Limited, examinando como intensões nobres resultaram no que eles descrevem como "apartamentos que não atendem as necessidades diárias de uma família, e uma disposição e composição dos edifícios que agem como imãs para consumo de álcool e outras drogas em todos os períodos do dia."

Sem grandes surpresas, o escritório canadense 5468796 Architecture, que discorda com muitas das conclusões do artigo, escreveu uma resposta ao editor do Guardian Cities na esperança que sua 'carta ao editor' trouxesse algum equilíbrio à história. Depois do The Guardian ter se recusado a publicar a carta, o escritório contactou Archdaily para garantir que sua versão da história também fosse ouvida. A seguir mostramos a carta na íntegra.

Estamos lhe escrevendo em resposta à artigo do The Guardian acerca do Centre Village e muitos dos comentários e re-postagens nas últimas semanas. Acreditamos que a matéria publicada não era precisa e desejamos mostrar algumas informações:

A resposta do 5468796 Architecture à crítica do The Guardian ao projeto Centre Village - Image 1 of 4A resposta do 5468796 Architecture à crítica do The Guardian ao projeto Centre Village - Image 2 of 4A resposta do 5468796 Architecture à crítica do The Guardian ao projeto Centre Village - Image 3 of 4A resposta do 5468796 Architecture à crítica do The Guardian ao projeto Centre Village - Image 4 of 4A resposta do 5468796 Architecture à crítica do The Guardian ao projeto Centre Village - Mais Imagens+ 2

Oito edifícios históricos em modelos 3D, por Sketchfab

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Já mostramos em um artigo publicado ano passado como o compartilhamento online de modelos 3D tem o potencial de mudar a arquitetura para melhor, permitindo que os visitantes explorem por si mesmos o projeto, em vez de serem apresentados a fotografias sem profundidade. Na vanguarda dessa tendência está o Sketchfab, uma plataforma que permite aos usuários fazerem upload de seus modelos e visualizá-los diretamente no navegador.

Em nossa nova série, estamos unindo forças com o Sketchfab para apresentar os melhores modelos de arquitetura de sua plataforma online, selecionados pelos membros do próprio Sketchfab. Neste primeiro artigo, procuramos as melhores recriações históricas em modelos 3D - e não esqueça, todos estes modelos podem ser experienciados em realidade virtual!

TED Talk: Mapas felizes

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A maior parte de nós passa um tempo considerável nas cidades, assim, temos nos dedicado a fazer com que nossa vida nela seja a mais eficiente possível. Um exemplo claro disso é a grande quantidade de aplicativos com mapas que nos ajudam a encontrar o caminho mais rápido ou curto para ir do ponto A ao B. Porém, se traçássemos nossas rotas de outra forma, poderíamos ser mais felizes?

É disso que trata este interessante TED Talk, onde o pesquisador Daniele Quercia apresenta seus "Mapas Felizes".

Arquitetura a partir da comunidade e do território: Experiências construídas na selva peruana

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Arquitetura a partir da comunidade e do território: Experiências construídas na selva peruana - Imagem de Destaque
Centro Comunal Sondoveni. Image Cortesía de ConstruyeIdentidad

Com o anúncio da escolha do Plan Selva como eixo curatorial que representará o Peru na Bienal de Veneza 2016, apresentamos a seguir o trabalho de outras organizações que estão realizando importantes projetos na maior região natural do país: ConstruyeIdentidad, que pretende, através do intercambio entre estudantes, profissionais e comunidade, a construção de projetos inovadores que empregam materiais e técnicas tradicionais; e a associação Semillas, que pretende desenhar espaços educativos como áreas de comunicação entre comunidades indígenas proporcionando o desenvolvimento das mesmas através de processos participativos. Continue lendo a seguir.

Arquitetura a partir da comunidade e do território: Experiências construídas na selva peruana - Image 1 of 4Arquitetura a partir da comunidade e do território: Experiências construídas na selva peruana - Image 2 of 4Arquitetura a partir da comunidade e do território: Experiências construídas na selva peruana - Image 3 of 4Arquitetura a partir da comunidade e do território: Experiências construídas na selva peruana - Image 4 of 4Arquitetura a partir da comunidade e do território: Experiências construídas na selva peruana - Mais Imagens+ 58

Networked Urbanism, a instalação do "Ecosistema Urbano" na Bienal de Shenzhen

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Em exibição até o dia 3 de março deste ano, Ecosistema Urbano apresentou a instalação Networked Urbanism na seção Radical Urbanism da Bi-City Biennale of Urbanism/Architecture de Shenzhen (China), junto a montagens de Radical Temporalities e o trabalho de Santiago Cirugeda, Teddy Cruz e Iwan Baan, entre outros.

Na seção comissariada por Alfredo Brillermbourg e Hubert Klumpner, o escritório espanhol apresentou uma década de projetos pilotos, como o Plan Encarnacion Más, o Plano do Centro Histórico de Asunción e o Projeto Cuenca RED para a reativação do espaço público do Centro Histórico de Cuenca no Equador. Além disto , deixaram à disposição dos visitantes um conjunto de 18 peças de tamanho real da Cadeira Madrid, uma proposta de mobiliário urbano flexível e multiuso desenvolvido originalmente para a Fundación Madrid Global entre 2009 e 2010.

Pavilhão Origami oferece um abrigo com oito painéis de alumínio dobrados

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A invenção da parametrização proporcionou aos arquitetos muitas novas possibilidade de projeto; forma, sombreamento e texturização são apenas alguns dos modos como esta tecnologia impactou as novas construções. Mas, talvez, sua função mais nobre seja a habilidade de otimizar as estruturas, especialmente através da dobra de materiais finos e rígidos. Esta é a função que o arquiteto Tal Friedman escolheu explorar em seu Pavilhão Origami. 

Pavilhão Origami oferece um abrigo com oito painéis de alumínio dobrados - Image 1 of 4Pavilhão Origami oferece um abrigo com oito painéis de alumínio dobrados - Image 2 of 4Pavilhão Origami oferece um abrigo com oito painéis de alumínio dobrados - Image 3 of 4Pavilhão Origami oferece um abrigo com oito painéis de alumínio dobrados - Image 4 of 4Pavilhão Origami oferece um abrigo com oito painéis de alumínio dobrados - Mais Imagens+ 18

"As formas que voam" / Álvaro Domingues

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Antes do porto de Leixões, o rio Douro era o porto do Porto e essa função portuária estava embebida até ao osso dos edifícios, muros, ruas ou praças do velho burgo. Veja-se o “Douro Faina Fluvial” do eterno Manoel de Oliveira, e procure-se sentir essa presença, desde as pedras da calçada, aos cais, ao Muro dos Bacalhoeiros, à Alfândega, à Praça da Ribeira feita parque de estacionamento e zona de carga de camiões e carros e de bois; procurem-se numa e noutra marginal os armazéns, as fábricas, os nomes: do Cais das Pedras ao Cais da Estiva ou do Ouro.

Nossas Cidades: a rede de cidadãos que busca melhorar as cidades onde vivem

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Imagine uma plataforma onde as pessoas possam apresentar propostas de lei para melhorar suas cidades, outros cidadãos votam por essas iniciativas, a quantidade de votos serve como um "barômetro" para as autoridades e os políticos, então, acatam a estas ideias e as propõem nas câmaras municipais. 

Esta plataforma, chamada "Nossas Cidades", já existe no Brasil e está se expandindo por outros países da América do Sul.

Como ajustar seus modelos 3D para visualização em Realidade Virtual com Sketchfab

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No início deste mês, Sketchfab anunciou um novo recurso que permite que qualquer modelo 3D em sua plataforma possa ser visto em realidade virtual num dispositivo como o Google Cardboard. No ArchDaily, achamos que esse é um enorme passo na definição de como veremos e compartilharemos projetos arquitetônicos no futuro, e uma das melhores coisas sobre o novo recurso é como ele perfeitamente se mescla na plataforma de Sketchfab de compartilhamento de modelos existentes. Ao mesmo tempo, é importante ter em mente que a criação de um modelo para Realidade virtual pode demandar algumas considerações extras. Neste post, publicado originalmente no Blog Sketchfab, como "How to set up a Cardboard VR scene for Sketchfab", Bart Veldhuizen explica o que os projetistas podem fazer para tornar seus modelos mais amigáveis com a realidade virtual.

Com o novo botão Cardboard VR, Sketchfab tornou-se a maneira mais fácil de visualizar seus projetos em realidade virtual. Agora você pode literalmente publicar seu modelo em Sketchfab e vê-lo em seu Cardboard em menos de um minuto.

Como o Cardboard baseia-se em dispositivos móveis, há mais algumas coisas para ter em mente. Além de exibir um modelo Sketchfab regular no hardware mais leve do seu telefone ou tablet, agora cada imagem é processada duas vezes (uma para cada olho). Por isso não há surpresa de que você precisa manter algumas coisas em mente ao projetar uma cena para o Cardboard.

Este tutorial vai lhe dar uma visão geral das limitações mais importantes e ajudá-lo a teletransportar-se rapidamente em sua primeira experiência no Google Cardboard.

Pesquisadores do MIT desenvolvem alternativa acessível ao Smart Glass

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Quando se fala de materiais e suas propriedades de eficiência energética, um deles se destaca dos demais: o vidro. Janelas e planos de vidro são uma das maiores fontes de perda de calor de uma edificação e ao passo que a sociedade avança em direção a um futuro ambientalmente mais consciente, novas soluções passivas deverão ser desenvolvidas para mitigar a pegada energética dos edifícios. Recentemente, diversas tecnologias de smart glass foram desenvolvidas para automaticamente regular a luz e o calor baseadas nas condições ambientais. No entanto, os altos custos envolvidos têm impedido sua popularização. Agora, uma equipe de pesquisadores do MIT descobriu uma alternativa ao smart glass que pode ser comercializada a um custo acessível. 

Projeto do Mês: Casa IV

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A partir de 2016, a equipe de projetos do ArchDaily - os editores responsáveis pela seleção dos projetos publicados no site - selecionará um projeto excepcional a cada mês. Esperamos que isso seja um norte em nosso processo de seleção, permitindo-nos destacar obras que nos motiva e inspira. Serão projetos que demonstram uma relação excelente com seu contexto, ou edifícios cujos materiais enfatizam o poder da arquitetura, esses "Projetos do Mês" devem ser vistos não apenas como valiosas referências arquitetônicas, mas também como fontes de inspiração e conhecimento.

Casa IV / MESURA

2VR: um equipamento de realidade virtual portátil

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A tecnologia de realidade virtual está mudando rapidamente - do Google Cardboard a modelos mais imersivos, os equipamentos estão agora disponíveis em qualquer faixa de preço. No entanto, há um aspecto em que estes dispositivos ainda pecam: portabilidade. Em nossas vidas apressadas, ter a tecnologia por perto o tempo todo é quase tão importante quanto sua funcionalidade, contudo, este problema está prestes a ser solucionado por um novo dispositivo vestível que atende esta necessidade.

Criado pelo estúdio Stimuli, o 2VR é o primeiro equipamento de VR que caberá em seu bolso, possibilitando a imersão no mundo virtual em qualquer lugar ou momento. O elegante dispositivo é adequado à maioria dos smartphones e não precisa das mãos para ser operado, permitindo que o usuário se sinta completamente inserido em um ambiente virtual. Saiba mais sobre este projeto no Kickstarter.

2VR: um equipamento de realidade virtual portátil  - Imagem de Destaque2VR: um equipamento de realidade virtual portátil  - Image 1 of 42VR: um equipamento de realidade virtual portátil  - Image 2 of 42VR: um equipamento de realidade virtual portátil  - Image 3 of 42VR: um equipamento de realidade virtual portátil  - Mais Imagens+ 3

Realidade virtual na arquitetura: espaços virtuais e a próxima fronteira de projeto

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O novo 'estado de espírito' digital afetou quase todos os setores que conhecemos, desde a música até a saúde. Enquanto isso, a arquitetura permanece inalterada, presa em seu recipiente físico. Na nossa opinião, a realidade virtual veio para ficar e vai transformar para sempre a maneira como nos relacionamos com espaços.

Nossa realidade é uma construção com múltiplas formas de expressão - cada cultura, economia e geografia produz o seu próprio modelo. A sociedade multimídia criou uma híbrida e complexa realidade onde as formações materiais são complementadas por outras fictícias, como filmes, jogos de videogame, publicidade, avatares ... Os efeitos especiais são agora parte de nossas vidas, e a realidade virtual é um deles. Não é uma dimensão independente e isolada da realidade real, mas parte dela. Para operar nesta cena é urgente implementar novas habilidades arquitetônicas. Plataformas como Oculus Rift, Gear VR, Google Cardboard,, HTC Vive e Hololens combinados com softwares como o Unity ou Unreal abrem um novo campo para o design.

15 modelos arquitetônicos incríveis criados no Minecraft

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Com 70 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, seria injusto referir-se ao Minecraft como um simples jogo de blocos texturizados em um pixelado mundo 3D. Ao comprar o companhia criadora do jogo (Mojang) e seus direitos autorais em 2014, a Microsoft anunciou recentemente que também adquiriu o MinecraftEdu, a versão educativa oficial, utilizada como verdadeira ferramenta criativa em mais de 10.000 salas de aulas em 45 países em todo o mundo.

As infinitas possibilidades de jogo motivaram milhões de pessoas no mundo todo a criar e compartilhar suas maiores criações: cidades, edifícios próprios e até a reinterpretação de obras históricas. Seu impacto foi reconhecido em 2015 pelo Centro Pompidou, que dedicou uma exposição sobre seu potencial criativo entre crianças e adolescentes.

Veja, a seguir, 15 modelos impressionantes criados na plataforma.É possível fazer download da maioria deles (através de links externos disponibilizados pelos próprios criadores) para sua própria conta no Minecraft.

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"Radical Temporalities", um registro do urbanismo efêmero na Bienal de Shenzhen

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Na recente Bienal de Arquitetura e Urbanismo em Shenzhen, Rahul Mehrotra (Harvard GSD) e Felipe Vera em colaboração com Diego Pinochet (ambos professores do DesignLab UAI, Chile), apresentaram a exposição Radical Temporalities: The landscape of ephemeral urbanism, que exibiu mais de 120 casos de urbanizações temporárias ao redor do mundo.

Radical Temporalities é uma das montagens presentes na auto-denominada "única" bienal que simultaneamente aborda o campo do urbanismo e arquitetura mundialmente, congregando duas cidades vizinhas (Hong Kong e Shenzhen) em torno do tema da "cidade atual".

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(Não) é Elemental: sobre a arquitetura de Alejandro Aravena

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(Não) é Elemental: sobre a arquitetura de Alejandro Aravena - Imagem de Destaque
Torres Siameses. Imagem © Cristobal Palma

Ler sobre o trabalho de Alejandro Aravena pode às vezes parecer duas discussões distintas: uma sobre suas inovações na habitação social, amplamente elogiadas, e outra sobre seus impressionantes (embora mais convencionais no âmbito de aplicação) edifícios para as universidades e municípios. Neste post originalmente compartilhado em sua página no Facebook, Hashim Sarkis, reitor da MIT School of Architecture and Planning, conecta aparentemente os dois segmentos distintos da arquitetura de Aravena, descobrindo as crenças subjacentes que orientam o vencedor do Prêmio Pritzker deste ano.

Grande parte do trabalho de Alejandro Aravena, projetado individualmente ou no grupo ELEMENTAL, incorpora um momento eureka, um momento em que, após um interrogatório cuidadoso do programa com o cliente, o arquiteto surge com uma resposta contra-intuitiva, porém simples, para o problema. (Para o centro de informática da Universidade Católica, os laboratórios tinham que ser simultaneamente escuros e bem iluminados. Para a habitação social em Iquique, em vez de uma boa casa inteira que você não pode pagar, você recebe a metade de uma boa casa). Por sua vez, essas equações são incorporadas em edifícios que adquirem normalmente formas tão simples. Os clientes e ocupantes repetem o "aha" com mesmo tom e realização de Aravena. "Se eu não posso, de forma convincente, transmitir a ideia do projeto por telefone, já sei que é uma má ideia", ele disse.

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14 Histórias por trás dos vencedores do Building of the Year Award

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Semana passada o ArchDaily revelou os 14 ganhadores do prêmio Building of the Year. Selecionados pelos leitores do ArchDaily entre mais de 3000 candidatos, este 14 representam os melhores projetos publicados pelo ArchDaily no ano passado, determinados por uma rede imparcial de 55.000 votantes que participaram - cada um deles como juízes em um dos prêmios de arquitetura mais democráticos do mundo.

Representando a diversidade de atuação dos arquitetos, locações e tipos de projetos, cada obra possui uma história muito diferente sobre sua concepção, sua relação com o contexto, como se encaixa na trajetória do arquiteto, ou o que diz sobre o rumo que a arquitetura está tomando. Apesar da diversidade de histórias apresentadas, cada uma delas torna-se um fascinante conto de arquitetura. Desta forma, apresentamos aqui essas 14 histórias.

Sob o Magma

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Em parceria com o Centro pesquisas urbanas responsável pela Revista Centro, editada por Gabriel Kogan (arquiteto e jornalista), Guilherme Giufrida (antropólogo) e Rodrigo Villela (editor), semanalmente publicaremos fragmentos da publicação online gratuita que propõe uma intersecção de áreas do conhecimento como arquitetura, arte, literatura e ciências sociais.

Iniciativa parisiense convida os cidadãos a se tornarem jardineiros de seus bairros

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Em 2020 Paris poderá ter um quarto de sua superfície coberta por vegetação se conseguir implementar um programa de seis metas que envolve, entre outros pontos, que as novas edificações tenham coberturas jardim e também a criação de 30 hectares de espaços públicos verdes.

O avanço e a execução destes objetivos está sendo complementado pelas autoridades da capital francese através de outras iniciativas que promovem o cuidado do meio ambiente em todos os níveis, sendo um deles a cidadania. Um exemplo disso é a criação do programa "Du vert prês de chez moi"  [Verde perto de mim], que convida os habitantes a se tornarem jardineiros de seus bairros. Para isso, oferece espaços próximos de onde vivem - por exemplo, as portas de suas casas ou as ruas - para que plantem vegetação e, assim, façam parte do processo de tornar mais agradável o entorno urbano. 

Ergo Kiwi: um estilete ergonômico que fará seus dedos agradecerem

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Se você já passou por um escola de arquitetura provavelmente você está cansado de estiletes que podem perfurar a pele de um desatento, estudante cafeinado, em uma fração de segundo. Mesmo se você conseguir evitar o hospital, estes flagelos ainda sabem como machucar você: seus desenhos são a antítese da ergonomia, fazer um corte na maratona de maquete é uma batalha de resistência poderosa contra cãibras nas mãos e dor nas articulações. Com o objetivo de criar uma solução mais confortável, o arquiteto pós-graduado Sean Riley desenvolveu o Ergo Kiwi, e lançou uma campanha Kickstarter para ajudar a trazer o produto ao mercado.

Além disso, Riley tem meticulosamente catalogados seus desenhos e processo de produção. No ArchDaily, fomos conferir não somente o design de Ergo Kiwi, mas as etapas envolvidas no desenvolvimento, o que traz para o mercado um produto convincente. Como resultado, nós o convidamos a partilhar a sua história.

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Bioengenharia e o futuro da arquitetura

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Poderia um abrigo emergencial também proporcionar alimentos aos seus usuários? Conseguiremos produzir mobiliários comestíveis? Será possível mesclar mobiliário e agricultura em um único dispositivo?

São questões como estas destacam o estúdio de biodesign Terreform ONE (Open Network Ecology) de outros coletivos e estúdios. Em vez de encarar o design como meio de encontrar a solução para um problema, suas estruturas e mobiliários buscam abordar muitas questões que afetam o planeta de uma única vez. Precisa-se de uma estrutura para refugiados e, ao mesmo tempo, encontrar uma fonte de proteínas para eles? Por que não construir uma casa que seja também um local de cultivo de grilos?

10 mitos sobre o trânsito segundo o CityLab

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Pensar que quanto mais rodovias tiver uma cidade, mais descongestionadas estarão suas ruas e que substituir pistas por ciclovias somente causará mais engarrafamento são duas crenças equivocadas que os cidadãos podem ter em relação ao tráfego, mesmo sem ter uma experiência prévia sobre o tema.

Entretanto, são várias as teorias que explicam porque estas situações são equivocadas, quase como se fossem preconceitos. Para evitar que tais pensamentos sejam mantidos, o site CityLab publicou um artigo no qual apresenta 10 destas ideias como mitos que ainda persistem.

Leonardo DiCaprio, ecoturismo e Blackadore Caye: Um novo padrão para edifícios verdes

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Em abril de 2015, o New York Times publicou uma matéria sobre a recente compra de Blackadore Caye - uma pequena ilha na costa de Belize que passou por significante degradação ambiental e erosão - por Leonardo DiCaprio. Patrono de uma série de projetos ambientais, DiCaprio se associou a Paul Scialla, CEO da plataforma imobiliária Delos, para criar um eco-resort que pretende ser um modelo de última geração em termos de empreendimento turístico ambientalmente responsável. Os planos do empreendimento incluem construir uma série de acomodações flutuantes para hóspedes, 48 villas privadas (que variam de 5 a 15 milhões de dólares), equipamentos para saúde e bem estar, além de uma área de conservação. O projeto está sendo divulgado como um empreendimento que atende às ambiciosas normas de construção verde e padrões sustentáveis do Living Building Challenge e do WELL Building Standard®.

Muitos leitores da Revista Times ironicamente notaram na seção de comentários que os jatos privados, o envio de materiais de construção e os recursos diários para o desenvolvimento da ilha traz consigo altos custos ambientais e sociais que superam em muito os esforços de conservação associados ao resort. Por outro lado, alguns dos que comentaram na reportagem apontaram que o desenvolvimento vai empregar mão de obra local e salvar a ilha de completa degradação. A discussão em torno dos prós e contras do empreendimento de 'eco-turismo' não é algo novo, e certamente não é algo que será facilmente resolvido.

Mas além da (importante) discussão dos impactos do eco-turismo, o empreendimento levanta questões sobre o surgimento de um novo padrão de mercado alternativo de edifícios sustentáveis, que propositalmente objetivam transformar a indústria da construção, definindo metas mensuráveis para os efeitos ambientais e sociais dos locais que vivemos e trabalhamos.

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