
Os edifícios ao redor do mundo estão ficando mais altos. Desde o ano 2000, a construção global de arranha-céus aumentou em 402%. Cidades como Dubai abrigam quase 1000 arranha-céus, e o vibrante mercado imobiliário de luxo de Nova York não mostrou sinais de desaceleração, com mais adições de arranha-céus a serem acrescentadas à sua já imponente linha do horizonte. Isto é bom — os arranha-céus criam um espaço muito necessário em cidades já densas e podem reduzir a expansão urbana nos centros das cidades, permitindo uma melhor preservação das áreas naturais.
A maioria dos arranha-céus de hoje abriga uma diversidade de usos, muitas vezes mesclando habitação, escritórios e varejo em uma única estrutura. Entretanto, muitos acabam negligenciando sua contribuição ao nível do solo, tornando-se monólitos imponentes que fomentam o isolamento ao invés da comunidade. À medida que cidades como Portland e Paris procuram se tornar mais amigáveis ao pedestre, vale a pena analisar atentamente. Aproxime o zoom para verificar os elementos arquitetônicos que tornam uma construção mais amigável para o pedestre, e afaste o zoom para ver como esses elementos podem ter uma relação simbiótica com o meio urbano.










