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Espaços Públicos: O mais recente de arquitetura e notícia

Estruturas de sombra: 6 dicas para incorporar ao seu próximo projeto

Em todo projeto arquitetônico de sucesso, é essencial fornecer aos usuários um espaço confortável ao ar livre. Em qualquer época do ano, estruturas modulares de sombra podem criar espaços que protegem do vento, poeira, sol, chuva, neve e ruídos de uma forma leve, flexível e esteticamente agradável.

Com isso em mente, o que devemos procurar ao escolher estruturas de sombra para espaços ao ar livre? Abaixo, fornecemos as principais recomendações da Superior Recreational Products.

Seabrook Island. Image Courtesy of Superior Recreational Products University of West Georgia. Image Courtesy of Superior Recreational Products City of Cumming, Recreation & Parks Department. Image Courtesy of Superior Recreational Products Milwaukee County Zoo. Image Courtesy of Superior Recreational Products + 33

As tendências da arquitetura em 2019

Este é o momento no qual nos projetamos ao futuro para definir as metas e focos de nossa carreira ao longo do ano que começa. Com o objetivo de ajudar os arquitetos que consultam o ArchDaily diariamente, realizamos a seguinte lista com as ideias que mais ecoaram durante 2018 e que, portanto, serão os temas que devem seguir desenvolvendo-se durante 2019.

Apenas no ano passado, mais de 130 milhões de usuários descobriram no ArchDaily novas referências, materiais e ferramentas que permitem aprimorar o desenvolvimento da arquitetura e melhorar a qualidade de vida de nossas cidades e entornos construídos. Quando nossos usuários começam a coincidir em suas buscas de informação ou demonstram maior interesse por um tema em relação a outros, estes tópicos passam a ser uma tendência.

Como o terrorismo tem moldado os espaços públicos

Há dezessete anos o mundo assistia a um dos maiores e mais trágicos eventos da história:o “ataque de 11 de Setembro de 2001”, deixando aproximadamente 3 mil mortos e mais de 6 mil feridos. Outros diversos ataques já haviam ocorrido e continuam acontecendo em diversas cidades pelo mundo. Por tratarem-se de eventos surpresa e pulverizados no território, mas que geralmente ocorrem em espaços públicos com multidões, ações diversas tem sido realizadas para impedir os ataques, isso tem desafiado potências e organizações centradas em estratégias de segurança.

Como funcionam as Conchas Acústicas

Conchas acústicas são elementos icônicos em alguns espaços públicos do Brasil e do mundo. Mas além de uma forma curiosa, seu funcionamento é altamente interessante. Inspirando-se no desenho do ouvido humano, as ondas sonoras produzidas dentro delas são organizadas através de sua forma, tornando-se mais vívidas e fortes para o público à sua frente.

Divulgado o resultado do Concurso para a Praça Central de Guaratuba, no Paraná

Organizado pela regional paranaense do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-PR) e com o apoio do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Paraná (CAU/PR), o Concurso teve como objetivo selecionar um anteprojeto para viabilizar a contratação do projeto executivo e dos projetos complementares ao agenciamento e paisagismo da Praça Coronel Alexandre Mafra (Praça Central). Integrante da comissão que julgou os 42 projetos recebidos no concurso, o arquiteto e urbanista João Virmond Suplicy Neto, disse que os fatores determinantes para a escolha do projeto vencedor foram “a aplicação da noção de conjunto e diretrizes urbanas, o bom desenho de mobiliário urbano e o cuidado com o paisagismo, além dos demais tópicos descritos na Ata do Concurso”. Ainda participaram da comissão julgadora o secretário de Urbanismo de Guaratuba, arquiteto e urbanista Fausto André da Mota, e o arquiteto e historiador, Irã Taborda Dudeque.

A equipe que recebeu o primeiro prêmio foi formada por jovens profissionais de três escritórios atuantes em Florianópolis, Santa Catarina: Desterro Arquitetos, Bloco B Arquitetura e Giz de Terra Paisagismo.

Saiba mais sobre os vencedores a seguir:

Pocket Parks: novo e compacto modelo aos espaços públicos

Nos últimos anos, órgãos públicos, arquitetos, urbanistas, designers e cidadãos têm discutido o futuro das Cidades, buscando refletir sobre os rumos que a Arquitetura e Urbanismo deverão tomar sob o emaranhado de problemas urbanos e sociais enfrentados, na tentativa de elaboração estratégica que possa ser capaz de melhorar a qualidade do espaço público e a vida dos usuários.

Contanto, alguns movimentos vêm surgindo espontaneamente na tentativa de aplicar simples ações que possam colaborar para o desenvolvimento de “novos” espaços públicos em resposta ao movimento de ocupação urbana e necessidades imediatas em que as cidades brasileiras vêm passando.

Conheça a PISEAGRAMA, uma revista brasileira sobre espaços públicos

PISEAGRAMA é a única revista sobre espaços públicos do Brasil. Desde a sua fundação em 2010, foram publicadas dez edições da revista, dedicadas aos temas Acesso, Progresso, Recreio, Vizinhança, Descarte, Cultivo, Passeio, Extinção, Autogestão e Recursos. A revista PISEAGRAMA é uma publicação independente e sem fins lucrativos. Por isso, precisa da sua assinatura para continuar existindo. Saiba mais, a seguir.

Espaços Públicos: o que o planejamento urbano pode ganhar com a tecnologia

Ao longo das últimas décadas, o mundo viveu o crescimento da população urbana, que até 2050 deve chegar a dois terços da população mundial. Em paralelo, novos avanços tecnológicos facilitaram, otimizaram e/ou automatizaram uma série de atividades do nosso dia a dia. No entanto, mesmo com o número cada vez maior de pessoas vivendo nas cidades e a evolução da tecnologia, o planejamento urbano não se modernizou no mesmo ritmo, e ainda não somos capazes de construir espaços verdadeiramente propícios ao nosso bem-estar e felicidade.

A priorização do transporte motorizado, entre outros fatores, continua a gerar ambientes urbanos prejudiciais à saúde física e mental e sem a resiliência necessária para se adaptar ao futuro. Em uma de suas citações mais famosas, Jan Gehl comentou que “nós sabemos mais sobre o que são ambientes saudáveis para gorilas, tigres siberianos e ursos-pandas do que sabemos sobre um bom ambiente urbano para o homo sapiens”. Apesar de vivermos hoje na era do big data, a qualidade dos dados que possuímos sobre as cidades ainda é consideravelmente pobre. São dados que carecem de substancialidade e são, em sua maioria, desatualizados – e mesmo assim é a partir dessas informações que ainda formulamos as normas e políticas que orientam a construção de nossas cidades.

Parques latentes em São Paulo / Eloísa Balieiro Ikeda

Existe muita área verde em São Paulo. Em 2013, segundo o Observa Sampa[1], havia 14,07m² de cobertura vegetal pública por habitante, uma proporção que supera o mínimo de 12,00m² recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O mesmo instituto indicava também que neste ano 40,79% da área que ocupa a cidade era verde, índice reduzido em 5,78% em relação ao ano anterior. Se considerarmos a metrópole de São Paulo, essa proporção aumenta, pois são incorporadas vastas áreas rurais e de mata atlântica.

Segundo lugar no Concurso para intervenção arquitetônica na fronteira entre Índia e Paquistão

O projeto foi apresentado para o concurso India | Pakistan Border of Peace, tendo sido premiado com a segunda colocação. A proposta da competição era a criação de um espaço público ao longo da fronteira entre os dois países através de uma intervenção arquitetônica.

São Miguel mais humana, rua para todos: intervenção urbana temporária na Área 40 de São Miguel Paulista

São Miguel Paulista, bairro no extremo leste de São Paulo, recebeu, no último 19 de novembro, a intervenção urbana temporária “São Miguel Mais Humana: Rua Para Todos”. A iniciativa foi parte do projeto de requalificação urbana e segurança viária da Área 40 de São Miguel - uma parceria entre Prefeitura Municipal de São Paulo e Iniciativa Bloomberg para a Segurança Global no Trânsito (BIGRS) apoiada pelo ITDP Brasil.

Pavilhão para a Feira das Culturas / PRODUCTORA

Cidade do México, México
  • Arquitetos Autores deste projeto de arquitetura PRODUCTORA
  • Área Área deste projeto de arquitetura

© Luis Gallardo © Luis Gallardo © Luis Gallardo © Luis Gallardo + 29

Hotel Carlota / JSa

Hotéis  · 
Cidade do México, México
  • Arquitetos Autores deste projeto de arquitetura JSa
  • Área Área deste projeto de arquitetura
  • Ano Projeto Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    2015

© Rafael Gamo © Rafael Gamo © Camila Cossío © Camila Cossío + 16

Campobaja / Estudio Atemporal

© LGM Studio - Luis Gallardo © LGM Studio - Luis Gallardo © LGM Studio - Luis Gallardo © LGM Studio - Luis Gallardo + 33

Restaurante  · 
Cidade do México, México
  • Arquitetos Autores deste projeto de arquitetura Estudio Atemporal
  • Área Área deste projeto de arquitetura
  • Ano Projeto Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    2015

Prosperidad 49 / Taller Plan A

© Marcos Betanzos © Marcos Betanzos © Marcos Betanzos © Marcos Betanzos + 27

Apartamentos  · 
Cidade do México, México

Red Bull / SPACE

© Paul Czitrom © Paul Czitrom © Paul Czitrom © Paul Czitrom + 15

Escritórios  · 
Polanco, México
  • Arquitetos Autores deste projeto de arquitetura SPACE
  • Área Área deste projeto de arquitetura
  • Ano Projeto Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    2015

A roda d’água que promete descontaminar o rio da cidade de Baltimore até 2020

O antigo porto Inner Harbor é um dos principais destinos turísticos da cidade de Baltimore, EUA. Construído há mais de 200 anos, hoje este espaço é considerado um exemplo de renovação urbana, transformando-se num novo lugar de passeio e estar para os cidadãos, sem deixar de lado seu passado industrial.

No entanto, um dos problemas que a cidade encontrou no lugar é a contaminação do rio Patapsco que desemboca no porto. Para solucionar a questão, há alguns meses foi instalada uma roda d’água que recolhe os dejetos e que funciona através da energia mecânica do rio e de energia solar.

Saiba mais sobre essa estratégia de descontaminação, a seguir.

“You Are Here”: Mapas da experiência humana nas cidades

Mapear a experiência humana nas cidades para, então, convertê-las em lugares mais habitáveis. Com essa ideia o Grupo de Computação Social do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) lançou no começo de abril o projeto de cartografia “You Are Here”, que tem como objetivo fomentar mudanças sociais em diversas áreas, mostrando, em mapas, tanto os locais onde há falta de vegetação como os lugares onde ocorrem mais acidentes de trânsito, especificamente de bicicletas.

Saiba mais sobre o projeto a seguir.